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As 10 atrações turísticas mais dececionantes do mundo

Reino Unido e Canadá surgem como os países com maior percentagem de atrações dececionantes, seguidos dos EUA. Mas um dececionante parque espanhol também entra no Top 10. Toda a gente que já viajou sabe que nem todas as atrações turísticas que entram nas típicas listas de visitas “a não falhar” correspondem às expectativas. Um novo estudo da Radical Storage, rede internacional de armazenamento de bagagem, analisou quase 100 mil avaliações de visitantes a locais icónicos em todo o mundo e concluiu que multidões, preços elevados, acessos difíceis e experiências abaixo da fama continuam a estragar a visita a alguns dos

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Tem alecrim em casa? Há um local onde o deve mesmo colocar (e poucos sabem qual)

Os maus odores em casa são um problema comum e muitas vezes persistente, sobretudo em zonas como a cozinha, onde a utilização intensiva no dia a dia favorece a acumulação de cheiros difíceis de eliminar. Há situações em que nem a ventilação natural, nem os produtos de limpeza ou os ambientadores artificiais conseguem resolver o problema de forma eficaz.

É neste contexto que surge um método simples, natural e acessível, que pode fazer a diferença no ambiente doméstico: a utilização de alecrim aquecido, colocada estrategicamente na cozinha, onde os odores são mais intensos e persistentes.

De acordo com o Notícias ao Minuto, o alecrim destaca-se pelas suas propriedades aromáticas, que se tornam particularmente intensas quando a planta é sujeita a calor. Ao ser aquecido em água, liberta óleos essenciais que se dissipam no ar, ajudando a neutralizar partículas responsáveis por maus odores. Segundo a mesma fonte, este processo permite criar um ambiente mais fresco sem recorrer a soluções artificiais ou excessivamente intensas.

Como funciona este método natural

O mecanismo é simples, mas eficaz. Ao aquecer um ramo de alecrim num tacho com água, inicia-se a libertação gradual do seu aroma. Não se trata apenas de mascarar o cheiro existente, mas de o atenuar através da dispersão dos compostos naturais da planta. O efeito é progressivo, tornando-se mais perceptível à medida que a água entra em ebulição e o vapor se espalha pela divisão.

Para aplicar este método, basta encher um tacho com água, colocar um ramo de alecrim e levar ao lume em intensidade baixa. À medida que a água aquece, o aroma começa a libertar-se. Quando atingir o ponto de fervura, o perfume espalha-se pela cozinha, podendo prolongar-se durante vários minutos. Depois de desligar o lume, o vapor continua a agir no ambiente.

Mais do que uma solução pontual

Uma das vantagens deste método é a sua versatilidade. O tacho pode ser transportado com cuidado para outras divisões da casa, permitindo que o aroma alcance diferentes espaços. Outra alternativa passa por reutilizar a água já aromatizada, colocando-a num borrifador para uso posterior como ambientador natural.

Há ainda quem opte por colocar folhas de alecrim em pequenos sacos de tecido, distribuindo-os por zonas estratégicas da casa, como armários ou gavetas, contribuindo para um aroma constante e discreto.

Alternativas para quando não há alecrim

Nem sempre há alecrim disponível em casa, mas existem outras opções com efeito semelhante. A folha de louro, por exemplo, liberta um aroma característico quando aquecida, ajudando a combater odores persistentes. Já as cascas de citrinos, como limão ou laranja, oferecem uma fragrância mais leve e fresca.

Segundo a mesma fonte, estas soluções mantêm a lógica de aproveitar ingredientes naturais para melhorar o ambiente doméstico, reduzindo o recurso a produtos artificiais e intensos, muitas vezes desnecessários.

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Ilha portuguesa à ‘beira’ de África eleita uma das “zonas mais seguras” de Portugal

O território português continua a revelar fortes assimetrias quando se analisam os dados de segurança, com diferenças marcadas entre regiões do continente e ilhas. Um estudo recente coloca o Porto Santo, na Madeira, entre as zonas com menor número de ocorrências registadas, destacando também a ilha Terceira, nos Açores, como outro dos territórios com indicadores reduzidos neste tipo de incidentes.

Ilhas destacam-se nos níveis mais baixos

De acordo com o Diário de Notícias, que cita o Barómetro da Segurança da empresa Verisure Portugal, o Porto Santo surge descrito como “uma das zonas mais seguras de Portugal”, mantendo “os níveis mais baixos de ocorrências” no conjunto dos territórios analisados. A mesma tendência é observada na ilha Terceira, que apresenta valores semelhantes no estudo.

Segundo a mesma fonte, o relatório resulta de dados recolhidos ao longo de 2025 através da Central Recetora de Alarme da empresa, que monitoriza continuamente mais de um milhão de equipamentos em todo o país.

Conforme explica a mesma entidade, o sistema funciona de forma permanente, durante 24 horas por dia e ao longo de todo o ano.

Menor densidade populacional associada a menos ocorrências

A análise indica ainda que os territórios com menor densidade populacional tendem a registar menos incidentes. O Diário de Notícias refere que distritos, como a Guarda e Bragança, também se encontram entre os que apresentam valores mais baixos, uma tendência que se estende também às regiões insulares.

O mesmo estudo acrescenta que Lisboa, Porto, Setúbal e Faro concentram cerca de 66% das ocorrências registadas em 2025.

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