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Voz de Woody há 30 anos, Tom Hanks rejeita categoria de dublador no Oscar

O ator Tom Hanks, 69, opinou sobre a criação de uma categoria específica para premiar dubladores no Oscar. A discussão sobre reconhecer artistas que dão vida a personagens sem aparecer fisicamente em cena ganhou força nos últimos anos.

Entretanto, o astro, que volta a emprestar sua voz ao personagem Woody em “Toy Story 5”, disse acreditar que os prêmios de Melhor Ator e Melhor Atriz já contemplam qualquer tipo de interpretação, inclusive as realizadas por dubladores.

“Acho que eles já têm categorias suficientes”, declarou o veterano de Hollywood em entrevista ao portal Gold Derby.

“O fato é que um dublador pode vencer como Melhor Ator. O critério [de votação] é: ‘qualquer atuação que tenha emocionado você’.”

Ao explicar por que a Academia deveria considerar essas interpretações com mais atenção, Tom usou como exemplo o trabalho do ator britânico Andy Serkis em personagens criados com o auxílio da captura de movimento.

Andy interpretou Gollum, na trilogia “O Senhor dos Anéis”, e Caesar, na franquia “Planeta dos Macacos”. Embora as performances tenham sido elogiadas pela crítica, elas nunca resultaram em uma indicação ao Oscar nas categorias de atuação.

“Mesmo que ele não apareça como Andy Serkis, é ele quem fornece toda a matéria-prima para aquilo. Já houve pessoas que chegaram perto de ser indicadas sem aparecer em frente às câmeras. Isso também pode acontecer com um ator cuja atuação seja exclusivamente vocal.”

Embora o argumento de Tom esteja correto do ponto de vista do regulamento, nenhum artista foi indicado ao Oscar por uma atuação feita por meio da voz em qualquer uma das quatro categorias de interpretação.

Scarlett Johansson chegou perto de quebrar essa barreira ao dar voz à inteligência artificial Samantha em “Ela” (2013), do diretor Spike Jonze. Apesar de não ter sido indicada pela Academia, a performance lhe rendeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Cinema de Roma.

Academia anuncia novas regras para o Oscar 2027; veja o que muda

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La plataforma Filmin y la distribuidora Elastica se unen para ganar músculo en las salas de cine

Juan Carlos Tous (a la izquierda), fundador de Filmin, y Enrique Costa, responsable de Elastica; ayer en Madrid.

La plataforma digital Filmin, que lidera en España el mercado en Internet del cine de autor —español e internacional, especialmente el europeo— y el de cine clásico de Hollywood, y la distribuidora Elastica, que ha llevado a los cines españoles títulos como Valor sentimental, El agente secreto, La sustancia, Anatomía de una caída, La zona de interés, Alcarràs, O corno o Salve María, y que actualmente lidera la taquilla con Backrooms, han unido sus fuerzas “para ganar músculo en salas”, aseguran sus responsables. “Nuestro ADN está marcado por una vocación y ambición de hacer que cierto tipo de cine de calidad, europeo y/o de autor, llegue al mayor público posible. Damos este paso porque amamos el cine, las salas de cine y creemos en Internet”.

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