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Rayan e Igor Thiago são os jogadores que mais valorizaram após convocação

A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, neste sábado (13), diante do Marrocos, no Estádio de Nova York e Nova Jersey, também marca um momento de valorização para diversos atletas convocados por Carlo Ancelotti.

Impulsionados por boas temporadas em seus clubes e pelas oportunidades recebidas com a camisa da Amarelinha, alguns jogadores chegam ao Mundial com seus maiores valores de mercado da carreira.

De acordo com os dados da plataforma Transfermarkt, entre os principais destaques estão Rayan e Igor Thiago. O jovem atacante ex-Vasco da Gama registrou a maior valorização do período, com um salto de 20 milhões de euros (cerca de R$ 118 milhões). Seu valor de mercado passou de 40 milhões de euros (R$ 236 milhões) para 60 milhões de euros (R$ 354 milhões) após a transferência para o Bournemouth e a sequência de boas atuações no futebol inglês.

O atacante do Brentford, por sua vez, está na segunda posição do ranking, com valorização de 15 milhões de euros (cerca de R$ 88,5 milhões) desde dezembro de 2025. Seu valor de mercado passou de 50 milhões de euros (R$ 295 milhões) para 65 milhões de euros (R$ 383,5 milhões). Após uma temporada de destaque na Premier League, o camisa 9 ganhou espaço na Seleção Brasileira e chega à Copa como uma das principais opções ofensivas de Carlo Ancelotti.

Outro nome que chega ao Mundial em trajetória de recuperação é Endrick. Após um período de poucas oportunidades no Real Madrid, o atacante voltou a ganhar protagonismo no Lyon e registrou valorização de 5 milhões de euros (cerca de R$ 29,5 milhões), passando de 35 milhões de euros (R$ 206,5 milhões) para 40 milhões de euros (R$ 236 milhões). O crescimento reforça o potencial de uma das maiores promessas do futebol mundial.

O ranking dos atletas que mais se valorizaram após a convocação ainda conta com Danilo Santos, que saltou de 24 milhões de euros (R$ 141,6 milhões) para 32 milhões de euros (R$ 188,8 milhões); Matheus Cunha, de 70 milhões de euros (R$ 413 milhões) para 75 milhões de euros (R$ 442,5 milhões); Ederson, de 40 milhões de euros (R$ 236 milhões) para 45 milhões de euros (R$ 265,5 milhões); além dos defensores Léo Pereira, que passou de 10 milhões de euros (R$ 59 milhões) para 12 milhões de euros (R$ 70,8 milhões), e Ibañez, de 17 milhões de euros (R$ 100,3 milhões) para 18 milhões de euros (R$ 106,2 milhões).

Os números refletem a dinâmica do mercado às vésperas da principal competição do futebol mundial, em que desempenho recente, idade, potencial de revenda e protagonismo dentro da Seleção costumam influenciar diretamente a percepção dos clubes e investidores.

Ranking de valorização após a convocação (em milhões de euros):

  1. 1. Rayan: 40M – 60M
  2. Igor Thiago: 50M – 65M
  3. Danilo Santos: 24M – 32M
  4. Endrick: 35M – 40M
  5. Matheus Cunha: 70M – 75M
  6. Ederson (VOL): 40M – 45M
  7. Léo Pereira: 10M – 12M
  8. Ibãnez: 17M – 18M

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“Simplesmente ruim”: Klopp critica duramente a partida de estreia da Copa

O ex-treinador do Liverpool, Jurgen Klopp, criticou duramente o jogo de estreia da Copa do Mundo de 2026, nesta quinta-feira (11), no Estádio Azteca, na Cidade do México. Na partida de abertura da primeira edição do torneio disputada com 48 seleções, o México venceu a África do Sul por 2 a 0.

O chefe Global de Futebol do grupo Red Bull assinou um contrato com a MagentaTV para comentar o Mundial. Klopp classificou o jogo como “simplesmente ruim” do ponto de vista técnico. O alemão ainda complementou dizendo que nenhuma das equipes jogaram bem.

Outro destaque da partida foi Wilton Pereira Sampaio, que apitou o confronto, com Bruno Pires e Bruno Boschilia como assistentes. O VAR ficou a cargo do colombiano Nicolas Gallo. O confronto foi marcado por três expulsões: Sithole e Zwane, pela África do Sul, e Montes, pelo México.

Questionado sobre os cartões, Klopp afirmou: “Essa situação resume bem o jogo todo. Taticamente, foi simplesmente ruim! Nenhuma das equipes jogou bem”.

“11 contra 9 e depois você é pego no contra-ataque. Por quê? Porque a última linha estava muito recuada”, acrescentou.

Como foi o jogo

Com o resultado, o México venceu um jogo de abertura de Copa do Mundo pela primeira vez. A seleção, que abre o Mundial pela sexta vez, não havia vencido em nenhuma das cinco ocasiões anteriores: foram derrotas para França (1930), Brasil (1950) e Suécia (1958), além de empates com a União Soviética (1970) e com a própria África do Sul (2010).

Aos oito minutos, Sithole errou na saída de bola, Erik Lira desarmou e deixou Quiñones em condições de finalizar. O atacante chutou rasteiro, de dentro da área, e abriu o placar, garantindo o primeiro gol da Copa do Mundo de 2026. Com um jogador a mais, o México ampliou aos 21 minutos.

Mesmo com a vantagem numérica reduzida, os mexicanos não foram ameaçados nos minutos finais. A partida, que se estendeu até os 52 do segundo tempo, terminou com ampla superioridade dos donos da casa nas finalizações: 16 a 4.

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Titular contestado da Seleção atingirá feito de Taffarel e Gilmar

Alisson entrará em um seleto grupo de goleiros que foram titulares da Seleção Brasileira em três Copas do Mundo. O arqueiro de 33 anos acumula 78 jogos pelo Brasil, sendo seis sob o comando do técnico Carlo Ancelotti.

Titular em 2018 e 2022, o goleiro do Liverpool será o camisa 1 do Brasil no Mundial de 2026. Portanto, assim que o árbitro esloveno Slavko Vincic autoriza o início do jogo entre a Seleção Brasileiro e o Marrocos no próximo sábado (13), às 19h (de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, Alisson igualará feito que apenas duas lendas da posição alcançaram: Gilmar e Taffarel, ambos campeões do mundo.

“Uma palavra que define o sentimento é honra. Poder estar entrando junto com esses grandes nomes da história da Seleção Brasileira. É um privilégio para mim também participar de mais uma Copa do Mundo. Eu assistia quando criança, sonhava em estar aqui, mas era uma realidade muito distante. Hoje, quando paro para pensar nisso, é um privilégio e uma benção ter essa possibilidade de disputar uma Copa do Mundo vestindo a camisa da maior seleção”, declarou Alisson em entrevista coletiva.

Gilmar dos Santos Neves fez parte do elenco que ganhou as Copas de 1958 e 1962 – única vez que a Seleção foi bicampeã mundial de forma consecutiva. Ele também esteve na edição de 1966, quando o Brasil foi eliminado ainda na fase de grupos.

Taffarel, por sua vez, foi dono da posição na eliminação para a Argentina, em 1990, e foi tetracampeão em 1994, nos Estados Unidos, defendendo pênalti contra a Itália na final. O goleiro ainda disputou o Mundial de 1998, mas não evitou a derrota para a França na decisão.

Alisson contestado

Os comentários negativos mais recentes sobre o goleiro estão relacionados à sua situação física. O goleiro viveu uma temporada difícil com o Liverpool, perdendo boa parte das partidas do time inglês por conta de lesão.

“Minha capacidade física é 100%. Obviamente todo mundo sabe que eu fiquei um período fora antes da Copa do Mundo, mas também muito em virtude de estar e chegar aqui nesse momento 100%”, afirmou o camisa 1.

Alisson também não fugiu da pergunta sobre as críticas que vêm sofrendo na Seleção Brasileira por conta do seu desempenho.

“As cobranças são naturais, fazem parte do futebol. Injustas ou não, são parte do pacote de vestir essa camisa (da Seleção). O torcedor quer que quem vista a camisa do Brasil, conquiste título. Como eu ainda não venci um grande título, as críticas vêm. Porém, eu sou o meu maior crítico, ninguém vai me criticar mais do que eu. Mas a minha crítica é baseada em leitura técnica, tática, psicológica, com ajuda dos meus companheiros e dos preparadores de goleiro da equipe”, declarou.

“O que é importa é o momento que a equipe chega. Isso é o mais importante, é o que a gente pode ver, pode ter observado historicamente também na história da Seleção. Por isso que se diz que é bom chegar, que a seleção chegue um pouco questionada, porque foi assim em outros momentos também”, concluiu.

Jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo

  • 13/06 (sábado) — Brasil x Marrocos — 19h — Nova Jersey
  • 19/06 (sexta-feira) — Brasil x Haiti — 21h30 — Filadélfia
  • 24/06 (quarta-feira) — Escócia x Brasil — 19h — Miami

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