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Corinthians vê Talleres estender prazo para pagamento de Rodrigo Garro

A novela entre Corinthians e Talleres pelo pagamento da contratação de Rodrigo Garro está próximo do fim. Depois de prazos estendidos e uma negociação arrastada, as duas diretorias assinaram um novo documento na tarde da última quinta-feira (11) para a quitação dos 7 milhões de dólares (R$ 35 milhões).

De acordo com pessoas presentes na negociação, o Corinthians agora tem cinco dias uteis para realizar o pagamento, depois do registro dos documentos. Sendo assim, a diretoria de Osmar Stabile tem até o dia 16 de junho, terça-feira, para quitar os valores devidos desde janeiro de 2024. A notícia foi divulgada pela ESPN e confirmada pela CNN.

O que pesou na mudança de postura do Talleres em relação ao valor devido pelo Timão foi como Osmar Stabile e a diretoria alvinegra trataram a dívida, como soube a CNN. O presidente do Corinthians foi até a Argentina para encontrar Andrés Fassi, presidente de La T, para encontrar soluções sobre o valor devido.

Além disso, as duas diretorias precisaram ceder para que o acordo fosse fechado. O Talleres, por exemplo, já pensou em receber todo o montante de à vista, enquanto o Corinthians sempre quis parcelar o valor.

Em caso de descumprimento por parte do Corinthians, o clube argentino deve cobrar o Corinthians na Corte Arbitral do Esporte (CAS) e o clube do Parque São Jorge deve receber mais um transfer ban.

Vale lembrar que o Corinthians está impedido de registar jogadores por conta do não pagamento da dívida por José Martínez, com o Philadelphia Union, dos Estados Unidos.

Rodrigo Garro chegou ao Corinthians em 2024 e, pelo clube, conquistou três títulos: o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil, em 2025, e a Supercopa do Brasil, em 2026.

Copa do Mundo: veja as seleções que participaram de finais do Mundial

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Dembélé defende Mbappé e critica excesso de cobranças na França pré-Copa

O atacante francês Ousmane Dembélé saiu em defesa de Kylian Mbappé e afirmou que as críticas direcionadas ao capitão da seleção da França se tornaram exageradas às vésperas da Copa do Mundo.

Em entrevista ao jornal espanhol Marca, Dembélé, que ganhou protagonismo na equipe francesa e concorre ao prêmio Bola de Ouro após ajudar o Paris Saint-Germain a conquistar a Champions League, afirmou que parte dos comentários sobre Mbappé ultrapassou o limite.

“Às críticas contra ele são muito, muito injustas. Algumas pessoas passam um pouco do ponto nas críticas ao Kylian”, declarou Dembélé.

Mbappé segue como um dos jogadores mais observados do futebol francês desde que deixou o PSG e se transferiu para o Real Madrid, em 2024.

Apesar de manter uma alta média de gols, o atacante foi alvo de cobranças após uma temporada em que o Real Madrid terminou sem títulos de La Liga e Liga dos Campeões. Além disso, parte da torcida e de comentaristas questionou sua liderança na seleção francesa desde que assumiu a faixa de capitão após a aposentadoria internacional de Hugo Lloris.

As atuações, entrevistas e até pequenos detalhes do comportamento de Mbappé costumam gerar grande repercussão na França.

“Ele é um jogador incrível e uma pessoa muito boa fora de campo. Algumas pessoas exageram nas críticas porque ele é Kylian Mbappé. Não deveriam continuar atacando ele. Se ele amarra o tênis ou não, se sobe a meia ou não… é demais. Ele continua sendo um ser humano”, disse Dembélé.

O atacante do PSG também destacou o papel de Mbappé dentro do elenco francês.

“Com a seleção, ele é muito bom com todos nós, é um líder.”

Os dois jogadores construíram uma relação próxima ao longo dos anos com a camisa da França e devem ter papéis importantes na busca pelo terceiro título mundial do país, na Copa que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá.

Dembélé também aproveitou para elogiar o técnico Didier Deschamps, que anunciou que deixará o comando da seleção após o Mundial, depois de mais de uma década no cargo.

“Ele é simplesmente um treinador excepcional. Será para sempre uma lenda entre os técnicos da seleção francesa”, afirmou.

Deschamps levou a França ao título da Copa do Mundo de 2018 e também comandou a equipe até a final do torneio em 2022. Questionado sobre a possibilidade de Zinedine Zidane assumir a seleção após a saída do treinador, Dembélé aprovou a ideia.

“Esperamos recebê-lo um dia no banco da França. Tenho certeza de que ele faria um trabalho fantástico.”

Zidane, campeão mundial como jogador em 1998 e vencedor de diversos títulos como técnico do Real Madrid, é apontado há anos como um possível sucessor de Deschamps, mas evita falar sobre o cargo enquanto o atual treinador permanecer no comando.

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Trump não irá ao jogo de estreia dos Estados Unidos na Copa do Mundo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não estará presente na estreia da seleção americana na Copa do Mundo, nesta sexta-feira (12), contra o Paraguai, em Inglewood, na Califórnia.

A ausência foi confirmada por Andrew Giuliani, CEO da força-tarefa da Copa do Mundo nos Estados Unidos, em entrevista à rádio britânica TalkSport.

“Ele não vai acabar comparecendo ao jogo de abertura. Como dissemos, a agenda dele é apertada. Mas sei que ele estará envolvido durante toda esta Copa do Mundo”, afirmou Giuliani.

Trump precisará retornar a Washington, D.C., ainda neste fim de semana. No domingo, data em que completa 80 anos, o presidente receberá o evento UFC Freedom 250 na Casa Branca.

A ausência de um chefe de Estado do país-sede na estreia da seleção nacional não é comum, mas não é inédita. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, também não esteve presente na partida de abertura do torneio, em que a seleção mexicana venceu a África do Sul por 2 a 0. O governo mexicano realizou um sorteio para distribuir o lugar reservado à presidente no estádio.

A delegação americana no jogo será liderada pelo secretário de Estado, Marco Rubio, pelo secretário de Transportes, Sean Duffy, e pelo secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin. Giuliani, filho do ex-prefeito de Nova York Rudy Giuliani, afirmou que ainda não sabe quando Trump fará uma aparição durante o Mundial.

“Conhecendo o presidente Trump há 30 anos, posso dizer: espere o inesperado. Sempre espere um suspense com ele”, declarou.

“Durante o torneio, não me surpreenderia se víssemos ele se envolver cada vez mais com a Copa do Mundo.”

Trump costuma participar de grandes eventos durante seus mandatos. Nesta semana, esteve no Jogo 3 das Finais da NBA, no Madison Square Garden, em Nova York, onde foi recebido com vaias por parte do público.

A Copa do Mundo está sendo realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, com a final marcada para o Estádio de Nova York e Nova Jersey.

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Estrangulado financeiramente, Corinthians atrasa pagamentos e vive “Dia D”

Se os jogadores aproveitam as férias para descansar e se desconectar, a diretoria do Corinthians vive dias de aperto durante a pausa para a Copa do Mundo. A cúpula alvinegra atrasou o pagamento dos salários dos jogadores e da comissão técnica, situação que já havia se repetido no mês passado.

Enquanto tenta solucionar esse problema, o clube pode sofrer mais um baque nos próximos dias. Esta sexta-feira (12) marca o prazo final para o Corinthians quitar a dívida com o Talleres, da Argentina, referente à contratação do meia Rodrigo Garro. O vencimento faz parte do acordo firmado entre os clubes.

Com os valores corrigidos, o Alvinegro deve cerca de US$ 8,5 milhões (R$ 44 milhões na cotação atual). Caso o pagamento não seja efetuado até esta sexta (12), os argentinos prometem acionar a Corte Arbitral do Esporte (CAS) para executar um novo transfer ban contra o clube.

Vale lembrar que o Timão já cumpre um transfer ban em razão do atraso no pagamento relacionado à contratação de José Martínez junto ao Philadelphia Union. Além disso, o Corinthians também foi condenado pelo CAS a pagar pouco mais de R$ 6 milhões ao Midtjylland, da Dinamarca, pela aquisição do volante Charles.

Na próxima janela de transferências, o Corinthians espera concretizar ao menos uma grande venda para aliviar a situação financeira. Nos últimos meses, o clube recorreu a adiantamentos e empréstimos para honrar parte de seus compromissos.

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Tevez revela que chegou a fechar contrato com Real Madrid

Carlitos Tevez quase jogou no Real Madrid. A revelação aconteceu durante uma entrevista ao Marca sobre sua carreira e os movimentos do mercado da bola. Questionado se algum dia esteve próximo de vestir a camisa dos Merengues, o argentino respondeu de forma direta: “Estive perto, estive perto quando aconteceu a transferência do United para o City”.

De acordo com o ex-camisa 10 do Corinthians, a negociação chegou a ser sacramentada, com direito a contrato assinado: “O contrato nós tínhamos assinado e tivemos que guardar com um tabelião, imagine”, contou.

Durante a entrevista, Tevez destacou que a possibilidade de atuar pelo Real Madrid teria colocado mais um gigante europeu em uma trajetória que já contava com clubes como Boca Juniors, Corinthians, Manchester United e Manchester City.

“Olha se eu tivesse colocado o Real Madrid, United, City, Boca…”, brincou o ex-jogador.

O argentino também relembrou uma conversa com o então presidente do clube espanhol, Ramón Calderón, que comandou o Real Madrid entre 2006 e 2009. “Falei com o presidente e ele disse: ‘Bem-vindo à Casa Branca’”, contou Tevez.

A ideia era manter a transferência em segredo até o fim da temporada, quando o anúncio seria feito oficialmente. No entanto, a saída de Calderón da presidência do Real Madrid mudou os planos.

“Não podíamos falar nada. Assinamos o contrato, deixamos no tabelião para apresentar depois da temporada. Aí tiraram o Calderón… acabou o contrato, acabou tudo”, disse o argentino.

Tevez acabou deixando o Manchester United para defender o Manchester City, em uma transferência que aumentou a rivalidade entre os clubes de Manchester.

 

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Lenda do Watford, Kenny Jackett morre aos 64 anos

Kenny Jackett, jogador histórico do Watford e treinador do clube em uma fase posterior da carreira, morreu aos 64 anos, informou a equipe inglesa nesta sexta-feira (12).

Nascido em Watford, Jackett construiu toda a trajetória como jogador no clube, onde chegou aos 12 anos — seguindo os passos do pai, Frank Jackett, que também havia defendido a equipe.

O ex-meia e defensor disputou 428 partidas pelo Watford e fez parte do elenco que conquistou a segunda colocação da antiga Primeira Divisão inglesa na temporada 1982-83, melhor campanha da história do clube no campeonato nacional.

Jackett também esteve em campo na única final da Copa da Inglaterra disputada pelo Watford até hoje, em 1984. A equipe acabou derrotada pelo Everton na decisão.

Após encerrar a carreira como jogador, iniciou sua trajetória como treinador justamente no Watford. Depois, comandou clubes como Swansea City, Wolverhampton e Portsmouth.

“Kenny tem status de lenda aqui por causa de suas conquistas extraordinárias como jogador, treinador e técnico. O clube perdeu alguém que realmente era um dos nossos”, afirmou o presidente e CEO do Watford, Scott Duxbury.

“Em nome de todos no Watford FC, envio minhas sinceras condolências à esposa Samantha e aos filhos David e Ryan, que hoje trabalha conosco e ajuda a construir o legado deixado pelo pai”, completou.

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La jueza libra de la cárcel a los activistas climáticos que echaron pintura al Congreso

La jueza libra de la cárcel a los activistas climáticos que echaron pintura al Congreso

La sentencia onsidera que hubo un delito de daños al patrimonio histórico, pero la jueza absuelve a cinco acusados e impone una multa económica a otros cuatro, un castigo muy inferior al solicitado por la Fiscalía

La Fiscalía busca un escarmiento en el primer juicio a activistas climáticos en el que pide cárcel

Los nueve activistas climáticos acusados de un delito contra el patrimonio histórico por arrojar pintura al edificio del Congreso de los Diputados en marzo de 2023 han evitado la cárcel que les pedía el fiscal. De hecho, cinco de los acusados han sido absueltos y los otros cuatros han recibido una pena de 12 meses de multa a razón de cuatro euros diarios, según recoge la sentencia, todavía recurrible, a la que ha tenido acceso elDiario.es

El fiscal pidió para los nueve sin distinción 21 meses de cárcel a modo de escarmiento: para que “no se vuelva” a repetir, dijo en la vista oral. Sin embargo, cinco de los procesados ni siquiera habían lanzado la pintura al agua sobre la fachada por lo que la jueza los ha librado de toda responsabilidad.

Aunque las acciones fueron reivindicadas por grupos como Futuro Vegetal, Rebelión Científica o Extinction Rebellion, la jueza indica en la sentencia que no hay pruebas de que esas personas pertenezcan a esos colectivos y que ni siquiera se les preguntó por ello durante el juicio.

Los cuatro activistas que reconocieron haber lanzado la pintura deberán además indemnizar al Congreso con unos 5.800 euros a repartir entre ellos. Los nueve ya habían aportado de forma preventiva y solidaria un cantidad para cubrir los gastos de limpieza del edificio.

La jueza ha considerado imponer la menor pena que “en todo caso considera proporcional a la gravedad de los hechos y que se impone en su mínimo legal al no concurrir circunstancias que justifiquen la mayor antijuricidad de la conducta. Así, los acusados emplearon una pintura diluida en agua para no causar tanto daño”, dice.

Ademas, “los acusados carecen de antecedentes penales por lo que no resulta pertinente en el presente caso imponer la pena más grave de prisión” que la acusación pretendía mostrar como aviso para frenar actuaciones similares en el futuro.

Sobre los cinco activistas que no lanzaron líquido, la sentencia observa que “no queda acreditado que realizasen actos esenciales para la consecución del propósito común, es decir, la causación de daños, sin que la actuación conjunta en el plano reivindicativo sea trasladable al plano típico de los daños. En consecuencia, procede su absolución”.

Tanto los policías como el fiscal trataron de argumentar que todos los acusados eran parte de un operativo en el que cada uno tenía una misión para un objetivo común. Incluso llegarona decir que una de las acusadas que habló con un agente estaba siriviendo de “maniobara de distracción”.

La magistrada Blanca María Saiz zanja: “Se limitaron a estar por un breve periodo de tiempo”.

Sobre los cuatro condenados a multa, la sentencia subraya que “aceptaron el riesgo que suponía lanzar pintura roja en el Congreso, siendo además el color rojo, especialmente llamativo y fuerte”. También indica que la libertad de expresión no ampara esta acción y que los medios utilizados excedieron los límites de ese derecho.

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Adiós, León

Se marcha este viernes el papa León XIV, dejando tras de sí una estela de cercanía, una legión de bebés bendecidos y un buen puñado de mensajes contundentes a nuestra clase política. Por primera vez hubo unanimidad en el patio del colegio, de derecha a izquierda, extremos inclusive, y todos firmaron a fuego el discurso de Prevost. Radiantes se mostraron PP y Vox, sin atender a la andanada que les envió su Santidad sobre la inmigración y la prioridad nacional que ambos suscriben en varias autonomías. Y tampoco disimularon su orgullo en la bancada socialista, que se creyó respaldada a pesar de la pulla papal sobre el aborto y el comportamiento ético de los cargos públicos. Unos y otros se vieron reflejados en cada santo discurso y, total, para qué sacarlos de esa realidad paralela y a veces tan lejana a la que se vive aquí abajo, en la pura calle.

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El Mundial, el torneo más especial que hace que todo se olvide

Cuando oigo la palabra Mundial, me evoca a recuerdos de la infancia, a esa etapa en las que era un absoluto placer ver un partido tras otro sin descanso. Siendo feliz, en definitiva.

Los nuevos tiempos traen un fútbol muy distinto de aquel. O eso al menos te dicta la memoria. El dinero se entromete en exceso –con países como Qatar o Arabia organizando el evento– y la política también: habrá qué ver cuánto interfiere Donald Trump. Que le pregunten a Irán, exiliado en México pese a jugar sus partidos en Estados Unidos, o al arbitro somalí deportado por unos presuntos vínculos con terrorismo.

Pero creo, y confío en ello, que en cuanto eche a rodar el balón, todo eso se acabará olvidando. Es lo bueno del fútbol. Alucinaremos con todas las superestrellas del torneo y disfrutaremos con cada partido, por muy aburrido que suene un Bosnia y Herzegovina contra Canadá.

Y además España llega con un superequipo. Campeona de Europa y con más de dos años sin haber perdido un partido, llega el momento de cambiar la camiseta de nuestro equipo, olvidando todo tipo de rencillas, y ponernos la de todos: la Roja. Fue un orgullo ver a un país unido en las victorias –de 2008 a 2012– y también lo fue verlo llorar en las derrotas. Que se repita ahora, ¡todos con España!

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España quiere su segunda estrella: un equipo para soñar con la gloria después de tres decepciones difíciles de olvidar

Ganar un Mundial de fútbol ya no es una utopía para España. En Sudáfrica, hace ya 16 años, se rompió una especie de maleficio que se extendió durante muchísimos años para lograr una de las mayores gestas de nuestro país y hacerlo además en el deporte rey. Todos recordemos donde estábamos aquel 11 de julio de 2010. Con quién nos abrazamos cuando marcó el gol de la final Andrés Iniesta. Cómo gritamos con cada patada de la selección holandesa –antes de su horrible cambio a Países Bajos– y las lágrimas con el pitido final del árbitro.

Eran días felices para la selección española. Dos años antes, se había ganado la Eurocopa en Viena. Y dos años después, se levantó otra vez el torneo continental con una paliza a Italia (4-0) en Kiev.

Fue uno de los ciclos de mayor dominio de una selección de la historia con una generación irrepetible, la de los Xavi, Iniesta, Casillas, Ramos, Villa, Torres, Puyol, Xabi , Busquets, Pedro y compañía.

Pero tras ellos, llegó la 'normalidad'. Batacazo inesperado en Brasil 2014 –adiós en la fase de grupos– con los mismos jugadores, pero ya con demasiados kilómetros en las piernas. Debacle en Rusia 2018, eliminados por la anfitriona en octavos de final, con el esperpéntico cambio de seleccionador apenas dos días antes de inicio del torneo. Y nueva decepción en Qatar 2022, con Luis Enrique a los mandos y una desunión como no se recuerda: adiós de nuevo en octavos, ante Marruecos en la tanda de penaltis.

En las Eurocopas, más de lo mismo. No se dio la talla en 2016, donde se cayó ante Italia en octavos, aunque sí se dio una buena imagen en 2021, eliminados en las semifinales –de manera bastante injusta futbolísticamente hablando– ante Italia, de nuevo sin suerte en los lanzamientos desde los 11 metros.

Pero España es país de grandes futbolistas y solo era cuestión de tiempo que eso se viera reflejado, de nuevo, en el campo. La irrepetible Generación de Oro del fútbol español ya tiene sucesora con un grupo de talentosos jugadores comandados por el más joven de todos ellos: Lamine Yamal.

Por primera vez en la historia, la Roja tiene a uno de los grandes atractivos del torneo. Pese a la calidad de jugadores como Xavi Hernández, Andrés Iniesta o Iker Casillas, los focos se iban hacia Cristiano Ronaldo, Leo Messi o Neymar Jr. Ahora, eso no pasa: el de Rocafonda le mira a los ojos, mediáticamente, a los Mbappé y compañía. Y en el campo, no parece haber un futbolista mejor que el extremo español.

Además, como líder del grupo está todo un Balón de Oro, Rodri Hernández. El único jugador español, junto a Luis Suárez, en ser elegido el mejor futbolista del mundo.

Junto a ellos, un grupo tremendo de futbolistas con mucho más fútbol que nombre: Pedri destaca entre ellos, pero también Mikel Oyarzabal, Nico Williams, Fabián Ruiz, Mikel Merino, Marcos Llorente, Dani Olmo... y así hasta completar la lista de 26 convocados. Con ese grupo se ha levantado una Nations League, en 2023, y también una Eurocopa, en 2024, que fue la confirmación de que este grupo está llamado a hacer historia.

Mención especial merece Luis de la Fuente, un hombre de la casa en la Real Federación Española de Fútbol que llegó discutido y al que nadie tose ahora. Su labor está siendo absolutamente impoluta.

Pero como un Mundial es un Mundial, prudencia absoluta. España es especialista en llegar como favorita y acabar con una gran decepción, conviene recordarlo. Para empezar, hay que superar el grupo, por muy asequible que parezca Cabo Verde, Arabia Saudí y Uruguay, y hacerlo como primera de grupo. Después, respeto a cada rival... y a soñar.

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Jeff Bezos, sobre el impacto de la IA: “Muchas familias con dos sueldos verán cómo uno de ellos abandona el mercado laboral"

La Inteligencia Artificial ha llegado para revolucionar la sociedad actual en todos los aspectos. Desde una simple búsqueda en el móvil sentado en el sillón hasta lo que da de comer a las personas cada mes: el trabajo. Esta tecnología tiene un impacto directo en el mercado laboral, tanto positivo como negativo dependiendo del puesto y la persona en cuestión. Según los datos de Hays, los ingenieros de IA alcanzan retribuciones de hasta 72.500 euros anuales, una cifra que los coloca prácticamente al mismo nivel que los Change Managers, que lideran el ranking con 72.700 euros.

Estos altos salarios se deben a la escasez de talento especializado que hay en España. No todo es positivo porque hay empresas que suprimen algunos puestos por la llegada de esta tecnología, lo que deja a muchos trabajadores en la calle. El miedo a perder el empleo ha llegado a muchos trabajadores, que temen por ser sustituidos. Esa sensación no la comparte una de las personas más influyentes en la actualidad, Jeff Bezos. El fundador de Amazon considera que la IA va a ser beneficiosa a nivel laboral para la gran mayoría de familias, como afirmó en una entrevista con la CNBC.

Cómo afectará la IA al mercado laboral

Jeff Bezos dejó una frase que fuera de contexto puede atemorizar todavía más: "Muchas personas que viven en hogares con dos ingresos verán cómo una de ellas abandona el mercado laboral". Puede sonar a despido, pero lo afirma en el sentido de que no va a ser necesario tener dos sueldos en casa para que la familia salga adelante sin apuros en el día a día. Parece algo muy lejano a día de hoy, pero confía en que se llegue a ese punto.

Así será la economía en unos años por la IA

No solo se lanzó a hacer esa predicción, sino que también explicó cómo considera que será el mundo en unos años: "Predigo que realmente tendremos deflación, suponiendo que dejemos que esta tecnología se desarrolle y no la frenemos con una regulación demasiado temprana". Cree que puede llegar una normativa que impida que la IA llegue hasta el punto que Jeff Bezos considera que puede llegar a día de hoy. Su impacto sería total.

También explicó por qué las familias necesitarán menos recursos y llegará la mencionada deflación: "Todo será más barato, la comida será más barata, la construcción de viviendas será más barata". La vivienda ahora es el gran problema en España e incluso se proponen algunas soluciones llamativas, pero considera que evolucionará favorablemente para los ciudadanos gracias a la Inteligencia Artificial.

"Incluso si resulta ser una burbuja, no deberías preocuparte porque la burbuja está impulsando la inversión y gran parte de esa inversión terminará siendo muy saludable", sentencia. Todos sus mensajes son positivos respecto a la llegada de la IA, aunque no todas las experiencias son igual de positivas como muestra Starbucks, que ha dejado de usar su IA tras ser incapaz de contar cartones de leche. Solo queda esperar para ver el camino que lleva la Inteligencia Artificial.

© EFE

Boda de Jeff Bezos y Lauren Sanchez en Venecia
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El crack de 150 millones de Florentino Pérez era Julián Álvarez: ¿fue una cortina de humo o habrá más negociaciones con el Atlético?

Julián Álvarez era el jugador de los 150 millones de euros. Florentino Pérez prometió, durante su campaña para ser reelegido como presidente del Real Madrid, que realizaría una oferta por esa cantidad por un jugador de un equipo de la Champions, y el martes el Atlético de Madrid la recibió. El club rojiblanco, sin embargo, ha rechazado la operación y se remite a la cláusula de rescisión del jugador, que asciende a 500 ‘kilos’.

"El Real Madrid CF comunica que, tras la reunión de la Junta Directiva celebrada hoy, ha realizado una oferta de 150 millones de euros al Club Atlético de Madrid por los derechos federativos del jugador Julián Álvarez", desveló un comunicado oficial de la entidad madridista. "Tras estudiarla y valorarla, el Club Atlético de Madrid ha agradecido la oferta realizada, efectuada en el marco de las buenas relaciones existentes entre ambos clubes, y la ha rechazado remitiéndose a la cláusula de rescisión del jugador", agregó el escrito.

Florentino Pérez, en el programa Horizonte de Iker Jiménez, prometió hacer una oferta de 150 millones por un futbolista de un equipo muy importante de la Champions, asegurando que no se trataba ni de Erling Haaland ni de Michael Olise, y que tampoco era un futbolista que jugaba en la Premier League.

Las miradas se dirigieron en ese momento al Paris Saint-Germain, con varios jugadores que cuadraban en ese perfil. Vitinha y Joao Neves fueron los nombres que muchos señalaron, sobre todo por la necesidad que tiene el Real Madrid de fichar a centrocampistas de calidad.

Una vez que Florentino Pérez ganó las elecciones, de nuevo volvió a salir el nombre de Olise, pero el Bayern salió al paso de los rumores y aseguró que no tiene intención alguna de deshacerse de la superestrella francesa.

Y este martes, varias informaciones señalaban que el elegido era Julián Álvarez. Por el jugador argentino ya ha mostrado interés en las últimas semanas el FC Barcelona, hasta el punto de que el Atlético atacó con dureza al club azulgrana en redes sociales, negando que tenga intención de vender al jugador.

Y el martes, el bombazo: la megaoferta, oficial, de 150 millones de euros por Julián Álvarez que fue confirmada por la entidad blanca. La respuesta fue, como era previsible, un ‘no’ del Atlético. ¿El inicio de una negociación o Florentino nunca tuvo intención de pagar esa cantidad y solo lo hizo como reclamo electoral?

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Comienza el Mundial de fútbol más caluroso que lava la cara a los petrodólares detrás del cambio climático

Comienza el Mundial de fútbol más caluroso que lava la cara a los petrodólares detrás del cambio climático

El torneo se disputa bajo la amenaza de temperaturas altas extremas mientras la FIFA hace de la petrolera saudí Aramco su principal patrocinador del que obtiene cientos de millones de dólares

Ciclistas achicharrados o fútbol 'a la parrilla': “Los aficionados deberían hacer ya lobby para mitigar el cambio climático”

Este jueves comienza el Mundial de fútbol en Norteamérica. Un torneo sobre el que caerá un calor peligroso para los jugadores, pero también para los aficionados que acudan a los estadios. Un evento organizado por la FIFA cuyo patrocinio principal proviene de los petrodólares responsables del cambio climático detrás de esas temperaturas extremas.

“No se trata de tiempo caluroso, sino que el calor, la humedad, la radiación solar y el viento combinados conllevan un gran estrés para los deportistas y fans”, cuentan fuentes de la Convención de la ONU para el Cambio Climático (CMNUCC). Este “calor extremo” va a ser “parte del campeonato: en las canchas, las gradas y las ciudades anfitrionas”, rematan.

Uno de los efectos más directos del cambio climático causado por los humanos es el incremento generalizado de las temperaturas. Más calor intenso en el planeta. En EEUU, México y Canadá, en junio y julio, 14 de las 16 sedes del Mundial de fútbol superan ya valores de temperatura de globo y bulbo húmedo (WBGT en inglés) de 28 °C durante las tardes.

Y se espera que 26 partidos tengan lugar en condiciones de WBGT de, al menos, 26ºC. De hecho, más de la mitad padecerán niveles de calor perjudicial, según los informes de los científicos del World Weather Attribution y Cimate Central.

Calor severo y Copa del Mundo de fútbol 2026

Para el próximo Mundial, en 14 de las 16 sedes anfitrionas, se superarán valores de WBGT de 28 °C más de la mitad del tiempo durante las tardes, según la media del registro de los últimos 20 años

Vancouver

Ottawa

19,6

Seattle

Toronto

Boston

23,3

24,6

Washington

26,5

26,6

21,9

Nueva

York

Atlanta

23,7

27,4

Dallas

Los Ángeles

29,4

Monterrey

28,5

28,4

Miami

25,5

Guadalajara

19,1

Ciudad

de México

WBGT es el índice que mide el estrés térmico sobre el cuerpo humano combinando temperatura, humedad, radiación solar y viento.

FUENTE: DONAL MULLAN ET AL.

Calor severo y Copa del Mundo

de fútbol 2026

Para el próximo Mundial, en 14 de las 16 sedes anfitrionas, se superarán valores de WBGT de 28 °C más de la mitad del tiempo durante las tardes, según la media del registro de los últimos 20 años

Vancouver

Ottawa

19,6

Seattle

Toronto

Boston

23,3

24,6

Washington

26,5

26,6

Nueva

York

21,9

Atlanta

23,7

27,4

Dallas

Los Ángeles

29,4

Monterrey

Miami

28,5

28,4

25,5

Guadalajara

19,1

Ciudad

de México

WBGT es el índice que mide el estrés térmico sobre el cuerpo humano combinando temperatura, humedad, radiación solar y viento.

FUENTE: DONAL MULLAN ET AL.

No se trata de “un día de calor”, subrayan en la convención climática de la ONU. Un WBGT de 26ºC es “mucho más caluroso de lo que puede parecer si solo se entiende como temperatura del aire”. La Asociación Americana de Meteorología informa de que una temperatura de 40ºC combinada con una humedad del 30% resulta en un WBGT de 26ºC.

“El incremento en la probabilidad de niveles extremos puede atribuirse con confianza al cambio climático de origen humano”, concluyeron en el World Weather Attribution.

Dinero y bloqueo climático

Un cambio climático consecuencia de las emisiones de gases de efecto invernadero, sobre todo, por la quema de combustibles fósiles: carbón, gas y petróleo. Y son, precisamente los petrodólares de Arabia Saudí una de las principales fuentes de dinero de la organización responsable del Mundial de fútbol, la FIFA.

“Está invirtiendo los ingresos del petróleo y el gas en la FIFA de diversas maneras”, describe un reciente análisis de la relación entre el organismo futbolístico y el petroestado realizado por la organización FairSquare.

Los acuerdos entre Aramco y la FIFA son el ejemplo más peligroso de publicidad fósil. Las intenciones de Arabia Saudí son promocionar los combustibles fósiles en un momento en el que es urgente la transición energética. Tiene las reservas y un enorme poder político para retrasar esa transición

Nick McGeehan Director de la organización FairSquare

“Los acuerdos entre Aramco y la FIFA son el ejemplo más peligroso de publicidad fósil”, argumenta el director de FairSquare, Nick McGeehan. En conversación con elDiario.es, McGeehan describe que “las intenciones de Arabia Saudí son promocionar los combustibles fósiles en un momento en el que es urgente la transición energética. Aramco tiene las reservas y un enorme poder político para retrasar esa transición y acelerar el calentamiento global”.

La cuestión es que, desde 2023, Arabia Saudí ha destinado grandes sumas de dinero al fútbol, directa e indirectamente. Así, en abril de 2024 la petrolera estatal saudí, Aramco, se convirtió en uno de los principales patrocinadores de la FIFA: 100 millones de dólares anuales hasta, al menos, 2027.

En mayo de 2026, la organización del fútbol Mundial anunció que el Fondo Soberano Saudí —que posee el 8% de Aramco y cuyas inversiones provienen de los ingresos que genera la petrolera— sería también patrocinador del Mundial 2026, aunque sin especificar con cuánto dinero.

Además, en noviembre de 2025, el Fondo Saudí para el Desarrollo y la FIFA firmaron un memorándum de entendimiento para “facilitar mil millones de dólares en préstamos para la construcción y rehabilitación de estadios deportivos”.

Mientras Arabia Saudí se convertía en socio principal del fútbol, ejercía también de bloqueo en las últimas cumbres del cambio climático. Sportwashing, por un lado, y lastre ambiental por el otro.

Los saudíes, al cortejar a la FIFA hasta conseguir la organización de la Copa del Mundo de 2034, han culminado –como lo llama el experto en política deportiva Jules Boykoff– un “puro lavado deportivo sin disimulo para aumentar el prestigio nacional y el avance económico y político”.

Al mismo tiempo, el país ha hecho todo lo posible por entorpecer el consenso sobre cómo alejarse del petróleo el gas y el carbón como indica la ciencia que debe hacerse para atajar la crisis del clima. Su ministro de Energía, Abdelaziz bin Salman, exclamó “absolutamente no” a la idea de un “abandono ordenado y justo de los combustibles fósiles” en la COP de 2023.

Y en la cumbre de Brasil en noviembre pasado, los saudíes se revelaron como parte integrante de una especie deeje del mal climático junto a EEUU y Rusia para impedir la mención del petróleo o el gas. EEUU no tenía en Belem do Pará representantes de alto nivel, pero Arabia sí. Y ejerció de portavoz de este eje.



El informe de FairSquare analiza que “Arabia está utilizando la FIFA para extraer hasta el último barril de sus vastas reservas de petróleo y gas. Y eso sería desastroso para el planeta”.

El Mundial “más contaminante”

Aramco y Arabia Saudi —el estado que controla compañía– “quieren usar la FIFA para avivar la demanda de su petróleo y su gas en un momento en el que las energías renovables amenazan el dominio de los combustibles fósiles.”

Nick McGeehan explica que “la publicidad es efectiva a la hora de promocionar estos productos y la publicidad en el deporte se ha mostrado particularmente eficaz”. Según el activista, “los aficionados que estén preocupados por el cambio climático pueden incluso no saber a qué se dedica Aramco así que es imperativo que este patrocinio termine y tener un debate serio sobre expulsar a los grandes contaminadores del deporte”.

El think tank New Weather Institute ha realizado una revisión sobre este Mundial desde el punto de vista climático y llegó a la conclusión de que “el acuerdo de patrocinio entre la FIFA y Aramco para la Copa del Mundo de Fútbol de 2026 inducirá a una inyección extra de unos 30 millones de toneladas de CO₂ debido al aumento de las ventas de combustible fósil de la compañía”: El Mundial “será el más contaminante de la historia”.

Al mismo tiempo la petrolera saudí obtuvo con este negocio fósil, según su memoria anual, un beneficio neto en 2025 de 93.000 millones de dólares de los que repartió 85.000 entre sus accionistas.

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GP de F1 de Mónaco: poca acción en pista, mucho que contar

Kimi Antonelli con Mercedes en el GP de F1 de Mónaco

Aunque adelantar siguió siendo prácticamente imposible, la carrera dejó suficientes sobresaltos como para merecer un análisis detenido. Y de eso se encarga el Podcast Técnica Fórmula 1

El GP de F1 de Barcelona presume de lleno en la nueva etapa de convivencia con Madrid

El Gran Premio de Mónaco de F1 volvió a demostrar que no necesita muchos adelantamientos para dejar una carrera cargada de lecturas. La cita del Principado sigue siendo un caso aparte dentro del calendario: estrecha, lenta, difícil de leer y casi siempre decidida por la clasificación y la posición en pista. Pero esta vez, aunque adelantar siguió siendo prácticamente imposible, la carrera dejó suficientes sobresaltos como para merecer un análisis detenido. Y de eso se encarga el Podcast Técnica Fórmula 1.

Antonelli, otra vez

La victoria fue, una vez más, para Kimi Antonelli. El italiano sigue ampliando su dominio y suma ya cinco triunfos consecutivos en una temporada que empieza a tener un dueño muy claro. Su fin de semana fue sólido desde el sábado, cuando logró la pole por muy poco frente a Max Verstappen, y se confirmó el domingo con una gestión impecable de la salida, las resalidas y los momentos de mayor presión.

El primer golpe importante llegó precisamente con Verstappen. Su fallo de motor en la salida cambió por completo el guion de la carrera y dejó al neerlandés fuera de la lucha antes de que Mónaco pudiera siquiera desarrollar su habitual partida de ajedrez. En un circuito en el que recuperar posiciones es casi una misión imposible, cualquier problema inicial se convierte en una condena.

Episodios extraños

A partir de ahí, la carrera se fue llenando de episodios extraños. Las sanciones por exceso de velocidad en el pit lane tuvieron un peso enorme y alteraron varias posiciones importantes. La más dolorosa fue la de Pierre Gasly, que acabó fuera del podio por apenas 0,1 km/h. En una pista en la que cada metro cuenta y cada decisión pesa, ese margen mínimo resume bien la crueldad de Mónaco.

Ferrari volvió a quedar señalada por decisiones difíciles de explicar. La gestión de las paradas, especialmente haciendo esperar a Charles Leclerc mientras Lewis Hamilton cumplía una penalización, comprometió la carrera del monegasco en su propia casa. Después llegó el accidente de Leclerc en una resalida, aparentemente relacionado con un problema de frenos, y sus críticas posteriores a Brembo, respondidas después por la marca italiana.

Un domingo complicado para muchos

También Mercedes tuvo un domingo complicado con George Russell. Su carrera quedó arruinada por una mala gestión del equipo y terminó agravándose con nuevas sanciones. A ello se sumaron maniobras muy discutibles, tanto de Russell como de otros equipos, en una carrera en la que algunos pilotos actuaron más como tapón estratégico que como competidores directos.

Williams, por ejemplo, utilizó esa lógica para frenar rivales y facilitar la estrategia de su compañero, generando situaciones tensas y algún incidente por detrás. El podio de Isack Hadjar fue una de las notas positivas del fin de semana. El piloto logró mantenerse arriba a pesar de los problemas y aprovechó una carrera en la que la limpieza, la precisión y la resistencia mental valieron casi tanto como el ritmo.

También Fernando Alonso logró sumar un punto, mientras los dos Racing Bulls entraron en zona de puntos junto a Esteban Ocon.

Protagonista tras Mónaco: el ADUO

Mónaco dejó, además, la confirmación de un elemento clave para el resto de la temporada: el ADUO. La distribución del rendimiento y de las posibilidades de desarrollo abre una nueva fase del campeonato. Red Bull aparece como el equipo más fuerte, Mercedes queda algo por debajo, Ferrari cuenta con más margen de desarrollo y recursos, y Audi y Honda se sitúan en una posición todavía más comprometida.

La conclusión es que Mónaco no ofreció una carrera clásica de adelantamientos, nunca lo hace, pero sí una prueba llena de tensión, errores, sanciones y decisiones estratégicas discutibles. Antonelli volvió a ganar, pero detrás de su victoria hubo mucho más que una procesión. Hubo una carrera incómoda, caótica y reveladora. Bastante piropo es este para Mónaco.

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El inicio del mandato de Florentino: de la denuncia al Barça a una superoferta con un nombre inesperado

El nuevo mandato de Florentino Pérez tiene por delante numerosos retos para estos cuatro años. Algunos son a medio plazo, como los planes para reanudar las actuaciones musicales en el estadio Santiago Bernabéu o lograr una sanción para el FC Barcelona por el caso Negreira, mientras que otros tendrán que ponerse en marcha a la mayor brevedad posible.

"Aquí sigo, los socios me conocen, aquí estoy para defender al Real Madrid. Vamos a seguir trabajando para que el Madrid siga ganando títulos. Orgullosos del Santiago Bernabéu, el mejor estadio, de tener a los mejores jugadores del mundo y de que vuelva uno de los mejores entrenadores del mundo, José Mourinho", afirmó Florentino Pérez pasada la una de la mañana de la madrugada de ayer tras confirmarse su victoria en las elecciones sobre Enrique Riquelme, con el 65% de los votos por el 35% de su rival.

La presentación del entrenador será cuestión de tiempo, solamente a la espera de que el paso del Papa León XIV por Madrid finalice. Con él podría llegar otro portugués, el exfutbolista Pepe, que está cerca de cerrar su incorporación al cuerpo técnico de Mourinho.

Además, hoy es el día en el que Florentino Pérez hará una oferta de al menos 150 millones de euros por "un jugador de un equipo grande de la Champions". Así lo anunció el pasado jueves en Horizonte con Iker Jiménez, en respuesta al posible fichaje de Erling Haaland por parte de la candidatura rival, aunque sin desvelar su nombre. Vitinha y Joao Neves, del Paris Saint-Germain, fueron los nombres que sonaron con más fuerza entonces, pero durante el fin de semana se especuló con que el jugador podría ser Michael Olise, del Bayern.

Sin embargo, ayer salió a la palestra otro nombre: Julián Álvarez. El delantero argentino quiere salir del Atlético de Madrid y el Barcelona, que le quiere, parece no poder llegar a una oferta superior a los 100 millones de euros.

Sin embargo, la dificultad de su fichaje es evidente: parece improbable que el club colchonero –ahora con Apollo al mando– acceda a vender a su gran estrella al eterno rival y vecino.

Además, también serán presentados durante los próximos días Denzel Dumfries e Ibrahima Konate. Tanto el lateral neerlandés como el central francés ya tienen un acuerdo con el Real Madrid.

También habrá que tomar una decisión en los próximos días con la sección de baloncesto. El futuro de Sergio Scariolo está en el aire después del batacazo en la Liga Endesa –eliminado en cuartos de final ante La Laguna Tenerife–, un varapalo que ha eclipsado el gran papel en la Euroliga, donde los blancos cayeron en una final con polémica arbitral ante Olympiacos.

En cuanto al caso Negreira, el Real Madrid ya remitió ayer la documentación –un dosier de unas 500 páginas– a la UEFA, a la que solicita que le retire todos los títulos logrados durante la época en la que el FC Barcelona le hizo pagos a José María Enriquez Negreira, entonces vicepresidente de los árbitros (CTA).

Algo más tiempo habrá que esperar para que haya novedades con el tema de los conciertos. Uno de los caballos de batalla del presidente madridista es zanjar el litigio que se abrió a raíz de una querella planteada por la Asociación Vecinal de Perjudicados por el Bernabéu, que denunció la superación de los límites sonoros establecidos por la normativa municipal.

Tras interrumpirse los conciertos en septiembre de 2024, el club acometió obras para paliar el ruido y, según Florentino, los grandes eventos musicales volverán "prontísimo", lo que permitirá reactivar una vía relevante de ingresos.

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Meter más ruido en el mar para salvar al cetáceo más pequeño y amenazado

Meter más ruido en el mar para salvar al cetáceo más pequeño y amenazado

El plan de recuperación de la marsopa ibérica prevé ahuyentarlas con balizas sonoras en las redes de pesca para evitar que queden atrapadas, mientras los especialistas expresan sus dudas sobre generar más contaminación acústica submarina sin garantía de eficacia

Ni orcas ni cachalotes, hay que salvar a la marsopa

Hacer el mar más ruidoso. La principal medida para intentar evitar que las marsopas ibéricas mueran atrapadas en las redes de pesca y salvarse así de la extinción es emitir ultrasonidos que ahuyenten a los cetáceos, según el Plan de Recuperación diseñado por el Ministerio de Transición Ecológica.

La marsopa (Phocoena phocoena) es el cetáceo más pequeño de todo el Atlántico norte. La gran familia en la que se encuadran desde las ballenas azules a los cachalotes y los delfines. Y alrededor de la península ibérica nada una variedad exclusiva —la meridionalis— cuya población se ha desplomado, sobre todo, por “las capturas accidentales” de la flota pesquera, como admite el documento gubernamental.

El problema es que las marsopas ibéricas se alimentan, especialmente, de las especies comerciales que buscan los buques pesqueros de fondo. Así que el “interés comercial” choca con la pequeña marsopa. O más bien se enreda.

Estas capturas se conocen como bycatch y “es el aspecto crucial del problema”, explica el responsable del programa marino de WWF, José Luis García Varas. “A eso se le suma que las marsopas solo son capaces de ecolocalizar las redes de enmalle a distancias inferiores a 3-6 metros”, incluye la orden ministerial del Plan de Recuperación. Dicho de otra forma: cuando los animales detectan el peligro de la red, ya es tarde, están encima.

García Varas remacha que “una buena parte de lo que sabemos es que los animales muertos que se encuentran están varados y muestran señales de redes”. Atrapadas en los sedales, terminan muriendo al no poder subir a la superficie a respirar o caer en un cansancio extremo en sus intentos por liberarse. Finalmente, son arrastradas por la corriente hasta la costa.

La situación de la población ibérica de marsopas es muy mala. Tanto como para que, primero, la Comisión Europea abriera un expediente sancionador a España por no preocuparse convenientemente por el estado de la especie. Después, tras los avisos de la UE, el Gobierno incorporó en 2020 a este cetáceo en la lista de variedades en peligro de extinción. Esta acción obliga por ley a diseñar un plan de recuperación. “Es previsible la desaparición de la población de las marsopas de las aguas de la península ibérica en los próximos 18-20 años si no se toman las medidas necesarias”, detalla ahora el Ministerio de Transición Ecológica.

La marsopa común: el cetáceo más pequeño... y el más amenazado

Es la especie de cetáceo de menor tamaño (entre 1,3 y 1,8 m de longitud y 25-90 kg de peso) del Atlántico Norte. Es fácil de avistar, ya que habita las aguas más próximas a la plataforma continental, donde se encuentran los peces de especies litorales que forman la base de su dieta. Puede llegar a vivir 20 años, aunque rara vez supera los 12.

(m)

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La marsopa es, junto con el delfín (a), el

calderón (b), el cachalote (c) y la ballena rorcual (d), uno de los cetáceos más comunes en las costas españolas

El hocico redondeado y los extremos de la boca levantados le dan a la marsopa su característica sonrisa.

En España hay

poblaciones permanentes

en el Cantábrico y la costa atlántica gallega, aunque

también ha sido   avistada   en aguas del Golfo de Cádiz, de las Canarias más orientales y, ya en el Mediterráneo, del mar de Alborán. Los últimos censos arrojan una población total en nuestro país de unos 1.000 ejemplares. Se encuentra en peligro de extinción desde diciembre de 2020.

Principales amenazas

   Capturas accidentales en redes de la pesca comercial

   Degradación de los ecosistemas litorales y contaminación costera

   Menor disponibilidad de alimento, ya que su dieta depende de especies de interés pesquero como la merluza, la anchoa o el bacalao.

FUENTES: MITECO Y COMISIÓN EUROPEA

La marsopa común: el cetáceo más

pequeño... y el más amenazado

Es la especie de cetáceo de menor tamaño (entre 1,3 y
1,8 m de longitud y 25-90 kg de peso) del Atlántico Norte. Es fácil de avistar, ya que habita las aguas más próximas a la plataforma continental, donde se encuentran los peces de especies litorales que forman la base de su dieta. Puede llegar a vivir 20 años, aunque rara vez supera los 12.

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La marsopa es, junto con el delfín (a), el calderón (b),

el cachalote (c) y la ballena rorcual (d), uno de los cetáceos más comunes en las costas españolas

El hocico redondeado y los extremos de la boca

levantados le dan a la marsopa su característica sonrisa.

En España hay

poblaciones permanentes

   en el

Cantábrico y la costa atlántica gallega, aunque también ha sido   avistada   en aguas del Golfo de Cádiz, de las

Canarias más orientales y, ya en el Mediterráneo, del mar de Alborán. Los últimos censos arrojan una población total en nuestro país de unos 1.000 ejemplares. Se encuentra en peligro de extinción desde diciembre de 2020.

Principales amenazas

   Capturas accidentales en redes de la pesca comercial

   Degradación de los ecosistemas litorales y contaminación costera

   Menor disponibilidad de alimento, ya que su dieta depende de especies de interés pesquero como la merluza, la anchoa o el bacalao.

FUENTES: MITECO Y COMISIÓN EUROPEA

Por eso este plan establece que determinados barcos que utilizan ciertos tipos de redes en profundidades superiores a 80 metros, que suelen ser hábitat de las marsopas, “tienen la obligación de utilizar dispositivos acústicos de disuasión durante sus actividades pesqueras”.

Esos “dispositivos” son balizas incorporadas a las mallas que emiten ultrasonidos. Se trata de crear una barrera sónica que ahuyente a las marsopas. “Usan una frecuencia que, en teoría, molesta a los animales y provoca que se alejen”, aclara García Varas. Una frecuencia, inaudible para los humanos pero detectable para la sensibilidad ultrasónica (por encima del los 10 Khz) de estos cetáceos.

Aunque las guías técnicas de estos aparatos indican que deben calibrarse para espantarlas, pero sin ocasionar daños o sordera, lo cierto es que el ruido en el mar es un problema. La contaminación acústica en las profundidades disturba un mundo oscuro (a 100 metros penetra un 1% de la luz, según explica la Agencia Estadounidense del Océano y la Atmósfera) pero con gran capacidad para conducir el sonido. Los cetáceos como la marsopa se han adaptado a este ecosistema.

“No nos parece lo mejor porque, al final, se trata de meter más ruido en el mar que ya tiene un alto nivel”, concluye el responsable de WWF.

El biólogo de la organización Coordinadora para el Estudio de los Mamíferos Marinos (CEMMA), Alfredo López, cuenta que el uso de dispositivos sonoros “es un tema controvertido porque va a incrementar el ruido marino en general y no se ha comprobado que sean efectivos para evitar las capturas accidentales de las marsopas”.

Varas y López coinciden en que “falta información” sobre esta medida aplicada a las marsopas ibéricas. “Se ha perdido mucho tiempo entre que apareció el informe de la CEMMA sobre el mal estado de la marsopa y este plan, en el que se podría haber recopilado información”, dice López.

Además, también “existe el riesgo”, abundan, de que ese ultrasonido aplicado para ahuyentar a las marsopas de los pesqueros, funcione como “un reclamo para otras especies como el delfín mular” porque les está avisando de que, allí, hay un banco de peces, es decir, alimento.

El refugio de las marsopas

El plan de recuperación se va a aplicar en la costa de Galicia. El “área crítica”, como lo llama el documento, abarca casi 790.000 hectáreas de aguas atlánticas desde la desembocadura de río Miño hasta el cabo Prior. Eso sí, va a quedar excluido el interior de las rías donde “hay delfines mulares” residentes que, según los estudios biológicos, expulsan a las marsopas en su competencia por alimentos.

En toda esa superficie los barcos tendrán que instalar las balizas. Además, la “Administración competente deberá valorar la pertinencia de proponer a la Comisión Europea la designación del área crítica de la marsopa como Lugar de Interés Comunitario para su inclusión en la Red Natura 2000 marina”.

Además, el borrador del plan exige la mejora del conocimiento de la interacción pesca-marsopa “para poder determinar los puntos críticos”, las zonas y periodos de mayor impacto y las flotas y especies objetivo que más influyen. También se establece el “refuerzo de la obligación de notificación obligatoria de cualquier captura accidental y marcaje mediante bridas de los ejemplares que no sean traídos a puerto” después de enredarse y morir.

Puede servir para defender el mar de otras agresiones

El borrador del plan contiene algunas medidas que, de aplicarse, podrían redundar en la mejora y protección de hábitats. La defensa de la marsopa beneficia ecosistemas enteros. Así, el texto pide que se tenga en cuenta la “prevención y mitigación de efectos negativos de planes, proyectos y actividades” que quieran instalarse en esas aguas.

Por ejemplo se deberá evaluar los impactos de proyectos de parques eólicos marinos que se pretenda instalar dentro del área crítica o de proyectos de exploración submarina o subterráneas.

También pide que se identifiquen las “fuentes de vertido desde tierra al mar” que contribuyen a la contaminación del hábitat de la marsopa, para que las autoridades competentes reduzcan esos vertidos. En la misma línea, la recuperación del pequeño cetáceo debería servir para disminuir los vertidos que los buques hacen en las aguas de la Phocoena, que lo son también de muchas otras especies.

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Fear grips the border between Romania and Ukraine: ‘We feel something much worse will happen’

Romania has been deeply shaken by the unprecedented incident that occurred in the early hours of last Friday, when a Russian drone carrying 30 kilograms of explosives crashed into a 10-story apartment block in Galați. The city lies just 15 miles from the Ukrainian port of Reni, one of the neighboring country’s key grain-export facilities and a reason why Russia attacks almost nightly. But on this occasion the drone’s impact crossed boundaries not previously seen in this European Union country. The unmanned aircraft exploded, injuring a woman and her 14-year-old son, who lived on the building’s top floor; the block stands in the nerve center of this town of about 250,000 people on the banks of the Danube.

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© EFE

Image of the building damaged by a Russian drone in Galați, Romania, last Friday.
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Dracula’s castle is bought by US entrepreneur in charge of Elvis Presley’s estate

The U.S. businessman Joel Weinshanker, the chief administrator of Elvis Presley’s rights and properties, has purchased a majority stake in the company that operates Bran Castle—popularly associated with Dracula—from the heirs of Princess Ileana of Romania, the online business news site Profit.ro reported on Friday.

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© KONTROLAB (KONTROLAB/LightRocket via Getty )

A room inside Bran Castle, Romania, an attraction for tourists as the home of the fictional character "Dracula."
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