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Euromillones: comprobar sorteo del viernes 12 de junio

Este viernes Euromillones se juega por un bote de 17 millones de euros, la segunda oportunidad de la semana para convertirse en uno de los agraciados de este sorteo, que se celebra los martes y viernes y forma parte de los juegos de Loterías y Apuestas del Estado.

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Bonoloto

Cuponazo de la ONCE

El Euromillones es un sorteo que se juega dos veces a la semana, los martes y los viernes.
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De un tubo de cartón a un joyero con triple uso: el proyecto que conquista los Premios Nacionales del Envase

La mayoría de los envases nacen con fecha de caducidad. Cumplen su función durante el transporte, protegen el producto y terminan en la basura. Pero ¿y si el embalaje estuviera pensado para seguir acompañando al objeto que contiene? Este es el objetivo de LJC-Luxury Jewel Case, el diseño que acaba de conquistar uno de los primeros premios en la gala de los XVII Premios Nacionales de Envase, celebrada en Valencia.

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© Clúster de Innovación en Envase y Embalaje

Las ganadoras de los XVII Premios Nacionales de Envase junto a la representante de la empresa que les hizo el encargo.
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¿Sirve de algo ganar un premio musical?

La música que no conmueve es como el florete que “toca pero no hiere”, afirma la doncella Margarita en Mucho ruido y pocas nueces, de William Shakespeare. Si esa conmoción trasciende y pone de acuerdo transversalmente a quienes se caracterizan por su disparidad de opiniones, entonces, tiene lugar el reconocimiento. Este suele escenificarse en forma de galardón que reconoce el alcance, la reputación o la importancia —o todo a la vez— y posee casi siempre el aspecto de una estatuilla. Puede convertirse en objeto de decoración o en pisapapeles. O puede incluso ser intercambiado por un cigarrillo durante la fiesta posterior a la entrega, como sucedió con un Brit otorgado a Portishead a mediados de los noventa. Otras veces es custodiado por las madres de los artistas o se esconde en el baño.

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© ADRIÁN YR/PREMIOS MIN (ADRIÁN YR/PREMIOS MIN)

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David Marreiros volta a vencer Prémio de Jornalismo de Proximidade

O lacobrigense David José Marreiros, jornalista no Jornal do Algarve, recebeu, pelo segundo ano consecutivo, o Prémio Especial do Júri para Jornalismo de Proximidade, atribuído à reportagem “A Democracia não chegou aos tijolos lacobrigenses do SAAL: moradores da Meia Praia ainda lutam pela posse das habitações”.

Em agosto de 1974, o então secretário de Estado da Habitação e do Urbanismo do I Governo Provisório, arquiteto Nuno Portas, deu início ao Programa SAAL – Serviço de Apoio Ambulatório Local com o objetivo de mitigar a crise habitacional que assombrava Portugal. Havia mais de meio milhão de habitações em défice e muitas pessoas viviam em barracas e casas sem condições. O que se fez por todo o país foi juntar as pessoas em associações de moradores – orientadas por arquitetos experientes – e colocá-las a ajudar na construção das suas futuras habitações.

Foi o caso do Bairro 25 de Abril e do Bairro 1.º de Maio, ambos localizados na Meia Praia, em Lagos. Passaram mais de 50 anos e os moradores ainda não são donos das habitações que ajudaram a construir ou cujos pais e avós ajudaram a construir. A reportagem teve como base tentar perceber o porquê; tentar perceber como é que a reivindicação de um direito se tornou numa luta que passou de autarquia em autarquia, de governo em governo e de geração em geração.

A cerimónia de entrega do 13.º Prémio de Comunicação Corações Capazes de Construir, dinamizado pela Associação Corações com Coroa (CCC), decorreu no dia 30 de maio, no MACAM – Museu de Arte Contemporânea Armando Martins, em Lisboa.

Catarina Furtado, presidente da Associação, ficou a cargo do evento, que teve início com a apresentação da instalação do artista SELF, seguida de um desfile de t-shirts sobre Direitos Humanos desenhadas pelos alunos da Magestil, com modelos profissionais e produção de Nuno Baltazar.

O Prémio de Jornalismo foi atribuído a Raquel Morão Lopes, da Antena 3, com o trabalho “Era a rapariga dos vídeos”. “Eu Devia Estar na Escola”, de Sandra Vindeirinho (RTP), “Ídolos Misóginos: como os jovens se radicalizam”, por João Pinhal e Guilherme Pinto (Público), e “Os Meninos da Roda: Histórias dos bebés deixados na Misericórdia”, de Joana Bastos e Raquel Moleiro (Expresso), receberam Menções Honrosas.

Na categoria Campanha, o vencedor foi “Ser Homem Pode Ser Diferente”, de Pedro Crispim, Maria João Andrade e Miguel Monteiro – VLM/WPP para Vodafone.

Os Prémios Comunicação CCC – apoiados pela Missão Continente -, tiveram Joaquim Furtado como presidente do júri, composto também por Francisco Sena Santos, membros da CCC, patrocinadores, Teresa Fragoso, especialista em igualdade de género e representantes do Camões I.P e do Ministério dos Negócios Estrangeiros, bem como da APAP – Associação Portuguesa das Agências de Publicidade Comunicação e Marketing.

A ocasião terminou com um momento musical e de poesia protagonizado por José Pedro Gil, Emanuel de Andrade e Joaquim Furtado, que incluiu a música “Os Índios da Meia Praia”, de Zeca Afonso.

Sul Informação

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