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MARE alerta: Portugal na linha da frente da literacia do oceano, falta passar do conhecimento à ação

No Dia Mundial do Oceano, e no âmbito das celebrações dedicadas à Literacia do Oceano, Portugal vê a sua rota científica traçada a nível internacional. A editora Springer Nature acaba de publicar uma obra global em três volumes, editada por Teresa J. Kennedy (Universidade do Texas), que reúne cerca de 250 autores de 42 países […]

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Mondiali 2026: il calcio incontra l’IA

 

di CGTN

Tra pochi giorni parte il Mondiale di Canada, Stati Uniti e Messico. L'edizione più grande di sempre: 48 squadre, tre paesi ospitanti. E, per la prima volta nella storia, anche il primo Mondiale dell'Intelligenza Artificiale.

Cosa cambia? Cominciamo dall'arbitraggio. Prima del torneo, ogni giocatore viene scannerizzato in 3D. Millimetro per millimetro. Fuorigioco o contatto dubbio? L'IA ricostruisce l'azione da tutte le angolazioni e genera un ologramma di precisione chirurgica. Niente più scuse, in teoria.

Poi arriva la tecnologia cinese: un micro?dispositivo che gli arbitri indossano come un occhio elettronico. Pioggia, nebbia, giocatori che si sovrappongono? Nessun problema. L'IA migliora l'immagine in tempo reale, recupera i fotogrammi persi, evidenzia il fallo con un alone colorato. Sembra fantascienza, ma è già realtà.

E non finisce qui. L'IA segue la partita, riconosce gol, cartellini, parate impossibili. In pochi secondi monta video perfetti per i social. Nessun regista umano necessario. Un gol diventa un reel prima ancora che l'attaccante finisca di esultare.

Ma tutto questo ha un prezzo. Se l'IA decide quasi sempre bene, l'arbitro diventa solo un esecutore? E i dati biometrici dei calciatori – i loro corpi 3D – dove finiranno? Senza dimenticare le fake news generate dall'IA, sempre più difficili da smascherare.

C'è chi lo dice da tempo: il calcio è bello proprio perché è umano. Perché sbaglia. Perché sorprende. L'IA non deve sostituire la passione, ma costringerci a chiederci perché amiamo questo sport. La risposta, come sempre, la daranno il campo e i tifosi.

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Edifício-sede do Turismo do Algarve em Faro classificado com sistema AQUA+ da ADENE

O edifício-sede do Turismo do Algarve, em Faro, recebeu esta sexta-feira, Dia Mundial do Ambiente, a classificação AQUA+, atribuída pela ADENE – Agência para a Energia.

«Este referencial, desenvolvido pela ADENE para avaliar e classificar a eficiência hídrica de edifícios identificou na sede do Turismo do Algarve um potencial de redução de consumo de 518 mil litros de água por ano, o equivalente a uma poupança de dois meses na fatura anual, com base nos consumos registados em 2025», explica a Região de Turiosmo do Algarve em nota de imprensa.

O sistema AQUA+ avalia o desempenho hídrico do edifício e estabelece um conjunto de medidas concretas para a sua melhoria.

No caso da sede do Turismo do Algarve, «as recomendações combinam intervenções de baixo custo e retorno rápido, como a instalação de redutores de caudal em torneiras e ações de sensibilização de colaboradores. com soluções de maior impacto estrutural, entre elas a substituição de equipamentos por alternativas mais eficientes, e a implementação de um sistema centralizado de monitorização dos consumos».

A entrega da classificação AQUA+ no Dia Mundial do Ambiente «reforça o compromisso da Região de Turismo do Algarve (RTA) com a gestão eficiente dos recursos hídricos e com a resiliência face à escassez de água, alinhando-se com as boas práticas em sustentabilidade e adaptação às alterações climáticas».

Na mesma cerimónia, a ADENE e a RTA assinaram um protocolo de colaboração que formaliza e alarga a parceria entre as duas entidades.

O acordo prevê a aplicação progressiva dos referenciais de sustentabilidade da ADENE nas instalações do Turismo do Algarve, a mobilização do setor turístico algarvio para iniciativas de eficiência hídrica e energética, e a coorganização de ações de capacitação e eventos técnicos dirigidos a operadores turísticos, municípios e associações do setor.

A colaboração entre a ADENE e a RTA tem como ponto de partida o Compromisso com a Eficiência Hídrica e o Selo Save Water, iniciativa conjunta que envolveu também o Turismo de Portugal.

Entre 2022 e início de 2025, o Algarve atravessou um período de seca severa que culminou, em fevereiro de 2024, em cortes obrigatórios de 25% no consumo agrícola e 15% no setor urbano, reforçando a urgência de consolidar medidas estruturais de eficiência hídrica que reduzam a exposição da região a ciclos futuros de escassez.

Por isso, «a adoção do referencial AQUA+ pela RTA é uma resposta estrutural a esta pressão crescente e um sinal claro de que a gestão eficiente da água pode e deve começar nas próprias instituições pública».

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