Reading view

Ministra insiste que areal das praias é livre exceto nas concessões e faixas de segurança

A ministra do Ambiente sublinhou hoje que o areal das praias é de acesso livre, exceto nas zonas concessionadas e nas faixas de segurança, lembrando que cabe às autarquias definir essas áreas e divulgar os planos de praia.

“Cabe às câmaras municipais fazer as concessões e divulgar o plano de praia, tanto através da sinalética, como — e eu aconselho vivamente —, através de um esquema à entrada da praia: ‘olhe, este espaço é concessão, este espaço é de segurança, tudo o resto é livre’”, afirmou Maria da Graça Carvalho numa visita à Praia da Fuseta-mar, em Olhão.

Questionada pelos jornalistas sobre a existência de sinalética que ainda encaminha os banhistas para as zonas da praia não concessionadas, a governante referiu que, nesses casos, a sinalética tem de ser revista para que seja colocada a informação correta e não haja dúvidas para os banhistas.

“Os presidentes de câmara têm de verificar e, se acharem que a sinalética não está bem, corrigi-la, mas não é uma coisa sistemática. A lei não mudou e estou convencida de que a maior parte da sinalética está bem e está de acordo com a lei, porque a última norma que clarifica isto é de 2012, há 14 anos”, frisou.

Falando aos jornalistas numa visita à intervenção de emergência de reforço sedimentar em curso naquela praia do distrito de Faro, Maria da Graça Carvalho reiterou que, não sendo uma obrigação legal, ajuda muito ter um esquema simples à entrada de cada praia a explicar como está organizada.

Lembrando que as regras de segurança são definidas pelas câmaras municipais em conjunto com as autoridades marítimas, a ministra do Ambiente e Ação Climática notou que a organização do areal pode e deve ter em conta as características morfológicas de cada praia.

“Por exemplo, uma praia muito grande como a de Monte Gordo será diferente de uma praia pequena como algumas em Lagos ou em Armação de Pêra”, ilustrou, referindo que, desde que respeitada a regra de que as concessões não podem exceder 30% da área útil da praia, nem 50% da frente de praia, a organização pode variar.

“A segurança pode incluir faixas em redor das concessões, em redor das entradas para a praia — que são sempre públicas —, em frente aos nadadores-salvadores e aos barcos utilizados para o salvamento, e junto ao mar. Estas são faixas de segurança. As concessões podem ser mais estreitas e ir mais perto do mar, ou podem ser mais largas e ficar mais recuadas”, exemplificou.

Esta semana, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) emitiu um esclarecimento técnico sobre a ocupação de áreas não concessionadas nas praias balneares, informando que os banhistas podem colocar chapéus-de-sol em frente às concessões de praia, que são áreas de uso privado que não podem exceder 30% da área útil da praia, nem 50% da frente de praia.

No esclarecimento, a APA reforça que, “em Portugal, as praias são espaços de utilização pública e de acesso livre” e refere que os Planos de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) e os Regulamentos de Gestão das Praias Marítimas em vigor estabelecem limites para a ocupação das praias por apoios balneares.

Assim, “as áreas não abrangidas por licença ou concessão mantêm-se disponíveis para uso público, podendo ser livremente utilizadas pelos utentes, nomeadamente para a colocação de chapéus de praia, para-ventos ou outros equipamentos balneares particulares”, acrescenta a APA.

  •  

SC Olhanense conquista Taça do Algarve pela primeira vez

O SC Olhanense venceu, na passada quinta-feira, o Imortal DC por 1-0 e conquistou a Taça do Algarve de Futebol pela primeira vez na sua história. Daniel Popa foi considerado o melhor jogador em campo ao anotar, aos 50′ minutos de jogo, o único golo no duelo entre os dois históricos do futebol algarvio, que se disputou no Estádio Municipal de Portimão.

O troféu foi entregue pelo presidente da Associação de Futebol do Algarve (AFA), João Pedro Gomes, numa cerimónia que contou ainda com as presenças de Manuel Cajuda, Presidente do SC Olhanense, Bruno Xavier, Presidente do Imortal DC, Ricardo Calé, Presidente da CM Olhão e Rodiney Sampaio, Presidente do Conselho de Administração do Portimonense SAD.

O clube presidido por Manuel Cajuda junta-se, assim, a outros 13 clubes que venceram a prova desde a sua reativação na temporada 1999/2000: Lusitano FC (4 vezes), LGC Moncarapachense e Louletano DC (3 vezes), SR Almancilense, CF Esperança de Lagos, GD Lagoa e Portimonense SC (2 vezes), FC Ferreiras, Silves FC, UD Messinense, JS Campinense, Guia FC e ACR Alvorense (1 vez).

  •  

Does the Regulative Principle Regulate More than Elements?

The irony is that many modern attempts to make worship more attractive to the world often makes worship less distinctly Christian, but the church is most compelling when she is most faithful to her identity. The church is most missional when she is most distinctly the church.   One of the more common arguments in... Continue Reading
  •  

A Reading in John of Damascus, with Commentary: Or, Another Problem with Theological Retrieval Demonstrated. (Part Two)

Yet those who cannot read can hear the spoken word, which is how God’s Spirit worked through his apostles to convert the heathen. We nowhere read that the apostles went to the lost with images, nor that artistic skill at fashioning images is a gift of the Spirit. Yet time and again we hear of... Continue Reading
  •  

Why the Church Must Recover a Theology of Life

Our congregations begin to truly mirror the image of God when we move toward broken people instead of away from them. Only that kind of church will meaningfully confront abortion.   The Post-Roe Paradox: Why Abortion Rates Are Still Rising On January 27, 1973, a single decision legalized abortion in every state. Almost fifty years... Continue Reading
  •  

“Praying in the Holy Spirit”: What Does Jude 20 Mean for Christians Today?

In an age of distraction, superficiality, and spiritual confusion, Christians must recover serious, Scripture-shaped, Spirit-dependent prayer. Not theatrical prayer. Not mystical speculation. Not cold formalism. But humble, biblical, Christ-centred communion with the living God.   Among the shorter books of the Bible, the letter of Jude contains some remarkably weighty exhortations. Writing to Christians threatened... Continue Reading
  •  

Calibrating a Dial or Rendering a Verdict?

If homosexual desire is a form of “unnatural” desire, then it must be addressed as such. The church must decide whether it will accept or reject it as compatible with ordained office. A verdict must be rendered.   The current discussion surrounding ordination and same-sex attraction has largely been framed in terms of degree. How... Continue Reading
  •  

Out of the Echo Chamber

In the end, a presbytery characterized by love shows the world that the Gospel is real. It proves to a broken, divided world that the church can handle intense disagreements without splintering into warring tribes.   For many elders, Presbytery and GA meetings can easily feel less like courts of the Lord Jesus Christ and... Continue Reading
  •  
❌