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Voz do Brasil divulgará rede de apoio a mulheres vítimas de violência

Logo Agência Brasil

A partir desta segunda-feira (8) o programa A Voz do Brasil terá um minuto da programação diária – dentro do tempo reservado à Câmara dos Deputados – para para divulgar serviços de enfrentamento e prevenção à violência contra as mulheres.

Atualmente, o programa reserva 25 minutos para o Poder Executivo, 5 minutos para o Poder Judiciário, 10 minutos para o Senado Federal e 20 minutos para a Câmara dos Deputados. Com a alteração, parte desse último bloco deverá ser dedicada ao tema.

Ampliação do acesso à informação

Notícias relacionadas:

A iniciativa busca ampliar o alcance de informações sobre serviços públicos de acolhimento, proteção e orientação às mulheres – como o Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher), por meio do alcance do programa A Voz do Brasil.

As emissoras de radiodifusão continuam obrigadas a retransmitir diariamente o programa oficial dos Poderes da República, no período entre 19h e 22h, exceto aos sábados, domingos e feriados. A distribuição do tempo permanece prevista em 60 minutos ininterruptos.

Criado em 1935 durante o governo Getúlio Vargas, A Voz do Brasil é o programa de rádio de caráter oficial mais antigo do Brasil, reconhecido pelo Guiness Book, o livro dos recordes. Atualmente, o programa traz notícias dos Três Poderes. O noticiário sobre o Poder Executivo é produzido e apresentado pela equipe da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

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Voz do Brasil divulgará rede de apoio a mulheres vítimas de violência

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A partir desta segunda-feira (8) o programa A Voz do Brasil terá um minuto da programação diária – dentro do tempo reservado à Câmara dos Deputados – para para divulgar serviços de enfrentamento e prevenção à violência contra as mulheres.

Atualmente, o programa reserva 25 minutos para o Poder Executivo, 5 minutos para o Poder Judiciário, 10 minutos para o Senado Federal e 20 minutos para a Câmara dos Deputados. Com a alteração, parte desse último bloco deverá ser dedicada ao tema.

Ampliação do acesso à informação

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Criado em 1935 durante o governo Getúlio Vargas, A Voz do Brasil é o programa de rádio de caráter oficial mais antigo do Brasil, reconhecido pelo Guiness Book, o livro dos recordes. Atualmente, o programa traz notícias dos Três Poderes. O noticiário sobre o Poder Executivo é produzido e apresentado pela equipe da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

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Medidas necessárias de proteção

Em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, uma mulher foi baleada na frente dos filhos pelo ex-marido. Em Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul, uma jovem de 27 anos foi assassinada a tiros na frente de casa, por dois homens em uma motocicleta. Uma enfermeira na mesma faixa etária foi vítima do ex-namorado, que efetuou seis disparos contra ela e a matou, na zona sul da capital paulista. Achada em cima da cama, outra mulher jovem, de 30 anos, foi morta a facadas pela ex-marido, depois que os filhos gêmeos de 12 anos saíram de casa para ir à escola, em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro. O assassinato de uma manicure em Fortaleza é investigado como feminicídio. Ela estava debaixo de uma cama, e a polícia chegou lá depois de uma denúncia. Lucélia, Daliane, Stefanie, Camile, Thamires. Todas perderam a vida na semana passada, e os principais suspeitos pelos crimes são seus ex-companheiros.
As brasileiras convivem com o medo durante e após os relacionamentos com homens ciumentos, possessivos, desequilibrados, para os quais a violência naturalizada faz parte de uma paixão que se confunde com um comportamento deturpado e criminoso. Não é por acaso que, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), foram concedidas mais de 225 mil medidas protetivas a mulheres, de janeiro a maio deste ano. No mesmo período, no ano passado, foram quase 251 mil medidas protetivas. No meio da relação ou depois de terem a coragem de terminar, muitas cidadãs brasileiras temem pela própria vida, e pedem socorro à rede oficial de acolhimento. As instituições têm o dever de protegê-las, contra os homens que, até pouco antes, declaravam o amor acima de qualquer suspeita.
Os pedidos de socorro precisam ser analisados com urgência. É bom saber, segundo o levantamento do CNJ, que mais da metade dos pedidos foram analisados no mesmo dia em que foram solicitados. Em cerca de um terço, a resposta sai no dia seguinte. Seis anos atrás, o tempo médio de análise chega a duas semanas – demora que pode ter sido fatal para quem depende da manifestação da Justiça para se sentir minimamente segura. Vale dizer que a medida protetiva não garante a tranquilidade, mas pelo menos pode inibir a consumação da violência por ex-companheiros marcados pelas autoridades.
A recomendação oficial, atualmente, é que os tribunais deem andamento às solicitações em até 48 horas, num reconhecimento da realidade em que estão inseridas as mulheres brasileiras. Falhas estruturais alegadas nos atrasos da tramitação devem ser tratadas como problemas que requerem solução prioritária, para assegurar integridade às mulheres. As orientações do Conselho de Justiça tendem, certamente, a melhorar o atendimento e elevar a confiança das vítimas em buscar apoio protetivo. Sem a confiança primordial nas instituições, e ainda, em diversos casos, acreditando que o pior não vai acontecer, estima-se que um número elevado de mulheres não denuncia seus companheiros e ex-companheiros, nem admite que precisa de proteção. Cabe aos governos, à sociedade e à rede familiar e de amigos próximos, a intensificação do cuidado em rede, para que a morte prematura pela violência de gênero não continue a fazer parte da condição feminina em nosso país.

© Thiago Lucas

Ataques de tubarão
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AlgarExperience | Primeira edição do REGENERAR

A primeira edição do REGENERAR realizou-se com grande sucesso, reunindo um grupo de mulheres para uma experiência única dedicada à longevidade feminina, ao bem-estar e ao desenvolvimento pessoal. Ao longo de três horas ao pôr do sol, as participantes embarcaram numa jornada de conhecimento, consciência e regeneração, num ambiente intimista cuidadosamente preparado para promover a […]

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Ana Paula Renault destaca força feminina e fala sobre futuro na televisão

Após conquistar o público no Big Brother Brasil 2026, Ana Paula Renault segue ampliando sua influência para além da televisão. Em entrevista nos bastidores do lançamento da série “Rancho Dutton”, do Paramount+, a jornalista refletiu sobre a relação construída com seus fãs e o impacto de sua trajetória na vida de outras mulheres.

Segundo Ana Paula, uma das maiores recompensas de sua carreira é receber relatos de mulheres que passaram a se posicionar com mais confiança em diferentes áreas da vida, seja no ambiente familiar, profissional ou pessoal. Para ela, utilizar sua visibilidade para incentivar outras vozes femininas é motivo de orgulho.

A ex-BBB também comentou sobre a possibilidade de retornar à televisão. Ela afirma sentir falta de programas que consigam equilibrar humor, informação e credibilidade, ao mesmo tempo em que provoquem reflexão no público. Seu desejo é encontrar um formato que una entretenimento e conhecimento sem abrir mão de sua personalidade.

A jornalista destacou a força feminina e a importância de ampliar a representatividade das mulheres na mídia | Foto: Reprodução/Instagram

Durante a conversa, Ana Paula relacionou esse objetivo à proposta de “Rancho Dutton”, produção derivada de “Yellowstone” que acompanha os personagens Beth Dutton e Rip Wheeler em uma nova fase de suas vidas no Texas. Para ela, histórias protagonizadas por mulheres independentes e seguras contribuem para ampliar a representatividade feminina na mídia.

A jornalista destacou especialmente a personagem Beth Dutton, interpretada por Kelly Reilly, como um exemplo de liderança feminina em um ambiente tradicionalmente marcado pelo patriarcado. Na visão de Ana Paula, a segurança demonstrada pela personagem ainda causa desconforto em determinados contextos justamente por desafiar padrões estabelecidos.

Ao finalizar, ela ressaltou que a força das mulheres sempre existiu, mas muitas vezes deixou de ser reconhecida. Segundo Ana Paula, a realidade atual mostra cada vez mais mulheres assumindo responsabilidades e liderando famílias, ocupando espaços que historicamente lhes foram negados.

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PSD cria Núcleo das Mulheres Social-Democratas de São Brás de Alportel 

As Mulheres Social-Democratas (MSD) do PSD promovem, no próximo sábado, dia 6 de junho, a sessão de constituição e tomada de posse do Núcleo das Mulheres Social-Democratas de São Brás de Alportel, reforçando a presença feminina na participação política local e criando uma nova plataforma de proximidade, intervenção cívica e ação comunitária no concelho. A […]

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