“Não queremos saber das repercussões, isto é maior que nós”: A revolução dos Kneecap no Primavera Sound Porto
As rimas são cuspidas rapidamente, a língua é um gaélico incompreensível, o instrumental bebe da eletrónica, sobretudo na sua vertente ‘rave’: e, em cima de tudo isto, há uma forte carga política que faz com que um concerto seu seja mais do que isso, seja um sinal de que é possível mudar o mundo. Os Kneecap ajudaram a fechar o primeiro dia de Primavera Sound Porto com agressividade e dança e uma garantia: o público da Invicta é muito melhor que o de Barcelona
