Trump administration identifies 'super-sponsors' of migrant children in a possible prosecution tack

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Shakira and Burna Boy top the bill in the first of three World Cup opening ceremonies before co-host Mexico face South Africa in the tournament’s first match
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© Arash Khamooshi/Polaris for The New York Times
O ex-prefeito de Recife, João Campos (PSB), lidera as intenções de voto em primeiro e segundo turno na disputa ao governo de Pernambuco, conforme apontou a pesquisa do Instituto Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (11).
No primeiro turno, Campos aparece com 45% das intenções de voto, seguido pela atual governadora do estado, Raquel Lyra (PSD), com 40%. Em seguida, aparece
Ivan Moraes (PSOL) com 3%. O candidato do Missão, Renan Hallais, não pontuou na pesquisa.
Do total de entrevistados, 6% declararam votar em branco ou nulo e outros 6% não souberam ou não responderam.
No único cenário de segundo turno simulado, entre João Campos e Raquel Lyra, o ex-prefeito lidera com 46%, enquanto a atual governadora tem 41%.
Dentre os entrevistados, 6% votariam em branco ou nulo, enquanto 7% não souberam ou não responderam.
O Instituto Real Time Big Data ouviu 1.600 pessoas entre os dias 9 e 10 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
A pesquisa está cadastrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo PE-09426/2026.
*Sob supervisão de João Ker
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera todos os cenários de intenção de voto em Pernambuco, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (11).
No primeiro turno, Lula venceria com 57% dos votos, seguido de Flávio Bolsonaro, que aparece com 22% no levantamento. O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) aparecem empatados com 4% cada.
Na sequência, aparecem o ex-senador Aécio Neves (PSDB), o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa (DC) empatados com 2% dos votos cada. Augusto Cury (Avante) e Cabo Daciolo (Mobiliza) empataram com 1% dos votos.
O total de votos brancos e nulos é de 2%, mesma porcentagem dos que não souberam ou não quiseram responder.
Em um eventual segundo turno, Lula aparece com 60% das intenções de voto, contra 34% de Flávio Bolsonaro. Brancos e nulos somam 3%, mesmo percentual dos indecisos.
A Real Time Big Data entrevistou 1.600 pessoas em Sergipe entre os dias 9 a 10 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-02795/2026.
*Sob supervisão de João Ker

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O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) aposta na apresentação fatiada de seu plano de governo para crescer e se descolar dos demais nomes atrás de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) nas pesquisas de intenção de voto.
A ideia é que, a partir do final do mês, o pré-candidato inicie uma sequência de eventos temáticos para detalhar seus projetos para o país, substituindo o lançamento de um documento único numa data só, como costuma acontecer.
A intenção é que a apresentação dos eixos do plano de governo se transforme em espaços de discussão, com propostas concretas e participação de especialistas. O primeiro tema deverá ser a segurança pública. O segundo, educação.
Segundo apurou a CNN, a avaliação de Caiado é que a atual sequência de escândalos e polêmicas envolvendo outros pré-candidatos na disputa ao Planalto tem “sequestrado” a atenção da população.
Portanto, a expectativa no entorno do ex-governador de Goiás é que o ambiente político volte a focar no conteúdo de propostas mais à frente. A aposta é que, depois da Copa do Mundo e com o início oficial dos debates eleitorais, a população estará mais receptiva aos planos de governo e, então, sentirá o diferencial de sua candidatura.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (10) que o governo está desenvolvendo um programa que seja capaz de enviar mensagens a celulares roubados e depois devolvê-los através de agências dos Correios em vez de delegacias. O anúncio foi feito durante a 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, em Brasília.
Segundo Lula, o projeto foi batizado Telefone Seguro. Através dele, as pessoas que possuem celulares roubados receberão uma mensagem para devolverem o aparelho. O presidente ainda estuda, entretanto, a possibilidade de a devolução ser feita diretamente nas agências dos Correios.
“Eu não quero devolver na delegacia, eu quero devolver no Correio, porque devolver na delegacia as pessoas têm até medo porque não sabem o tipo de delegado que vai encontrar, ou o tipo de policial. Então vamos tentar que a gente vá no Correio”, explicou Lula.
“Nós temos o cadastro, o endereço e o chassi de 2,5 milhões de celulares roubados. Nós não sabemos quem roubou, mas sabemos que os telefones foram roubados”, disse Lula. “Eu ia apertar um botãozinho e passar uma mensagem dizendo que todos os dois milhões e meio de pessoas que estão com o celular roubado têm que devolver. Precisa devolver porque ele pode estar cometendo um delito e, se ele for pego, ele pode sofrer uma punição desnecessária.”
*Sob supervisão de João Ker
O líder do PT (Partido dos Trabalhadores) na Câmara, o deputado Pedro Uczai, apresentou uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) com o objetivo de garantir a soberania nacional sobre os sistemas de pagamento operados pelo Banco Central, como o PIX, aque recentemente entrou na mira do governo dos Estados Unidos.
A ação ocorre em meio à nova proposta tarifária da USTR (Representante Comercial dos Estados Unidos), que cita o PIX como um dos motivos para a recomendação de taxação de 25% sobre as importações brasileiras.
“Acrescenta parágrafo único ao art. 192 da Constituição Federal para assegurar a soberania nacional na instituição e operação dos sistemas de pagamento e vedar restrições impostas por governo estrangeiro ou decorrentes de tratados, acordos ou negociações internacionais, que sejam lesivas à soberania ou aos interesses nacionais”, propõe a emenda.
A proposta declara o PIX como patrimônio público e “uma das mais relevantes infraestruturas públicas do País”. Emr eferência ao imbróglio com o governo de Donald Trump, o documento aponta a necessidade de elevar a sua proteção a nível constitucional uma vez que “infraestruturas estratégicas nacionais passaram a ser tratadas por potências estrangeiras como objeto de pressão e de negociação”.
No início do mês, em agenda de entregas em Catalão, em Goiás, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apareceu segurando uma cartolina com a frase “O PIX é do Brasil”.
Em reunião com seus ministros de Estado no último dia 3, Lula admitiu que o governo federal ficou surpreso com a possibilidade de novas tarifas impostas pelos Estados Unidos. O chefe do Executivo destacou que não aceitará o “tratamento” que o país deu ao Brasil nesta semana.
“O que é importante vocês saberem é que estamos num momento decisivo para que a sociedade brasileira, e até parte da sociedade mundial, reconheça o fortalecimento da democracia no nosso país. A nossa luta para o fortalecimento do multiratelarismo. A nossa luta para que esse país não seja tratado em nenhum momento como uma republiqueta insignificante”, afirmou o presidente. “Nós somos muito grandes, temos muita história e não podemos aceitar o tratamento que os EUA deu ao Brasil essa semana.”
*Sob supervisão de João Ker
© IMAGN IMAGES via Reuters/Nathan Ray Seebeck

A escolha da equipe que vai integrar o Observatório será feita por meio de edital. Segundo o pró-reitor de Políticas e Assistência Estudantis da Uerj, Daniel Pinha, a ideia é lançar posteriormente uma nova chamada para todos os pesquisadores da universidade que queiram participar e contribuir para a iniciativa.
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“Se tem um pesquisador de um laboratório ou de um departamento da Uerj que queira contribuir com aquilo que já faz, será ótimo. O objetivo do observatório é reunir e articular temas de pesquisa”, explica.
Pinha afirmou que há uma grande preocupação com o acesso e a permanência dos estudantes da Uerj.
“Na nova chamada, queremos articular pesquisas que já existem. Então, serão duas chamadas: uma objetiva coordenar a nossa pesquisa e a outra visa reunir as pesquisas que já existem”. A segunda chamada deve acontecer até o final deste mês.
O Observatório Social das Cotas da Uerj deverá ser instituído por uma ordem de serviço que será publicada nessa quinta-feira (11) e deve começar a funcionar nos primeiros dias de julho.
A ideia da criação do Observatório das Cotas foi definida entre a Pró-Reitoria de Políticas e Assistência Estudantis e a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), presidida pela deputada Dani Monteiro (PSOL), ex-aluna da Uerj.
“Nós construímos políticas públicas na Uerj e monitoramos as que já existem. Isso converge com a Comissão de Direitos Humanos também”, destacou Daniel Pinha.
Para a deputada Dani Monteiro, as cotas representam uma reparação para uma parcela significativa da população. Segundo ela, o Observatório das Cotas busca avançar na formulação e avaliação do que tem sido a política de cotas nas universidades.
A deputada destaca que a nova estrutura nasce com uma “responsabilidade enorme”, não só de pensar quais são os gargalos que o aluno cotista ainda enfrenta para ingressar em uma vaga, mas também sua permanência. Isso envolve saber se a universidade tem condições materiais de conduzir a assistência estudantil que mantém esses estudantes que representam, normalmente, a parcela de maior hipossuficiência da universidade.
A presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Alerj considera que houve avanços em relação às ações afirmativas no ensino superior. Disse que antes das cotas, a parcela racializada da universidade, tanto no corpo docente quanto no corpo discente, representava um percentual muito baixo.
“Era abaixo de 10% entre os discentes e havia grandes universidades históricas no país, como a Universidade de São Paulo (USP), com um quadro de cerca de cinco mil professores e nem mesmo um décimo desse percentual de professores racializados. Era um quadro extremamente gravoso que mostra que um Brasil de maioria preta e indígena não ocupava espaço na universidade pública”, questionou.
Na avaliação de Dani Monteiro, as ações afirmativas, como as cotas sociais e raciais, popularizaram o que deveria ser um direito do povo. Ela destacou que a universidade no Brasil, historicamente, foi para as elites e, com a implementação das ações afirmativas, o olhar sobre a quem pertence essas vagas mudou.
“Então, não são só alunos racializados beneficiados mas, inclusive, são beneficiados também alunos brancos pobres”. Ela acredita que isso representa um avanço da política das ações afirmativas no que se refere ao direito do povo brasileiro.
A presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Alerj e coautora da criação do Observatório Social das Cotas da Uerj afirmou ser inegável o sucesso da política de cotas, traduzida pela contribuição dos povos indígenas, trazendo conhecimentos ancestrais para a produção científica, e dos negros, nos meios urbanos, contribuindo diretamente com o pulsar das universidades em grandes capitais.
Beneficiária da política de cotas da Uerj, Dani Monteiro conhece, na prática, o potencial transformador dessa conquista. “Precisamos chegar a 2028, quando a atual legislação estadual necessitará ser renovada, com evidências, mobilização social e compromisso institucional para ampliar esse direito", afirmou.

A escolha da equipe que vai integrar o Observatório será feita por meio de edital. Segundo o pró-reitor de Políticas e Assistência Estudantis da Uerj, Daniel Pinha, a ideia é lançar posteriormente uma nova chamada para todos os pesquisadores da universidade que queiram participar e contribuir para a iniciativa.
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“Se tem um pesquisador de um laboratório ou de um departamento da Uerj que queira contribuir com aquilo que já faz, será ótimo. O objetivo do observatório é reunir e articular temas de pesquisa”, explica.
Pinha afirmou que há uma grande preocupação com o acesso e a permanência dos estudantes da Uerj.
“Na nova chamada, queremos articular pesquisas que já existem. Então, serão duas chamadas: uma objetiva coordenar a nossa pesquisa e a outra visa reunir as pesquisas que já existem”. A segunda chamada deve acontecer até o final deste mês.
O Observatório Social das Cotas da Uerj deverá ser instituído por uma ordem de serviço que será publicada nessa quinta-feira (11) e deve começar a funcionar nos primeiros dias de julho.
A ideia da criação do Observatório das Cotas foi definida entre a Pró-Reitoria de Políticas e Assistência Estudantis e a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), presidida pela deputada Dani Monteiro (PSOL), ex-aluna da Uerj.
“Nós construímos políticas públicas na Uerj e monitoramos as que já existem. Isso converge com a Comissão de Direitos Humanos também”, destacou Daniel Pinha.
Para a deputada Dani Monteiro, as cotas representam uma reparação para uma parcela significativa da população. Segundo ela, o Observatório das Cotas busca avançar na formulação e avaliação do que tem sido a política de cotas nas universidades.
A deputada destaca que a nova estrutura nasce com uma “responsabilidade enorme”, não só de pensar quais são os gargalos que o aluno cotista ainda enfrenta para ingressar em uma vaga, mas também sua permanência. Isso envolve saber se a universidade tem condições materiais de conduzir a assistência estudantil que mantém esses estudantes que representam, normalmente, a parcela de maior hipossuficiência da universidade.
A presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Alerj considera que houve avanços em relação às ações afirmativas no ensino superior. Disse que antes das cotas, a parcela racializada da universidade, tanto no corpo docente quanto no corpo discente, representava um percentual muito baixo.
“Era abaixo de 10% entre os discentes e havia grandes universidades históricas no país, como a Universidade de São Paulo (USP), com um quadro de cerca de cinco mil professores e nem mesmo um décimo desse percentual de professores racializados. Era um quadro extremamente gravoso que mostra que um Brasil de maioria preta e indígena não ocupava espaço na universidade pública”, questionou.
Na avaliação de Dani Monteiro, as ações afirmativas, como as cotas sociais e raciais, popularizaram o que deveria ser um direito do povo. Ela destacou que a universidade no Brasil, historicamente, foi para as elites e, com a implementação das ações afirmativas, o olhar sobre a quem pertence essas vagas mudou.
“Então, não são só alunos racializados beneficiados mas, inclusive, são beneficiados também alunos brancos pobres”. Ela acredita que isso representa um avanço da política das ações afirmativas no que se refere ao direito do povo brasileiro.
A presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Alerj e coautora da criação do Observatório Social das Cotas da Uerj afirmou ser inegável o sucesso da política de cotas, traduzida pela contribuição dos povos indígenas, trazendo conhecimentos ancestrais para a produção científica, e dos negros, nos meios urbanos, contribuindo diretamente com o pulsar das universidades em grandes capitais.
Beneficiária da política de cotas da Uerj, Dani Monteiro conhece, na prática, o potencial transformador dessa conquista. “Precisamos chegar a 2028, quando a atual legislação estadual necessitará ser renovada, com evidências, mobilização social e compromisso institucional para ampliar esse direito", afirmou.
“Ese es un debate vacío”. El PSOE andaluz no se plantea por acción u omisión facilitar la reelección de Juan Manuel Moreno como presidente de la Junta de Andalucía y evitar de paso un acuerdo del PP con Vox, tras ofrecer los socialistas de Extremadura un apoyo a los Presupuestos y también tras pedirlo en una carta abierta UGT Andalucía. Fuentes de la ejecutiva regional que dirige María Jesús Montero aseguran que “no hay ninguna puerta abierta” a esa posibilidad. “Ni el PP nos quiere como aliados ni nosotros tampoco”, aseguran estas fuentes.

© María José López (Europa Press)
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