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Inmet mantém alerta para o frio; Sul e Sudeste podem ter geada

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) manteve nesta sexta-feira (5) o alerta amarelo, que indica perigo potencial, em razão da queda de temperatura nos próximos dias. Em regiões de maior altitude no Sul e Sudeste, como a Serra da Mantiqueira e a Serra Catarinense, há possibilidade de geadas.

O aviso abrange cerca de 2,6 mil municípios no Distrito Federal, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Piauí, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

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O estado de alerta começou à 0h de quinta-feira (4) e segue até as 12h de sábado (6).

Centro-Oeste

A previsão do instituto é de que, no período entre quinta-feira (04) e segunda (08), o tempo terá predomínio de sol e alguma variação de nuvens no decorrer do dia. A umidade do ar, no período da tarde, pode ficar em torno dos 30% na região.

Apesar disso, as temperaturas mínimas devem variar entre 7°C e 9°C em áreas de Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, podendo cair um pouco mais a partir de sexta. No Mato Grosso, as temperaturas máximas podem passar dos 34°C e chegar a 36°C. 

Norte

Segundo o InMet, até a próxima segunda-feira (8), o tempo seguirá quente e úmido em grande parte da Região Norte, favorecendo as pancadas de chuva com trovoadas e rajadas de vento em áreas do norte do Amazonas, Roraima, centro-norte do Pará e Amapá. 

As temperaturas mínimas podem ficar entre 16°C e 18°C, e as máximas podem variar de 35°C a 36°C. Diferentemente do resto da região, áreas de Rondônia, Tocantins e a faixa sul do Pará podem apresentar umidade do ar abaixo dos 30%.

Nordeste

No Nordeste, chove especialmente em áreas próximas ao litoral, com destaque para a região do Recôncavo Baiano, o litoral entre Pernambuco e o Rio Grande do Norte e áreas do norte do Maranhão. 

A partir desta sexta-feira (5), as chuvas devem diminuir, mas ainda são previstas pancadas ao norte do Maranhão. 

No interior, haverá temperaturas elevadas durante o dia. As mínimas mais baixas, de 11°C a 13°C, serão em localidades do interior da Bahia e, as máximas podem variar entre 36°C a 38 °C em áreas do Sertão, onde a umidade do ar pode ficar abaixo dos 30%.

Sudeste

Na Região Sudeste, especialmente no leste e em áreas do litoral, há chance de chuva fraca devido ao transporte de umidade que chega do mar, entre o Espírito Santo e o Rio de Janeiro, com possibilidade de ocorrência de neblina ou nevoeiro.

A previsão é de temperaturas mínimas em torno de 4°C em cidades do sul de Minas Gerais, áreas da Serra da Mantiqueira e Serra Fluminense, onde há possibilidade de geada. As máximas podem variar entre 27°C e 29°C em áreas do norte de Minas Gerais.

A umidade do ar pode ficar pontualmente abaixo dos 30% em cidades do oeste e norte de São Paulo, além de cidades do oeste do estado e triângulo mineiro.  

Sul

Na Região Sul, a previsão indica baixa possibilidade de chuva até domingo (8), com as temperaturas mínimas variando entre 3°C e 6°C, principalmente em cidades mais altas das serras gaúcha e catarinense.

Esse cenário pode causar geada fraca e localizada e condições para neblina ou nevoeiro na faixa leste da região, principalmente nas primeiras horas da manhã. 

As temperaturas máximas devem variar de 24°C a 27°C em áreas do norte do Paraná.

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Inmet mantém alerta para o frio; Sul e Sudeste podem ter geada

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) manteve nesta sexta-feira (5) o alerta amarelo, que indica perigo potencial, em razão da queda de temperatura nos próximos dias. Em regiões de maior altitude no Sul e Sudeste, como a Serra da Mantiqueira e a Serra Catarinense, há possibilidade de geadas.

O aviso abrange cerca de 2,6 mil municípios no Distrito Federal, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Piauí, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

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O estado de alerta começou à 0h de quinta-feira (4) e segue até as 12h de sábado (6).

Centro-Oeste

A previsão do instituto é de que, no período entre quinta-feira (04) e segunda (08), o tempo terá predomínio de sol e alguma variação de nuvens no decorrer do dia. A umidade do ar, no período da tarde, pode ficar em torno dos 30% na região.

Apesar disso, as temperaturas mínimas devem variar entre 7°C e 9°C em áreas de Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, podendo cair um pouco mais a partir de sexta. No Mato Grosso, as temperaturas máximas podem passar dos 34°C e chegar a 36°C. 

Norte

Segundo o InMet, até a próxima segunda-feira (8), o tempo seguirá quente e úmido em grande parte da Região Norte, favorecendo as pancadas de chuva com trovoadas e rajadas de vento em áreas do norte do Amazonas, Roraima, centro-norte do Pará e Amapá. 

As temperaturas mínimas podem ficar entre 16°C e 18°C, e as máximas podem variar de 35°C a 36°C. Diferentemente do resto da região, áreas de Rondônia, Tocantins e a faixa sul do Pará podem apresentar umidade do ar abaixo dos 30%.

Nordeste

No Nordeste, chove especialmente em áreas próximas ao litoral, com destaque para a região do Recôncavo Baiano, o litoral entre Pernambuco e o Rio Grande do Norte e áreas do norte do Maranhão. 

A partir desta sexta-feira (5), as chuvas devem diminuir, mas ainda são previstas pancadas ao norte do Maranhão. 

No interior, haverá temperaturas elevadas durante o dia. As mínimas mais baixas, de 11°C a 13°C, serão em localidades do interior da Bahia e, as máximas podem variar entre 36°C a 38 °C em áreas do Sertão, onde a umidade do ar pode ficar abaixo dos 30%.

Sudeste

Na Região Sudeste, especialmente no leste e em áreas do litoral, há chance de chuva fraca devido ao transporte de umidade que chega do mar, entre o Espírito Santo e o Rio de Janeiro, com possibilidade de ocorrência de neblina ou nevoeiro.

A previsão é de temperaturas mínimas em torno de 4°C em cidades do sul de Minas Gerais, áreas da Serra da Mantiqueira e Serra Fluminense, onde há possibilidade de geada. As máximas podem variar entre 27°C e 29°C em áreas do norte de Minas Gerais.

A umidade do ar pode ficar pontualmente abaixo dos 30% em cidades do oeste e norte de São Paulo, além de cidades do oeste do estado e triângulo mineiro.  

Sul

Na Região Sul, a previsão indica baixa possibilidade de chuva até domingo (8), com as temperaturas mínimas variando entre 3°C e 6°C, principalmente em cidades mais altas das serras gaúcha e catarinense.

Esse cenário pode causar geada fraca e localizada e condições para neblina ou nevoeiro na faixa leste da região, principalmente nas primeiras horas da manhã. 

As temperaturas máximas devem variar de 24°C a 27°C em áreas do norte do Paraná.

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Ministro da Agricultura destaca parceria entre governo e setor privado

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O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, destacou nesta terça-feira (2), a importância da parceria entre governo e setor produtivo para superar desafios e apresentou um panorama de conquistas e metas ambiciosas para o agronegócio brasileiro. Durante encontro, ele também reiterou, o compromisso com o desenvolvimento e a inovação no campo ao participar do painel “Diálogo, inovação e crescimento: o novo momento do agronegócio brasileiro”, no Conselho do Agronegócio da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), na capital paulista.

De Paula ressaltou a abertura de novos mercados internacionais para os produtos brasileiros e disse que desde a saída do ex-ministro Carlos Fávaro, que deixou o ministério com 555 mercados abertos, o número já saltou para 616, com a meta de alcançar 700. De Paula atribuiu parte desse sucesso ao envolvimento pessoal do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva que, segundo ele, "tem muito prazer em se envolver pessoalmente nessas questões".

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Entre as conquistas recentes, o ministro mencionou a abertura do mercado do Vietnã e a ampliação da presença brasileira na China, principal destino dos produtos agrícolas do país. A formalização pela China de que o Brasil é um país livre de febre aftosa sem vacinação foi outro ponto ressaltado como resultado de negociações diplomáticas intensas.

De Paula citou ainda a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) como pilar estratégico para o agronegócio e destacou um aumento nos investimentos em pesquisa, que agora são três vezes maiores. O ministro falou sobre a inauguração de um escritório da Embrapa na capital paulista, junto com a presidente do órgão, Silvia Massruhá.

“Em São Paulo, nós já temos cinco unidades da Embrapa, mas nós precisávamos ter um escritório que tivesse foco em negócios e que fosse aqui na capital. Também assinamos um termo de cooperação muito importante com o Carrefour, que visa qualificar e capacitar os nossos produtores que fornecem para essa rede de supermercados”, disse.

O ministro disse ainda que, após 15 anos sem concurso público, a Embrapa realizou um certame para preencher 1.027 vagas, com a possibilidade de acréscimo de 25%, totalizando 1.300 novos profissionais.

“A reinclusão da Embrapa no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) garantiu um aporte de R$ 1 bilhão para a renovação de sua estrutura, permitindo a inauguração de novas unidades, como a Embrapa Territórios em Alagoas”, explicou.

Com relação à infraestrutura, o ministro destacou o programa de recuperação de estradas vicinais e rurais, que visa restaurar cerca de 8 mil km de vias, facilitando o escoamento da produção e o acesso dos produtores.

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Desafios e Perspectivas Futuras

O ministro abordou ainda os desafios que o setor enfrenta, como o elevado endividamento dos produtores, a necessidade de um seguro rural robusto e a criação de um fundo garantidor. Ele também citou o impacto das guerras na formação dos preços de fertilizantes e combustíveis, itens cruciais para a produção agrícola.

De Paula afirmou ainda que para o próximo Plano Safra, que será anunciado em 1º de julho, a expectativa é um volume de recursos em torno de R$ 550 bilhões, representando um aumento de 10% em relação ao ano anterior, quando os valores chegaram a R$ 516 bilhões. A grande aposta é na redução das taxas de juros para um dígito, o que representaria uma "grande vitória" para os produtores.

O ministro disse que "o agro é um setor que cuida de 25% do PIB nacional, que gera 38 milhões de emprego, e é responsável por metade da pauta de exportações do Brasil. No ano passado nós crescemos 11,7% do PIB e fomos determinantes para que o país crescesse 2,3% no ano passado. São números que dispensam qualquer comentário, porque falam muito eloquentemente sobre a importância do setor, o papel que compre, o seu crescimento atual e do futuro.”

O ministro concluiu seu discurso reforçando a importância da união e da colaboração entre todos os atores do agronegócio, enfatizando que "o Agro não tem partido, o Agro não tem cor. O Agro é algo que nos une a todos. Precisamos buscar essa parceria. É o que pode nos assegurar bons resultados”, finalizou.

 

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