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F1: ADUO, atualizações e congelamentos no desenvolvimento dos motores em 2026

Nova geração de unidades de potência trouxe um sistema inédito de recuperação de desempenho, mas como referido na publicação da F1Mania, as regras são mais complexas do que parecem.

A chegada dos novos motores da Fórmula 1 em 2026 não trouxe apenas mudanças técnicas. A FIA também criou um mecanismo inédito para evitar que os fabricantes fiquem excessivamente atrás da concorrência durante a vigência do regulamento. Chamado de ADUO (Aerodynamic and Power Unit Development Opportunity), o sistema promete ajudar as montadoras em desvantagem, mas as suas regras geram muitas dúvidas entre fãs e até profissionais do paddock.

Uma das principais questões, segundo a F1Mania, envolve justamente os benefícios concedidos pelo programa.
Afinal, o que um fabricante contemplado pelo ADUO pode realmente atualizar? A resposta passa por componentes importantes da unidade de potência, incluindo áreas do motor de combustão interna, bateria, MGU-K e sistemas de recuperação de energia.

Mas, na realidade, nem tudo depende do ADUO. Mesmo os fabricantes que não receberem o benefício continuam autorizados a desenvolver determinadas áreas dos motores ao longo da temporada. Componentes como turbocompressor, sistemas de admissão e diversas estratégias de gestão permanecem abertas para evolução dentro dos limites definidos pela regulamentação.

Por outras palavras, a criação do sistema ADUO pela FIA gerou a impressão de que apenas os fabricantes contemplados pelo mecanismo terão permissão para desenvolver as suas unidades de potência ao longo da temporada 2026 da Fórmula 1. No entanto, isso não é verdadeiro.

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Também os pensionistas residentes no Canadá são obrigados a fazer Prova de Vida – ISS

Há mais pensionistas com obrigatoriedade de fazer Prova de Vida já este ano. O Instituto da Segurança Social (ISS) anunciou, na terça-feira, o alargamento desta medida aos reformados que moram no Canadá.

“A obrigatoriedade da Prova de Vida anual foi alargada aos pensionistas residentes no Canadá, país que se junta agora à Bélgica, Cabo Verde, Luxemburgo, Países Baixos, Reino Unido e Suíça”, pode ler-se numa publicação partilhada pelo organismo público na rede social Instagram.

Segundo o ISS, “este passo é essencial para garantir que continua a receber a sua pensão de velhice, invalidez ou sobrevivência”.

Mais, “a forma mais rápida e cómoda de o fazer é a Prova de Vida Digital, através de uma verificação facial simples no telemóvel ou computador na App ou Portal da Segurança Social“, recomenda o organismo público.

Mas há outras alternativas: “Se não conseguir usar os canais digitais, pode ainda fazê-lo de forma Presencial (nos Consulados, Embaixadas ou Adidos) ou Documental (enviando o Certificado de Prova de Vida preenchido)”.

Por fim, fica a recomendação: “Evite deslocações e filas. Aceda aos nossos canais digitais e trate de tudo com total segurança e rapidez“, aconselha o ISS.

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