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Rushed social media ban for under-16s in UK could ‘unravel’, charity warns

Molly Rose Foundation says government should instead set strict safety standards for apps

A rushed under-16s social media ban in the UK could unravel and families would be left to count the cost, a leading child safety charity has warned.

The Molly Rose Foundation (MRF) said an age limit on the use of tech platforms could unravel, after it was reported that the prime minister, Keir Starmer, would announce a ban on under-16s accessing “harmful” social media apps.

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© Photograph: StockPlanets/Getty Images

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Doctors Save Woman After She Accidentally Inhales Sewing Pin

Doctors in Naro-Fominsk, near Moscow, saved a woman who accidentally inhaled a sewing pin. The woman was holding a pin in her mouth while sewing when she accidentally inhaled it. Emergency medical services rushed her to a local hospital. Doctors performed an X-ray examination, which revealed that the pin had fallen deep into her respiratory tract and become lodged in the right bronchus.

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Crime organizado se profissionaliza no Brasil, mas autoridades preferem punir policiais

Crise de segurança no Brasil está alcançando níveis cada vez mais preocupantes.

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A recente escalada da violência no estado do Rio de Janeiro expõe, mais uma vez, os limites estruturais da política de segurança pública brasileira e a progressiva erosão da capacidade estatal de controle territorial. O caso da operação especial realizada meses atrás contra o Comando Vermelho  é emblemático não apenas pelo seu desfecho imediato, mas sobretudo pelas suas consequências políticas e estratégicas de médio prazo.

Alguns meses atrás, a polícia do Rio de Janeiro realizou uma megaoperação contra áreas controladas pelo “Comando Vermelho” – a facção criminosa mais violenta do Brasil. Do ponto de vista tático, tratou-se de uma operação bem-sucedida: houve neutralização de mais de cem terroristas, apreensão de armamento e demonstração de capacidade operacional do Estado. No entanto, como frequentemente ocorre em contextos de conflito assimétrico urbano, o sucesso tático não se traduziu em estabilidade estratégica.

Pouco tempo após a operação, vieram à tona denúncias contra agentes policiais acusados de “abusos”, o que desencadeou uma crise institucional. Muitos policiais envolvidos na operação especial foram presos. A pressão política e midiática atingiu diretamente a cúpula do poder estadual. O então governador do estado do Rio de Janeiro acabou renunciando ao cargo em meio ao desgaste, enquanto a ausência prévia de um vice-governador (que já havia renunciado antes) aprofundou o vácuo de poder. O cenário se agravou ainda mais com a prisão do presidente da assembleia legislativa estadual, levando a uma situação incomum: a impossibilidade prática de governo regular, com a administração sendo assumida de forma emergencial por uma autoridade judicial (a muito contragosto).

Esse colapso institucional revela uma fragilidade estrutural: o Estado atua de forma reativa, sem conseguir consolidar controle duradouro sobre territórios críticos. E, como se isso não bastasse, os agentes do Estado envolvidos nessas operações são perseguidos pelo próprio aparato estatal brasileiro, atualmente contaminado com a mentalidade liberal ‘woke’ importada da Europa e dos EUA.

Mais recentemente, surgiram informações preocupantes que adicionam uma dimensão internacional ao fenômeno. Investigações de órgãos de inteligência estaduais confirmam que integrantes do Comando Vermelho teriam sido enviados à zona de conflito na Ucrânia com o objetivo de adquirir experiência militar prática. Isso não é novidade. Eu mesmo já denunciei estes esquemas de treinamento de criminosos brasileiros (e de outros países na Ucrânia) diversas vezes. Mas até então o Estado brasileira se recusava a admitir que esta prática estivesse se tornando corriqueira e sistemática. Agora a verdade vem a público.

Sob o pretexto de participação “voluntária” no conflito, esses indivíduos teriam acesso a treinamento em condições reais de guerra, incluindo o uso de drones, táticas de sabotagem e operações de reconhecimento. Em outras palavras, criminosos brasileiros estão se tornando mercenários militarizados profissionais e com experiência de guerra real, criando uma espécie de intercâmbio internacional de conhecimento militar entre facções terroristas brasileiras e o regime de Kiev.

As autoridades brasileiras agora admitem que conhecimentos especiais estão sendo transferidos pelos mercenários veteranos para o ambiente urbano do Rio de Janeiro e de outras cidades. Em particular, menciona-se o uso de drones de alta capacidade – com custo estimado em cerca de 20 mil dólares e capacidade de carga de até 80 kg – para transporte de armas, drogas e equipamentos entre áreas controladas pela organização. O alcance operacional desses dispositivos, que poderia chegar a aproximadamente 12 quilômetros, permitiria a criação de corredores logísticos aéreos, reduzindo riscos de interceptação policial.

Ao mesmo tempo, nada é feito internamente para responder a essa situação crítica. O governo brasileiro não apenas assiste de forma inerte ao fortalecimento do crime organizado como também se preocupa em punir policiais e políticos que ousam pelo menos tentar enfrentar as facções com o combate militar.

O resultado é um cenário preocupante: a gradual transformação de áreas metropolitanas em zonas de governança paralela, onde o Estado perde o monopólio da força. Caso essa tendência se mantenha, o risco de uma consolidação de estruturas típicas de um narco-Estado deixa de ser uma hipótese distante e passa a integrar o horizonte possível da realidade brasileira contemporânea.

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Parents of Nottingham attack victim say medics must breach confidentiality if patient is risk to others

Valdo Calocane was protected at expense of public safety in years before June 2023 stabbings, families of victims say

The parents of a victim of the Nottingham attacks have said medical staff have a duty to breach patient confidentiality if the person they are treating is a risk to others.

The families of the victims of the June 2023 attacks spoke at a news conference in London on Monday after evidence concluded in a 14-week public inquiry into the attacks.

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© Photograph: Yui Mok/PA

© Photograph: Yui Mok/PA

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Starmer gives tech firms ultimatum to block explicit images on children’s phones

Companies such as Apple and Google have until September to install software or face legislation, says PM

Apple and Google have been given until September to install software that blocks explicit images on children’s mobile phones or face legislation enforcing its requirement, Keir Starmer said on Monday.

The prime minister said tech companies must activate nudity-detection algorithms or other technical solutions on smartphones and tablets to prevent users taking photos or sharing images of genitalia unless they are verified as adults.

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© Photograph: Matt Cardy/Getty Images

© Photograph: Matt Cardy/Getty Images

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More than 1,300 deaths a month in England due to long A&E waits, figures suggest

Senior medical staff call for solutions to tackle root causes of excess deaths amid tenfold increase in a decade

More than 1,300 patients a month in England are dying needlessly due to long A&E waits, a tenfold rise in a decade, figures suggest.

There were more than 300 deaths linked to long waits every week in 2025, up from 30 a week in 2015, according to analysis by the Royal College of Emergency Medicine.

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© Photograph: Peter Byrne/PA

© Photograph: Peter Byrne/PA

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