Brasil e Marrocos se enfrentam neste sábado (13), na abertura do Grupo C da Copa do Mundo em Nova Jersey. E o palco do confronto já presenciou momentos icônicos envolvendo a Seleção.
O MetLife Stadium, chamado apenas como Estádio de Nova Jersey na Copa por exigência da Fifa, fica localizado em East Rutherford e tem capacidade para 82 mil torcedores. A arena é a casa dos times da NFL New York Jets e New York Giants.
O último duelo do Brasil no estádio aconteceu em setembro de 2018. Na ocasião, a Seleção venceu os Estados Unidos por 2 a 0, com gols de Roberto Firmino e Neymar.
Estreia de Neymar e milésimo jogo
Neymar, aliás, tem uma memória especial do estádio. O camisa 10 estreou com a camisa da Seleção Brasileira neste palco. O adversário também foi a seleção americana, e o confronto aconteceu no dia 10 de agosto de 2010, com o atacante marcando seu primeiro gol pelo Brasil.
O estádio de Nova Jersey também recebeu o milésimo jogo na história da Seleção Brasileira.
O duelo marcante aconteceu em novembro de 2012, no empate do Brasil com a Colômbia. Neymar, mais uma vez, foi o autor do gol.
Desde a sua inauguração, em outubro de 2010, o MetLife Stadium recebeu cinco jogos da Seleção Brasileira. Foram três vitórias, um empate e uma derrota — em 2012 para a Argentina.
O Brasil inicia neste sábado (13) sua caminhada na Copa do Mundo de 2026. Às 19h (de Brasília), a Seleção enfrenta o Marrocos, no Estádio de Nova Jersey, pela primeira rodada do Grupo C.
Para a estreia, Carlo Ancelotti definiu Marquinhos como capitão da equipe. O zagueiro do Paris Saint-Germain será o responsável por liderar a Seleção em campo no primeiro jogo do treinador italiano em uma Copa do Mundo.
A escolha reforça o papel de liderança exercido pelo defensor nos últimos anos. Aos 32 anos, Marquinhos é um dos jogadores mais experientes do elenco e chega ao Mundial como peça central do sistema defensivo brasileiro. Ao seu lado estará Gabriel Magalhães, formando a dupla de zaga titular.
O desafio, porém, não será simples. O Brasil entra em campo sem Neymar, que fica fora da partida por causa de uma lesão muscular na panturrilha direita.
Além disso, o adversário inspira atenção. Marrocos foi semifinalista da Copa do Mundo de 2022 e venceu o último confronto entre as seleções, por 2 a 1, em amistoso disputado em 2023.
Mesmo sem o zagueiro Nayef Aguerd e o atacante Abde Ezzalzouli, ambos lesionados, os marroquinos contam com jogadores de destaque no cenário internacional. O principal nome é Achraf Hakimi, lateral do PSG e companheiro de clube de Marquinhos. Outro destaque é o meia Brahim Díaz, do Real Madrid.
A provável escalação do Brasil tem: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Vinicius Júnior e Matheus Cunha.
O Brasil se habituou a ser campeão com os melhores jogadores do mundo no elenco, e em 1994 e 2002, a situação foi literal. O país levou para a casa a Copa do Mundo e os reconhecimentos da Fifa.
A primeira dobradinha brasileira foi em 1994, ano do tetracampeonato nos Estados Unidos liderado pela genialidade de Romário. O jogador foi eleito o melhor jogador do torneio e levou para casa o Fifa The Best.
Na seleção, foram sete jogos – todos como titular, e cinco gols. Romário foi vice-artilheiro do Mundial e marcou em todas as fases.
No Barcelona a fase também foi excepcional. Na temporada 1993/1994 Romário fez 33 jogos e marcou 30 gols. Recebeu um prêmio como maior goleador do país e somou cinco hat-tricks na temporada, um deles contra o Real Madrid.
A história se repetiu em 2002, no penta. Mesmo desacreditado, Ronaldo calou a boca dos críticos que o questionavam após suas graves lesões. Foram dele os dois gols que sacramentaam o título na grande final contra a Alemanha, quando se tornou o maior artilheiro da história das Copas até então.
Ao todo, Ronaldo marcou oito gols na Copa, em quase todas as fases – só passou em branco nas quartas. Do Mundial brilhante, foi diretamente para o histórico time dos Galáticos no Real Madrid,
Por que demorou tanto?
O fato de um jogador brasileiro só ter sido reconhecido como melhor do mundo após a década de 1990 acende questionamentos: por que a demora, já que tivemos os melhores do Mundo nas campanhas de 1958, 1962 e 1970? A explicação é puramente burocrática.
Por conta disso, nomes históricos do futebol não tiveram a oportunidade de concorrer ao prêmio, como Maradona, Garrincha e Zico.
Já o The Best foi criado após esses títulos, em 1991.
Bola de Ouro “reconhece” Pelé
Em 2015, a tradicional revista francesa aproveitou a edição de 60 anos para revisar toda a lista de campeões e, com as regras atuais, passou a reconhecer antigos atletas também como campeões.
Com isso, Pelé, que nos deixou em 2022 aos 82 anos, foi reconhecido como vencedor em sete oportunidades: 1958, 1959, 1960, 1961, 1963, 1964 e 1970. Além de Pelé, a France Football também reconheceu que Garrincha, em 1962, e Romário, em 1994, teriam levado a premiação.
Fifa The Best x Bola de Ouro
Os prêmios confundem, mas não são iguais. Criado em 1956 pela revista francesa France Football, o Bola de Ouro é o prêmio individual mais antigo, tradicional e prestigioso do futebol. Considera a temporada europeia, de agosto a julho.
Já o The Best foi criado pela Fifa em 1991. Antigamente chamado de “Jogador do Ano”, foi rebatizado em 2016, e analisa o desempenho em um ano de janeiro a dezembro.
Vale lembrar que, entre 2010 e 2015, ambas as premiações foram unificadas, passando a se chamar Fifa Ballon d’Or. No entanto, a parceria foi encerrada em 2016, quando voltaram a ser realizadas separadamente.
A seleção brasileira tem valor de mercado quase duas vezes maior que o de Marrocos, segundo levantamento divulgado pela plataforma TransferRoom. O estudo estima o elenco do Brasil em € 928,7 milhões (R$ 5,94 bilhões), enquanto a seleção marroquina está avaliada em € 498,3 milhões (R$ 3,18 bilhões).
A diferença entre as duas equipes é de € 430,4 milhões, o equivalente a cerca de R$ 2,75 bilhões. Apesar da distância, Marrocos possui um dos elencos mais valiosos entre as seleções fora da Europa e da América do Sul.
O jogador mais valioso da Seleção é Vinicius Júnior, avaliado em € 128,2 milhões (R$ 819 milhões). Na equipe marroquina, o líder é Achraf Hakimi, com valor estimado em € 71,4 milhões (R$ 456 milhões).
O levantamento considera o chamado “Expected Transfer Value” (xTV), indicador que estima o valor econômico dos atletas no mercado de transferências. A métrica leva em conta fatores como idade, desempenho, contrato e potencial de negociação.
Os jogadores mais valiosos de cada seleção
Brasil
Vinicius Júnior — € 128,2 milhões (R$ 819 milhões)
Matheus Cunha — € 80,4 milhões (R$ 514 milhões)
Endrick — € 78,8 milhões (R$ 504 milhões)
Raphinha — € 75,4 milhões (R$ 482 milhões)
Bruno Guimarães — € 66,2 milhões (R$ 423 milhões)
Marrocos
Achraf Hakimi — € 71,4 milhões (R$ 456 milhões)
Ayyoub Bouaddi — € 60,2 milhões (R$ 385 milhões)
Ismael Saibari — € 35,6 milhões (R$ 227 milhões)
Chemsdine Talbi — € 28 milhões (R$ 179 milhões)
Brahim Díaz — € 27,7 milhões (R$ 177 milhões)
O confronto entre Brasil e Marrocos é apontado como um dos mais equilibrados entre seleções de continentes diferentes quando o critério é valor de mercado. A equipe africana soma mais da metade do valor do elenco brasileiro e conta com oito jogadores avaliados acima de € 20 milhões.
Em ranking da TransferRoom, o Brasil aparece como o sexto elenco mais valioso da Copa do Mundo de 2026. Marrocos não integra o top 10, mas supera seleções tradicionais como México, África do Sul e Iraque.
Chegou o grande dia. Neste sábado (13), a Seleção Brasileira inicia mais uma busca pelo hexacampeonato mundial enfrentando uma pedreira, logo na estreia do grupo C da Copa do Mundo de 2026: o Marrocos.
A partida no Estádio de Nova York e Nova Jersey, que também será palco da final do Mundial, começa às 19h (de Brasília) — saiba onde assistir — e terá narração do CNN Esportes em TEMPO REAL.
Diferentemente do que aconteceu em outros ciclos recentes, a Seleção Brasileira de Carlo Ancelotti estreia na Copa do Mundo de 2026 com uma cara ainda indefinida, em meio a testes e poucas vagas garantidas.
O lateral-direito Wesley, que vinha sendo titular, acabou cortado por lesão. Com isso, Ancelotti testou o experiente Danilo e o improvisado Ibañez. O jogador do Flamengo deve ficar com a vaga.
Do outro lado, Alex Sandro, também do Flamengo, é o favorito para começar na lateral-esquerda, mas vê a sombra de Douglas Santos. O trio rubro-negro seria completado por Lucas Paquetá, o que reforçaria o meio de campo, no lugar do ponta Luiz Henrique.
Na frente, mais indefinições. Matheus Cunha tem tudo para começar a partida contra Marrocos como “9”, mas se vê pressionado por Igor Thiago e Endrick, que se destacaram nos amistosos contra Panamá e Egito, respectivamente. Em recuperação de lesão, Neymar ainda não treinou.
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Neymar, atacante da Seleção • FIFA via Getty Images
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Neyma posa para ensaio da Seleção • FIFA via Getty Images
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Vinicius Jr., atacante da Seleção • FIFA via Getty Images
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Raphinha, atacante da Seleção • FIFA via Getty Images
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Bruno Guimarães, volante da Seleção • FIFA via Getty Images
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Marquinhos, zagueiro da Seleção • FIFA via Getty Images
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Endrick, atacante da Seleção • FIFA via Getty Images
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Gabriel Martinelli, atacante da Seleção • FIFA via Getty Images
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Gabriel Magalhães, zagueiro da Seleção • FIFA via Getty Images
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Alisson, goleiro da Seleção • FIFA via Getty Images
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Casemiro, volante da Seleção • FIFA via Getty Images
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Bremer, zagueiro da Seleção • FIFA via Getty Images
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Lucas Paquetá, meia da Seleção • FIFA via Getty Images
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Douglas Santos, lateral da Seleção • FIFA via Getty Images
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Igor Thiago, atacante da Seleção • FIFA via Getty Images
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Danilo, volante da Seleção • FIFA via Getty Images
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Ibañez, zagueiro da Seleção • FIFA via Getty Images
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Weverton, goleiro da Seleção • FIFA via Getty Images
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Carlo Ancelotti, técnico da Seleção • FIFA via Getty Images
Marrocos: de azarão a páreo duro
Além das dúvidas internas, a Seleção Brasileira se vê diante de um cenário inusitado em sua história: estrear na Copa do Mundo contra uma seleção que foi mais longe do que ela na edição anterior.
O Marrocos foi a grande surpresa do Mundial do Catar, em 2022, caindo apenas na semifinal para a vice-campeã França e tornando-se a primeira seleção africana semifinalista na história das Copas.
Quatro anos depois, os Leões do Atlas chegam tão ou mais fortes, pelo menos no papel e no ciclo. Em janeiro, Marrocos fez a final da Copa Africana de Nações (CAN). Perdeu no campo, mas foi campeão no tribunal — relembre.
Brasil: Alisson; Danilo (Ibañez), Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Vinicius Jr. e Matheus Cunha. Técnico: Carlo Ancelotti.
Marrocos: Bounou; Hakimi, Diop, Riad e Mazraoui; El Aynaoui, Bouaddi e Ounahi; Brahim Díaz, Talbi e Saibari. Técnico: Mohamed Ouahbi.
Equipe de arbitragem de Brasil x Marrocos
Árbitro: Slavko Vincic (Eslovênia)
Assistente 1: Tomaz Klancnik (Eslovênia)
Assistente 2: Andraz Kovacic (Eslovênia)
4º árbitro: Sandro Schaerer (Suíça)
Árbitro assistente reserva: Stephane de Almeida (Suíça)
John Textor abriu uma nova frente na disputa societária envolvendo o Botafogo. O empresário norte-americano entrou com uma ação na Justiça da Flórida, nos Estados Unidos, contra a Eagle, João Paulo Magalhães e Carlos Augusto Montenegro. Na prática, Textor pede que seja reconhecido que ele continua sendo o proprietário de 90% das ações da SAF do time carioca.
O processo foi protocolado nesta sexta-feira (12), no estado onde John reside. Na ação, o empresário pede uma indenização superior a 400 milhões de dólares (cerca de R$ 2 bilhões na cotação atual). Os alvos da ação são, respectivamente, a empresa da qual o estadunidense foi afastado do comando; o atual presidente do segmento associativo do Glorioso e o ex-mandatário que apoia João Paulo.
O ponto central da petição é a alegação de que a Eagle não teria concluído a compra das ações da SAF. Segundo Textor, um contrato firmado em novembro de 2022 previa o pagamento de 24,2 milhões de libras (R$ 164,9 milhões) para a aquisição da participação societária, mas o valor jamais teria sido quitado.
Com base nessa tese, o empresário sustenta que a operação nunca foi efetivamente concluída. Por consequência, os direitos sobre as ações deveriam permanecer com ele.
Na peça, Textor afirma que a Eagle reconheceu em documentos internos de auditoria que o pagamento não foi realizado. Ele argumenta também que a própria SAF Botafogo teria confirmado, em momentos posteriores, sua condição de proprietário das ações.
João Paulo Magalhães e Montenegro
Além da Eagle, a ação direciona acusações a João Paulo Magalhães e Carlos Augusto Montenegro. Textor alega que ambos atuaram de forma coordenada para enfraquecer sua posição no Botafogo, influenciar negociações relacionadas ao clube e interferir em suas relações comerciais.
A petição também menciona reuniões e negociações envolvendo a empresária Michele Kang e representantes da GDA Luma, grupo que negocia a aquisição do controle da SAF Botafogo.
Campeão com a seleção brasileira na Copa do Mundo de 1994, o ex-atacante Müller demonstrou desconfiança na capacidade do Brasil ir longe no Mundial deste ano, disputado nos Estados Unidos, no México e no Canadá. O comentarista apontou a falta de jogadores com o mesmo patamar técnico de Neymar e lamentou a lesão do atacante, que não vai estar disponível para a partida de estreia, contra o Marrocos.
Aos 34 anos, Neymar vem de seguidas lesões nas últimas temporadas. Às vésperas da Copa do Mundo, ele foi diagnosticado com uma lesão grau 2 na panturrilha direita e corre contra o tempo para ficar à disposição do técnico Carlo Ancelotti.
“A parte técnica do Neymar ninguém discute. A minha tristeza é que só tem um Neymar, e meia boca. Se a gente tivesse cinco ou seis, a gente estaria batendo de frente com a França, Espanha e Argentina, mas infelizmente não temos. Só temos um, que não será titular na Copa. Que ele entre em 20, 30 minutos, e que nesse pouco tempo, consiga fazer a diferença”, disse Müller, durante a live diária “Seleção Estadão”.
“A contusão de panturrilha é complicada, até pela idade do Neymar. O corpo já não responde como antes. Quando o jogador está na fase de transição ele faz movimentos básicos que são enganosos porque o jogador está controlando os movimentos e protegendo a perna contundida. O campo não. O campo denuncia, revela tudo. São coisas distintas”, comentou Müller. “O Neymar acho que vai voltar somente na segunda fase”, aposta.
O Brasil estreia na Copa do Mundo no sábado, 13, às 19 horas (de Brasília), contra o Marrocos, em Nova Jersey. O Grupo C do Mundial ainda conta com Haiti e Escócia.
A novela entre Corinthians e Talleres pelo pagamento da contratação de Rodrigo Garro está próximo do fim. Depois de prazos estendidos e uma negociação arrastada, as duas diretorias assinaram um novo documento na tarde da última quinta-feira (11) para a quitação dos 7 milhões de dólares (R$ 35 milhões).
De acordo com pessoas presentes na negociação, o Corinthians agora tem cinco dias uteis para realizar o pagamento, depois do registro dos documentos. Sendo assim, a diretoria de Osmar Stabile tem até o dia 16 de junho, terça-feira, para quitar os valores devidos desde janeiro de 2024. A notícia foi divulgada pela ESPN e confirmada pela CNN.
O que pesou na mudança de postura do Talleres em relação ao valor devido pelo Timão foi como Osmar Stabile e a diretoria alvinegra trataram a dívida, como soube a CNN. O presidente do Corinthians foi até a Argentina para encontrar Andrés Fassi, presidente de La T, para encontrar soluções sobre o valor devido.
Além disso, as duas diretorias precisaram ceder para que o acordo fosse fechado. O Talleres, por exemplo, já pensou em receber todo o montante de à vista, enquanto o Corinthians sempre quis parcelar o valor.
Em caso de descumprimento por parte do Corinthians, o clube argentino deve cobrar o Corinthians na Corte Arbitral do Esporte (CAS) e o clube do Parque São Jorge deve receber mais um transfer ban.
Vale lembrar que o Corinthians está impedido de registar jogadores por conta do não pagamento da dívida por José Martínez, com o Philadelphia Union, dos Estados Unidos.
Rodrigo Garro chegou ao Corinthians em 2024 e, pelo clube, conquistou três títulos: o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil, em 2025, e a Supercopa do Brasil, em 2026.
Se os jogadores aproveitam as férias para descansar e se desconectar, a diretoria do Corinthians vive dias de aperto durante a pausa para a Copa do Mundo. A cúpula alvinegra atrasou o pagamento dos salários dos jogadores e da comissão técnica, situação que já havia se repetido no mês passado.
Enquanto tenta solucionar esse problema, o clube pode sofrer mais um baque nos próximos dias. Esta sexta-feira (12) marca o prazo final para o Corinthians quitar a dívida com o Talleres, da Argentina, referente à contratação do meia Rodrigo Garro. O vencimento faz parte do acordo firmado entre os clubes.
Com os valores corrigidos, o Alvinegro deve cerca de US$ 8,5 milhões (R$ 44 milhões na cotação atual). Caso o pagamento não seja efetuado até esta sexta (12), os argentinos prometem acionar a Corte Arbitral do Esporte (CAS) para executar um novo transfer ban contra o clube.
Vale lembrar que o Timão já cumpre um transfer ban em razão do atraso no pagamento relacionado à contratação de José Martínez junto ao Philadelphia Union. Além disso, o Corinthians também foi condenado pelo CAS a pagar pouco mais de R$ 6 milhões ao Midtjylland, da Dinamarca, pela aquisição do volante Charles.
Na próxima janela de transferências, o Corinthians espera concretizar ao menos uma grande venda para aliviar a situação financeira. Nos últimos meses, o clube recorreu a adiantamentos e empréstimos para honrar parte de seus compromissos.
Quatro atletas do Brasil participarão do Sports Visitor Program e serão enviadas aos Estados Unidos para um intercâmbio de duas semanas. A iniciativa do Departamento de Estado dos EUA combina treinamento esportivo de alto nível com desenvolvimento de liderança e intercâmbio cultural.
Os participantes brasileiros têm idade entre 16 e 18 anos e são do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal. Com todos os custos cobertos pelo governo americano, eles integrarão um grupo internacional com jovens de Sri Lanka, Israel, Quirguistão, República da África-Central, Nigéria e Trinidade e Tobago.
A programação de duas semanas (12 a 27 de junho) incluirá treinamentos físicos, clínicas esportivas, workshops sobre comunicação, oratória e resolução de conflitos, além de visitas a organizações comunitárias, escolas e universidades.
As participantes também explorarão a história do esporte feminino americano e participarão da Academia de Liderança Esportiva Julie Foudy & espnW.
O programa “Avançando a Liderança Feminina no Esporte antes de Los Angeles 2028” oferecerá às participantes a oportunidade de conhecer a trajetória do movimento olímpico nos EUA e se preparar para a próxima edição das Olimpíadas.
Conheça as participantes
Amanda Tavares integra o time sub-20 feminino do Fluminense. Ela iniciou sua trajetória jogando em equipes masculinas, devido à falta de times femininos na época.
A atleta de 17 anos, hoje, busca oportunidades de profissionalização no futebol e pretende combinar sua carreira esportiva com o ensino superior nos EUA.
“Estou muito feliz e grata com essa oportunidade. Acho que será uma experiência única para conhecer novas pessoas, aprender com diferentes histórias e enxergar o esporte por outras perspectivas. Espero voltar com muitos aprendizados e entender melhor como o esporte pode impactar vidas de formas diferentes”, comentou Amanda.
Amanda Tavares do time sub-20 feminino do Fluminense • Divulgação/Fluminense
Bárbara Saar é a atual técnica do time sub-20 feminino do Fluminense. Com experiência internacional no futebol, ela representa uma nova geração de profissionais focados no desenvolvimento técnico e estratégico do futebol feminino brasileiro.
“Estou extremamente ansiosa por essa oportunidade. Desde o momento em que surgiu a possibilidade de participar, fiquei muito feliz e motivada. Trata-se de um programa riquíssimo em conteúdo, que tenho certeza de que terá um impacto significativo tanto na minha vida pessoal quanto na minha trajetória profissional”, declarou a treinadora.
“Espero aprender muito através da troca de experiência com as outras participantes, com as trocas de conhecimento e do networking, além de poder compartilhar um pouco da nossa história quanto mulheres que vivem de um esporte que ainda enfrenta tantos desafios e resistência no Brasil. Também estou muito feliz em conhecer mais de perto como a excelência esportiva é desenvolvida nos Estados Unidos”, completou.
Analys Oliveira, de 18 anos, é ex-aluna laureada do ensino médio em Brasília que começou no futebol aos 14 anos pelo programa Rede Gol.
Ela já atuou em competições importantes de base, como o Campeonato Brasileiro Sub-17, e passou por clubes como Real Brasília, Vila Nova e Grêmio.
Já Beatriz Scheidt Albuquerque, de 17 anos, possui 10 anos de experiência no futebol. Já atuou por equipes como Pelado Real Futebol Clube, Estrelas e SESI, onde alcançou o nível de alto rendimento.
Por fim, Rafaela de Souza Barbosa, 16 anos, é de Belo Horizonte. Apaixonada por esportes, ela descobriu o futebol ainda criança, ao lado da irmã, e desde então segue dentro do jogo.