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Saltó de un puente para evadir una prueba de alcoholemia y terminó atacado por un caimán

La Policía de Jefferson intervino en Luisiana después de que Victor Rivas intentara evitar un control policial y terminara gravemente herido (Imagen Ilustrativa Infobae)

Un salto desde un puente, una laguna infestada de caimanes y el sonido persistente de las sirenas configuran la escena que enfrentó la Policía de Jefferson, en el estado de Luisiana, el pasado domingo 7 de junio. Victor Rivas, de 40 años, intentó una maniobra para evitar un control policial y terminó gravemente herido.

La secuencia, descrita en un comunicado oficial citado por la revista francesa Paris Match, expone el riesgo de las decisiones tomadas bajo los efectos del alcohol y la presión de la huida.

Huida tras el accidente en la autopista

La cronología del caso inicia en la autopista principal del condado. Varios automovilistas, preocupados por la conducción errática de un vehículo, alertaron a las autoridades. Minutos después de la llamada, el coche conducido por Rivas perdió el control y se estrelló contra una barrera de concreto, deteniéndose de forma brusca en pleno tránsito.

Los agentes detectaron signos de intoxicación por alcohol y anunciaron una prueba de alcoholemia antes de que Victor Rivas escapara hacia un puente (REUTERS/Lisi Niesner)

Los agentes asignados al patrullaje se acercaron al lugar del impacto. Al identificar al conductor, observaron signos de intoxicación por alcohol: dificultad para mantener el equilibrio, habla pastosa y un fuerte olor etílico.

Según el expediente policial citado por Paris Match, uno de los oficiales le dijo: “Queremos realizarle una prueba de alcoholemia“. Ante esa orden, el hombre reaccionó con una fuga repentina. Corrió hacia el extremo del puente más cercano, sin responder a los llamados de los agentes.

En cuestión de segundos, Rivas saltó desde una altura y cayó en un marais ubicado debajo de la estructura vial. La vegetación espesa y el agua turbia no ofrecían refugio. De acuerdo con la información oficial, ese sector del pantano estaba conocido por la presencia de caimanes, lo que incrementó el peligro de la maniobra.

Victor Rivas saltó desde el puente y cayó en un marais de Luisiana conocido por la presencia de caminanes

El ataque del caimán y la detención

La caída fue violenta. El impacto en el agua lodoza desorientó a Rivas, quien apenas logró incorporarse antes de ser atacado por un reptil. Las autoridades de Jefferson, citadas en el artículo, detallaron que las mordeduras afectaron ambos brazos y provocaron una hemorragia.

A pesar de la gravedad de las heridas, Rivas intentó avanzar entre la maleza y el agua, pero el dolor y la pérdida de sangre ralentizaron sus movimientos. Los agentes, al advertir la emergencia, coordinaron el descenso con equipos de rescate para evitar una tragedia mayor. Lograron extraerlo del marais minutos después del ataque y solicitaron una ambulancia para el traslado urgente al hospital más cercano.

En el centro médico, los profesionales de la salud diagnosticaron múltiples lesiones profundas por mordedura de caimán y procedieron a estabilizar al paciente. El pronóstico fue reservado durante las primeras horas, dada la extensión de las heridas y el estado general de Rivas tras el accidente y el ataque animal. La policía custodió la habitación del hospital desde el primer momento, en cumplimiento del protocolo para detenidos implicados en delitos graves.

Los equipos de rescate extrajeron a Victor Rivas del marais y una ambulancia lo trasladó de urgencia al hospital más cercano

Cargos y consecuencias legales

Una vez estabilizado, Victor Rivas enfrentó una serie de cargos formales: délit de fuite, conducción imprudente, conducción en estado de ebriedad y resistencia a la autoridad. El comunicado de la policía de Jefferson, difundido por Paris Match, remarcó la importancia de la prevención: “La conducción bajo influencia puede tener consecuencias graves e imprevisibles. Los automovilistas son invitados a tomar decisiones responsables, planificar sus desplazamientos y siempre designar un conductor sobrio”.

El caso quedó en manos de la justicia local, que deberá definir los pasos a seguir una vez que Rivas reciba el alta médica. Hasta el momento, las autoridades no han revelado la identidad de los agentes intervinientes ni el número exacto de caimanes presentes en el marais. Tampoco se ha informado si hubo intentos previos de huida por parte del detenido o antecedentes penales en su historial.

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Vêm aí trovoadas secas e o tempo vai ‘ferver’: o calor chega nestes dias e não vai poupar estas regiões

As previsões apontam para uma mudança clara no estado do tempo já a partir de 10 de junho, feriado do Dia de Portugal, com uma subida acentuada das temperaturas e condições típicas de verão em grande parte do território. O cenário prolonga-se no dia seguinte, 11 de junho, com calor mais intenso, noites tropicais e um aumento significativo do risco de incêndio, num contexto de atmosfera seca e estável.

De acordo com o Luso Meteo, um portal especializado em meteorologia e análise atmosférica, esta evolução está associada à aproximação de um anticiclone que favorece tempo seco e subida térmica generalizada. Segundo a mesma fonte, os valores devem atingir ou ultrapassar os 35 graus em várias regiões, com tendência para noites mais quentes já a partir de quinta-feira e presença de avisos de calor emitidos pelo IPMA em algumas zonas.

Transição marcada entre nortada e vento de leste

Nos dias antecedentes, o regime atmosférico ainda revela alguma transição. Na quarta-feira, 10 de junho, o vento de norte continua a dominar, sobretudo no litoral e nas terras altas, onde poderá soprar com intensidade moderada a forte. Ainda assim, a nebulosidade será reduzida e a subida das temperaturas já se faz sentir, sobretudo no interior, onde os termómetros poderão aproximar-se dos 35 graus.

O contraste surge no dia seguinte. Na quinta-feira, 11 de junho, o vento roda para leste, alterando o padrão de circulação e permitindo a entrada de ar mais quente e seco. Este fator contribui para uma subida mais expressiva das temperaturas máximas, que poderão aproximar-se dos 40 graus nas regiões mais expostas, em linha com o que outros modelos meteorológicos também indicam para esta altura.

Calor intenso e ambiente seco agravam risco de incêndio

Além do calor, outro elemento ganha relevância. A humidade relativa do ar deverá manter-se baixa, tanto durante o dia como à noite, o que reduz a formação de neblinas e aumenta o risco de ignições e propagação de incêndios. Dados recentes do IPMA mostram aliás que o risco de incêndio tende a agravar-se nestas condições, podendo atingir níveis elevados ou máximos em vários concelhos do continente.

A evolução atmosférica não deverá, para já, trazer precipitação significativa. Ainda assim, existe a possibilidade de instabilidade a partir do final da semana, com a formação de trovoadas em algumas áreas do interior. Num contexto de ar muito seco, esse fenómeno poderá ocorrer na forma de trovoadas secas, mais associadas ao risco de incêndio do que à precipitação eficaz.

Ilhas com cenário distinto, mas também mais quente

Nas regiões autónomas, o cenário mantém diferenças. Nos Açores, prevê-se maior presença de nuvens e possibilidade de aguaceiros fracos, apesar de temperaturas relativamente amenas. Já na Madeira, o calor também se fará sentir, embora com menor intensidade, acompanhado de vento que tende a enfraquecer ao longo destes dias.

No conjunto, o período entre 10 e 11 de junho marca o arranque de um episódio de calor mais persistente, que poderá intensificar-se nos dias seguintes. Segundo a mesma fonte, este contexto antecede uma fase ainda mais quente prevista para o fim da semana, reforçando os sinais de um início de verão antecipado e potencialmente exigente em termos de risco meteorológico e operacional.

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É legal cobrar para encher os pneus? Saiba o que diz a lei

Para quem conduz regularmente, há um detalhe que começa a ser mais visível em alguns postos de abastecimento: encher os pneus já não é sempre gratuito. Em vários locais, o serviço passou a ter custo e a questão repete-se entre os automobilistas. Afinal, é legal cobrar pelo ar? Em Portugal, a resposta tende a ser afirmativa, desde que o preço esteja claramente indicado antes da utilização.

De acordo com a ENSE, entidade pública responsável pela fiscalização e supervisão do setor energético, não existe uma obrigação legal geral que imponha aos postos de abastecimento a disponibilização gratuita de ar para os pneus ou de água para apoio ao veículo. Segundo a mesma entidade, estes serviços são considerados uma mais-valia do posto e uma cortesia comercial, ficando ao critério de cada operador, salvo regimes específicos aplicáveis a determinadas infraestruturas.

O enquadramento legal que não é óbvio

A ausência de uma obrigação geral de gratuitidade é o ponto de partida para entender o fenómeno. A legislação em vigor regula a atividade dos postos de abastecimento, mas não estabelece, como regra geral, que serviços complementares, como o enchimento de pneus, tenham de ser gratuitos.

Isso não significa, porém, que tudo seja permitido. O essencial está na transparência. O Decreto-Lei n.º 138/90 determina que os preços das prestações de serviços devem estar afixados, de forma visível, no local onde são propostos ou prestados ao consumidor. A ASAE reforça esta exigência, sublinhando que a indicação do preço deve ser visível, inequívoca, fácil e perfeitamente legível.

Na prática, isto traduz-se num princípio simples. O posto pode cobrar pelo ar, mas não deve fazê-lo sem informar claramente o cliente. A indicação do preço não é opcional e a sua ausência pode justificar reclamação junto das entidades competentes.

Nem todos os casos são iguais

Apesar deste enquadramento geral, existem diferenças relevantes consoante o tipo de infraestrutura. Nas áreas de serviço inseridas em zona de domínio público rodoviário e nos postos de abastecimento marginais às estradas abrangidas pela Portaria n.º 54/2015, há regras próprias sobre os serviços que devem estar disponíveis.

A portaria prevê, entre os serviços mínimos, o fornecimento de ar através de instrumentos devidamente calibrados e água para apoio aos veículos. No caso das áreas de serviço, estabelece ainda que devem assegurar combustível, energia e equiparáveis, ar, água e instalações sanitárias durante 24 horas, com exceções e horários reduzidos que podem ser autorizados nos termos previstos no diploma.

No entanto, disponibilizar o serviço não significa que tenha de ser gratuito. O diploma impõe regras de funcionamento e de disponibilidade, mas não determina que o fornecimento de ar ou água seja feito sem custos para o utilizador.

Fora deste regime especial, a margem dos operadores é maior. Cada posto decide se mantém o serviço gratuito, como estratégia de fidelização, ou se opta por sistemas pagos, normalmente associados a equipamentos mais modernos, automáticos e sujeitos a manutenção.

Por que está a acontecer esta mudança

Nos últimos anos, começaram a surgir vários exemplos concretos de cobrança. Casos em postos da Shell, Galp e Repsol têm sido noticiados em Portugal, embora nem todos tenham o mesmo grau de confirmação pública direta.

Um dos casos mais citados encontra-se no Seixal. Segundo o Polígrafo, site português especializado em verificação de factos, o posto da Shell nessa zona cobra um euro por cinco minutos de utilização do serviço de ar e água desde 2021, data em que abriu ao público. Segundo a mesma fonte, o modelo foi implementado desde o início e não resulta de uma mudança recente.

Em 2026, o Polígrafo noticiou também um projeto-piloto da Galp com máquinas pagas para utilização de ar comprimido e água. A empresa justificou a medida com o aumento de situações de vandalismo, uso abusivo dos equipamentos, custos de manutenção, eletricidade, água, substituição de mangueiras, pistolas e válvulas, bem como a necessidade de aferição metrológica dos equipamentos de ar comprimido.

Essa aferição não é um detalhe menor. A Portaria n.º 358/2023 aprova o regulamento do controlo metrológico legal dos manómetros para pneumáticos de veículos automóveis e prevê verificação periódica anual, precisamente para garantir que a medição da pressão dos pneus é fiável.

Uma tendência que não é exclusiva de Portugal

A mudança não se limita ao mercado nacional. Segundo operadores citados na imprensa, pagar pelo uso de máquinas de ar comprimido e água já é uma realidade noutros países europeus.

Em Portugal, a prática ainda não é dominante. Alguns operadores continuam a oferecer o serviço sem custos, sobretudo em zonas menos urbanas ou em postos independentes. Outros estão a testar modelos pagos, gratuitos ou híbridos, consoante a localização, o tipo de equipamento e a estratégia comercial.

No essencial, o princípio mantém-se. A cobrança pode ser legal, mas exige transparência. Segundo a ENSE, o fornecimento de ar e água continua a ser visto, em regra, como um serviço complementar, não como um direito gratuito garantido a todos os condutores.

O que deve verificar antes de usar

Antes de utilizar a máquina de ar, o condutor deve confirmar se existe indicação de preço junto ao equipamento. Se o serviço for pago, o valor deve estar visível antes da utilização, bem como as condições aplicáveis, por exemplo o tempo disponível, o modo de pagamento e o tipo de serviço incluído.

Se o equipamento pedir pagamento sem que o preço esteja claramente afixado, o consumidor pode pedir esclarecimentos no posto e apresentar reclamação. Quando está em causa falta de afixação de preços, a fiscalização cabe à ASAE.

Leia também: Governo prepara novo Código da Estrada e coimas mais pesadas: o que pode mudar para os condutores

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La Justicia frena la maniobra de la Junta de Extremadura para salvar el resort de lujo Isla de Valdecañas

La Justicia frena la maniobra de la Junta de Extremadura para salvar el resort de lujo Isla de Valdecañas

El Tribunal Superior de Justicia reprocha el uso de un "atajo" para eludir la demolición de la urbanización, pero el Ejecutivo de María Guardiola ya ha anunciado que recurrirá el auto

El Constitucional rechaza el último recurso que pretendía impedir la demolición de Valdecañas

El Tribunal Superior de Justicia de Extremadura (TSJEx) ha dado la razón a Ecologistas en Acción y ha paralizado el decreto de la Junta que pretendía evitar la demolición de la urbanización de lujo Marina Isla de Valdecañas, ubicada en la provincia de Cáceres.

La norma suspendida, que fue aprobada el pasado 16 de diciembre, ajustaba los límites de 11 espacios declarados Zona de Especial Protección de Aves (ZEPA) de la región, entre ellos el de Valdecañas. Sin embargo, los magistrados de la Sala han sido tajantes en su resolución: “La exclusión de la zona ZEPA de la Isla Valdecañas puede suponer en definitiva un atajo para resolver otros problemas”, en clara referencia al intento de eludir la demolición del complejo turístico ordenada por el Tribunal Supremo y, posteriormente, avalada por el Constitucional, que desestimó los recursos de amparo que pretendían mantener en pie el complejo.

La Junta de Extremadura sostiene que el decreto solo pretende corregir imprecisiones cartográficas derivadas de mapas en papel obsoletos, pero el TSJEx ha concluido lo contrario al no apreciar “una justificación técnica y ambiental real para el cambio de delimitación que realiza el decreto, que va más allá de una corrección de errores con apariencia […] Resulta evidente que el nuevo decreto puede hacer extremadamente difícil ejecutar las sentencias firmes”.

Dada la naturaleza del caso, el alto tribunal extremeño ha adoptado la medida cautelar sin exigir caución o fianza alguna a la organización ecologista. El tribunal fundamenta esta decisión en que la medida tiene “como finalidad la protección de un bien colectivo como es el medio ambiente” y que la organización recurrente actúa en ejercicio de una acción popular.

“Un fraude de ley en toda regla”

El abogado de Ecologistas en Acción, Jaime Doreste, profesor de Derecho Ambiental y Urbanístico de la Universidad Autónoma de Madrid (UAM), ha subrayado que la decisión del TSJEx “ha desnudado por completo la maniobra de la Junta”. A su juicio, no se trata de una corrección técnica, “sino de un fraude de ley en toda regla” para “intentar rescatar urbanísticamente la Marina de Valdecañas a costa de violar el Estado de Derecho”. Aunque no es la sentencia final, supone “un golpe casi definitivo a las pretensiones de la Junta”, ha valorado.

Por su parte, la Vicepresidencia y Consejería de Presidencia, Coordinación de la Acción de Gobierno, Interior y Emergencias ha anunciado formalmente que recurrirá el auto del TSJEx. A través de un comunicado, el Gobierno de María Guardiola ha manifestado su respeto a las decisiones judiciales, pero ha asegurado que “seguirá peleando para que la realidad jurídica concuerde con la realidad material”.

La Junta defiende que el decreto recurrido emplea cartografía digital y tecnología más precisa para enmendar delimitaciones antiguas y sostiene que, precisamente, la situación de la Marina Isla de Valdecañas deriva de “errores cartográficos que llevaron a proteger como valores ambientales lo que verdaderamente no lo eran”.

En este sentido, el Ejecutivo ha argumentado que esta consideración “debe prevalecer por encima de cualquier otra, habida cuenta de que las sentencias lo son en base a datos que los avances tecnológicos han demostrado erróneos”. Además, ha destacado que la resolución judicial actual se limita a acordar una suspensión cautelar “sin pronunciarse sobre la validez del decreto”.

Una polémica de casi 20 años

Este nuevo varapalo del TSJEx a la estrategia de la Junta de Extremadura se suma a una larga lista de reveses judiciales que arrastra el complejo turístico, conocido como 'el Algarrobico extremeño', objeto de polémica desde que en 2007 obtuvo el visto bueno del Ejecutivo autonómico para levantarse en medio del pantano de Valdecañas y en una ZEPA, después de que la Junta lo declarase Proyecto de Interés Regional para permitir la recalificación de los terrenos para su construcción.

El recorrido en los tribunales quedó firmemente sellado cuando el Tribunal Supremo ordenó en 2022 la demolición total del resort de lujo de la Isla de Valdecañas, estimando el recurso de Ecologistas en Acción contra una resolución previa del TSJEx, que pretendía salvar los chalets y el campo de golf que ya estaban construidos. De esta forma, la orden es echar abajo las 185 villas de lujo, un hotel de cuatro estrellas y un campo de golf, además de todo lo que está en pie, pero se quedó sin concluir.

Los propietarios, los ayuntamientos de El Gordo y Berrocalejo, en cuyos términos municipales se encuentra el resort, y la Junta de Extremadura acudieron al Tribunal Constitucional, que a finales del año pasado desestimó uno por uno los recursos de amparo planteados contra la sentencia del Supremo.

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El juicio a David Sánchez, visto para sentencia con el alegato final de la defensa: "La acusación es una leyenda"

El juicio a David Sánchez, visto para sentencia con el alegato final de la defensa: "La acusación es una leyenda"

La Audiencia de Badajoz concluye la vista oral en la que PP, Vox y el resto de colectivos ultra piden seis años de cárcel para David Sánchez por su contratación en la Diputación de Badajoz, frente a la Fiscalía, que reclama la absolución por falta de pruebas

La Fiscalía pide la absolución de David Sánchez y carga contra las “conjeturas” del PP y las acusaciones ultras

Este martes ha quedado visto para sentencia el juicio del hermano del presidente del Gobierno, David Sánchez, por su contratación como coordinador de las actividades de los conservatorios en la Diputación de Badajoz. La Audiencia Provincial ha acogido ocho sesiones en las que han declarado 11 acusados, entre ellos también el expresidente de la institución pacense, Miguel Ángel Gallardo, y más de 40 testigos.

En esta jornada solo quedaba por escuchar las conclusiones definitivas de dos abogados de los acusados, que defienden a Ricardo Cabezas y Luis María Carrero, amigo de David Sánchez, que han coincidido en señalar la “ausencia” de pruebas de cargo en este procedimiento y en cuestionar la participación de la UCO en el juicio.

El letrado de Carrero, acusado de haber accedido a su puesto en comisión de servicio en 2023 gracias a su amistad con el hermano del presidente, ha recordado ante la Audiencia de Badajoz que todos los actos de desarrollo de la plaza pasaron los filtros administrativos correspondientes, como han avalado los peritos y testigos: “Han sido fiscalizados por la intervención y por los técnicos intervinientes. Nadie jamás ha puesto nota de reparo alguna. ¿Por qué se tacha de prevaricador ese acto?”.

Para el abogado, Salvador Morillas, la acusación carece de armazón jurídico y responde puramente a una estrategia mediática y de desgaste. “Se afirma que se creó la plaza para el señor Carrero porque era un enchufado del señor David. Bueno, si se dice eso, hay que probarlo. Queda muy bien, sobre todo de cara a la prensa y de cara al mundo de la política, decir que este es el típico enchufado que viene de Madrid porque se le ha fabricado un puesto. Pero eso es una leyenda”.

Por su parte, Raúl Montaño, abogado de Cabezas, ha asegurado desconocer aún de qué defiende a su cliente: “Se dice tráfico de influencias, pero no sé quién lo influye o a quién influye él”. Montaño ha subrayado la ausencia de pruebas de cargo, de pruebas periféricas que apoyen el testimonio del teniente coronel Antonio Balas, de la UCO, o testigos de directos y, sin embargo, ha afirmado que durante el juicio ha oído “discursos a veces políticos, a veces imaginativos, he oído novelas policiacas, cloacas… Pero el derecho de defensa es lo más sagrado en el procedimiento penal. Se pueden celebrar juicio sin acusaciones populares, pero nunca sin abogados de defensa”.

“La acusación ha ganado el juicio social”

El músico ha rehusado hacer uso de la última palabra, que sí ha aprovechado Miguel Ángel Gallardo para reiterar su inocencia y la del resto de personas que se han sentado en el banquillo de los acusados, aunque ha lamentado que ya “han sido condenados socialmente”. El exlíder del PSOE extremeño también ha querido resaltar el trasfondo político del proceso asegurando ante el tribunal que la única culpabilidad que se les puede atribuir es “no tener las mismas ideas que la acusación popular”. 

Gallardo también ha denunciado lo que ha denominado un “juicio mediático paralelo” que su entorno ha sufrido durante más de dos años.

También han querido aprovechar ejercer su derecho a la última palabra el que fue diputado provincial de Cultura entre 2019 y 2023, Francisco Martos, que ha asegurado que lleva “7 u 8 días sometido a un escrutinio que no acabo de entender” y ha destacado que en toda su carrera política (fue 24 años alcalde de Castuera) “jamás he ido a una comisión sin saber a qué iba, he ido a un pleno sin saber qué se iba a votar y jamás he tenido un reparto de Secretaría ni Intervención en actividad municipal o provincial”.

El actual diputado de Cultura, Ricardo Cabezas; el director del área de Cultura, Manuel Candalija; y el ex jefe de servicio de gestión de Recursos Humanos de la Diputación, Félix González, también ha hecho un alegato final.

El tribunal presidido por el magistrado José Antonio Patrocinio deberá resolver tres claves fundamentales: si la institución pacense creó una plaza a medida de libre designación para adjudicársela al músico en 2017, si el puesto cambió posteriormente de denominación para ajustarse a sus intereses personales y si David Sánchez influyó en la contratación en comisión de servicio de su amigo, Luis María Carrero, en 2023.

Por todo ello, los magistrados tendrán que valorar si los acusados cometieron los delitos de prevaricación y tráfico de influencias, como consideran las acusaciones populares, formadas por Manos Limpias, Abogados Cristianos, Hazte Oír, PP, Vox, Iustitia Europa y Liberum. Este bloque ha elevado sus peticiones hasta los seis años de prisión para David Sánchez, cuatro años para Gallardo y dos para Carrero como principales acusados, mientras que la Fiscalía y las defensas han pedido la libre absolución para todos los procesados.

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Por poco más de 20.000 euros, Renault ofrece un Clio con etiqueta Eco y 1.450 km de autonomía

El Renault Clio amplía su oferta mecánica con una nueva variante que busca convertirse en una de las opciones más equilibradas de la gama. La marca francesa acaba de anunciar la llegada del motor Eco-G de 120 CV asociado a una transmisión automática EDC de doble embrague, una combinación que pone el foco en la eficiencia, la autonomía y los costes de uso contenidos.

La nueva mecánica bicombustible funciona tanto con gasolina como con GLP (Gas Licuado del Petróleo), una tecnología que permite disfrutar de la etiqueta Eco y que continúa ganando protagonismo entre aquellos conductores que buscan reducir el gasto diario sin dar el salto a la electrificación.

Más de 1.400 kilómetros de autonomía

Uno de los principales argumentos de esta versión es su autonomía. Gracias a la combinación de un depósito de gasolina de 39 litros y otro de GLP de 50 litros, el Clio Eco-G 120 puede recorrer hasta 1.450 kilómetros sin necesidad de repostar. Se trata de una cifra especialmente destacada dentro del segmento de los utilitarios y que lo convierte en una alternativa interesante tanto para particulares como para profesionales que realizan largos desplazamientos.

Este nuevo propulsor toma como base un bloque turboalimentado de tres cilindros y 1,2 litros de cilindrada. Respecto al anterior Eco-G 100, mejora sus prestaciones con una potencia de 120 CV y un par máximo de 200 Nm, lo que supone una ganancia de 20 CV y 30 Nm. El resultado es una respuesta más contundente sin renunciar a la eficiencia.

La incorporación de la caja automática EDC supone además un salto en confort de conducción. Este sistema de doble embrague permite realizar cambios de marcha rápidos y suaves, evitando interrupciones en la entrega de potencia. Además, el conductor puede gestionar manualmente las relaciones mediante las levas situadas tras el volante.

En términos de consumo, Renault homologa cifras desde 6,5 l/100 km cuando funciona con GLP y desde 5,4 l/100 km utilizando gasolina. Según la marca, el uso de GLP permite reducir aproximadamente un 10% las emisiones respecto a un motor convencional equivalente, además de generar un ahorro cercano al 25% en combustible.

La tecnología GLP cuenta con una larga trayectoria dentro de Renault Group y Dacia, acumulando más de quince años de experiencia. El sistema se integra directamente en fábrica y ha sido desarrollado para ofrecer los mismos niveles de fiabilidad y robustez que una mecánica de gasolina convencional, sin comprometer la capacidad del maletero.

Precio

Los pedidos del nuevo Renault Clio Eco-G 120 EDC se abrieron el 1 de junio. La versión Evolution arranca en 20.374 euros o desde 89 euros al mes, mientras que las primeras entregas están previstas antes del inicio del verano. Por encima de esta opción seguirá disponible el Clio E-Tech Full Hybrid de 160 CV, cuyo precio parte de 23.304 euros o 109 euros mensuales.

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