Dando sequência às aberturas oficiais da Copa do Mundo de 2026, realizadas no México na tarde de ontem e no Canadá, mais cedo nesta sexta-feira (12), o Estádio de Los Angeles recebeu a terceira cerimônia de abertura do evento. Com apresentações de Lisa, Anitta, Tyla, o rapper Future e Katy Perry, o evento fechou as celebrações iniciais da competição.
Durante as apresentações, o público reagiu às performances, com destaque para a música “Goals”, parceria entre Lisa, o rapper nigeriano Rema e a brasileira Anitta. Escrita com trechos em diferentes línguas, clipe repleto de combinações de cores e com a participação ilustre dos mascotes e da bola Trionda, a canção combina a voz dos três artistas em diversos ambientes e momentos da composição.
Internautas destacaram a performance da cantora Tyla, que já havia se apresentado ontem, performando o hino da África do Sul, seu país de origem.
A cantora Katy Perry foi um dos destaques da noite, após dar o que falar sobre sua vida amorosa. Katy encerrou o relacionamento de quase dez anos com Orlando Bloom e, em outubro do mesmo ano, a norte-americana começou a ser flagrada com o político canadense Justin Trudeau em sua festa de 41 anos.
O cantor Mosquito, 39, revelou que recebeu ajuda de um amigo próximo para conseguir interpretar Zeca Pagodinho no cinema. Escalado para viver o sambista em “Deixa a Vida Me Levar”, ele relatou nas redes sociais que estava descrente de conseguir o papel e que o apoio de amigos e do público foi fundamental para não perder as esperanças.
Em entrevista ao jornalista musical Gabriel Dias, ele explicou que o ator João Vicente de Castro, de quem é próximo, foi quem o ajudou a gravar vídeo para o processo seletivo.
“A gente passou a tarde na casa dele, foi desenhando um vídeo teste. Aí falei: ‘Não vai rolar essa parada’. E rolou! Graças a Deus, Silvinho Guindane, diretor, que olhou, gostou, achou que rolava, que, com uma boa preparação, a gente tinha capacidade de fazer”, contou o músico.
A cinebiografia “Deixa a Via Me Levar”, que vai falar sobre a vida do cantor Zeca Pagodinho, 67, recriará a famosa casa de shows no Rio de Janeiro para retratar momentos marcantes de sua carreira. O Metropolitan, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade, foi palco de uma das turnês mais marcantes do cantor: “Samba Pras Moças”.
O elenco também conta com Aline Borges e Ângelo Antônio como Dona Irinéia e Seu Jessé, pais de Zeca. Arlindinho vive o pai, Arlindo Cruz, Stephanie Serrat como Beth Carvalho, Ailton Graça e mais. As gravações do longa-metragem começaram em 4 de maio e devem seguir por cinco semanas. Ainda não há previsão de estreia para a cinebiografia.
A atriz Zoë Kravitz, 37, falou em entrevista à Vogue britânica sobre seus planos de futuro com o noivo Harry Styles e revelou ser “realista” com relação a filhos e casamento. Em abril, Kravitz e Styles, de 32 anos, confirmaram o noivado depois que a atriz de “Caught Stealing” foi vista usando um anel na mão esquerda.
“Você simplesmente precisa ser realista. Se eu quero fazer algo bem feito, preciso me concentrar nisso. Me conhecendo, sei que não vou ter um filho e dirigir filmes exatamente ao mesmo tempo”, disse a atriz. “Você precisa decidir onde quer concentrar sua energia.”
Em 2022, Kravitz já havia compartilhado para a revista ELLE reflexões adicionais sobre a maternidade, e que não sentia pressão para se tornar mãe. “Todas nós passamos de ser bebês, pensando: ‘Tenho tanto tempo’. E então, de repente, seu ginecologista pergunta ‘Quer congelar seus óvulos?’ E eu penso ‘Nem tinha pensado nisso'”, disse à publicação. A atriz acrescentou que há muitas outras coisas para se esperar na vida, na visão dela.
“Tem sido uma jornada interessante de me lembrar de que não há uma linha de chegada que eu precise alcançar em um determinado momento”, explicou. “Comportamentos lúdicos e travessos são algo que sempre espero manter, mesmo aos 70 anos. O objetivo da vida é vivenciá-la e brincar com ela. Ainda há muita diversão pela frente.”
A segunda edição da Mostra de Cinema Brasileiro de A a Z selecionou 24 filmes, cujos títulos começam com cada letra do alfabeto, e acontece de 13 de junho a 21 de novembro, em São Paulo. As entradas para as sessões são gratuitas e a programação inclui filmes nacionais clássicos e contemporâneos.
Entre alguns dos títulos estão produções adaptadas de obras literárias, como “Inocência”, de Visconde de Taunay, “Fogo Morto”, de José Lins do Rego, e “Lavoura Arcaica”, de Raduan Nassar. Outros longas de sucesso também estão na lista, como “Cabra Marcado para Morrer”, de 1984, dirigido pelo famoso documentarista Eduardo Coutinho.
“Kasa Branca!”, que tem entre os nomes do elenco o ator e ex-BBB Babu Santana, será exibido pela mostra em agosto e contará com debate com o diretor Luciano Vidigal. A maioria das obras terá rodas de conversa com equipes de produção após a exibição, conforme informa a programação do evento.
Metade da programação da mostra, organizada pelo Centro Popular de Cultura da Umes (União Municipal dos Estudantes Secundaristas) de São Paulo, já foi divulgada. Confira os filmes já confirmados no evento:
13 de junho
“André, a Cara e a Coragem” (1971), de Xavier de Oliveira,
Debate com o diretor.
20 de junho
“Bom dia, Eternidade” (2010), de Rogério de Moura,
Debate com Farid Tavares.
27 de junho
“Cabra Marcado para Morrer” (1984), de Eduardo Coutinho,
Debate com Rogério Mattos.
04 de julho
“Doramundo” (1978), de João Batista de Andrade,
Debate com o diretor.
11 de julho
“Esse Mundo é Meu” (1964), de Sérgio Ricardo,
Debate com Marina Lutfi.
18 de julho
“Fogo Morto” (1976), de Marcos Farias,
Debate com Joel Yamaji.
25 de julho
“Gaijin, os Caminhos da Liberdade” (1980), de Tizuka Yamazaki,
Debate com a diretora.
1º de agosto
“Hoje” (2011), de Tata Amaral,
Debate com a diretora.
8 de agosto
“Inocência” (1983), de Walter Lima Junior,
Debate com o diretor.
15 de agosto
“Jango” (1984), de Silvio Tendler,
Debate com João Vicente Goulart.
22 de agosto
“Kasa Branca” (2024), de Luciano Vidigal,
Debate com o diretor.
29 de agosto
“Lavoura Arcaica” (2001), de Luiz Fernando Carvalho,
Debate com o diretor.
Mostra de Cinema Brasileiro de A a Z
Local: Cine-Teatro Denoy de Oliveira;
Endereço: Rua Rui Barbosa, 323, Bela Vista, São Paulo;
Data: de 13 de junho a 21 de novembro;
Horários: aos sábados, às 10h;
Entrada gratuita, com distribuição de ingressos uma hora antes do início da sessão.
A Copa do Mundo já soma 22 edições e 96 anos de história. Além do futebol, as peças de divulgação do evento ao longo da história procuraram destacar características culturais e políticas dos países que sediaram o evento e a importância do futebol para cada povo.
Do século XX ao XXI, os cartazes das Copas são a “porta de entrada” para a cultura de cada nação e, ao longo dos anos, contaram com contribuições de movimentos artísticos importantes e artistas de renome, como o pintor catalão Joan Miró e a fotógrafa estadunidense Annie Leibovitz.
Confira os cartazes de todas as Copas do Mundo
Uruguai 1930
Assinado por Guillermo Laborde, o cartaz da primeira Copa do Mundo traz elementos de art déco, que estava no auge.
Cartaz da Copa do Mundo no Uruguai, em 1930 • Reprodução
Itália 1934
Acompanhando o cenário político da época, o cartaz da Copa do Mundo da Itália em 1934 foi elaborado por artista apoiador do regime fascista de Benito Mussolini. Também influenciado pelo art déco, Gino Boccasile colocou um jogador da Azzurra em posição central no cartaz.
Cartaz da Copa do Mundo na Itália, em 1934 • Reprodução
França 1938
O artista Henri Desmé adotou uma estética comum a cartazes de propaganda ideológica, às vésperas da Segunda Guerra Mundial. A ilustração passa uma imagem do futebol como ferramenta de exibição da soberania nacional francesa.
Cartaz da Copa do Mundo na França, em 1938 • Reprodução
Brasil 1950
Após um hiato devido à guerra, a Copa do Mundo é representada no cartaz com bandeiras das nações reunidas, simbolizando uma nova ordem mundial e um novo cenário nas relações diplomáticas entre os países. A arte é uma das únicas entre as registradas pela FIFA que não possui autoria.
Cartaz da Copa do Mundo no Brasil, em 1950 • Reprodução
Suíça 1954
O cartaz da Copa do Mundo de volta à Europa traz um jogador no centro da ilustração, retomando o futebol como tema central das peças artísticas ligadas ao evento. Assim como o cartaz anterior, este não leva o nome do artista responsável pela obra.
Cartaz da Copa do Mundo na Suíça, em 1954 • Reprodução
Suécia 1958
O cartaz do mundial na Suécia dialoga com outras referências artísticas do período, como a silhueta de um jogador de futebol, fazendo referência ao recém-lançado “Vertigo”, de Alfred Hitchcock. O estilo se aproxima da identidade visual do artista Saul Bass e inova ao escrever “futebol” em inglês, espanhol e alemão, as línguas oficiais da FIFA.
Cartaz da Copa do Mundo na Suécia, em 1958 • Reprodução
Chile 1962
Com estilo minimalista, o design da Copa de 1962 inova ao fazer referência ao espaço sideral. A ilustração acompanhou o cenário geopolítico da época, em que uma corrida até o espaço estava em voga. A Terra e uma bola orbitando-a, expressando a importância do futebol em escala global.
Cartaz da Copa do Mundo no Chile, em 1962 • Reprodução
Inglaterra 1966
A novidade do cartaz é a presença, pela primeira vez, de um mascote da Copa do Mundo. O Leão, um símbolo do Reino Unido, é o destaque do design, que optou por uma estética minimalista, com poucos elementos.
Cartaz da Copa do Mundo na Inglaterra, em 1966 • Reprodução
México 1970
Quando o assunto são cartazes de Copa do Mundo, o do México é a principal referência. Com linhas concêntricas, que expressam a estética vigente nos anos 1970, a fonte tornou-se conhecida nos designs esportivos e a bola, com icosaedros, começou a ser utilizada nesta época, tornando-se símbolo do esporte.
Cartaz da Copa do Mundo no México, em 1970 • Reprodução
Alemanha Ocidental 1974
O Impressionismo foi o movimento que inspirou a estética adotada pelo alemão Horst Schafer na pintura do cartaz da Copa de 1974. Com pinceladas marcantes, o artista retratou um jogador centralizado, expressando intensidade do momento histórico.
Cartaz da Copa do Mundo na Alemanha Ocidental, em 1974 • Reprodução
Argentina 1978
Sob a ditadura violenta que depôs o peronismo na Argentina, o cartaz alegre tenta mascarar o período político de tensão que vivia o país. Inspirada no pontilhismo, muito popular nos anos 1970, a agência Mandatos Internacionales, contratada pelo regime militar, assinou o cartaz em tons de azul para o mundial daquele ano.
Cartaz da Copa do Mundo na Argentina, em 1978 • Reprodução
Espanha 1982
Um dos cartazes mais disruptivos do acervo de Copas do Mundo, o mundial na Espanha foi representado pelo artista catalão Joan Miró. Em cores vivas e traços abstratos, o artista deu ares de festa à competição, ao mesmo tempo que capturou as particularidades culturais do país.
A palavra “ESPAÑA” está grafada no topo com a caligrafia orgânica do próprio artista. No entanto, não há a presença do Naranjito, mascote da edição.
Cartaz da Copa do Mundo de 1982, na Espanha • Reprodução
México 1986
O cartaz do retorno da Copa do Mundo ao México ficou a cargo da renomada fotógrafa Annie Leibovitz. A silhueta de um jogador de futebol sob monumentos de arte asteca faz referência à cultura originária do país e compara o futebol a um ritual milenar mesoamericano que consistia em passar uma bola de borracha entre arcos fixados na parede.
A fonte em que se lê “Mexico86” recobra a escrita da primeira edição, com letras curvilíneas e estética futurista, ligada aos movimentos artísticos dos anos 1980.
Cartaz da Copa do Mundo de 1986, no México • Reprodução
Itália 1990
Assim como na edição anterior, o cartaz da Copa do Mundo na Itália fez referência ao seu passado ao colocar um campo de futebol colorido no centro do Coliseu Romano. A arte compara a disputa das seleções aos grandes gladiadores. Apesar da imponência do cartaz, o evento é tido por muitos como uma das piores Copas, devido a erros técnicos e baixo número de gols marcados na competição.
Cartaz da Copa do Mundo de 1990, na Itália • Reprodução
Estados Unidos 1994
Também influenciado pela estética espacial, o cartaz da Copa do Mundo nos Estados Unidos mais uma vez coloca o futebol no espaço sideral, com jogador centralizado, chutando “nas estrelas”. A pintura, com cores vibrantes e traços mais despojados, é de autoria de Peter Max, que disse em entrevistas na época que desejava representar a “universalidade do futebol”.
Cartaz da Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos • Reprodução
França 1998
O cartaz foi escolhido por meio de um concurso, do qual a estudante Nathalie Le Gall
saiu vencedora. A artista francesa utilizou as cores da bandeira do país — vermelho, azul e branco — para expressar os valores da liberdade, igualdade e fraternidade presentes no hino do país, e, ao centro, um colorido campo de futebol.
Cartaz da Copa do Mundo de 1998, na França • Reprodução
Coreia e Japão 2002
O cartaz teve como missão representar a primeira Copa do Mundo realizada em dois países, simultaneamente. Foram reunidos dois artistas – Byun Choo Suk, da Coreia do Sul, e Hirano Sogen, do Japão, que utilizaram traços de pincelada, fazendo referência à arte tradicional asiática. Os artistas produziram o visual em apenas dois dias.
Cartaz da Copa do Mundo realizada na Coreia e no Japão, em 2002 • Reprodução
Alemanha 2006
A Copa, conhecida como uma das mais organizadas e com maior estrutura desde a criação do torneio, foi representada por cartaz em estilo mais moderno e digital, elaborado pela agência WE DO Communication. As estrelas fazem referência ao “sonho” do mundial, e o cartaz foi escolhido pelo próprio Franz Beckenbauer, famoso treinador alemão.
Cartaz da Copa do Mundo de 2006, na Alemanha • Reprodução
África do Sul 2010
A primeira Copa do Mundo em país do continente africano apresenta desenho com as cores verde, vermelho e amarelo, e um rosto negro ao lado de uma bola de futebol. A universalidade das cores representa o pan-africanismo, e o design é assinado pelos artistas Gaby de Abreu e Paul Dale, que escolheram representar o povo africano como originário das mesmas culturas.
Cartaz da Copa do Mundo de 2010, realizada na África do Sul • Reprodução
Brasil 2014
Em um cenário politicamente dividido, o cartaz da Copa do Mundo de 2014, no Brasil, mostra duas pernas disputando uma bola, compostas por elementos gráficos que representam a cultura e as características do país, como pontos turísticos e fauna e flora. A arte é de Karen Haidinger, designer brasileira, que tentou representar o futebol como um vetor de união dos brasileiros.
Cartaz da Copa do Mundo no Brasil, em 2014 • Reprodução
Rússia 2018
Recuperando elementos vintage e estética de propaganda política, o cartaz da Copa do Mundo na Rússia, em 2018, faz referência direta às expressões artísticas soviéticas. O cartaz é composto por elementos que deixam explícita a ligação com o período histórico, como a arte construtivista e o futurismo russo, e também a representação de Lev Yashin, lendário goleiro soviético.
Cartaz da Copa do Mundo de 2018, na Rússia • Reprodução
Catar 2022
Com estética minimalista e elementos centralizados, o cartaz da Copa do Mundo no Catar representou o dinamismo e a modernidade do país árabe. Com caligrafia árabe e a presença do chapéu tradicional masculino usado no Catar e em outros países do Oriente Médio, chamado de Gahfiya (ou Gahfiya), a arte pretendeu representar a cultura do país e relacionar tais elementos com o futebol.
Cartaz da Copa do Mundo no Catar, em 2022 • Reprodução
Estados Unidos, México e Canadá 2026
A Fifa lançou no dia 3 de junho o pôster oficial da Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, no México e no Canadá. Assinada pelos artistas Carson Ting (Canadá), Minerva GM (México) e Hank Willis Thomas (Estados Unidos), a obra celebra o ineditismo de um Mundial sediado em três países.
Cartaz da Copa do Mundo de 2026, disputada nos Estados Unidos, no México e no Canadá • Reprodução
A influenciadora Virginia Fonseca, 27, publicou nesta sexta-feira (12), uma foto em que posa ao lado de um grande buquê de flores vermelhas e uma pequena caixa de joia. Nos comentários, o ex-namorado e jogador da seleção brasileira, Vini Jr., reagiu e comentou um coração.
A interação foi suficiente para que, nos comentários, alguns fãs cravassem a autoria do presente ao jogador. “Foi ele, com certeza”, escreveu um. “Parabéns, Virginia, conseguiu me decepcionar”, desabafou outra, frustrada após ter apoiado a influenciadora depois de alegações de possível traição.
Vini Jr reage a foto de Virginia ao lado de buquê de rosas no Dia dos Namorados • Reprodução/Instagram
Na publicação, alguns fãs também apostaram na possibilidade de o presente ter sido enviado por Zé Felipe, ex-marido da influenciadora. Ele e Virginia têm três filhos: Maria Alice, 5 anos, Maria Flor, 3 anos, e José Leonardo, 1 ano.
Recentemente, outras teorias de uma possível reconciliação foram trazidas à tona. Virginia está nos Estados Unidos para fazer a cobertura da Copa do Mundo de 2026, e já chegou ao país para os preparativos, enquanto o atleta também está por lá na Seleção Brasileira. Enquanto os dois estão no mesmo lugar, algumas coincidências foram apontadas pelos internautas.
A principal teoria surgiu após o jogo da NBA no Madison Square Garden, em Nova York, que aconteceu na noite de segunda (8). O assessor pessoal do atacante, Felipe Silveira, compartilhou alguns registros em seu Instagram do lugar em que estava assistindo à partida em uma posição muito semelhante à mostrada por Virginia, o que fez usuários criarem a teoria de que talvez tenham acompanhado o jogo juntos ou próximos.
Outro ponto que não passou despercebido pelo público foi que a influenciadora apagou o post de suas redes que anunciava o término com Vini Jr. Ela compartilhou um post em seu TikTok no dia do anúncio do rompimento, em 15 de maio, e recentemente apagou a publicação.
Término
A influenciadora Virginia anunciou o término com Vini. Jr. em 15 de maio, após sete meses de relacionamento. Ela não revelou o motivo por trás da decisão e pediu que seus seguidores respeitassem sua privacidade e a dos envolvidos no momento.
“Ao longo da minha vida, aprendi a nunca negociar aquilo que, pra mim, é inegociável. Então, quando algo deixa de fazer sentido, eu prefiro ter maturidade para encerrar com carinho do que permanecer por permanecer. Torço muito pela felicidade e pelo sucesso do Vinicius, e tudo isso com muito carinho”, escreveu ela junto a uma foto do casal em preto e branco.
Confira fotos de Virginia ao lado de presente misterioso, no Dia dos Namorados
Virgina posa ao lado de buquê de flores e caixa de joia • Reprodução Instagram/VirginiaVirgina posa ao lado de buquê de flores e caixa de joia • Reprodução Instagram/Virginia
A atriz e cantora Sylvia Massari, 78, falou em postagem nas redes sociais nesta sexta-feira (12) sobre experiência no primeiro Dia dos Namorados após a morte do marido, Guto Graça Mello, em maio de 2026. Ela diz ter sentido, por meio da presença de uma borboleta em seu apartamento, que recebeu uma “visita especial”.
“Primeiro Dia dos Namorados sem o Guto, tomei um banho e coloquei o perfume dele”, relatou. “Desde ontem à noite, uma borboleta enorme e linda estava na cozinha. Hoje de manhã, ela ainda estava lá, como se estivesse me esperando para dizer ‘Bom dia!”.
Nos comentários, fãs e amigos celebraram a memória de Guto e o relacionamento dos dois, que durou 36 anos, sendo 26 de casamento. “Com certeza ele está com você todos os dias, querida Sylvia! Um amor tão lindo! Eterno”, escreveu um. “Amor lindo! Guto para sempre”, relembrou outra.
“Tive a sensação de ter recebido uma visita muito especial”, diz Sylvia, emocionada. O produtor e diretor musical Augusto César Graça Mello, também conhecido como Guto Graça Mello, morreu no dia 5 de maio, no Rio de Janeiro, aos 78 anos. Considerado um dos principais nomes da música na TV brasileira, ele estava internado no Hospital Barra D’Or, na Barra da Tijuca, na zona oeste carioca, há mais de um mês após sofrer uma queda.
Sylvia Massari relata experiência em postagem nas redes sociais • Reprodução Instagram/Sylvia Massari
Em entrevista ao podcast “Films to Be Buried With” de Brett Goldstein, na terça-feira (10), a cantora Jennifer Lopez, 56, admitiu ter chorado no final de “Diário de uma Paixão”. Ao ser questionada sobre quais foram os filmes que mais a emocionaram, ela escolheu o drama, estrelado por Ryan Gosling e Rachel McAdams.
Adaptado do romance homônimo de Nicholas Sparks, escrito em 1996, o filme, dirigido por Nick Cassavetes, conta a história de um casal que se apaixona na década de 1940. Ao envelhecer, o personagem interpretado por Gosling lê para a amada os diários que relatam a vida junto da amada, que agora sofre de demência e não se recorda do passado.
“Dá vontade de chorar agora mesmo só de pensar”, brincou Lopez, com a voz embargada ao descrever as partes do drama romântico que mais a emocionam. “Eu desabei em lágrimas. Pensei que não havia nada mais romântico”, revelou ela.
Na ocasião, a cantora também comentou sobre o filme brasileiro “Ainda Estou Aqui” e diz que o longa mudou sua vida. Ela relata que assistiu à produção durante seu divórcio do também ator Ben Affleck e que o filme a fez pensar sobre seus filhos e sobre a crise pela qual estava passando.
“Há aquela cena no começo em que eles estão todos juntos na praia, e aí essa mulher passa a vida toda tentando provar que o marido dela era real, que ele não desapareceu simplesmente. Ela queria a certidão de óbito”, relembrou a cantora sobre o papel de Fernanda Torres como a viúva Eunice Paiva.
“Algo aconteceu na minha cabeça e eu comecei a chorar pensando nos meus filhos, na minha experiência com meu pai. Tudo veio de uma vez só”, contou Lopez. “Minha vida mudou naquele momento.”
Dando sequência à abertura oficial da Copa do Mundo de 2026, realizada no México na tarde de ontem, o Canadá recebeu nesta sexta-feira (12) uma sequência de artistas para celebrar o começo da competição mundial de futebol.
Confira as reações da web à cerimônia de abertura da Copa do Mundo no Canadá
• Reprodução/X
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Internautas questionaram a ausência de algumas estrelas da música pop, que são canadenses, na abertura, como Justin Bieber e Avril Lavigne.
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Outro destaque das apresentações que chamou a atenção do público foi a taça da Copa, um tanto quanto “desconstruída”. Uma estrutura que se desmontava foi motivo de piada de espectadores que se identificaram com a aparência “cansada” do troféu.
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Pela primeira vez, o campeonato internacional contou com eventos de abertura acontecendo em três países: México, Canadá e Estados Unidos.