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Art Laietà celebra 25 vendimias con más de 500 profesionales del sector

Art Laietà (conocida durante años como Alta Alella) celebró ayer 25 vendimias acompañada por 500 profesionales del sector vitivinícola. Aunque el proyecto comenzó hace 35 años, los primeros vinos y cavas no llegaron al mercado hasta 2001. Una trayectoria que no solo habla de tiempo, sino también de coherencia y fidelidad a una manera de entender el vino: arraigada al territorio, respetuosa con la naturaleza y comprometida con la expresión del paisaje de Alella.

El encuentro profesional permitió a los asistentes descubrir algunos de los espacios más emblemáticos de la bodega, como la Cava Vella, donde reposan los cavas de larga crianza; el Celler de les Aus, escenario de las catas; y los nuevos viñedos de la finca Cal Regent.

Un territorio único a través de catas inéditas

El Celler de les Aus acogió la mayor parte de las catas de la jornada. La primera fue la Cata del Canto de los Pájaros, dirigida por Mireia Pujol-Busquets, segunda generación de Art Laietà, el periodista Jordi Luque y el ornitólogo Pere Alzina. Durante la sesión se degustaron los vinos Puput, Tallarol y Merla, mientras los asistentes descubrían estas especies que habitan en el Parque Natural de la Serralada de Marina y sus cantos.

A continuación, tuvo lugar la cata Ópera Vertical de Cau d’en Genís, con las añadas 2024, 2021 y 2014, dirigida por el sumiller de Alella Marc Guallar y maridada con tres piezas de ópera interpretadas por la mezzosoprano Helena Ressurreição y la pianista Oriana Kemelmajer.

El fundador de la bodega, Josep Maria Pujol-Busquets, y el primer Master of Wine catalán, Álvaro Ribalta, protagonizaron la tercera cata, una vertical en la que se degustaron seis añadas de los cavas de colección AA10 y AA5.

Y para los amantes de los vinos dulces, el Centro de Enoturismo acogió un show de chocolate maridado con el vino Dolç Mataró (añadas 2023 y 2010), a cargo de Miquel Antoja, chef y fundador de Foodlona, y Mireia Pujol-Busquets.

Homenaje a Javier Pagés y otras actividades

Más allá de las catas, la bodega acogió numerosas actividades durante toda la jornada. Degustación de todas las referencias de Art Laietà, propuestas gastronómicas de chefs y restaurantes de proximidad, visitas a los nuevos viñedos, cata de vinos seleccionados de todas las bodegas de Grandes Pagos de España, arte en directo sobre los Oeuf de Beaune y la presentación de la última novedad de la bodega: su primer vino low-alcohol de Macabeo (8 % vol.).

Al mediodía se vivió un momento muy especial durante un acto sorpresa en el que Mireia y Josep Maria Pujol-Busquets rindieron homenaje a Javier Pagés, presidente en funciones de la D.O. Cava, por la labor realizada durante los últimos ocho años. En el acto participó también Joaquim Tosas en representación de la Asociación de Elaboradores de Cava (AECava).

El DJ Axel Pi (Sidonie) puso el broche final a la celebración en la Terraza Mirador, en un ambiente festivo y cercano, con los pájaros sobrevolando los viñedos y el mar como telón de fondo.

© Jordi Gatell

Una jornada intensa
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Para repetir agora? Lenda diz que no Mundial de 1966 Portugal ganhou todos os jogos em que a equipa comeu isto na véspera

A ligação entre a Seleção Nacional e o bacalhau voltou a ganhar força à medida que se aproxima mais uma grande competição internacional. De acordo com o Correio da Manhã, há décadas que circula entre adeptos uma teoria curiosa: a de que algumas das maiores conquistas e exibições da equipa portuguesa tiveram o mesmo denominador comum à mesa. Embora não existam provas de qualquer relação entre resultados e alimentação, a história continua a alimentar conversas entre gerações de adeptos.

A origem desta narrativa remonta ao Mundial de 1966. A lenda diz que Portugal terá consumido bacalhau antes de todos os encontros disputados nessa competição, exceto antes da derrota frente à Inglaterra, resultado que ditou a eliminação da equipa. A história nunca foi oficialmente confirmada, mas permaneceu viva ao longo dos anos e transformou-se numa das superstições mais conhecidas associadas à Seleção.

Com o passar do tempo, foram surgindo novos relatos que ajudaram a reforçar a ideia. Alguns adeptos garantem que Ricardo terá comido bacalhau antes do histórico jogo frente à Inglaterra no Euro 2004, quando defendeu um penálti sem luvas e marcou o remate decisivo. Outros recordam episódios ligados à final desse mesmo Europeu ou à conquista do Euro 2016, sempre com o mesmo ingrediente a surgir como protagonista das histórias.

Bacalhau continua presente

Mais do que superstição, o bacalhau tem sido uma presença frequente nas refeições da equipa nacional. Conforme a mesma fonte, durante o Mundial de 2018 alguns jogadores demonstraram preferência por pratos tradicionais portugueses preparados com este alimento.

Entre os exemplos mais citados estão Cristiano Ronaldo e Ricardo Quaresma, que terão escolhido bacalhau à Brás, enquanto Pepe terá optado por bacalhau grelhado acompanhado por cebola. Estes episódios contribuíram para reforçar a associação entre a Seleção e um dos produtos mais emblemáticos da gastronomia portuguesa.

Quando a realidade alimenta a teoria

Um dos momentos que mais chamou a atenção dos adeptos aconteceu em 2021. O Correio da Manhã recorda que a comitiva portuguesa levou cerca de 150 quilos de bacalhau para acompanhar a equipa durante uma competição internacional.

Para muitos, tratou-se apenas de uma decisão logística relacionada com hábitos alimentares e conforto dos atletas. Para outros, foi mais um capítulo de uma tradição não oficial que continua a sobreviver ao longo das décadas.

A verdade é que o bacalhau ocupa um lugar especial na cultura portuguesa e, por isso, não surpreende que também esteja frequentemente presente nos estágios e concentrações da Seleção.

Entre o futebol e a tradição

Não existem dados que permitam concluir que o consumo de determinado alimento influencia diretamente os resultados dentro de campo. Ainda assim, o futebol sempre viveu de símbolos, crenças e pequenos rituais que ajudam a construir a identidade das equipas e dos adeptos.

É precisamente nesse espaço entre a realidade e a superstição que a história do bacalhau continua a ganhar novas páginas. Se funciona ou não, ninguém consegue demonstrá-lo. Mas sempre que Portugal entra em campo, esta velha narrativa volta inevitavelmente a ser recordada.

E talvez seja essa a principal razão para a sua sobrevivência: num país onde futebol e gastronomia fazem parte da memória coletiva, o bacalhau continua a ocupar um lugar especial, tanto à mesa como no imaginário dos adeptos.

Leia também: ‘Maldivas portuguesas’: espanhóis rendidos ao parque de campismo desta ilha algarvia

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Há uma forma de salvar o Hubble da sua inevitável queda na Terra. Mas há um problema

Enquanto se prepara para tentar elevar a órbita de um observatório astronómico numa trajetória em degradação, a NASA admite fazer algo semelhante com o Hubble, desde que seja possível reduzir os seus custos de operação. Mas o mítico telescópio espacial foi construído noutra era… A NASA anunciou a 5 de junho que a nova nave robótica LINK, construída pela Katalyst Space, chegou ao Wallops Flight Facility, na Virgínia. A nave encontrava-se nas instalações da Katalyst, no Colorado, para os preparativos finais, depois de ter concluído testes ambientais no Goddard Space Flight Center no mês passado. A agência espacial norte-americana atribuiu

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Município do Nordeste bate recorde de maior bolo de milho do Brasil

Campina Grande bateu recordes nacionais nesta segunda-feira, 8. O município da Paraíba, estado do Nordeste do país, conquistou os títulos de maior bolo de milho e maior quadrilha junina do Brasil.Os recordes anteriores estavam com a própria cidade, que lidera a disputa pela 12ª vez consecutiva. A contagem oficial é feita anualmente pelo Instituto Ranking Brasil, durante os festejos juninos da cidade, chamados de ‘O Maior São João do Mundo’. Leia Também: RECEITA Caldo de pinto: aprenda fazer essa receita ideal para os dias frios GASTRONOMIA Pudim em 20 minutos: aprenda a fazer receita de forma prática NOVIDADE Baiana lança acarajé da Copa do Mundo com as cores do Brasil; confira De acordo com dados divulgados pelo instituto, o maior bolo de milho do país mediu 50,53 metros e pesou 705,9 quilos. Já a maior quadrilha contou com 2.638 pessoas ao todo, reunidas em 1.319 pares.Em 2025, o bolo de milho conquistou as medidas de 49,41 metros e peso de 692,14 quilos. Enquanto a quadrilha recebeu 2.606 participantes, que permaneceram dentro do Parque do Povo até o final da contagem.

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