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Deputado estadual é alvo de operação no Rio por suspeita de ligação com TCP

O deputado estadual Val Ceasa (PRD) e o ex-vereador do Rio de Janeiro Ulisses Marins (União Brasil) são alvos de uma operação do MPRJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro), realizada na manhã desta quinta-feira (18), que apura uma suposta ligação dos investigados com a facção criminosa TCP (Terceiro Comando Puro).

Além deles, um ex-assessor parlamentar, atualmente funcionário de uma empresa pública de energia, também é alvo da ação. Ao todo, estão sendo cumpridos 14 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Órgão Especial do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro).

Segundo o Ministério Público, a investigação foi instaurada no âmbito da Procuradoria-Geral de Justiça após surgirem indícios de que parlamentares teriam procurado a Polícia Militar para obter informações sobre uma operação sigilosa destinada à demolição de imóveis supostamente utilizados pelo TCP em Parada de Lucas, no Complexo de Israel, Zona Norte do Rio.

De acordo com as apurações, os investigados teriam usado sua influência política para defender que os imóveis eram destinados à prestação de serviços sociais. No entanto, segundo o MPRJ, as investigações indicaram que essa alegação não correspondia à realidade.

Ainda conforme o órgão, a atuação dos investigados teria contribuído para o adiamento da operação policial que visava demolir estruturas ligadas à organização criminosa.

Diligências na ALERJ

A operação é conduzida por agentes da CSI (Coordenadoria de Segurança e Inteligência) do MPRJ e da Ciafor (Coordenadoria de Investigação de Agentes com Foro) da Polícia Civil.

A autorização para as buscas foi concedida pelo Órgão Especial do TJ-RJ, incluindo mandados na sede da Alerj, na Ceasa e em outros imóveis relacionados aos investigados. A Alerj informou que está colaborando com as autoridades e cumprindo integralmente as determinações judiciais. As diligências também são realizadas em endereços na capital fluminense e no Espírito Santo.

Em nota, a Prefeitura do Rio destacou que o ex-vereador Ulisses de Almeida Marins não integra os quadros de servidores municipais. Segundo a administração municipal, os atos de nomeação publicados em 10 de novembro de 2025 foram tornados sem efeito em 17 de novembro do mesmo ano. A prefeitura afirmou ainda que, desde 2021, conta com um setor vinculado à Secretaria Municipal de Integridade responsável por analisar nomeações para cargos públicos e que o órgão reprovou a indicação de Ulisses Marins.

Até a publicação desta reportagem, as buscas estavam em andamento. A CNN Brasil tenta localizar as defesas de Val Ceasa, Ulisses Marins e do ex-assessor parlamentar citado na investigação. O espaço segue aberto para manifestações.

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Polícia encontra cemitério clandestino de facção criminosa no Rio

A PCERJ (Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro) encontrou um cemitério clandestino do tráfico, na comunidade de Rio das Pedras, localizada na zona Sudoeste do Rio, nesta quarta-feira (17).

De acordo com as informações da polícia, após um trabalho de investigação, os agentes encontraram um poço utilizado para o descarte dos cadáveres em um terreno situado em uma área de mata.  

As investigações foram iniciadas a partir de denúncias e de inquéritos relacionados a pessoas desaparecidas na região. Com base no cruzamento de dados, análise de informações e levantamentos de campo, os agentes identificaram o local.

Segundo á PCERJ, a área era utilizada por uma facção criminosa para ocultar os cadáveres de suas vítimas.

Veja:

A ação, realizada por policiais civis da DDPA ( Delegacia de Descoberta de Paradeiros), ocorre em conjunto com a SOC (Seção de Operações com Cães), da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais) e da Ssinte (Subsecretaria de Inteligência).

A operação também conta com o apoio do Corpo de Bombeiros.

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Operação contra PCC mira líderes que coordenavam crimes à distância em Goiás

O Ministério Público de Goiás (MP-GO) deflagrou, na manhã desta terça-feira (16), uma operação para desarticular uma estrutura de comando do Primeiro Comando da Capital (PCC) que, segundo as investigações, coordenava atividades criminosas em Goiás mesmo estando fora do estado.

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Batizada de Operação Convergência Nacional – Goiás 02, a ação resultou no cumprimento de oito mandados de prisão temporária e quatro de busca e apreensão. Os alvos são apontados como integrantes de alto escalão da facção criminosa, responsáveis por decisões estratégicas e pela gestão financeira da organização.

A operação foi conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com apoio de forças de segurança de São Paulo e Minas Gerais, estados onde parte dos investigados estaria atuando.

De acordo com o MP-GO, as apurações que culminaram na nova ofensiva começaram após a análise de materiais obtidos em uma operação realizada em 2023. Na ocasião, dezenas de integrantes da facção foram condenados por envolvimento em atividades criminosas ligadas ao PCC.

Lideranças atuavam à distância

As investigações apontam que integrantes da cúpula da organização deixaram Goiás, mas continuaram exercendo influência direta sobre as atividades da facção no estado. Segundo o Gaeco, eles utilizavam meios remotos para coordenar ações criminosas, incluindo ataques contra grupos rivais e julgamentos internos de membros da própria organização.

Os suspeitos fariam parte de dois núcleos considerados estratégicos para o funcionamento da facção. Um deles é conhecido como Sintonia dos 14, apontado pelo Ministério Público como a principal instância de deliberação do PCC em Goiás, responsável pelas decisões mais relevantes da organização.

Segundo as investigações, entre as atribuições do grupo estão:

AtribuiçãoDescrição
Coordenação de integrantesResponsável por orientar e supervisionar membros da facção que estão em liberdade.
Aplicação de punições internasDefine e executa sanções contra integrantes que descumprem regras da organização.
Controle de armas de fogoGerencia armamentos utilizados pela facção, conhecidos internamente como “ferramentas”.
Planejamento de ataquesOrganiza ações e ofensivas contra facções criminosas rivais.
Julgamento de integrantesAvalia a conduta dos membros e decide sobre possíveis punições ou medidas disciplinares.

Já o segundo grupo, denominado Sintonia Geral do Progresso, seria encarregado da administração financeira da facção. Conforme as investigações, esse núcleo atua na manutenção econômica do grupo criminoso, com recursos provenientes principalmente do tráfico de drogas, especialmente cocaína.

O Ministério Público informou que todo o material apreendido durante a operação será submetido à perícia e análise técnica. Após a conclusão dessa etapa, as denúncias contra os investigados deverão ser apresentadas dentro dos prazos previstos pela legislação.

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Operador financeiro da facção venezuelana Tren de Aragua é preso no RJ

Um homem apontado como operador financeiro da facção criminosa venezuelana Tren de Aragua foi preso, nesta terça-feira (16), no Aeroporto Internacional do Galeão, na zona Norte do Rio de Janeiro.

A prisão foi realizada no âmbito da Operação Rota do Norte, deflagrada pela Polícia Civil de Roraima contra a atuação da facção no Brasil.

De acordo com as investigações, o suspeito é o responsável pela operação envolvendo a lavagem de recursos ilícitos da facção, movimentando mais de R$ 300 milhões em criptoativos apenas no último ano. A organização utilizava mecanismos sofisticados para dissimular e ocultar a origem dos valores ilegais.

Também foram levantados dados durante as investigações que apontam que o alvo atuaria como elo entre integrantes do Tren de Aragua na Venezuela e o Comando Vermelho no Brasil.

Veja: Tren de Aragua fornece armas para o Comando Vermelho, aponta investigação

Além do mandado de prisão preventiva cumprido no Aeroporto Internacional do Galeão, um carro de luxo também foi apreendido. Veja abaixo:

De acordo com investigação da Polícia Civil de Roraima, a facção criminosa da Venezuela Tren de Aragua tem um esquema de tráfico de armas para o CV (Comando Vermelho).

Segundo a polícia, a Tren de Aragua mantém uma atuação estratégica no fornecimento de armamento de grosso calibre para organizações criminosas instaladas em diversas regiões do Brasil.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

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Tren de Aragua fornece armas para o Comando Vermelho, aponta investigação

A facção criminosa da Venezuela Tren de Aragua tem um esquema de tráfico de armas para o CV (Comando Vermelho). É o que aponta uma investigação da Polícia Civil de Roraima, que resultou na Operação Rota do Norte, deflagrada nesta terça-feira (16).

Segundo a polícia, a Tren de Aragua mantém uma atuação estratégica no fornecimento de armamento de grosso calibre para organizações criminosas instaladas em diversas regiões do Brasil.

Integrantes do núcleo da facção venezuelana atuam no abastecimento de armas diretamente ao CV, com atuação reconhecida no Rio de Janeiro e no Amazonas, além de outros estados do Brasil.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro já havia revelado, após a megaoperação Contenção de outubro de 2025, que o Comando Vermelho utiliza fuzis e armamentos das forças armadas da Venezuela, Argentina e do Peru.

Entre os armamentos movimentados pelo esquema criminoso estão fuzis, metralhadoras calibre .50 e lança-granadas, equipamentos de elevado poder destrutivo e frequentemente utilizados em confrontos envolvendo facções criminosas.

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Operação Rota do Norte

A Operação Rota do Norte, conduzida pela Draco (Delegacia de Repressão às Organizações Criminosas Organizadas), busca desarticular os braços operacional e financeiro da facção que é uma das maiores organizações criminosas da América Latina.

A operação é realizada simultaneamente nos estados de Roraima, Amazonas, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, onde são cumpridos 25 mandados de prisão preventiva e mais de 30 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Poder Judiciário contra integrantes e associados da organização criminosa.

As investigações identificaram uma complexa estrutura criminosa responsável por atividades relacionadas ao tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e comércio ilegal de armamentos de guerra.

A Operação Rota do Norte conta com o apoio da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas) e do MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública), reforçando a integração das forças de segurança no combate ao crime organizado de caráter interestadual e transnacional.

A polícia busca enfraquecer a capacidade financeira, logística e operacional do Tren de Aragua, interrompendo fluxos criminosos relacionados ao tráfico de drogas, à circulação ilegal de armas e à lavagem de dinheiro, além de impedir o fortalecimento e a expansão da facção em Roraima e em outros estados brasileiros.

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Facção da Venezuela Tren de Aragua é alvo de operação no Brasil

A facção venezuelana Tren de Aragua, uma das maiores organizações criminosas da América Latina, é alvo de uma operação da Polícia Civil de Roraima nesta terça-feira (16).

A Operação Rota do Norte, conduzida pela Draco (Delegacia de Repressão às Organizações Criminosas Organizadas), busca desarticular os braços operacional e financeiro da facção. 

A operação é realizada simultaneamente nos estados de Roraima, Amazonas, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, onde estão sendo cumpridos 25 mandados de prisão preventiva e mais de 30 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Poder Judiciário contra integrantes e associados da organização criminosa.

As investigações identificaram uma complexa estrutura criminosa responsável por atividades relacionadas ao tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e comércio ilegal de armamentos de guerra.

Segundo a polícia, a Tren de Aragua mantinha atuação estratégica no fornecimento de armas de grosso calibre para organizações criminosas instaladas em diversas regiões do país, principalmente o CV (Comando Vermelho). 

A investigação aponta que integrantes do núcleo da facção atuavam no abastecimento de armamentos destinados a outras organizações criminosas, incluindo membros do Comando Vermelho, com atuação conhecida no Amazonas e no Rio de Janeiro.

Entre as armas traficadas pelo esquema criminoso estão fuzis, metralhadoras calibre .50 e lança-granadas, equipamentos de elevado poder destrutivo e frequentemente utilizados em confrontos envolvendo facções criminosas.

A Operação Rota do Norte conta com o apoio da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas) e do MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública), reforçando a integração das forças de segurança no combate ao crime organizado de caráter interestadual e transnacional.

A polícia busca enfraquecer a capacidade financeira, logística e operacional do Tren de Aragua, interrompendo fluxos criminosos relacionados ao tráfico de drogas, à circulação ilegal de armas e à lavagem de dinheiro, além de impedir o fortalecimento e a expansão da facção em Roraima e em outros estados brasileiros.

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Facção criminosa da Bahia é alvo de operação interestadual

Uma facção criminosa da Bahia é alvo de uma operação interestadual na manhã desta terça-feira (16). Segundo a polícia, esta é uma das maiores operações contra o crime organizado dos últimos anos no estado.

A “Operação Gênesis”, deflagrada pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) da Polícia Civil da Bahia, busca combater a “Tropa do Cote”, também conhecida como “Tropa do CF”. Até o momento, 16 pessoas foram presas e duas morreram em tiroteios com a polícia. 

A polícia aponta que o grupo é responsável por pelo menos 15 homicídios registrados entre os anos de 2025 e 2026. A organização criminosa é investigada por tráfico de drogas, domínio territorial armado e diversos crimes violentos no estado baiano.

Mandados de prisão preventiva e busca e apreensão são cumpridos nos bairros de Águas Claras, Sussuarana e Nova Sussuarana, na capital baiana, além dos municípios de Lauro de Freitas e Retirolândia. A operação também alcança as cidades cariocas de Nova Iguaçu e Macaé, e de Santa Catarina, nos municípios de Camboriú e Itapema.

A reportagem apurou que entre os alvos estavam o líder da organização Elton Costa Bonfim, o “Cote”. Rodrigo Ventura dos Santos, vulgo “Menor”, e Rogério de Andrade Gonçalves, vulgo “Deli”, morreram em confronto com a polícia. 

Os alvos são lideranças, gerentes financeiros e executores da facção que mantinham conexões e estruturas de apoio em diferentes regiões do país, que inclusive consolidou um sistema paralelo de controle em comunidades de Salvador.

Segundo a investigação, a “Tropa do Cote” utilizava armamento de grosso calibre para intimidar moradores, dificultar a atuação das forças de segurança e promover ataques contra grupos rivais, além de estar envolvida nos assassinatos relacionados à disputa por territórios.

A ação desta terça é um desdobramento da “Operação Saigon”, deflagrada em setembro de 2023 contra o mesmo grupo criminoso. Mesmo após ações anteriores atingirem integrantes de destaque da organização, as apurações revelaram que a facção passou por um processo de reestruturação interna.

De acordo com a polícia, o líder “Cote” continuou exercendo influência sobre o grupo, enquanto um de seus homens de confiança assumiu a coordenação operacional das atividades criminosas. As investigações também identificaram uma rede de operadores e foragidos distribuídos por diferentes estados, responsáveis por manter o funcionamento da organização e garantir a continuidade das ações ilícitas.

A atual fase incorpora elementos probatórios compartilhados na Justiça, além de novas provas produzidas ao longo de cerca de dois anos de investigações conduzidas pela Polícia Civil da Bahia.

Com mais de 300 policiais, a ação conta com o apoio dos Departamentos de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DRACO), de Polícia Metropolitana (DEPOM), de Inteligência Policial (DIP), de Polícia do Interior (DEPIN), Especializado de Investigações Criminais (DEIC), de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC) e de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), além da Coordenação de Polícia Interestadual (POLINTER) e da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE).

A operação também tem o apoio da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP/BA), por meio da Superintendência de Inteligência (SI), além das Polícias Civis dos estados do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Mais informações serão divulgadas após a consolidação dos resultados da operação.

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Justiça condena integrantes do PCC que comandavam pontos de venda de drogas

A Justiça de Roraima condenou integrantes apontados como líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) e responsáveis pela administração de pontos de venda de drogas no estado. A decisão atinge acusados de atuar na estrutura da facção criminosa, incluindo pessoas que exerciam funções de comando e gerenciamento das chamadas “lojas” do tráfico.

Segundo as investigações, os condenados participavam de uma organização estruturada para comercialização de entorpecentes, com divisão de funções e controle de áreas de atuação. As chamadas “lojas” eram utilizadas como pontos de distribuição de drogas e faziam parte da engrenagem financeira da facção em Roraima.

O processo teve origem em uma operação que reuniu informações de órgãos de segurança e do Ministério Público, identificando lideranças responsáveis por coordenar a venda de drogas e a movimentação de recursos obtidos com a atividade criminosa. As investigações também apontaram a ligação dos envolvidos com a estrutura nacional da facção.

Com a sentença, os réus foram condenados por crimes relacionados à participação em organização criminosa e ao tráfico de drogas. As penas variam de acordo com o grau de envolvimento de cada acusado e sua função dentro do esquema investigado.

A decisão representa mais um desdobramento das ações de combate ao crime organizado em Roraima, estado que tem sido alvo de operações voltadas ao enfraquecimento da atuação de facções criminosas e de redes ligadas ao tráfico de entorpecentes.

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