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SER lidera residências assistidas em Portugal e quer 2.000 camas até 2030

O grupo SER – Senior Exclusive Residences lidera o setor das residências assistidas e dos cuidados continuados em Portugal, com 1.386 camas em funcionamento e a intenção de alcançar duas mil camas até 2030.

A liderança acontece na sequência da aquisição de cinco unidades ao Grupo Naturidade, que representam 296 camas, num investimento de 9,5 milhões de euros, referiu a CoRe Capital, um dos acionistas.

Paralelamente, o SER prevê colocar em funcionamento até novembro mais 430 camas de cuidados continuados, resultantes de um investimento de 22 milhões de euros, lançado em 2024.

“No decurso de 2027, vamos acrescentar 42 camas às unidades que adquirimos ao Grupo Naturidade, fixando-nos nessa altura nas 1.428 camas. Mas não ficaremos por aí: temos um ‘pipeline’ de novos investimentos em avaliação e negociação para alcançar, até 2030, as duas mil camas em operação”, afirmou o CEO do grupo SER, Pedro Capitão.

A integração da Naturidade permitirá igualmente um aumento da dimensão económica do grupo. As nove unidades atualmente operadas pelo SER registaram receitas de cerca de 15 milhões de euros em 2025. Com as 16 unidades em pleno funcionamento, o grupo estima atingir uma faturação de 45 milhões de euros em 2027, ano em que Pedro Capitão acredita que poderá ser de “consolidação do grupo SER como operador de referência do setor em Portugal, uma marca que representa a qualidade de serviço para os segmentos médio e médio-alto nas regiões Norte, Centro e de Lisboa”.

A totalidade das 430 novas camas previstas para este ano será integrada na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), através de contratos celebrados com o Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A escassez de camas de cuidados continuados contribui para internamentos hospitalares sociais, “representando mais de 10% do total de internamentos no SNS, gerando custos anuais superiores a 300 milhões de euros” e levando ao “adiamento de muitas intervenções cirúrgicas por falta de camas disponíveis nos hospitais”.

“Há uma aposta clara do SER num setor que o Estado considera uma prioridade nacional, com falta de 30 mil novas camas a médio prazo”, afirmou o sócio da CoRe Capital e presidente do conselho de administração do grupo SER, Pedro Araújo e Sá.

O grupo SER opera nos dois segmentos principais do mercado das residências assistidas: os chamados estabelecimentos residenciais para pessoas de idade (ERPI) e as camas das unidades de cuidados continuados integrados (UCCI) contratadas com a respetiva rede nacional.

Além da expansão da capacidade instalada, o grupo está a desenvolver iniciativas destinadas a reforçar a qualidade dos serviços prestados. Entre elas incluem-se projetos de investigação em parceria com a Universidade do Porto nas áreas das demências, nutrição, fisioterapia, cognição e terapia ocupacional.

O administrador responsável pelas operações, Francisco Ribeiro, adiantou ainda que o grupo pretende certificar todas as suas unidades na metodologia Humanitude nos próximos dois anos, colocando a humanização dos cuidados no centro do modelo operacional.

A CoRe Capital entrou no setor das residências assistidas em 2020 através do fundo CoRe Restart. Em 2024, mobilizou o fundo CoRe Consolida para acelerar a expansão da operação e, em 2025, lançou a marca SER, que passou a concentrar as atividades do grupo neste segmento. O mesmo fundo financiou a recente aquisição das unidades do Grupo Naturidade.

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José Luis Sastre dirigirá ‘Hora 25’ la próxima temporada

La SER continúa con los preparativos para la nueva temporada que empezará el próximo 31 de agosto con la incorporación de José Luis Sastre al frente de Hora 25. Sastre (Alberic, Valencia, 43 años), periodista y escritor que ha ejercido hasta ahora como subdirector de Hoy por hoy en la Cadena del Grupo Prisa (editor de EL PAÍS), sustituirá a Aimar Bretos en la dirección del programa nocturno que analiza la actualidad de la jornada, mientras que Bretos se prepara para liderar el matinal Hoy por hoy tras el verano en sustitución de Àngels Barceló. El primer tramo informativo de Hora 25, de 20 a 20.30 horas, estará conducido por la también periodista de la SER Esther Bazán.

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© CADENA SER

El periodista de la SER José Luis Sastre.
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Taser alla Polizia locale di Milano, la condizione posta dal Pd per dare il via libera

Il taser potrebbe entrare stabilmente nella dotazione della Polizia locale di Milano, ma il via libera della maggioranza non è ancora scontato. La delibera che prevede l’introduzione permanente dell’arma a impulsi elettrici è approdata in Consiglio comunale, dove il Partito democratico ha annunciato un orientamento favorevole subordinato, però, all’approvazione di alcuni emendamenti. Sul provvedimento sono state depositate dieci proposte di modifica: sei arrivano dai gruppi di maggioranza e quattro dall’opposizione. La discussione lunedì sera non si è conclusa e il voto è stato rinviato alla prossima seduta dell’aula.

Il sì condizionato del Partito democratico

Il punto centrale della posizione del Pd riguarda la necessità di monitorare gli effetti dell’introduzione del taser e di sottoporre l’utilizzo dello strumento a una nuova valutazione dopo il primo anno. “Abbiamo deciso di dire sì al taser ma è un sì condizionato perché ci sono ancora delle questioni non risolte”, ha spiegato ad Ansa a margine dei lavori il consigliere comunale del Pd e presidente della commissione Sicurezza Michele Albiani. La disponibilità dei democratici si accompagna anche alla richiesta di interventi a sostegno della Polizia locale, dalla formazione degli agenti al rafforzamento del servizio notturno, fino al numero delle volanti presenti sul territorio.

Una relazione completa dopo dodici mesi

Tra gli emendamenti presentati dalla maggioranza, uno viene considerato decisivo per il voto finale. “Ci sarà un emendamento che possiamo definire ‘cardine’ che avrà una scadenza di 12 mesi entro i quali il comandante della Polizia locale dovrà relazionare in maniera completa al sindaco i risultati legati all’introduzione dell’arma a impulsi elettrici. Al termine del primo anno ci sarà una relazione”, ha aggiunto Albiani. La verifica dovrebbe quindi consentire all’amministrazione di valutare modalità di impiego, risultati ottenuti ed eventuali criticità emerse nei primi dodici mesi di utilizzo stabile.

Le perplessità sulla sperimentazione

La precedente fase sperimentale, durata sei mesi e terminata lo scorso gennaio, non avrebbe fornito elementi sufficienti per una valutazione definitiva. Secondo Albiani, la sperimentazione è stata “riconosciuta da tutti come fallimentare”. L’approvazione degli emendamenti potrebbe contribuire a superare le resistenze ancora presenti all’interno della maggioranza e convincere anche i consiglieri che nelle scorse settimane avevano espresso dubbi sull’introduzione permanente del taser. La decisione definitiva resta dunque sospesa: il confronto proseguirà nella prossima riunione del Consiglio comunale, quando gli emendamenti saranno sottoposti al voto insieme alla delibera.

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Democratic socialist leading DC mayoral race by double digits in new poll

Residents in the nation’s capital are leaning toward voting for City Councilmember Janeese Lewis-George, a Democratic socialist, to serve as its new mayor according to a recent polling.  Lewis-George has served on the city council for six years and is leading former City Council Member at-Large Kenyan McDuffie (D) by double digits according to the…

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