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Depois da morte clínica, o que fica? O psiquiatra Mário Simões “viajou” aos limites da consciência

Se a consciência é apenas um produto do cérebro ou uma realidade que pode sobreviver-lhe continua a ser uma das questões mais debatidas da ciência contemporânea. Em "A Consciência Não Morre“, Mário Simões, psiquiatra, psicoterapeuta e professor jubilado da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, analisa experiências de quase morte, estados ampliados de consciência e os limites das explicações neurológicas atuais, propondo uma reflexão sobre aquilo que sabemos, e sobre tudo o que ainda desconhecemos, acerca da mente humana.

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A Gula não é pecado, nem falha moral, é biologia. Quando o cérebro não sabe dizer chega 

Um homem com cerca de 30 anos ficou dias entalado no cubículo do duche. Não pediu socorro por vergonha. Uma jovem de 28 anos vive numa casa onde a porta da cozinha está permanentemente fechada à chave e o caixote do lixo tem cadeado. Ambos sofrem de obesidade. Para o neurologista Guy Leschziner, neurologista no nos hospitais Guy e St. Thomas, em Londres, estes são exemplos extremos que ilustram a sua tese: a gula, tal como a conhecemos prende-se com a arquitetura do cérebro. Publicamos um excerto do livro “Sete Pecados Mortais – A Biologia do que é Ser Humano”.

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“A exclusão das pessoas com deficiência está cultural e historicamente enraizada” - Inês Sequeira, CEO da Rede Capital Social

A nova Estratégia Nacional para os Direitos das Pessoas com Deficiência 2026–2030 procura corrigir falhas identificadas na execução do plano anterior e reforçar a inclusão em áreas como o emprego, a educação e a participação cívica. Em entrevista, Inês Sequeira, cofundadora e CEO da Rede Capital Social, defende que a inclusão laboral exige menos intenções e mais execução, num momento em que mais de 15 medidas do plano da organização foram incorporadas na estratégia nacional.

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