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Por 500 votos, neonazista deixa de ser eleito prefeito na Alemanha

Pouco mais de 500 votos livraram a modesta Aue-Bad Schlema, no leste da Alemanha, de se tornar a primeira cidade do país a eleger um neonazista desde a Segunda Guerra Mundial. Stefan Hartung foi superado pelo conservador Marcus Hoffmann no segundo turno municipal, no domingo (7). No primeiro, ele foi o mais votado, com 29%. Leia mais (06/08/2026 - 18h28)
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São Brás lamenta que «dois graves problemas na Nacional 2» condicionem mais um Verão

São Brás de Alportel prepara-se para entrar em mais um Verão com a estrada principal de ligação ao concelho sem as condições devidas. Tanto a norte como a sul, a Nacional 2 apresenta, atualmente, «dois graves problemas» e esta é uma situação que preocupa o executivo, por vários motivos.

Há mais de um ano, a 2 de Junho do ano passado, o trânsito ao quilómetro 710,5 da EN2, no sentido Ameixal (Loulé)/São Brás de Alportel, foi cortado depois de ter sido identificada uma instabilidade no talude de aterro. O problema, entretanto, tem vindo a agravar-se e a estrada ainda não foi reparada, pelo que continua fechada.

Marlene Guerreiro, presidente da Câmara de São Brás de Alportel, lamentou que só oito meses depois tenha sido lançado o concurso para a obra e que só agora esta esteja em condições de começar. Uma espera que faz com que o concelho seja obrigado a passar mais um Verão sem este acesso «essencial para a sua dinâmica».

Os prejuízos ao nível do turismo são grandes, até porque São Brás de Alportel costumava ser uma etapa importante no início ou no fim da viagem pela histórica Estrada Nacional 2, que liga Chaves a Faro, e começou a ser, nestes anos mais recentes, uma oferta turística importante.

«São muitos meses e é todo um prejuízo muito grande, quer a nível da economia e do turismo, quer a nível da dinâmica social das comunidades. Os concelhos de Loulé e Tavira são também prejudicados, mas o de São Brás de Alportel muito em particular. Nós vimos um decréscimo imenso na entrada de pessoas no concelho, nos prejuízos diários, e, nomeadamente, nas nossas infraestruturas turísticas. Portanto, não nos cansamos de pressionar para que esta obra seja feita o mais rapidamente possível», frisou a autarca ao Sul Informação em Maio, à margem de uma recente visita do ministro das Infraestruturas e Habitação ao Algarve.

Ao nosso jornal, Marlene Guerreiro adiantou ainda que a obra já foi adjudicada e que estão a decorrer os processos para que se possa iniciar, possivelmente, este mês.

«Enquanto a obra não terminar, nós defendemos também, tal como a população defende, uma alternativa que pudesse ser viável para que, aproveitando aquele troço, pudesse minimizar-se este prejuízo. Uma solução ali mesmo, naquela zona, para uma alternativa, com uma faixa, naturalmente, de uma forma harmoniosa e segura, para que a população não tenha este enorme prejuízo», continuou a edil.

Sul Informação
Foto: Hugo Rodrigues | Sul Informação

Por outro lado, a sul de São Brás de Alportel, na ligação pela EN2 a Faro e, consequentemente, à Via do Infante, o concelho enfrenta «uma luta antiga» que «revolta e preocupa» o executivo municipal.

Marlene Guerreiro destacou que esta é uma obra «importante, não apenas para o desenvolvimento económico, mas também a nível da segurança rodoviária» e que «está a ser vítima de um processo de litigância que leva uma década».

A presidente da Câmara salientou que «o que está aqui em causa neste momento não é uma nova via, mas uma reabilitação daquele troço, de São Brás até à Via do Infante e a Faro, e, por isso, custa-nos muito compreender como é que estamos a ser vítimas desta litigância quando é apenas a reabilitação de uma estrada que é a segunda mais antiga do país e é tão importante, uma espinha dorsal do país e a maior do país e da Europa».

«Dado que é uma obra do Estado, não a podemos lançar, mas sim pressionar, pugnar, lutar com as nossas populações. Estamos a falar de uma obra que é muito importante para a economia, mas é sobretudo importante para a segurança rodoviária, para poupar vidas, porque, infelizmente, há rostos que nós nos recordamos, vidas que se perderam, vidas que se modificaram, pessoas que hoje têm uma situação de falta de mobilidade, tudo graças àquele troço que, infelizmente, não está seguro e precisa de ser reabilitado», rematou a autarca.

Fotos: Hugo Rodrigues | Sul Informação

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La nuova sostenibilità dell’artigianato del cibo

Al tavolo diciotto dell’hackathon di Gastronomika nove professionisti del settore gastronomico hanno espresso le loro opinioni sulla sostenibilità delle piccole realtà. Pur operando in ambiti diversi hanno tutti in comune il desiderio di vedere affermata la propria attività sul territorio di competenza, obiettivo spesso minato dal conflitto tra il volersi espandere in termini di dimensioni e il voler mantenere i propri spazi, per paura di perdere un’identità personale.

Quando si parla di sostenibilità l’immaginario collettivo è portato a collegare il termine principalmente con un aspetto ambientale e di preservazione del territorio e della natura, ma il significato è molto più articolato. In una realtà artigianale, così come nelle altre, i riferimenti economici, logistici e umani non sono da meno e percorrono diverse strade.

Foto di Gaia Menchicchi
Foto di Gaia Menchicchi

Al tavolo sono stati presentati diversi esempi di piccole aziende, come forni, agriturismi, pasticcerie, ristoranti domestici, fino a produzioni più particolari e da valorizzare, come quella del cioccolato. Tutte queste attività sono caratterizzate dalla disponibilità limitata di spazi, e questo può essere il primo limite per il desiderio di alcuni di incrementare la produzione e di conseguenza il fatturato. Si è spesso costretti a giochi di incastri con i collaboratori nei laboratori, cercando di non scontrarsi l’un l’altro; con l’acquisto di uno stabile più grande questo non sarebbe più un ostacolo, ma grande non è sempre possibile per una piccola attività. Sono aziende nate piccole, che non si aspettavano una crescita così esponenziale in così poco tempo, e che si trovano costrette a fare delle scelte ben ponderate per preservare la propria idea di bottega e di contatto diretto con il cliente.

C’è anche chi non ha bisogno di un laboratorio e di collaboratori, grazie alla possibilità – esistente se il prodotto ha una shelf-life elevata – di portarsi avanti con la produzione e concentrarla in un unico intervallo di tempo limitato. Così ha fatto Giulia Mandalà, co-fondatrice del progetto dedicato al cioccolato Ruvido: ha scelto di appoggiarsi a un laboratorio solo per un determinato periodo di produzione e di vendere successivamente quanto immagazzinato.

Foto di Gaia Menchicchi
Foto di Gaia Menchicchi

Un aspetto di cui tutti si sono fatti portavoce è la necessità di avere dei punti di riferimento saldi, che in questo caso sono i fornitori. Hanno tutti un contatto diretto con i produttori, per garantire costantemente al consumatore un prodotto di qualità, anche se ciò non è sempre a buon mercato e a volte sono fornitori talmente piccoli e selezionati che non dispongono nemmeno di alcune certificazioni, come quella biologica. Le certificazioni non attestano necessariamente la qualità di un prodotto, questa viene garantita dalle realtà che hanno scelto di investire tempo nella ricerca dei giusti collaboratori e che hanno costruito anche una propria credibilità con la clientela.

C’è chi sceglie poi un’economia circolare, come racconta Stefano Tentori, cuoco di Cascina Bagaggera, un agriturismo situato nel parco del Curone: lì non c’è bisogno di investire nella ricerca di materie prime che sposino la propria filosofia aziendale, in quanto prodotte in loco. Se si parla di sostenibilità in tutto e per tutto l’agriturismo è sicuramente un esempio calzante di questa tematica, in grado di conservare un’indipendenza dall’acquisto di materie prime provenienti da fornitori esterni.

Foto di Gaia Menchicchi
Foto di Gaia Menchicchi

Durante il confronto si è insistito parecchio anche sull’aspetto sostenibile del capitale umano, quindi sul benessere dei collaboratori. In queste attività è fondamentale la scelta del personale adatto, perché non si tratta solo di condividere spazi e tempo. I collaboratori selezionati devono avere un requisito chiave: condividere la visione aziendale e la volontà di creare qualcosa di autentico e difficilmente riproducibile altrove. Si tratta però di un rapporto dare-avere ed è molto importante che i dipendenti possano avere il tempo necessario per coltivare relazioni sociali e una vita propria al di fuori del posto di lavoro, ed e quindi necessario organizzarsi in maniera ottimale. Questa scelta viene operata anche in un’ottica di razionalizzazione degli spazi, che essendo ridotti non possono ospitare troppe persone contemporaneamente, come evidenzia Chiara Masino di Coce Bakery a Parma.

Foto di Gaia Menchicchi

La salvaguardia del benessere dei dipendenti viene garantita anche dall’organizzazione del lavoro, una pratica fondamentale specialmente nei forni e panifici, dove si sta cercando di cambiare la modalità di approccio col cliente.

La globalizzazione e lo sviluppo a perdita d’occhio di grandi supermercati e catene hanno abituato il consumatore a una modalità di scelta sbagliata, quella del “tutto e subito”. Nelle piccole realtà questo non è sostenibile, produrre in quantità smisurata vorrebbe dire creare un esubero di prodotto non totalmente vendibile, con impatto negativo sul bilancio di impresa e turni di lavoro non umani. In molte di queste realtà il pane deve invece essere prenotato, per due semplici ragioni: non produrre scarto e non impegnare il personale in cicli di produzione ininterrotti.

Foto di Gaia Menchicchi
Foto di Gaia Menchicchi

L’arte dell’aver imparato a dire di no non è una presa di posizione nei confronti del cliente, ma un tentativo di far avvicinare il consumatore alla difficoltà delle piccole realtà produttive e farlo entrare nell’ottica di dare valore alla qualità, esattamente come fanno le persone che lì sono coinvolte. Ovviamente viene sempre tenuto in considerazione un margine di prodotto in aggiunta del venti per cento, per cercare di accontentare anche l’avventore dell’ultimo minuto, come racconta Simona Gallo di Tocio Bread a Noale, vicino a Venezia.

In questo momento di condivisione di idee ognuno ha potuto dare la propria interpretazione di sostenibilità delle piccole aziende, e si è compreso quindi che la risposta alla domanda «piccolo è sostenibile?» non è univoca. Per alcuni la sostenibilità è diventata un privilegio, come suggerisce anche lo spostamento del consumatore medio dal supermercato al discount, per altri un valore aggiunto e per altri ancora un qualcosa di non realizzabile in spazi ridotti.

Foto di Gaia Menchicchi
Foto di Gaia Menchicchi

Di certo c’è che l’artigiano è diventato per forza di cose un imprenditore e in quanto tale non può estromettersi dal considerare tutti gli aspetti che concernono l’attività di impresa. Il personale, i costi, la gestione degli spazi, e non necessariamente questo esula dal portare avanti la propria idea di produzione di nicchia, o meglio di produzione che segue i ritmi delle proprie possibilità.

Non bisogna quindi condannare chi decide di espandersi, perché farlo con moderazione e soprattutto con i tempi giusti non significa rinunciare al produrre un qualcosa di qualità o all’espressione di sé stessi.

Non c’è quindi una ricetta sulla sostenibilità delle piccole imprese che valga per tutti: a suo modo ognuno dei partecipanti è riuscito a trovare un equilibrio stabile, dove la qualità del prodotto la fa da padrone anche se spesso la quantità non riesce a tenerne il passo. Non serve scendere a compromessi su nessuno dei due aspetti, ma occorre far capire alla clientela che c’è bisogno di rallentare. La ricerca, lo studio e il progresso hanno i loro tempi e spesso diminuire il ritmo non è sinonimo di fallimento o qualcosa di negativo, ma significa aver compreso che l’unicità di un prodotto artigianale non è riproducibile in nessun altro luogo.

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Avião da Lufthansa cai de nariz no chão antes de decolar em Frankfurt

Um Boeing 787-9 da Lufthansa caiu de nariz no chão depois que seu trem de pouso colapsou na tarde desta quinta-feira (4), em Frankfurt. A aeronave estava parada no portão de embarque, sendo preparada para decolar para Los Angeles. Parte da tripulação e funcionários de solo estavam dentro do aparelho e ficaram feridos, segundo a companhia alemã. Os passageiros ainda não haviam embarcado. Leia mais (06/04/2026 - 15h00)
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