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Nova loja Goldpet em Faro aposta em produtos, serviços e aconselhamento personalizado

A Goldpet chegou a Faro em meados de março e trouxe consigo muito mais do que uma nova loja dedicada aos animais de estimação. A marca, fundada por Cristóvão Francisco, nasceu no centro do país e cresceu de forma sustentada até se tornar uma referência nacional no setor pet, contando atualmente com 14 lojas físicas, uma loja online com mais de 30 mil produtos e vários serviços especializados.

A história da Goldpet começou de forma simples, mas profundamente ligada à paixão pelos animais. Tudo teve origem na criação de cães da raça Golden Retriever, uma experiência que levou Cristóvão Francisco a procurar constantemente produtos de elevada qualidade para os seus próprios animais. Com o passar do tempo, os clientes começaram a pedir-lhe conselhos, recomendações e sugestões, numa dinâmica de proximidade e confiança que acabaria por dar origem ao negócio.

“Quem entra numa loja de animais procura aconselhamento, confiança e alguém que compreenda verdadeiramente as necessidades do seu animal de estimação”

O projeto começou em Caldelas, no concelho de Leiria, inicialmente com a venda de alimentação porta a porta. À medida que os pedidos aumentavam e os clientes procuravam cada vez mais soluções para os seus animais de companhia, surgiu a oportunidade de criar a primeira loja Goldpet. Desde então, a marca nunca perdeu aquela que considera ser a sua essência: a relação próxima com os clientes e o acompanhamento personalizado de cada animal.

Hoje, a Goldpet apresenta-se como um verdadeiro “ecossistema” dedicado ao bem-estar animal. Nas lojas é possível encontrar alimentação, acessórios, brinquedos, produtos de saúde e higiene para cães, gatos, aves, roedores, peixes, répteis e até animais de quinta. A oferta inclui ainda serviços especializados como o Gold Pet Spa, a clínica veterinária Goldvet e a pousada canina Encosta dos Carvalhos.

Na unidade de Faro, um dos destaques é precisamente o Gold Pet Spa, um serviço que tem registado uma procura crescente.

O espaço disponibiliza banhos, tosquias, corte de unhas, limpeza de ouvidos e outros cuidados de higiene, realizados por profissionais especializados em grooming. A aposta passa por proporcionar conforto, bem-estar e acompanhamento individualizado a cada animal.

“Cada animal é único e merece um acompanhamento pensado à medida das suas necessidades”

Mais do que vender produtos, a Goldpet acredita na criação de relações duradouras com os tutores e os seus animais. A equipa acompanha o crescimento dos animais ao longo dos anos e procura adaptar as recomendações às necessidades específicas de cada fase da vida, seja um cachorro, um animal sénior ou um animal com sensibilidades alimentares.

Outro dos aspetos que a marca faz questão de destacar é a sua vertente social. A Goldpet mantém uma ligação próxima à comunidade e às associações de bem-estar animal, participando regularmente em iniciativas solidárias e apoiando causas ligadas à proteção animal.

O apoio a entidades que trabalham diariamente no resgate e recuperação de animais abandonados faz parte da identidade da empresa, que considera essencial assumir um papel ativo e responsável na sociedade.

“Mais do que uma pet shop, a Goldpet procura ser um espaço de proximidade entre os animais, os tutores e a comunidade”

Ao nível da seleção de produtos, a preocupação principal passa pela qualidade. A marca procura trabalhar com fornecedores e fabricantes que garantam elevados padrões de produção, visitando frequentemente fábricas e acompanhando os processos de fabrico dos produtos que chegam às prateleiras.

Segundo Cristóvão Francisco, existe atualmente uma tendência crescente por parte dos criadores e tutores de animais para a saúde preventiva, bem como uma maior preocupação com alergias, intolerâncias alimentares, alimentação natural e sustentabilidade.

Esta evolução do mercado tem levado a Goldpet a adaptar continuamente a sua oferta e a procurar soluções cada vez mais ajustadas às necessidades dos animais e dos seus tutores.

“A ambição da Goldpet passa por crescer sem perder aquilo que sempre definiu a marca: proximidade, confiança e paixão genuína pelos animais”

A chegada ao Algarve surgiu precisamente dessa perceção de procura crescente por um serviço mais especializado e próximo. Faro foi escolhida pela dinâmica da cidade, pela forte ligação das famílias aos animais de estimação e pelo potencial de crescimento da região.

Para a Goldpet, esta abertura representa não apenas a expansão para o sul, mas também a oportunidade de criar novas ligações com a comunidade algarvia, incluindo residentes e visitantes de uma região fortemente marcada pelo turismo.

GOLPET FARO

Endereço: Rua Monsenhor Henrique Ferreira da Silva, n.º 7 A – FARO (junto ao Pingo Doce)

Contacto: 289 804 025

www.goldpet.pt

Horário de funcionamento:

Dias úteis – 10:00 – 14:00 e das 15:00 – 20:00

Sábado – 10:00 – 14:00 e das 15:00 – 19:00

Domingo – Encerrado

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Festa anual da ADOTA junta música, poesia e solidariedade na Igreja da Misericórdia em Tavira

A ADOTA – Associação dos Animais de Santa Luzia-Tavira promove, no dia 20 de junho, às 21:00, a sua festa anual solidária, na Igreja da Misericórdia, em Tavira.

A iniciativa pretende juntar música, poesia e solidariedade numa noite dedicada à sensibilização para o bem-estar animal e à angariação de fundos para apoiar o trabalho desenvolvido pela associação.

Segundo a ADOTA, “resgatar um animal de uma situação de perigo (maus-tratos, atropelamento, ou até colocado num contentor de lixo), é sempre um momento gratificante para quem o resgata, um consolo para a alma, a consciência de um ato de justiça e de amor”.

A associação recorda que a proteção animal é também uma forma de cuidado e de proximidade, sublinhando que “amar o próximo, não inclui unicamente o ser humano, o próximo é também o animal que convive connosco, que é nosso companheiro”.

No comunicado, a ADOTA destaca ainda a ligação entre os animais e a música, referindo que “a música toca qualquer coração, do adulto, da criança, do animal”.

Música e poesia ao serviço dos animais

A festa anual da ADOTA é apresentada como um espetáculo solidário destinado a miúdos e graúdos, no qual a música se cruza com a poesia, num ambiente de partilha e sensibilização.

A associação, que já salvou centenas de animais, promove anualmente esta iniciativa com o objetivo de apoiar a sobrevivência dos animais resgatados e reforçar a importância de lhes garantir condições condignas.

De acordo com a ADOTA, “cultura não é só partilha de saberes, é igualmente partilha de sentimentos, é saber aceitar o Outro”.

A iniciativa procura, assim, proporcionar um momento de alegria aos participantes e recordar que todos podem contribuir para melhorar a vida dos animais abandonados, maltratados ou em situação de vulnerabilidade.

A entrada tem o valor de 10 euros, revertendo a receita a favor da ADOTA.

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Seis tartarugas regressam ao mar após reabilitação no Porto d’Abrigo do Zoomarine

O Porto d’Abrigo do Zoomarine Algarve devolveu ao oceano seis tartarugas-marinhas juvenis da espécie Caretta caretta, após vários meses de cuidados intensivos e reabilitação.

A operação decorreu esta quinta-feira, 11 de junho, a bordo do NRP Oríon da Marinha Portuguesa, sob o comando do Segundo-tenente Farinha Martins, que partiu do Ponto de Apoio Naval de Portimão para uma missão conjunta de conservação marinha.

As tartarugas Xena, Xerém, Xerazade, Xénia, Xamã e Frankie regressaram ao seu habitat natural ao largo da costa algarvia. Segundo o Zoomarine Algarve, a devolução foi realizada “a cerca de 6 milhas náuticas da costa de Portimão, fora da zona de maior esforço de pesca”, de forma a aumentar as probabilidades de sobrevivência dos animais.

As seis tartarugas juvenis chegaram ao Porto d’Abrigo em diferentes condições clínicas, incluindo lesões traumáticas, alterações pulmonares, desnutrição, problemas de flutuabilidade e ingestão de resíduos.

Durante o processo de recuperação, os animais ganharam peso, melhoraram a condição corporal e recuperaram capacidade de sobrevivência, reunindo todas as condições clínicas para regressar ao oceano.

Seis histórias de recuperação regressam ao mar

Entre os casos acompanhados pela equipa do Porto d’Abrigo, destaca-se Xena, encontrada encalhada nas rochas da Praia da Mareta, em Sagres, com múltiplas lesões corporais, exposição de tecido ósseo e alterações pulmonares. Ao longo de quatro meses de reabilitação, passou de 2,9 quilos para 4,7 quilos.

Xerém foi encontrada na Praia de São Torpes, em Sines, com uma amputação já cicatrizada do membro anterior direito, alterações sanguíneas, problemas intestinais e evidências de ingestão de pequenos fragmentos de plástico. Apesar de possuir apenas uma barbatana dianteira, demonstrou capacidade de adaptação e aumentou o peso de 870 gramas para 1,4 quilos.

Xerazade, encontrada debilitada na Praia do Malhão, em Vila Nova de Milfontes, apresentava condição corporal muito reduzida, alterações sanguíneas significativas e problemas respiratórios. Com os cuidados prestados pela equipa do Porto d’Abrigo, passou de 466 gramas para 1,1 quilos.

Xénia foi encontrada por uma embarcação marítimo-turística ao largo de Porches, em Lagoa, prostrada, a flutuar sem reação à aproximação do barco e com acumulação de algas na carapaça. Durante a reabilitação, passou de 4,1 quilos para 5 quilos.

Xamã, encontrada pela AIMM Portugal, chegou ao Porto d’Abrigo prostrada e com problemas de flutuabilidade associados a alterações pulmonares. Já Frankie foi encontrada em novembro de 2025 em Belmullet, na Irlanda, e transferida para Portugal para poder ser devolvida em águas mais quentes e adequadas à espécie.

Para Antonieta Nunes, enfermeira veterinária responsável pelo Porto d’Abrigo do Zoomarine, “Cada devolução ao oceano é um momento de enorme alegria para a equipa do Porto d’Abrigo. Falamos de seis tartarugas juvenis, seis histórias distintas de sobrevivência e recuperação, que regressam agora ao seu habitat natural com novas oportunidades de vida.

“Xena, Xerém, Xerazade, Xénia, Xamã e Frankie chegaram até nós em condições muito frágeis e vê-las regressar ao mar é também um sinal da importância do trabalho conjunto entre cidadãos, centros de recuperação, comunidade científica e entidades como a Marinha Portuguesa”, acrescenta.

Monitorização por satélite acompanha regresso ao habitat natural

Antes da devolução ao mar, as seis tartarugas foram identificadas através da colocação de microchips nas barbatanas anteriores, permitindo a sua identificação e eventual monitorização futura caso voltem a ser observadas.

A operação contou também com a participação dos investigadores Frédéric Vandeperre, do projeto COSTA, do Okeanos – Centro de Investigação da Universidade dos Açores, e George Shillinger, da organização internacional Upwell.

No âmbito da parceria entre o Zoomarine e a Upwell, foram instalados transmissores de satélite ultraleves nas carapaças das tartarugas devolvidas ao oceano. Estes dispositivos permitem acompanhar os movimentos dos animais através do sistema de satélite ARGOS, recolhendo informação sobre percursos migratórios, habitats preferenciais e condições ambientais encontradas ao longo da viagem.

Conceição Dias, comandante da Zona Marítima do Sul, sublinha que a ação “representa um exemplo notável de cooperação entre entidades que partilham o compromisso de proteger o património natural marinho e preservar a biodiversidade dos nossos oceanos”.

A ação contou com o apoio da Marinha Portuguesa e reforça, segundo o Zoomarine, o compromisso contínuo da instituição com a conservação da biodiversidade marinha. Desde a criação do Porto d’Abrigo, em 2002, centenas de animais marinhos e aquáticos foram reabilitados e devolvidos ao seu habitat natural.

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