Nationwide holiday alert for travellers with summer plans



A Anthropic suspendeu o acesso público aos modelos de Inteligência Artificial (IA) mais avançados, para cumprir uma diretiva de controlo de exportações, que a obriga a impedir o acesso ao serviço por parte de estrangeiros por motivos de segurança nacional.
De acordo com a Anthropic – uma startup norte-americana de IA – a ordem para impedir o acesso fora dos Estados Unidos ou por parte de estrangeiros dentro do país chegou na tarde de sexta-feira e, para poder cumprir a diretiva de última hora, optou por bloquear todo o acesso ao Fable 5 e ao Mythos 5 a todos os clientes.
Num comunicado divulgado no mesmo dia, a Anthropic afirmou que o Governo norte-americano não forneceu detalhes específicos sobre os motivos pelos quais os novos serviços de inteligência artificial constituem um problema de segurança nacional e pediu desculpa aos clientes pela interrupção.
“Como já afirmámos publicamente, acreditamos que o Governo deve ter a capacidade de bloquear desenvolvimentos inseguros como parte de um processo transparente, justo, claro e baseado em factos técnicos. Esta ação não está de acordo com esses princípios”, afirmou a empresa.
A suspensão ocorreu poucos dias depois de a Anthropic ter disponibilizado aos assinantes do serviço Claude o modelo Fable 5, apresentado como o mais avançado em vários testes de competências e considerado muito superior aos modelos Opus.
O Fable baseava-se no controverso modelo Mythos, sobre o qual a Anthropic alertou em abril possuir capacidades que colocavam em risco a impenetrabilidade dos sistemas mais avançados em cibersegurança em setores sensíveis, como o financeiro.
A Anthropic permitiu que o Governo dos EUA e empresas analisassem o Mythos antes do lançamento público deste, para determinar vulnerabilidades nos sistemas e como isso poderia afetar a segurança, e o Fable 5 continha salvaguardas e restrições para evitar o uso indevido, de acordo com a empresa norte-americana.
Embora a Anthropic tenha garantido que não publicaria o modelo Mythos, disponibilizou-o a uma lista muito seleta de empresas no âmbito da iniciativa de cibersegurança Project Glasswing.









A operadora de telecomunicações Meo solicitou ao Governo o estatuto de empresa em reestruturação, que foi concedido, e espera fechar a saída por mútuo acordo de 1.200 trabalhadores no âmbito do programa de transformação interna, foi hoje noticiado.
“No âmbito do seu programa de transformação interna, a Meo tem privilegiado soluções de saída por mútuo acordo, acompanhadas pelas estruturas representativas dos trabalhadores, assegurando que cada decisão é livre e informada”, justificou a empresa ao jornal Público, precisando que “o total de saídas voluntárias é de 1.200 colaboradores”.
Segundo o diário, o pedido da operadora da Altice para obtenção do estatuto de empresa em reestruturação foi feito em 2025 e atribuído no início deste ano.
“Em janeiro de 2026 foi proferido despacho que concedeu a atribuição de estatuto de empresa em reestruturação, até ao dia 30 de junho corrente”, confirmou ao Público o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
A solicitação invocava os “fundamentos previstos na lei, nomeadamente, reestruturar para assegurar a sustentabilidade financeira da empresa”.
A atribuição daquele estatuto a uma empresa é um passo que facilita a rescisão de contratos com os trabalhadores, uma vez que permite ir além das quotas legalmente previstas nas saídas por mútuo acordo com atribuição de subsídio de desemprego, explica o jornal.

Alfama venceu a edição deste ano do Concurso das Marchas Populares de Lisboa, anunciou este sábado a Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC), responsável pela organização da iniciativa.
Em segundo lugar ficou Alcântara e em terceiro Madragoa.
“Oito anos depois, a Marcha de Alfama volta a vencer o concurso das Marchas Populares de Lisboa, com o tema ‘Os santos devem estar loucos’, que retrata o contraste entre a tradição da marcha e as mudanças sentidas no bairro”, lê-se num comunicado da EGEAC.
Outros grupos estiveram este ano no concurso: Graça (4.º), Bairro Alto (5.º), Beato e Bica (6.º ex-aequo), Carnide e Olivais (8.º ex-aequo), Mouraria (10.º), Alto do Pina (11.º), Marvila e Penha de França (12.º ex-aequo), Benfica (14.º), São Vicente (15.º), São Domingos de Benfica (16.º), Bela Flor Campolide (17.º), Bairro da Boavista e Castelo (18.º ex-aequo) e Ajuda (20.º).
Em 2025, Alcântara e Bairro Alto tinham vencido o concurso.
De acordo com informação da EGEAC, Alfama e Madragoa ganharam na categoria de Melhor Coreografia. A Melhor Cenografia foi para Alcântara, que venceu também o Melhor Figurino, em conjunto com a Bica.
A distinção da Melhor Letra foi para Alcântara, Alfama, Graça e Olivais.
Quem venceu a Melhor Musicalidade foram as marchas do Alto do Pina e de Alfama, e a Melhor Composição Original foi para Alfama com “Os Santos devem estar loucos”, para a Graça com “Na Graça o 13 é sorte” e Alcântara com “À moda de Alcântara”.
O Melhor Desfile na Avenida foi para Alfama.
O desfile teve início com a tradição folclórica chinesa Dança do Dragão e dos Leões Dourados, apresentada pela Associação Geral Desportiva de Macau Lo Leong.
Antes das Marchas em concurso, desfilaram a Marcha Infantil das Escolas de Lisboa, a Marcha Infantil A Voz do Operário, a Marcha dos Mercados e a Marcha Santa Casa.
Sob o tema “Somos Lisboa. Somos Europa”, as 20 marchas a concurso, que já se apresentaram na MEO Arena, foram avaliadas e pontuadas por um júri consoante os figurinos, as músicas e as coreografias originais, retratando os vários bairros lisboetas participantes.
Além das Marchas, casamentos e arraiais, a programação das Festas de Lisboa tem este ano, durante o mês de junho, mais de 40 iniciativas, “maioritariamente gratuitas”, espalhadas pela cidade, com concertos, cinema ao ar livre, exposições e festivais multiculturais.
O encerramento das Festas de Lisboa decorre no dia 26 de junho nos Jardins da Torres de Belém, com um concerto a cargo de Matias Damásio, Rita Guerra, Ivandro e Héber Marques, terminando com um espetáculo de fogo-de-artifício a iluminar o céu da cidade.