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Quaest: Lula tem vantagem de 10 pontos sobre Flávio Bolsonaro em cenário de primeiro turno

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10) aponta Lula (PT) com 39% e Flávio Bolsonaro (PL) com 29% das intenções de voto para presidente da República no primeiro turno das eleições de 2026.

Em relação à pesquisa anterior, realizada em maio, Lula manteve o mesmo percentual de intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro recuou quatro pontos percentuais, passando de 33% para 29%. Com isso, a vantagem do petista sobre o senador ampliou de seis para dez pontos percentuais no principal cenário testado pelo instituto.

Entre os demais candidatos medidos pela Quaest, Renan Santos (Missão) aparece com 3% das intenções de voto. Ronaldo Caiado (PSD), Aécio Neves (PSDB) e Romeu Zema (Novo) registram entre 2% e 3%.

Augusto Cury (Avante), Joaquim Barbosa (DC) e Samara Martins (UP) têm 1% cada. Edmilson Costa (PCB) e Heró Bezerra (PRTB) não pontuaram.

Os indecisos somam 10% do eleitorado, cinco pontos acima do registrado em maio. Já os eleitores que declaram voto branco, nulo ou afirmam que não pretendem votar representam 9%.

Confira os números abaixo:

Presidente - primeiro turno - Quaest

  • Lula (PT): 39% (-)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 29% (-4)
  • Renan Santos (Missão): 3% (-1)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 3% (-1)
  • Aécio Neves (PSDB): 2%
  • Romeu Zema (Novo): 2% (-2)
  • Augusto Cury (Avante): 1% (-1)
  • Joaquim Barbosa (DC): 1%
  • Samara Martins (UP): 1% (-)
  • Edmilson Costa (PCB): 0%
  • Heró Bezerra (PRTB): 0%
  • Indecisos: 10% (+5)
  • Branco/nulo/não vai votar: 9% (-1)

A pesquisa Genial/Quaest ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 5 e 8 de junho, em municípios de todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07661/2026.

Nordeste segue como principal reduto de Lula

No recorte regional, Lula mantém ampla liderança no Nordeste, com 54% das intenções de voto, contra 25% de Flávio Bolsonaro. No Sudeste, o petista registra 37%, enquanto o senador aparece com 28%.

Já no Sul, Flávio lidera com 38%, diante de 27% de Lula. No Centro-Oeste e Norte, há empate técnico: Lula tem 32%, enquanto Flávio marca 30%.

Confira os números abaixo, por região:

Nordeste: 

  • Lula (PT): 54%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 25%
  • Renan Santos (Missão): 2%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 1%
  • Aécio Neves (PSDB): 1%
  • Augusto Cury (Avante): 1%
  • Samara Martins (UP): 1%
  • Romeu Zema (Novo): 0%
  • Joaquim Barbosa (DC): 0%
  • Edmilson Costa (PCB): 0%
  • Cabo Daciolo (Mobiliza): -
  • Heró Bezerra (PRTB): -
  • Indecisos: 7%
  • Branco/nulo/não vai votar: 8%

Sudeste: 

  • Lula (PT): 54%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 25%
  • Renan Santos (Missão): 2%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 1%
  • Aécio Neves (PSDB): 1%
  • Augusto Cury (Avante): 1%
  • Samara Martins (UP): 1%
  • Romeu Zema (Novo): 0%
  • Joaquim Barbosa (DC): 0%
  • Edmilson Costa (PCB): 0%
  • Cabo Daciolo (Mobiliza): -
  • Heró Bezerra (PRTB): -
  • Indecisos: 7%
  • Branco/nulo/não vai votar: 8%

Sul:

  • Flávio Bolsonaro (PL): 38%
  • Lula (PT): 27%
  • Renan Santos (Missão): 4%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 4%
  • Aécio Neves (PSDB): 4%
  • Romeu Zema (Novo): 1%
  • Augusto Cury (Avante): 1%
  • Samara Martins (UP): 1%
  • Joaquim Barbosa (DC): 0%
  • Cabo Daciolo (Mobiliza): 0%
  • Edmilson Costa (PCB): 0%
  • Heró Bezerra (PRTB): 0%
  • Indecisos: 12%
  • Branco/nulo/não vai votar: 8%

Centro-oeste/Norte:

  • Lula (PT): 32%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 30%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 7%
  • Renan Santos (Missão): 4%
  • Samara Martins (UP): 3%
  • Aécio Neves (PSDB): 2%
  • Romeu Zema (Novo): 1%
  • Joaquim Barbosa (DC): 1%
  • Augusto Cury (Avante): 1%
  • Cabo Daciolo (Mobiliza): -
  • Edmilson Costa (PCB): -
  • Heró Bezerra (PRTB): -
  • Indecisos: 10%
  • Branco/nulo/não vai votar: 9%

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© Ricardo Stuckert/PR; Carlos Moura/Agência Senado

De acordo com a pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, Lula (PT) aparece com 39% contra 29% do senador Flávio Bolsonaro (PL), no primeiro turno
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Quaest: Lula lidera com 44% no segundo turno, contra 38% de Flávio Bolsonaro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a abrir vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10).

No principal cenário testado pela Quaest, Lula aparece com 44% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 38%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o petista passa a liderar numericamente fora do cenário de empate técnico que marcou os levantamentos anteriores.

Na rodada de maio, Lula tinha 42%, contra 41% do senador. O novo levantamento mostra que o presidente oscilou positivamente dois pontos percentuais, enquanto Flávio recuou três pontos, ampliando a diferença entre os dois de um para seis pontos percentuais.

O levantamento desta quarta-feira é o primeiro realizado após as revelações do Caso Master e dedica um capítulo específico à percepção do eleitorado sobre o episódio envolvendo Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro.

A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07661/2026.

Veja os números abaixo:

Segundo turno - Presidente - Quaest

  • Lula (PT): 44% (+2)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 38% (-3)
  • Branco/nulo/não vai votar: 14% (-)
  • Indecisos: 4% (+1)

Outros cenários de segundo turno

Além do confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro, a Quaest simulou outros cenários de segundo turno para a disputa presidencial de 2026. Em todos eles, o atual presidente aparece numericamente à frente dos adversários testados pelo instituto: Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão).

Entre os adversários testados pela Quaest, Renan Santos foi quem apresentou a maior evolução ao longo dos últimos levantamentos. Em abril, o candidato do Missão registrava 24% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra Lula. Em maio, passou para 28% e, agora, alcançou 31%, crescendo sete pontos em dois meses.

Confira os cenários abaixo:

Lula (PT) x Romeu Zema (Novo)

  • Lula: 45% (+1)
  • Romeu Zema: 35% (-2)
  • Branco/nulo/não vai votar: 17% (+2)
  • Indecisos: 3% (-1)

Lula (PT) x Ronaldo Caiado (PSD)

  • Lula: 45% (+1)
  • Ronaldo Caiado: 35% (-)
  • Branco/nulo/não vai votar: 16% (-1)
  • Indecisos: 4% (-)

Lula (PT) x Renan Santos (Missão)

  • Lula: 45% (-)
  • Renan Santos: 31% (+3)
  • Branco/nulo/não vai votar: 20% (-2)
  • Indecisos: 4% (-1)

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© Ricardo Stuckert/PR: Andressa Anholete/Agência Senado

Lula e Flávio
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Wellington Dias procura João Campos após crise sobre palanque de Lula em Pernambuco, diz site

O ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias (PT), procurou o ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, após a repercussão provocada por sua declaração sobre um eventual palanque duplo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Pernambuco. A informação foi divulgada pelo portal Metrópoles nesta terça-feira (9).

De acordo com a publicação, Wellington, que é coordenador da campanha de Lula no Nordeste, teria telefonado para João Campos na segunda-feira (8) e novamente nesta terça-feira, em uma tentativa de reduzir o desgaste causado pela entrevista concedida ao jornal O Globo, na qual afirmou que o presidente teria mais de um palanque em estados como Pernambuco, Maranhão e Paraíba.

Segundo o Metrópoles, o ministro afirmou ao dirigente socialista que sua declaração teria sido "mal interpretada". A reportagem também aponta que Wellington buscou esclarecer que sua fala não significaria uma mudança na estratégia já definida pelo PT para a disputa em Pernambuco.

O episódio teve início após a publicação da entrevista ao O Globo, no último domingo (7). Ao ser questionado sobre a possibilidade de palanque duplo no Estado, Wellington respondeu de forma afirmativa.

"Sim. Lá temos o João Campos e a Raquel Lyra", declarou o ministro ao jornal.

Na mesma entrevista, ele acrescentou:

"Vamos lembrar que ela (Raquel Lyra) se colocou primeiro como oposição e no segundo turno teve uma posição mais de neutralidade, mas uma parte considerável do nosso time ficou com ela", complementou.

A declaração provocou desconforto entre dirigentes do PSB e do PT em Pernambuco, uma vez que o partido formalizou, ainda em março, apoio à pré-candidatura de João Campos ao Governo do Estado. O ato político contou com a presença da militância petista e marcou também o lançamento da pré-candidatura do senador Humberto Costa (PT) à reeleição.

Na segunda-feira (8), o presidente nacional do PT, Edinho Silva, desautorizou publicamente a fala do ministro. Também em entrevista ao O Globo, ele afirmou que o presidente Lula terá apenas um palanque em Pernambuco.

"Essa posição está clara desde o início, em Pernambuco o presidente Lula tem um único palanque, é o do João Campos. O PSB é o maior aliado do PT no Brasil todo. Esse ruído é desnecessário", declarou Edinho.

Segundo o próprio O Globo, João Campos teria procurado Edinho Silva para pedir esclarecimentos após a repercussão da entrevista de Wellington Dias. O ex-prefeito do Recife, além de pré-candidato ao Governo de Pernambuco, é presidente nacional do PSB e participa diretamente das articulações nacionais da legenda com o PT para as eleições de 2026.

Ao Jornal do Commercio, o presidente estadual do PT, deputado federal Carlos Veras, reforçou que a posição do partido em Pernambuco segue alinhada à orientação nacional.

"O que nós construímos aqui foi em sintonia com o presidente Lula e com o presidente Edinho, que coordena a campanha de Lula. Aqui nós temos um palanque, um time montado", afirmou.

Veras também ressaltou que a aliança com o PSB foi construída conjuntamente pelas direções estadual e nacional da sigla.

"Foi algo construído com o presidente Edinho e com o presidente Lula. Não foi uma coisa da cabeça de Carlos Veras ou da direção simplesmente. Foi uma decisão tomada pelo PT nacional, pelo presidente Lula", disse.

Em nota, a direção estadual petista reafirmou que "a campanha do presidente Lula à reeleição só terá um palanque aqui em nosso estado, formado com o PSB e comandado" por João Campos.

O presidente estadual do PSB, deputado Sileno Guedes, também minimizou os efeitos da declaração de Wellington Dias. Em entrevista à Rádio Folha, nesta terça-feira (9), afirmou que o episódio foi superado após o posicionamento da direção nacional do PT.

"Não sei o que levou o ministro a dar essa declaração, mas foi uma declaração que, por si só, se desmanchou por conta da palavra do presidente nacional do partido e por conta da relação que João Campos tem com o presidente Lula, como presidente nacional do PSB, um dos partidos mais importantes da aliança que levará o presidente Lula à reeleição", declarou.

O novo movimento relatado pelo Metrópoles ocorre após dois dias de repercussão política em torno do tema e indica uma tentativa de conter os efeitos da declaração do ministro em um dos estados considerados estratégicos para a aliança entre PT e PSB nas eleições de 2026.

Até o momento, João Campos não se posicionou publicamente sobre o assunto, apesar das publicações do Globo e do Metrópoles indicarem que o presidente nacional do PSB está ativo em torno do tema.

Já a governadora Raquel Lyra (PSD), quando questionada sobre a fala de Wellington Dias, tem adotado um discurso de reconhecimento à parceria institucional com o presidente Lula e o governo federal em Pernambuco, evitando tratar diretamente de cenários eleitorais para 2026.

"Qual é a nossa relação com o presidente? Uma relação baseada no trabalho e na entrega. [...] Eu sou grata ao presidente e aos seus ministros. Isso é indiscutível", disse Raquel Lyra, em entrevista à CNN Brasil, nesta terça-feira.

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© Geraldo Magela/Agência Senado; Edson Holanda/Reprodução

Segundo o Metrópoles, Wellington Dias falou com João por telefone
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Toffoli toma posse no TSE e diz que Justiça não decide eleição

Logo Agência Brasil

O ministro Dias Toffoli tomou posse nesta terça-feira (9) no cargo de ministro efetivo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), órgão responsável pela organização das eleições de outubro. 

Toffoli ocupará a vaga de Cármen Lúcia, que deixou o tribunal após completar mandato de dois anos no comando da Corte.  

Notícias relacionadas:

Em um breve discurso, o ministro disse que terá o compromisso de garantir a soberania do voto do eleitor nas eleições.

"Quem decide o processo eleitoral é o povo, não é a Justiça. Quem decide o voto é o senhor do voto. O efetivo momento em que todos brasileiros são efetivamente iguais é no momento de depositar o voto na urna eletrônica", afirmou. 

Composição

O TSE é composto por sete ministros, sendo três do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois advogados indicados pelo presidente da República, além dos respectivos substitutos.

A partir de agora, a nova composição de ministros será:

  • Kassio Nunes Marques (presidente) 
  • André Mendonça (vice-presidente), 
  • Dias Toffoli, Antonio Carlos Ferreira (STJ), 
  • Ricardo Villas Boas Cueva (STJ), 
  • Floriano Azevedo Marques (jurista) e 
  • Estela Aranha (jurista).
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  • Kassio Nunes Marques (presidente) 
  • André Mendonça (vice-presidente), 
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  • Ricardo Villas Boas Cueva (STJ), 
  • Floriano Azevedo Marques (jurista) e 
  • Estela Aranha (jurista).
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Com versículos bíblicos e pauta eleitoral, PT lança carta aos evangélicos

O Partido dos Trabalhadores (PT) publicou nesta segunda-feira (8) uma carta aberta direcionada ao eleitorado evangélico. O documento mistura citações bíblicas com propostas de governo e defende a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva em 2026.

O documento é assinado pelo IV Encontro Nacional de Evangélicos do Partido dos Trabalhadores, que ocorreu em Brasília.

A carta rejeita a ideia de que os evangélicos brasileiros são como um bloco político único e afirma que o encontro não pretende falar em nome de todas as denominações. Além disso, critica a "tentativa de transformar a religião em instrumento de manipulação política".

A carta é estruturada em torno de versículos bíblicos que funcionam como moldura para cada bloco temático. O documento abre com uma passagem de Isaías cujo texto trata de libertar oprimidos e repartir alimento com famintos, e recorre a Tiago, Mateus, Efésios e Pedro ao longo do texto - sempre ancorando as posições políticas em referências do Novo Testamento.

Entre as propostas, o documento defende a ampliação de programas sociais já existentes, como o Bolsa Família, o Minha Casa Minha Vida e a Farmácia Popular, e apoia medidas em curso no governo Lula, como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e o fim da escala 6×1. A carta também fala sobre o fortalecimento da agricultura familiar e da Reforma Agrária, políticas de primeiro emprego para a juventude, atenção integral à saúde da mulher e garantia de acesso da população negra ao sistema de justiça.

O texto trata, ainda, da soberania e da proteção das florestas, das águas e da biodiversidade - e usa a expressão "Casa Comum", associada ao papa Francisco.

O encontro desta segunda aconteceu em meio a um conflito da primeira-dama Rosângela Silva, a Janja, e o pastor Silas Malafaia. Ele criticou os encontros que ela vem realizando com mulheres evangélicas, chamando suas interlocutoras de "insignificantes". Janja reverteu o adjetivo contra ele e afirmou não o reconhecer como pastor.

VOTOS EVANGÉLICOS

O PT tem dificuldade de atrair os votos evangélicos e a carta é um aceno em direção a este eleitorado. Segundo o Censo do IBGE de 2022, evangélicos representavam 26,9% da população brasileira, e 55,4% desse total eram mulheres. Pesquisa indicam grande desvantagem de Lula neste espectro. Além disso, no início do ano, o presidente se viu envolvido em uma crise com parte da comunidade evangélica em razão de uma ala do desfile da escola de samba que o homenageava e que satirizava grupos religiosos.

A própria Janja fez uma autocrítica durante o encontro, reconhecendo que o PT se isolou das igrejas ao longo dos anos.

Na última semana, evangélicos de diferentes denominações se reuniram na Marcha para Jesus, em São Paulo. O evento contou com a presença de Flávio Bolsonaro (PL), principal adversário do PT nestas eleições, mas não com a de Lula. O presidente afirmou que decidiu não participar para "não passar a ideia de que quer tirar proveito político de algo sagrado". Ele foi representado pelo ministro da AGU, Jorge Messias.

© PT/ DIVULGAÇÃO

O PT tem dificuldade de atrair os votos evangélicos e a carta é um aceno em direção a este eleitorado
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