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Incêndio danifica passadiço junto ao marco n.º 1 de Portugal em Melgaço

Um incêndio florestal que deflagrou, na terça-feira da semana passada, danificou parte do passadiço junto ao marco de fronteira n.º 1, em Cevide, Melgaço.

As chamas terão tido origem num terreno agrícola situado nas imediações e que acabaram por se alastrar até aos passadiços em madeira que ligam a aldeia ao emblemático marco de fronteira, que é o ponto mais a norte de Portugal.

Desde o dia do incêndio, os Bombeiros Voluntários de Melgaço têm sido chamados com regularidade para consolidar o rescaldo, devido ao risco de reacendimento no local, apurou O MINHO junto de fonte da corporação.

Esta quinta-feira, os bombeiros acionados às 17:00 e deslocaram-se ao local.

“Muito triste”

Mário Monteiro, um conhecido impulsionador da aldeia de Cevide, confirma a destruição parcial dos passadiços, uma situação “muito triste”.

Em declarações a O MINHO, apela à autarquia de Melgaço para que proceda à limpeza do mato na zona para evitar que o fogo atinja aquela zona emblemática.

A Junta de Freguesia de Cristóval interditou entretanto os passadiços por “questões de segurança”.

“Tentaremos ser breves na reparação desta nossa pérola”, refere a Junta, numa publicação nas redes sociais.

Incêndio danifica passadiço junto ao marco n.º 1 de Portugal em Melgaço
Foto: Mário Monteiro / Facebook
Incêndio danifica passadiço junto ao marco n.º 1 de Portugal em Melgaço
Foto: Mário Monteiro / Facebook
Incêndio danifica passadiço junto ao marco n.º 1 de Portugal em Melgaço
Foto: Mário Monteiro / Facebook

A aldeia de Cevide é onde começa Portugal, isto é, onde se situa o primeiro marco de fronteira.

De acordo com a autarquia, uma das particularidades desta aldeia é que se ouvem cantar os galos de três províncias: Minho, Pontevedra e Ourense.

O acesso ao marco de fronteira é feito através de um pequeno passadiço com cerca de um quilómetro.

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18h. Donald Trump diz que acordo com o Irão está "próximo"

Trump volta a reforçar que não vai permitir que o Irão tenha uma arma nuclear. Ainda, Mais de 100 operacionais combatem a esta hora um incêndio em mato no concelho de Odemira, no distrito de Beja.

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Fogo em Odemira combatido por mais de 160 operacionais

Mais de 160 operacionais, com o apoio de três meios aéreos, combatiam às 17h30 de hoje um incêndio em mato no concelho de Odemira, havendo casas em perigo, de acordo com as autoridades.

A fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral indicou à agência Lusa que o fogo, para o qual foi dado alerta às 11h49, consome uma área de mato na freguesia de São Luís, no concelho de Odemira.

Contactado pela Lusa, o comandante dos bombeiros de Odemira, Luís Oliveira, limitou-se a adiantar que as chamas estão próximas de algumas casas.

O combate às chamas mobilizava, às 17h30, um total de 161 operacionais, com o apoio de 56 meios terrestres e três meios aéreos, segundo o site da Proteção Civil.

O conteúdo Fogo em Odemira combatido por mais de 160 operacionais aparece primeiro em Sul Informação.

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Portugal não está a cumprir reforma da gestão dos fogos prevista em 2017

Um relatório da OCDE aponta falhas nas sanções pela falta de limpeza dos terrenos e problemas de comunicação entre as várias entidades. Nove anos após os incêndios de 2017, que provocaram mais de uma centena de vítimas mortais, a reforma do sistema de gestão de incêndios rurais em Portugal continua longe de estar concluída. De acordo com o Correio da Manhã, o alerta foi lançado por peritos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), num relatório publicado no final de abril, que identifica falhas persistentes na prevenção, coordenação e resposta aos fogos. Segundo o documento, os incêndios registados

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