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Guerra de Espadas deve ocorrer de forma legal pela 1ª vez na Bahia

Tradição centenária fortemente arraigada na cultura de algumas cidades baianas, a Guerra de Espadas se encaminha para acontecer de forma legalizada pela primeira vez no estado este ano. A expectativa é que aconteça em Senhor do Bonfim, em local separado dos demais festejos e com espadas de fogo certificadas.Dentre outras medidas e ações que devem permitir a realização da brincadeira em Senhor do Bonfim, a conquista é resultado de um trabalho conjunto entre diversos órgãos públicos e a Associação dos Espadeiros da cidade (Acesb), que assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em dezembro do ano passado, proposto pelo Ministério Público da Bahia (MPBA).A tradição de soltar artefatos explosivos nos festejos juninos está ligada à noite de 23 de junho, véspera do São João. O costume chegou ao Brasil com os portugueses a partir do século XIX, e se consolidou em algumas localidades a partir do século passado.Na Bahia, a prática foi proibida pela primeira vez pela Vara Criminal em Cruz das Almas em 2011, em resposta à ação movida pelo Ministério Público estadual, e desde 2017 é considerada ilegal em todo território baiano por decisão do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA). Em 2019, a causa chegou no Supremo Tribunal Federal (STF), quando o ministro Luiz Fux confirmou as decisões anteriores, mantendo a proibição.Um dos principais argumentos para considerar a ilegalidade da expressão cultural popular está baseada na Lei do Desarmamento, de 2003, que é clara ao apontar que qualquer artefato explosivo sem registro no Ministério do Exército é ilegal. Esta é a situação das espadas juninas, que são produzidas dentro de um bambu com pólvora e limalha de ferro, dentre outros materiais, e ainda está em processo de regularização da produção legalizada.Como uma das exigências que constam no TAC assinado em 2025, a Associação dos Espadeiros de Senhor do Bonfim (Acesb), com apoios da sociedade está trabalhando desde o ano passado para garantir a produção dos artefatos certificados. Com este propósito, a instituição buscou uma fábrica regularizada de Minas Gerais. Já existe um protótipo testado que aguarda certificação e os espadeiros estão confiantes que terão os artefatos em breve.Criada para defender a existência da guerra de espadas nas festas de São João depois que a prática foi considerada ilegal e criminosa, a associação conta com apoio da população e tem avançado rumo ao objetivo final. Neste percurso obteve a declaração na Câmara Municipal e da Assembleia Legislativa da Bahia como organização de utilidade pública.Patrimônio Cultural Imaterial Reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do município em 2007, a vitória mais recente da Guerra de Espadas aconteceu no dia 2 de junho com a aprovação por parte dos vereadores do Projeto de Lei que autoriza o Poder Executivo a adotar medidas que permitirão o apoio da estrutura municipal à tradição.“Essa manifestação cultural faz parte da nossa história, da nossa identidade e das raízes do nosso povo”, comemorou o presidente da Acesb, Alex Barbosa, acrescentando seu respeito aos espadeiros “que mantêm viva essa tradição passada de geração em geração. Valorizar nossa cultura é preservar quem somos”.Para ele, a aprovação da lei “é mais um capítulo desta história centenária. Todos sabem da importância da Guerra de Espadas, que faz parte da nossa identidade. Do jeito de ser bonfinense”. Liderança que vem defendendo a manifestação e lutando para sua regularização, ele salientou que o dia 23 de junho é o dia mais feliz do ano para os espadeiros. “É um dia de alegria e partilha”, disse, explicando que na data a população confraterniza com parentes e amigos, congregados para a brincadeira.Ainda de acordo com Barbosa, embora algumas pessoas tenham repetido que a tradição tinha acabado, “a resistência nos trouxe até aqui e a maturidade ensinou que sozinhos não iríamos resolver” pontuou, enfatizando que foi através do diálogo com todos, que os problemas foram se resolvendo. “Estamos conseguindo colocar Bonfim como referência no Brasil”, asseverou, citando que é possível manter a tradição dentro da legalidade.Além da Acesb e do Ministério Público da Bahia, o TAC foi assinado pelas polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros Militar da Bahia, representantes do poder público municipal e do CREA-BA, que abarca diversas secretarias e entidades, a exemplo do Samu, Secretaria de Saúde, de Cultura e Administração.Denominado de Espadódromo, um local específico para a brincadeira na cidade está em fase de análise, depois de uma visita técnica realizada ao complexo esportivo da associação Adelba, no mês de maio. Participaram secretários municipais, representantes do MPBA, dos espadeiros e das forças de segurança. Leia Também: DECISÃO Denúncia de guerra de espadas vira investigação em Serra Preta BAHIA Guerra de espadas é liberada em cidade do interior da Bahia SALVADOR VÍDEO: San Martin é palco de guerra de espadas durante a madrugada Em nota, a gestão municipal reforçou a importância do trabalho colaborativo entre a associação representativa dos espadeiros e os órgãos competentes para assegurar que a tradição seja realizada de forma organizada, responsável e dentro dos parâmetros legais estabelecidos. Atualmente, o local está em análise e aguarda certificação dos órgãos competentes, incluindo o Exército Brasileiro, etapa necessária para o prosseguimento dos trâmites legais.Conforme o promotor de Justiça Felipe Pazzola, com atuação no município e que esteve à frente das reuniões que resultaram no TAC no ano passado, a expectativa para este ano é diferente dos anos anteriores porque é esperado que os festejos aconteçam com artefatos certificados e em local com protocolo de segurança, como foi combinado no TAC.Ele explicou que ao longo dos anos os dois principais entraves para a legalização da brincadeira no município sempre foram a inexistência de artefatos certificados e a não observância de um lugar controlado. “O local controlado busca evitar danos a propriedades privadas, bem como a prática de condutas que vão além do crime previsto no estatuto do desarmamento”, disse, pontuando como exemplo a exposição a perigo próprio e de outros.Pazzola salientou que o uso de espada certificada, além de não configurar do crime do estatuto do desarmamento, “também traz segurança aos próprios praticantes, que poderão, por exemplo, acionar o Código de Defesa do Consumidor em caso de produto defeituoso”. Ele destacou que o movimento realizado na cidade em conjunto entre diferentes setores “busca conciliar o direito à expressão cultural com outros direitos constitucionais, como segurança pública e propriedade privada”.RecôncavoEm Cruz das Almas, outro município onde existe um movimento forte para regularizar a batalha de espadas juninas, o processo está em andamento, envolvendo a Associação dos Espadeiros locais e, assim como em Senhor do Bonfim, conta com empenho do Ministério Público da Bahia, representantes dos órgãos de segurança e instituições municipais, como a câmara e a prefeitura.No entanto, a poucos dias de 23 de junho, ainda não houve assinatura de TAC e o diálogo sobre regulamentação da guerra de espadas ainda não teve os mesmos resultados da cidade do norte baiano. Em reunião realizada entre as partes envolvidas, o promotor de Justiça, José Reis, salientou que o TAC celebrado em Senhor do Bonfim pode servir como referência para assegurar a continuidade da tradição na cidade do Recôncavo.Presidente da Câmara Municipal de Cruz das Almas, Euricles Neto, também participa deste processo defendendo que o trabalho conjunto, congregando diferentes instituições e órgãos, devolverá a tradição à população e argumenta que a manifestação reforça a identidade dos cruz-almenses.Entre os aspectos apontados pelo grupo de trabalho como necessários na cidade está a realização de campanhas educativas, com foco principal na segurança de quem participa da brincadeira e da população em geral, bem como o esclarecimento acerca das leis que tratam do assunto.O último evento relacionado à defesa da Guerra de Espadas na cidade com o mote ‘tradição não é crime’ mobilizou seus defensores no dia 20 de maio. Sem se identificar, um espadeiro local criticou a proibição da prática. “São João sem espadas nas ruas não é São João, porque desde criança a gente relaciona os festejos juninos com esta manifestação cultural”, afirmou, reclamando da demora para que a cidade se organize neste sentido.“Já são 15 anos que estamos sofrendo com uma perseguição implacável aos espadeiros que se arriscam em manter a nossa tradição”, pontuou, asseverando que as pessoas têm sido presas e obrigadas a pagar altas fianças para serem liberadas, além de responder criminalmente na Justiça, o que ele classificou de injusto com os espadeiros.Dicas em casos de acidenteResfrie a área afetada em água corrente em temperatura ambiente por 15 a 20 minutos;Retire acessórios como anéis, pulseiras e relógios, pois o local tende a inchar;Cubra a região com um pano seco, limpo ou gaze;Não utilize receitas caseiras (como pasta de dente, café ou manteiga) sem indicação médica. Em casos de queimaduras de médio a grande porte, procure imediatamente um pronto-socorro.

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Sem pegar estrada: 7 cidades perto de Salvador para curtir um São João

Nem todo mundo consegue tirar vários dias para aproveitar o São João no interior da Bahia. Para muitos trabalhadores, a festa acontece em plena semana e uma viagem mais longa acaba ficando fora dos planos. Mas isso não significa abrir mão do forró.A poucos quilômetros de Salvador, diversas cidades prepararam programações que reúnem grandes nomes da música nordestina e prometem atrair milhares de visitantes durante os festejos juninos. Em alguns casos, a distância é tão curta que dá até para fazer um bate-volta e retornar para casa no mesmo dia.De artistas consagrados do forró a estrelas do sertanejo e do arrocha, os municípios da Região Metropolitana e do Recôncavo apostam alto para disputar espaço entre os principais destinos juninos do estado. Leia Também: PORTA DE ENTRADA Vai viajar no São João? O que muda e como embarcar na Nova Rodoviária de Salvador SÃO JOÃO São João chega aos shoppings de Salvador com diversão gratuita POLÊMICA Falta de pagamento ameaça artistas que embalam o São João no Brasil Camaçari aposta em grandes nomes do forróA apenas 42 quilômetros de Salvador, Camaçari chega com um dos eventos mais aguardados da região. O Camaforró reunirá atrações como Pablo, Alceu Valença, Mestrinho, Magníficos, Calcinha Preta, Chambinho do Acordeon, Flor de Maracujá e Filomena Bagaceira.Com acesso rápido pela BA-526 ou BA-099, o município aparece como uma das alternativas mais práticas para quem quer curtir a festa sem percorrer longas distâncias. São João de Camaçari - Foto: Ascom / PMC Candeias e Mata de São João entram forte na disputaEm Candeias, a programação reúne artistas de peso como Zé Vaqueiro, Tarcísio do Acordeon, Raí Saia Rodada, Solange Almeida, Mastruz com Leite, Calcinha Preta e Léo Santana.Já em Mata de São João, o clima será marcado pelo tradicional forró nordestino, com apresentações de Elba Ramalho, Dorgival Dantas, Adelmário Coelho, Mastruz com Leite, Zé Vaqueiro e Matheus & Kauan. São João de Candeias - Foto: Reprodução/Prefeitura de Candeias - BA Conceição do Jacuípe mantém tradição de grandes festasUm dos destinos mais tradicionais do entorno de Salvador, Conceição do Jacuípe volta a apostar em uma grade recheada de atrações.O público poderá acompanhar shows de Luan Santana, Gustavo Mioto, Maiara e Maraisa, Calcinha Preta, Tayrone, Saia Rodada, Kart Love, Chambinho do Acordeon e Rey Vaqueiro.A cidade fica a cerca de 100 quilômetros da capital e costuma atrair visitantes de diversas regiões durante o período junino. São João de Conceição do Jacuípe - Foto: Reprodução/Prefeitura de Conceição do Jacuípe Cachoeira mistura história e músicaAlém das tradições culturais e do charme histórico, Cachoeira preparou uma programação que reúne diferentes estilos musicais.Entre os nomes confirmados estão Léo Santana, Paula Fernandes, Saulo Fernandes, Frank Aguiar, Raí Saia Rodada, Cavaleiros do Forró, Del Feliz, Edson Gomes, Caviar com Rapadura, Colher de Pau, Sine Calmon e Asas Livres.Localizada a aproximadamente 123 quilômetros de Salvador, a cidade aparece entre os destinos mais procurados do Recôncavo Baiano durante o São João. São João de Cachoeira - Foto: Divulgação/Prefeitura de Cachoeira São Sebastião do Passé e Catu também entram na rotaQuem optar por São Sebastião do Passé encontrará apresentações de Zé Vaqueiro, Solange Almeida, Raí Saia Rodada e Tayrone.Já em Catu, a aposta está em grupos tradicionais dos festejos juninos, como Colher de Pau, Cangaia de Jegue e Arrocha o Nó. São João de São Sebastião do Passé - Foto: Divulgação / Prefeitura de São Sebastião do Passé Outras cidades também terão festejosAlém dos municípios que já divulgaram suas atrações, outras cidades próximas de Salvador também devem realizar programação junina.É o caso de Lauro de Freitas, Vera Cruz, Simões Filho, Madre de Deus, Santo Amaro, Saubara, Salinas da Margarida e Nazaré das Farinhas, que ainda não anunciaram oficialmente suas grades de shows.Para quem não consegue passar vários dias no interior, os destinos próximos da capital surgem como alternativa para aproveitar o clima junino, o forró e as comidas típicas sem enfrentar viagens longas pelas estradas baianas.

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Vai viajar no São João? O que muda e como embarcar na Nova Rodoviária de Salvador

A Nova Rodoviária de Salvador já se prepara para o seu primeiro grande teste de circulação: a Operação São João. Durante os festejos juninos, o equipamento completa cinco meses de funcionamento e deve receber o maior fluxo de passageiros desde a inauguração, consolidando-se como um marco da mobilidade intermunicipal na capital baiana. Durante o período junino, a previsão é de cerca de 195 mil embarques, com movimentação total aproximada de 380 mil pessoas no terminal.Entre os milhares de passageiros que já garantiram lugar nessa primeira Operação São João estão a estudante Maria Vitória, de 16 anos, e sua mãe, Raimunda Maria, que vão passar os festejos juninos em Cruz das Almas e aproveitaram a manhã de ontem para garantir as passagens."Se deixar para em cima da hora, corremos o risco de não encontrar. Então viemos comprar logo e quase não encontramos mais lugar. Estou muito animada, pois vou poder ver minha avó e vários primos. Quero curtir muito com eles e soltar muitos fogos", contou Maria Vitória."Estamos empenhados em oferecer a melhor experiência possível a todos os passageiros que passarão pelo terminal durante o período junino, especialmente entre 19 e 23 de junho, quando o fluxo atinge o seu ápice", destaca o gerente-geral da Rodoviária, Adevaldo Santos. “Como essa será a primeira grande operação no novo terminal, o planejamento antecipado é imprescindível”, afirma.E quem está aproveitando toda essa organização é a paulista Marjorie, de 33 anos, que já começou seu tour pelas festas juninas do Nordeste. "Comecei por Salvador, aproveitando as festas do início do mês. Da rodoviária sigo para Aracaju e depois pelas capitais até a Paraíba, curtindo o São João em cada uma delas", contou. Leia Também: SÃO JOÃO São João chega aos shoppings de Salvador com diversão gratuita POLÊMICA Falta de pagamento ameaça artistas que embalam o São João no Brasil SÃO JOÃO São João de Cachoeira 2026 terá Léo Santana e Flávio José Família"No ano passado, foram mais de 1,8 milhão de visitantes e R$ 2,3 bilhões injetados na economia da Bahia, números que queremos ultrapassar em 2026", afirmou o titular da Secretaria de Turismo do Estado da Bahia (Setur), Maurício Bacelar. "Salvador é a porta de entrada do estado, pela conectividade aérea e pela nova rodoviária, considerada a mais moderna da América Latina. Para nós, nordestinos, o São João é muito maior do que o Natal, pois muitos voltam ao interior para celebrar com a família", explicou.Como é o caso do estudante de Engenharia Mecânica Kevin Rios, de 23 anos. "Sou de Feira de Santana e moro em Salvador por causa dos estudos, então toda a minha família está lá. Para mim, o São João é a melhor festa do ano: a mais caseira, mais familiar, tem dança e reúne todo mundo”.

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Recife abre votação na segunda para escolher atrações do São João nos bairros

A prefeitura do Recife inicia nesta segunda-feira (8) a votação popular para escolher parte das atrações artísticas que vão compor a programação do São João 2026.

O processo será realizado exclusivamente de forma virtual, por meio da plataforma Conecta Recife, e seguirá disponível até a sexta-feira (12). Ao todo, dez polos descentralizados da capital pernambucana terão vagas na grade de shows preenchidas por meio desta consulta pública.

O resultado oficial da votação será divulgado no sábado, dia 13 de junho, também pelos canais digitais do município.

Divisão dos polos e atrações concorrentes

Estão na disputa 788 atrações artísticas, divididas em 20 categorias tradicionais da cultura nordestina, como trios pé de serra, quadrilhas, bandas de pífanos, bacamarteiros, xaxado, violeiros, ciranda, cavalo marinho e bumba meu boi.

O artista ou grupo mais votado em cada localidade será integrado à grade oficial de shows. De acordo com as regras da convocatória, cada atração poderá se apresentar em apenas um polo durante o ciclo junino por meio da votação popular.

Os dez polos descentralizados estão distribuídos por diferentes regiões do município e funcionarão em datas específicas:

  • Dias 22 e 23 de junho: Lagoa do Araçá, Barro, Totó, Campo Grande e Cordeiro;
  • Dias 27 e 28 de junho: Ibura, Poço da Panela, Bongi e Vila Tamandaré;
  • Dias 28 e 29 de junho: Brasília Teimosa.

Passo a passo para participar

Para participar da escolha das atrações, os interessados devem acessar as ferramentas digitais do município. O processo técnico é dividido nas seguintes etapas:

  • Acesse o site ou o aplicativo Conecta Recife;
  • Clique no banner "Votação 2026";
  • Faça o login ou realize o cadastro na plataforma digital;
  • Selecione um dos dez polos descentralizados disponíveis;
  • Escolha a categoria cultural e, em seguida, a atração de preferência;
  • Confirme o voto.

© Uenni/ PCR

Show de Tayara Andreza no Polo Ibura, no São João do Recife 2025
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Alto do Moura inicia programação junina com ícones da música nordestina

Reconhecido como um dos principais polos de São João do Nordeste, o Alto do Moura abre sua temporada 2026, neste fim de semana, com grandes nomes da música nordestina. A partir deste sábado (6) até o dia 27 de junho, serão quase 30 atrações, além de grupos de dança, polo das quadrilhas, trios pé de serra e atrações itinerantes circulando pelo maior centro de artes figurativas das Américas.

Quem abre a programação, a partir das 11h, é Didi Caruaru, comemorando 45 anos de carreira. Em seguida, tocam Arreio de Ouro, Walkyria Santos - de volta ao São João de Caruaru - e o sanfoneiro, cantor e compositor salgueirense Targino Gondim.

No domingo, as atrações sobem ao palco a partir das 12h. O público vai cantar os sucessos de Geraldinho Lins, da banda Toca do Vale e da “Rainha do Forró”, a cantora Eliane, que promete embalar a multidão ao som de sucessos como “Amor ou Paixão”, “Brilho da Lua”, “Quem é Ele” e “Paz do seu Sorriso”.


Maior Cuscuz do Mundo

Realizada desde 1994, famosa tradição durante os festejos de São João, a iguaria gigante, preparada no bairro do Alto do Moura, utiliza cerca de 800 kg de flocos de milho e é cozinhada em uma panela com mais de 4 metros de altura. Este ano, o evento traz como atrações Asas da América, Trio Mani e Marquinhos Balada, que animam os forrozeiros, a partir das 12h, na “caminhada do forró”, no domingo, 7 de junho.

POLO ALTO DO MOURA

6 de junho – Sábado
Didi Caruaru - 11h

Arreio de Ouro - 12h30

Walkyria Santos - 14h15

Targino Gondim - 16h15

7 de junho – Domingo
Geraldinho Lins - 12h

Toca do Vale - 14h

Eliane - 16h

 

© DIVULGAÇÃO

Polo Alto do Moura
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