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Ex-marido de Ana Hickmann desabafa após 24º pedido de prisão

Alexandre Correa usou as redes sociais para desabafar sobre as disputas judiciais envolvendo sua ex-esposa, Ana Hickmann. Nesta quinta-feira (11), o empresário relatou o impacto da situação em seu desgaste físico e emocional.

“Já são 1.110 dias sem uma mísera noite de sono decente. Não sei mais o que é insônia e o que é indignação extrema. Meu corpo está tão cansado que eu temo não conseguir seguir”, escreveu ele.

Sem dar mais detalhes sobre o assunto, Alexandre Correa também fez outra publicação em que citou a frase: “24º pedido de prisão”. Vale lembrar que o empresário e Ana Hickmann enfrentam diversos processos por questões patrimoniais, dívidas empresariais e outras ações decorrentes do rompimento.

Os dois ficaram juntos por 25 anos e anunciaram o fim do casamento em novembro de 2023, após a apresentadora registrar um boletim de ocorrência contra o então marido por violência doméstica.

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RJ: líder do Comando Vermelho que coordenava roubo de cargas é preso

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Policiais da Delegacia de Duque de Caxias e da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Baixada Fluminense prenderam, nessa segunda-feira (8), Wagner William Amâncio, o Waguinho, de 32 anos, considerado uma das lideranças do Comando Vermelho (CV), no Parque das Missões, em Duque de Caxias.

De acordo com as investigações, o criminoso era responsável por coordenar e gerenciar o roubo de cargas na Baixada Fluminense, sendo apontado como autor de diversos crimes ocorridos em rodovias da região, principalmente a Rio-Petrópolis. Na ação, mais dois traficantes de drogas foram presos.

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A finalidade da ação era prender integrantes da facção criminosa Comando Vermelho e desestruturar o núcleo da região. O lugar é utilizado como base logística e ponto estratégico de coordenação de crimes como tráfico de drogas, roubos de veículos, receptação e ocultação de criminosos.

Os agentes identificaram a liderança da facção responsável pela logística no local. Waguinho coordenava os roubos de veículos, fornecendo armamentos para os criminosos e organizando a remessa de automóveis roubados para comunidades dominadas pelo grupo, especialmente para o Complexo da Penha, na zona norte do Rio, principal reduto da liderança do CV no Rio.

As investigações demonstraram que diversos ladrões de veículos e cargas agiam sob ordens do criminoso, evidenciando sua posição de liderança dentro da organização. Waguinho também atuava no tráfico de drogas na região e tinha ligação com Edgar Alves de Andrade, o “Doca”.

Por meio de monitoramento, os policiais localizaram a residência utilizada por Waguinho. Durante a abordagem, foi cumprido mandado de prisão preventiva. Ele já tinha anotações criminais por roubo de carga, receptação e tráfico de drogas.

Ainda na região, foram presos mais dois traficantes de drogas. Um dos homens era responsável por exercer funções de apoio e sustentação das atividades. Ele já havia sido preso em 2019 e tinha anotações criminais por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

A ação faz parte da Operação Contenção, uma ofensiva para conter o avanço territorial da facção. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional do grupo.

Até agora, mais de 345 homens foram presos e outros 137 criminosos neutralizados em confronto. Foram apreendidas 477 armas, sendo 190 fuzis, e mais de 51 mil munições.

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Funcionária do setor financeiro é presa por suposto esquema de desvios em Goiânia

Uma funcionária do setor financeiro de uma empresa situada no Setor Marista, em Goiânia, foi presa em flagrante, nesta quinta-feira (05/06), sob suspeita de desviar R$ 137.430,39 da companhia. A ação foi realizada pela Polícia Civil de Goiás após a identificação de movimentações financeiras consideradas irregulares.

Segundo as investigações, a colaboradora teria utilizado o cargo que ocupava para efetuar transferências bancárias sem autorização para contas vinculadas a familiares. Os repasses ocorreram ao longo do período analisado pela polícia e causaram prejuízo expressivo à empresa.

Além das transferências suspeitas, a investigada também teria usado o cartão corporativo da empresa para despesas pessoais. Entre os gastos identificados estão compras diversas e aquisição de passagens aéreas, incompatíveis com as atividades profissionais exercidas.

Durante as diligências, os policiais descobriram que a mulher já havia adquirido uma passagem aérea para o Rio de Janeiro e realizado o check-in para embarque. A informação levantou suspeitas sobre uma possível tentativa de deixar a cidade.

Com a proximidade da viagem, equipes intensificaram as buscas e localizaram a suspeita poucas horas antes do embarque. A prisão ocorreu por meio do 8º Distrito Policial de Goiânia, vinculado à 1ª Delegacia Regional de Polícia.

Após a detenção, a Polícia Civil solicitou à Justiça a conversão do flagrante em prisão preventiva. O pedido teve como base o risco de fuga, a suposta continuidade das práticas investigadas e a necessidade de preservar o andamento das apurações.

As investigações continuam para identificar eventuais participantes do esquema e rastrear o destino dos recursos. A polícia também trabalha para recuperar os valores que teriam sido desviados da empresa.

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