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Primeira-dama de Luís Eduardo Magalhães elogia Bahia Farm Show

A primeira-dama de Luís Eduardo Magalhães e pré-candidata a deputada estadual, Cinthya Marabá (PL), destacou nesta sexta-feira, 12, em entrevista ao portal A TARDE, a importância da Bahia Farm Show para o município.Segundo ela, a feira se consolidou como o principal cartão de visitas de Luís Eduardo Magalhães, projetando o município nacionalmente ao reunir autoridades políticas, empresários e grandes nomes do agronegócio.“Essa feira é muito importante para o nosso município. É um verdadeiro cartão postal, que atrai empresas e pessoas importantes, seja da política ou do agronegócio”, afirmou.Considerada a maior feira de tecnologia agrícola e negócios do Norte e Nordeste e uma das principais do país, a Bahia Farm Show realiza sua 20ª edição sob o lema "Somos um só". O evento começou na última segunda-feira, 8, e segue até este sábado, 13. Leia Também: BAHIA FARM SHOW “Muito orgulhosa”, diz Miriam Hermes após homenagem na 20ª edição da Bahia Farm Show AGRO EM PAUTA Bahia Farm Show debate energia e expansão do agro no Oeste BAHIA FARM SHOW Bahia Farm Show apresenta soluções para geração de energia com biogás e biometano Visita do presidenciávelCinthya também comentou a passagem do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pela feira na terça-feira, 9. Segundo ela, o parlamentar foi recebido com entusiasmo pelo público presente.“Foi muito importante ter Flávio Bolsonaro aqui. Receber um pré-candidato à Presidência da República é um marco para o município. Foi possível perceber o carinho das pessoas e o desejo de mudança política manifestado por quem esteve presente”, disse.

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Setor de fertilizantes aposta em alternativas para driblar perdas com guerra no Oriente Médio

Há cerca de quatro meses, a guerra no Oriente Médio tem deixado marcas no setor industrial e do agronegócio em todo o mundo. Com o fechamento do Estreito de Ormuz, a principal matéria-prima de produção e os derivados do petróleo foram afetados, o que balança as exportações em todo o mundo.Um dos setores que foram atingidos pelas altas de preço e pela escassez de insumo foi o setor de fertilizantes, cuja região domina a produção de nitrogenados (como ureia e amônia) e fosfatados, essenciais para a produção do fertilizante. Leia Também: BAHIA FARM SHOW “Muito orgulhosa”, diz Mirian Hermes após homenagem na 20ª edição da Bahia Farm Show AGRO EM PAUTA Bahia Farm Show debate energia e expansão do agro no Oeste BAHIA FARM SHOW Bahia Farm Show apresenta soluções para geração de energia com biogás e biometano “Os conflitos do Oriente Médio realmente impactaram severamente o suprimento mundial essencial para o fertilizante. Cerca de 40% do fósforo e 20% do nitrogênio que o Brasil importa vêm da região do golfo. Muito do enxofre que é a matéria-prima para a produção do fosfatado também vem de lá e nós somos consumidores desse enxofre”, disse o gerente comercial Carlos Alexandre.Para driblar a baixa oferta do produto e as altas dos preços, o setor de fertilizantes tem apostado em estocagem de matérias-primas e alternativas com preços mais acessíveis ao produtor. Na Bahia Farm Show, os produtores promovem essas novas janelas de oportunidade para o campo.“A forma que encontramos para mitigar isso foi antecipando compras de enxofre para a produção de ácido sulfúrico, que está estocado. Então, nós temos segurança de suprimento e de produção para continuarmos produzindo e comercializando para o produtor rural”, continuou ele.Volatilidade e mitigação de altas dos preçosDesde a guerra no Irã, a ureia, por exemplo, alcançou US$ 710 por tonelada CFR Brasil (custo mais frete) — alta de 50% em 30 dias, alta de 89% em relação ao ano anterior. O MAP (fosfatado) subiu para US$ 850 por tonelada (+17% no último mês), enquanto o KCl (potássio) permaneceu relativamente estável, ao redor de US$ 383 por tonelada.A alta dos insumos afetou o custo da produção do produtor brasileiro, o que agravou o cenário de troca do campo, segundo relatório da Consultoria Agro do Itaú BBA.Carlos Alexandre explica que os fertilizantes funcionam como commodity e que a precificação é baseada internacionalmente.“Somos tomadores de preços e o que a gente vem fazendo e realizando com sucesso é criando produtos diferenciais e alternativos para poder otimizar o custo de aplicação ao produtor sem ter a perda nutricional da planta. A gente consegue ter mobilidade entre produtos e produção para mitigar riscos de preços”, continuou ele.Entre esses produtos com menores custos está a linha de preços farelados e enriquecidos com micronutrientes, que diminui o custo de aplicação dos insumos.Aposta em novos mercadosPara o setor, o mercado está reagindo bem ao cenário no Irã, com quedas nos preços da ureia, maior movimentação comercial da China e uma menor dependência dos insumos no Oriente Médio.“Para a próxima etapa, boa parte do mercado de potássio já andou, diria que acima de 85%, e o de fósforo, uns 55%. Onde se tem coisa para acontecer é nos nitrogenados que estão mais atrasados e o produtor está tendo um pouco de cautela, aproveitando essa janela de oportunidade. O que eu acredito é no time para fechar esse restante de pedido, interiorizar o produto na indústria e trazer para o campo”, explica Rafael Barbiero, CEO da Albar. Nesse primeiro semestre, as empresas de fertilizantes que nem a nossa, se posicionaram, compraram, adubaram, forneceram e estão vendendo produtos. Para o segundo semestre, a oferta de produto é menor no mercado, então quem deixar muito para frente corre o risco. Então a janela está se fechando e acreditamos que está numa boa relação de troca Rafael Barbiero - CEO da Albar A Albar acredita que a demanda por NPK de forma geral, principalmente na cotonicultura, é uma ótima oportunidade de negociação e de relações de troca com o produtor.“A janela está se fechando. Então, acho que está num bom momento de preço, equilibrou um pouco, os preços das commodities não subiram muito, mas o dólar futuro está bom. Dá para a gente melhorar um pouco essa precificação”, finaliza ele.

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“Muito orgulhosa”, diz Mirian Hermes após homenagem na 20ª edição da Bahia Farm Show

Há mais de 20 anos, a jornalista do Jornal A TARDE, Mirian Hermes, tem sido uma das principais vozes do agrojornalismo baiano.Filha do Paraná, ela ainda passou um bom tempo no Paraná antes de se mudar para a Bahia. Foi nesse momento em que ela começou a dar passos pequenos, mas promissores no jornalismo.Em 1997, ela entrou no Jornal A TARDE, onde continua levando a comunicação do setor, com precisão e confiabilidade até hoje.“Vim para cá quando tudo ainda era mato. Tudo era Cerrado. Na verdade não era tudo, mas muito porque tinham poucas fazendas e fui acompanhando tudo isso daqui”, disse a jornalista.Antes mesmo do início da Bahia Farm Show, Mirian Hermes já acompanhava a evolução do agronegócio na região, que hoje é considerada o epicentro do setor na Bahia.Para ela, a homenagem surge em um momento de reconhecimento pelos mais de 20 anos cobrindo o setor no oeste baiano. Ela deseja que outros profissionais também sejam lembrados com o decorrer das edições.“Fiquei muito orgulhosa de ser a primeira, e olha que eu não gosto de ser centro de atenções. Para mim, é um desafio pessoal. Gosto de ficar no meu cantinho, observando e contando para os outros que eu estou vendo. Mas eu achei legal. Os meus filhos adoraram e vibraram mais do que eu”, brincou a profissional.“Eu espero que continuem homenageando outras pessoas que também se dedicam a essa cobertura”, continuou ela. Leia Também: AGRO EM PAUTA Bahia Farm Show debate energia e expansão do agro no Oeste ALTA DEMANDA LEM reforça infraestrutura para dar conta de crescimento populacional POTÊNCIA NO OESTE Faeb lança e-Agro Notícias e exalta potência do Oeste baiano Um momento para os admiradoresQuem passa pela Bahia Farm Show consegue ver estampado o nome da jornalista na sala de imprensa na 20ª edição do BFS.Dentro do espaço, a foto da admirada Mirian Hermes está estampada na parede junto às inúmeras reportagens que a jornalista escreveu sobre o agro da Bahia.No intervalo de tempo em que escreve e “dá um giro” pela feira, outros jornalistas aproveitam para pedir uma foto à homenageada. Questionada sobre o que sente ao saber que o seu trabalho inspira outras pessoas, ela sorriu e já faz planos para os próximos anos.“Não sei como falar, mas todo mundo já me conhecia pelo meu trabalho e já me tinham como uma referência. E tem ainda gente que ainda me considera”, continuou ela.Para o presidente da Associação de Produtores e Irrigantes do Estado da Bahia (Aiba), Moisés Schmidt, a homenagem à jornalista é uma forma de reconhecer o papel dos profissionais da imprensa que são considerados o “quarto pé” da Bahia Farm Show.“Sem vocês não somos nada lá fora. Vocês comunicam e falam. A gente sabe fazer isso aqui tão bem feito, porém, a gente não consegue chegar lá fora se não for com a ajuda de vocês. Então muito obrigado a cada um de vocês que estão aqui, que acreditam nessa feira que estão aqui. Então nada melhor do que fazer essa homenagem agora à nossa amiga Mirian Hermes”, disse ele.Jornalismo x Agro: uma missão desafiadoraQuando começou, Mirian ainda não era formada em Jornalismo. Não existia o curso quando era adolescente. Mas o que não lhe faltava era o dom da escrita.Ela começou como cuidadora de idoso, em Curitiba, até que recebeu uma proposta de escrever alguns textos para um jornal. Ao aceitar e mostrar o seu talento para a escrita, a jornalista iniciou então a sua admirada carreira.“Quando eu vim pra cá [Oeste da Bahia], eu já trabalhava com isso, mas não tinha feito o curso. Eu só comecei em 2005, quando abriu o curso em Barreiras. As pessoas diziam que se eu não fizesse o curso, os jovens iam fazer e depois iam ser os meus chefes. Falei que eu não queria isso” , brincou ela.Hoje, Mirian olha para trás e resume sua trajetória na cobertura do setor como desafiadora, mas ainda se vê nos próximos anos ativa no setor.“É um trabalho contínuo. Porque é uma mudança a todo o momento. Sempre com novas áreas, produtividade. É muita coisa. Um ano chove demais, outro ano chove de menos. Em um ano o preço está bem lá embaixo, não está nem pagando custo. Muita novidade, e tem sido desafiador também, a medida que vai mudando a gente tem que ir acompanhando. Eu acho que tem muito trabalho para a gente e espero continuar muito tempo acompanhando”, explica ela.

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Bahia Farm Show debate energia e expansão do agro no Oeste

As inovações e tecnologias no agro para ampliar os investimentos no agro voltaram a virar pautas relevantes no 3° dia de Bahia Farm Show (BFS), realizado em Luís Eduardo Magalhães (LEM).Dessa vez, os frutos desses investimentos foram exaltados mais uma vez pelo prefeito de LEM, Junior Marabá (PP), que projeta maior verticalização e aumento populacional da cidade. Leia Também: BAHIA FARM SHOW Bahia Farm Show apresenta soluções para geração de energia com biogás e biometano RECEPÇÃO CALOROSA Flávio Bolsonaro é recebido por apoiadores na visita a Bahia Farm Show “Nós temos uma cidade com uma urbanização diferente, onde nossa cidade é plana, que já se está alcançando uma porcentagem de saneamento básico, que coloca a cidade como uma das mais sanadas da Bahia, com boa amplitude de avenidas, com mobilidade urbana a qual você se desloca para qualquer bairro por ciclovia e faixa de pedestre. Isso traz investimentos na área de indústria, mas também na construção civil”, disse o gestor nesta quarta-feira, 10.Para ele, a realização da BFS, é a maior captadora dessas perspectivas de crescimento urbano, econômico e populacional de LEM.“LEM se potencializa com o setor do agronegócio e a partir do momento que temos a realização desse evento, nós temos os olhos voltados ao nosso município”, continuou o prefeito.Agro e novas demandas energéticasE não é tão difícil de se vislumbrar isso. A alta demanda por produtividade no campo criou uma pressão no mercado em busca de maior eficiência, como a energética. A maior oferta por energia também foi amplamente discutida na feira, com os anúncios de investimento da Neoenergia Coelba.“Anunciamos um grande ciclo de investimentos, cerca de R$ 25 bilhões investidos em toda a Bahia, e aqui no Extremo Oeste, cerca de R$ 3,2 bilhões, que juntas trazem a oportunidade de 25 novas subestações, com 10 com previsão de serem entregues até 2030, como a de Luís Eduardo Magalhães, que traz a oportunidade de negócios para o agronegócio e do comércio”, disse Fabiana Lopes, diretora-presidente da Neoenergia Coelba.Segundo dados da Neoenergia, as novas subestações terão um papel fundamental para o atendimento às demandas do agronegócio. Para isso, os investimentos contarão com média e alta tensão.“Nós estamos fazendo um trabalho com as associações, como a Aiba, a Abapa e as demais do segmento do agro do extremo oeste para que possamos ampliar o mapeamento da demanda futura, o que se tem de perspectiva de crescimento para que a Neoenergia possa acompanhar”, finalizou Lopes.Novidades para o produtorNesta semana, a Comercializadora do Grupo Neoenergia lança uma campanha estratégica voltada para a cadeia produtiva do algodão do Oeste baiano, através de atração ao mercado livre de energia.O objetivo é aproximar o produtor rural da indústria de beneficiamento por meio de contratação que permite a escolha do fornecedor e a livre negociação de prazos e preço.De acordo com o gerente comercial da Neoenergia, Leonardo Souza, a modalidade permitirá maior previsibilidade de custos e blinda o produtor dos impactos das bandeiras tarifárias de energia."Os clientes de alta tensão agora contam com uma verdadeira portabilidade energética. Por meio de contratos de longo prazo, oferecemos a eles a oportunidade de adquirir energia de fontes renováveis com total previsibilidade financeira, permitindo que planejem e conheçam o valor de suas faturas com anos de antecedência", destacou ele.Aproximação do agro com a sociedadeO crescimento do setor no oeste baiano também está sendo acompanhado pela Federação de Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (FAEB).Com o intuito de aproximar o agronegócio, com as principais notícias do setor, a entidade lançou nesta quarta, o E-Agro, sistema agropecuário da Bahia, com o objetivo de fazer pesquisa, tecnologia e produzir dados e informação."Somos o setor responsável por 30% dos empregos, 25% do PIB. Um setor importante para a sociedade e nós não podemos ficar longe de vocês. O E-Agro é um banco de notícias com agilidade e confiabilidade sobre safra, produção de novos produtos e disseminação de novas pesquisas", finalizou Humberto Miranda, presidente da federação.Bahia Farm ShowUma das maiores feiras de agronegócio do Brasil, a Bahia Farm Show chega à sua 20ª edição em 2026.O evento segue até o sábado, 13, e reúne os principais agentes do setor, entre produtores e investidores do agronegócio.

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LEM reforça infraestrutura para dar conta de crescimento populacional

Com população estimada de 118 mil habitantes, Luís Eduardo Magalhães registrou um dos maiores crescimentos populacionais do Brasil na última década, segundo o censo do IBGE.Para dar conta de um aumento tão acelerado em tão pouco tempo, o município do Oeste da Bahia, conhecido como capital do agronegócio do Nordeste brasileiro, tem como um de seus maiores desafios ampliar a infraestrutura local. Leia Também: POTÊNCIA NO OESTE Faeb lança e-Agro Notícias e exalta potência do Oeste baiano BAHIA FARM SHOW Bahia Farm Show apresenta soluções para geração de energia com biogás e biometano RECEPÇÃO CALOROSA Flávio Bolsonaro é recebido por apoiadores na visita a Bahia Farm Show Para o prefeito Júnior Marabá (PP), a cidade já atende a atual demanda por moradia. O gestor avalia que a cidade está preparada para receber novos investimentos que devem aumentar ainda mais a procura por habitação.“Temos uma cidade com urbanização diferente, que é plana e que já está se alcançando uma porcentagem de saneamento básico que coloca Luís Eduardo como uma das cidades mais saneadas da Bahia. Nós temos uma boa amplitude de avenidas com uma mobilidade urbana a qual você se desloca de um bairro para outro por meio de ciclovia e também faixa de pedestre”, destacou o prefeito em entrevista ao portal A TARDE durante a Bahia Farm Show, nesta quarta-feira, 10.“Temos uma urbanização que chama muita atenção, então automaticamente você vai atraindo vários outros investimentos, seja na área da indústria, seja na construção civil. Nós temos aqui vários edifícios que estão sendo construídos e isso gera uma movimentação na área da indústria, da construção civil, do comércio, e do setor de serviços porque se carece muito da necessidade de oferta”, avaliou.

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Faeb lança e-Agro Notícias e exalta potência do Oeste baiano

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia (Faeb), Humberto Miranda, afirmou que o lançamento do E-Agro Notícias tem como objetivo ampliar a divulgação das informações do agronegócio baiano e fortalecer a conexão entre o campo e os centros de decisão política e econômica do estado. A declaração foi dada nesta quarta-feira (10), durante a Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia.Ao apresentar a nova plataforma de comunicação da entidade, Miranda ressaltou a relevância da região para a produção agropecuária nacional e destacou os resultados obtidos pelos produtores locais. Leia Também: BAHIA FARM SHOW Bahia Farm Show apresenta soluções para geração de energia com biogás e biometano RECEPÇÃO CALOROSA Flávio Bolsonaro é recebido por apoiadores na visita a Bahia Farm Show BAHIA FARM SHOW Bahia Farm Show: Alckmin destaca R$ 14 bilhões em crédito para o campo “A região Oeste é uma das regiões mais importantes do Brasil. Aqui nós temos tecnologia, ciência, produção e produtividade. Nos últimos anos, tem sido recorde de produção por área tanto de algodão quanto de soja. As melhores produtividades do Brasil estão aqui”, afirmou.Visibilidade ao agroSegundo o dirigente, o E-Agro Notícias surge para ampliar a visibilidade do setor, especialmente em Salvador, onde estão concentradas decisões políticas, comerciais e institucionais que impactam o agronegócio.“A gente precisa comunicar isso, inclusive na nossa capital. O E-Agro também vai ter essa responsabilidade de pegar a boa informação do campo e disseminar em Salvador”, disse.Humberto Miranda destacou ainda que o agronegócio tem papel estratégico para a economia baiana, gerando empregos, renda e atraindo recursos externos por meio das exportações.“É preciso levar essa informação de que o produtor está no campo trabalhando duro, gerando emprego, gerando renda, produzindo para exportação e captando recursos de fora do Brasil para movimentar a economia do nosso estado”, pontuou.

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Bahia Farm Show apresenta soluções para geração de energia com biogás e biometano

A corrida competitiva pela transição energética acelera ainda mais a demanda por fontes energéticas sustentáveis, principalmente no agronegócio, cujo setor é cobrado cada vez mais por produtividade.No segundo dia da 20ª edição da Bahia Farm Show, a demanda por fontes energéticas com o uso de alternativas sustentáveis como o biogás e biometano tornou-se uma das principais pautas para o setor.Para o presidente-diretor do Bahiagás, Luiz Gavazza, o setor está em um momento de gargalos na produção agro-silvo-pastoril, e que deve aproveitar as oportunidades produzidas no Nordeste. Leia Também: RECEPÇÃO CALOROSA Flávio Bolsonaro é recebido por apoiadores na visita a Bahia Farm Show BAHIA FARM SHOW Bahia Farm Show: Alckmin destaca R$ 14 bilhões em crédito para o campo BAHIA FARM SHOW Túlio Viana participa de visita técnica na Bahia Farm Show ao lado de Moisés Schimdt “O gás natural é um dos menos poluentes dos fósseis, e com o biometano, que é o gás natural renovável, existe um grande potencial para a produção no agronegócio”, explica ele.Um dos grandes cases de sucesso está ligado à Fazenda Capitar, um dos maiores empreendimentos do Matopiba em confinamento de animais para engorda e para o abate. Para a produção do gás, é usado resíduos agrossíduos pastoris.Produção insuficienteAlém disso, Gavazza aponta para a necessidade de produção de energia, que ainda é insuficiente para a demanda: "Conforme os dados que obtivemos da Aiba, da Abapa, da Assocafé e das associações corporativas aqui da região, aqui é uma região que produz 0,6 giga de energia e é um volume grande de energia, mas ainda é insuficiente para a sua demanda"."Nos próximos anos, até 2030, teremos produção de 1,3 giga de energia, mas ainda teremos 1,5 giga de carência. No Oeste baiana estamos procurando aglutinar as necessidades do Nordeste e como nós podemos enfrentá-las ao lado de usar insumos que são recursos inservíveis da agricultura, da pecuária, também da produção de lixos urbanos, que incomodam todas as cidades e até mesmo o esgotamento sanitário”, concluiu ele. Leia Também: RECEPÇÃO CALOROSA Flávio Bolsonaro é recebido por apoiadores na visita a Bahia Farm Show BAHIA FARM SHOW Bahia Farm Show: Alckmin destaca R$ 14 bilhões em crédito para o campo BAHIA FARM SHOW Túlio Viana participa de visita técnica na Bahia Farm Show ao lado de Moisés Schimdt O Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBIOGÁS), que se debruça no estudo e produção de biogás como recurso energético limpo e competitivo, aposta em um novo momento com o uso de resíduos e dejetos de animais para a produção de energia."Já temos 1.700 plantas em operação e nos últimos 10 anos o setor tem crescido, principalmente do agropecuário, usada para a produção de energia".De acordo com a empresa, a produção de biogás pode chegar a até 120 milhões metros cúbicos por dia, maior que a demanda por energia.O recurso surge como ativo financeiro, além de gerar novas receitas, autossuficiência e venda de excedente e alternativa de biofertilizantes orgânicos de alta performance.

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"O pior poderia acontecer ali", diz João Roma sobre pane em voo

A pane na aeronave em que estava o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), na noite de segunda-feira, 8, continuou gerando grande comoção entre a cúpula da oposição.A viagem até a cidade de Livramento de Nossa Senhora, no sudoeste baiano, para agenda política, precisou ser adiada após problemas técnicos na aeronave em que estavam.O pré-candidato ao Senado e presidente do PL na Bahia, João Roma sintetizou a sensação como "terrível" e descreveu os momentos de tensão na aeronave."Ontem realmente foi um momento de grande tensão. Depois de transcorrido 20 minutos de voo, houve uma despressurizacao da cabine, caíram as máscaras e o avião deu uma embicada. O piloto teve que fazer uma descida brusca de 28 mil pés para 12 mil pés. Foi uma sensação terrível, de risco eminente, que o pior poderia acontecer na noite de ontem, mas graças a Deus o piloto conseguiu estabilizar a aeronave", disse ele em entrevista na Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães. Leia Também: FALHA NA AERONAVE ACM Neto fala sobre susto com pane em avião: “Gratidão a Deus” POLÍTICA Jerônimo se solidariza com ACM Neto após pane em voo SUSTO Avião de ACM Neto perde altitude por problema técnico "Retomamos em segurança e voltamos para Salvador. Quero agradecer a Deus e as mensagens de carinho, e na próxima quinta-feira, terá uma missa de ação de graças, em Salvador", continuou ele.Além do pré-candidato ao governo do Estado da Bahia, estavam a bordo o pré-candidato ao Senado e ex-ministro João Roma (PL), a deputada federal Roberta Roma (PL), e o deputado estadual Nelson Leal.Agenda na Bahia Farm ShowJoão Roma visita a Bahia Farm Show, que chega ao 2° dia de feira. Junto ao prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabás, ele destacou a potência de oportunidades com a BFS."Um dos principais eventos do agro do Brasil, que é a Bahia Farm Show, na 20ª edição esse ano. Isso representa tecnologia, inovação, superação, empreeendimento. Tudo isso estimula e fortalece do futuro da Bahia e do Brasil", continuou ele.

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Bahia Farm Show: Alckmin destaca R$ 14 bilhões em crédito para o campo

O primeiro dia da Bahia Farm Show 2026, que este ano celebra a histórica edição de 20 anos, começou nesta segunda-feira, 8, em Luís Eduardo Magalhães, oeste da Bahia, com movimentação política e discussões estratégicas para o futuro do agronegócio no Norte e Nordeste do país. A cerimônia de abertura oficial, realizada no complexo que sedia a feira, reuniu lideranças de peso das esferas municipal, estadual e federal, consolidando a relevância do evento no calendário econômico nacional.A mesa de honra contou com a presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin; do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT); do senador Jaques Wagner (PT); do Ministro da Agricultura e Pecuária; e do prefeito do município anfitrião, Júnior Marabá (PP). Leia Também: ENTREVISTA EXCLUSIVA Junior Marabá destaca Bahia Farm Show e pujança do agronegócio baiano IRREGULARIDADES Contratação de R$ 15 milhões é barrada em prefeitura baiana PORTAL MUNICÍPIOS Cerveja impulsiona crescimento econômico de Alagoinhas A comitiva liderou os discursos institucionais que marcaram as duas décadas de evolução tecnológica e produtiva da região Oeste.Cinturão agrícolaO destaque político foi o pronunciamento do governador Jerônimo Rodrigues, o qual reafirmou o compromisso do Estado com o combate à criminalidade na região por intermédio da Operação Safra. A iniciativa estratégica tem o objetivo de proteger o cinturão agrícola baiano, garantindo a tranquilidade de produtores, trabalhadores rurais e moradores das áreas urbanas e vicinais."A segurança pública no interior é uma prioridade absoluta da nossa gestão, especialmente em uma região de forte pujança econômica e que, por isso, demanda uma atenção minuciosa do aparato policial", declarou o governador. De acordo com Jerônimo, o plano de ação estadual está estruturado sob os pilares da integração e da inteligência, dividindo-se em três frentes principais:- ampliação do patrulhamento com o apoio fundamental da Polícia Militar, com destaque para a atuação da Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE-Cerrado).- atuação conjunta e cirúrgica da Polícia Civil com o objetivo de desarticular grupos criminosos organizados que tentam se estabelecer na região.- utilização de ferramentas tecnológicas avançadas para o mapeamento de manchas criminais, permitindo a antecipação de movimentos suspeitos e agilidade nas respostas."A Operação Safra não é apenas uma ação sazonal, mas uma demonstração de que o Estado está presente, vigilante e pronto para agir com firmeza onde for necessário", enfatizou o chefe do Executivo baiano.ImpactosAs medidas de segurança anunciadas miram diretamente a redução de crimes de alto impacto financeiro para o setor, como o roubo de defensivos agrícolas, cargas e maquinários pesados. Contudo, o governo estadual ressaltou que o reflexo social é ainda mais amplo. Ao blindar o setor produtivo, a operação salvaguarda os milhares de empregos gerados pelo agronegócio no Oeste da Bahia e assegura o direito constitucional de ir e vir da população local.Modernização do agroPresente no evento, o vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou o início das operações do Move Brasil para máquinas e implementos agrícolas. O programa vai injetar R$ 14 bilhões em linhas de crédito para a modernização tecnológica do campo.Os recursos vêm do superávit do FNDCT (Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e serão gerenciados pela Finep e bancos credenciados. O foco é financiar equipamentos com conteúdo nacional e inovação, como tratores, colheitadeiras e pulverizadores."São R$ 14 bilhões sendo lançados. Já pode procurar o sistema bancário", afirmou Alckmin.O montante se soma aos R$ 21,2 bilhões já disponíveis na versão do programa voltada para caminhões e ônibus, com juros de até 9,2% ao ano, carência de até 12 meses e prazo total de até 60 meses para pagamento.Luz mais barataNo mesmo evento, o governo federal lançou uma portaria que amplia a janela de horário para o desconto na conta de luz de irrigantes e aquicultores.Antes restrito à madrugada (22h às 6h), o benefício de 8 horas e 30 minutos diários agora vai poder ser utilizado (de forma contínua ou fracionada) dentro de um período muito maior: das 21h30 às 17h do dia seguinte.A mudança dá mais liberdade de manejo ao produtor e ajuda a aliviar a rede elétrica nos horários de pico. Alckmin e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, apontaram a medida como essencial para mitigar os efeitos das mudanças climáticas na produção.Comércio exteriorA escolha do oeste baiano para os anúncios não foi por acaso. Alckmin classificou a região como o "epicentro" da tecnologia agrícola nacional e maior área irrigada do país.O setor segue como o principal motor das exportações brasileiras, respondendo por 49,5% da pauta comercial do país e gerando 38 milhões de empregos, de acordos com o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula. Em 2025, o agro brasileiro atingiu a marca histórica de 525 novos mercados abertos desde 2023.Diplomacia comercialDurante o discurso, Alckmin garantiu que o governo federal vai fazer um "grande empenho" para reverter o recente embargo da União Europeia às carnes brasileiras, contrapondo o cenário com as boas relações com a China, que reconhece o status de livre de aftosa sem vacinação e com os EUA, onde a carne nacional segue isenta de tarifas.Tecnologia da fibraFechando a agenda do dia inaugural, as autoridades participaram da entrega do novo Centro de Análise de Fibras da Abapa (Associação Baiana dos Produtores de Algodão). Localizado dentro do próprio parque da feira, o laboratório representa um salto em inovação e controle de qualidade para a cotonicultura baiana, um dos principais motores de exportação do estado."Com a tecnologia do nosso novo centro,  a análise do algodão passa a ter o tempo recorde de 24h, o que antes era feito em até cinco dias", afirmou Alessandra Zanotto, presidente da Abapa.A Bahia Farm Show segue até o próximo sábado, 13, com a expectativa de quebrar recordes de público e volume de negócios nesta edição comemorativa.

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