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3 filmes novos de suspense da Netflix para ver neste fim de semana

Finalmente chegou o fim de semana e, com ele, a vontade de assistir bons filmes sem precisar passar horas procurando o que ver. Pensando nisso, a Netflix reúne em seu catálogo uma série de lançamentos voltados para os fãs de suspense, mistério e histórias capazes de surpreender até os espectadores mais atentos.Com novas produções chegando praticamente toda semana, encontrar um título que realmente valha o tempo investido pode ser um desafio. É justamente nesse cenário que uma boa curadoria faz toda a diferença, especialmente quando o catálogo é tão extenso e repleto de opções. Leia Também: CINEMA NACIONAL Filme baiano premiado chega ao streaming após trajetória de sucesso POLÍTICA Filme Dark Horse: perícia revela custo milionário e origem de recursos 0800 Cinema de graça: Glauber Rocha lança projeto com sessões gratuitas Entre os destaques do momento estão filmes recém-chegados à plataforma que vêm despertando a curiosidade dos assinantes. Alguns deles, inclusive, aparecem entre os títulos mais assistidos e comentados do streaming, impulsionados pelo boca a boca nas redes sociais.Se a ideia é mergulhar em histórias cheias de tensão, investigações intrigantes, segredos obscuros e personagens que escondem mais do que aparentam, estas produções podem ser a escolha ideal para a próxima maratona.3 filmes para ver agora na NetflixNão Fale O Mal Cena de Não Fale o Mal - Foto: Divulgação O suspense acompanha uma família dos Estados Unidos que conhece uma família britânica durante as férias na Europa e aceita o convite para passar um final de semana em uma casa de campo isolada. O que parecia ser uma experiência agradável logo começa a tomar rumos inesperados.À medida que a convivência avança, os anfitriões revelam comportamentos cada vez mais estranhos e perturbadores. Presos em uma situação assustadora, os visitantes precisam encontrar uma forma de escapar de um jogo sombrio que parece não ter regras.As Cores do Mal: Preto Cena de As Cores do Mal: Preto - Foto: Divulgação Na continuação de As Cores do Mal: Vermelho, o promotor Leopold Bilski se muda para uma pequena cidade da Polônia e passa a investigar o desaparecimento de um menino. O caso ganha novos contornos quando ele descobre relatos sobre uma antiga lenda local envolvendo outras crianças desaparecidas.Determinando a encontrar respostas, o investigador mergulha em uma trama cheia de segredos e conexões inesperadas. Conforme avança nas buscas, ele percebe que precisa correr contra o tempo para impedir que novos crimes aconteçam.A Desconhecida Cena de A Desconhecida - Foto: Divulgação O filme começa com a descoberta de uma mulher encontrada amordaçada dentro de um contêiner no porto de Barcelona. Sem qualquer lembrança sobre sua identidade ou sobre como chegou ao local, ela se torna o centro de uma investigação repleta de mistérios.Enquanto tenta reconstruir o próprio passado, a personagem precisa lidar com traumas ligados ao que parece ter sido um sequestro. Paralelamente, a detetive Anna Ripoll e o policial Quique Zárate iniciam uma corrida contra o tempo para desvendar os segredos escondidos em sua memória.

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3 séries curtas e viciantes da Netflix para ver neste fim de semana

Finalmente chegou o fim de semana e, para muita gente, isso significa a oportunidade ideal para colocar uma nova série na lista. Pensando em quem busca histórias envolventes sem precisar encarar várias temporadas, a Netflix oferece opções curtas que podem ser assistidas em poucos dias, ou até em uma única maratona. Leia Também: CINEMA NACIONAL Filme baiano premiado chega ao streaming após trajetória de sucesso POLÍTICA Filme Dark Horse: perícia revela custo milionário e origem de recursos 0800 Cinema de graça: Glauber Rocha lança projeto com sessões gratuitas O streaming reúne produções para todos os gostos, mas quando o catálogo parece infinito, encontrar algo realmente interessante pode se transformar em uma tarefa mais difícil do que parece. Por isso, uma boa curadoria faz toda a diferença na hora de escolher o próximo título.Entre suspense, investigação, espionagem e dramas inspirados em fatos reais, algumas séries vêm conquistando espaço entre os assinantes justamente por entregarem tramas intensas, ritmo acelerado e episódios que terminam sempre deixando um novo mistério no ar.Se a ideia é aproveitar o descanso para mergulhar em histórias que prendem a atenção do início ao fim, estas três produções podem ser excelentes escolhas para a próxima sessão de streaming.3 séries para ver agora na NetflixPersonas Cena de Personas - Foto: DIvulgação Inspirada em uma operação real do governo britânico, a série acompanha funcionários da alfândega que receberam a missão de se infiltrar em organizações criminosas para combater o tráfico de heroína no Reino Unido. Para isso, eles assumem novas identidades e passam a viver como criminosos.A trama é baseada no chamado "Projetos Beta", programa criado em 1989 após o crescimento do tráfico de heroína no país. A produção mostra os riscos enfrentados pelos agentes enquanto tentam conquistar a confiança dos principais líderes do crime organizado.Corpos Cena de Corpos - Foto: DIvulgação Misturando suspense policial e ficção científica, a minissérie acompanha quatro detetives separados por mais de um século que acabam investigando exatamente o mesmo assassinato. O detalhe intrigante é que o mesmo cadáver surge em diferentes épocas da história.Ao longo de 150 anos, o caso reaparece em contextos completamente distintos, passando pela Londres de 1890, pelos anos da Segunda Guerra Mundial, pela atualidade e até por um futuro pós-apocalíptico. Cada descoberta aproxima os investigadores de uma conspiração muito maior.Black Doves Cena de Black Doves - Foto: DIvulgação A série acompanha Helen Webb, uma espiã profissional que leva uma vida dupla enquanto trabalha secretamente para a organização Black Doves. Tudo muda quando Jason, seu amante, é assassinado, colocando em risco anos de operações cuidadosamente mantidas em segredo.Determinada a descobrir a verdade, Helen se une ao antigo agente Sam Young para investigar o crime. A busca por respostas os leva ao centro de uma conspiração perigosa que pode desencadear consequências internacionais e colocar inúmeras vidas em risco.

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O novo filme de suspense da Netflix que vai salvar o seu sábado

O sábado finalmente chegou, e com ele a vontade de maratonar boas produções. Para quem procura um suspense envolvente para assistir na Netflix, As Cores do Mal: Preto surge como uma opção que foge do padrão dos thrillers tradicionais. Sequência direta de As Cores do Mal: Vermelho, o longa polonês aposta em uma atmosfera sombria, mistérios inquietantes e uma investigação que se torna cada vez mais complexa à medida que novas verdades vêm à tona.Com pouco mais de 110 minutos de duração, o filme combina investigação criminal, tensão psicológica e segredos familiares em uma trama construída para prender a atenção até os minutos finais. Leia Também: SE LIGA NA DICA! O filme de ação que dominou a Netflix e vai turbinar sua quarta COPA DO MUNDO Rumo ao Hexa: veja seis séries para se inspirar para a Copa de 2026 CINEINSITE Morre Orlando Senna, cineasta baiano que marcou a história do audiovisual Um desaparecimento que muda tudoA história acompanha novamente o promotor Leopold Bilski, interpretado por Jakub Gierszał. Após os acontecimentos do primeiro filme, ele é enviado para Kartuzy, uma pequena cidade da região da Kashúbia, no interior da Polônia.O que inicialmente parece apenas mais um caso se transforma em algo muito mais inquietante quando crianças começam a desaparecer. Conforme a investigação avança, surgem conexões com antigos casos nunca solucionados e uma série de acontecimentos que indicam que a cidade esconde muito mais do que aparenta.Logo fica claro que o maior obstáculo para descobrir a verdade não é a falta de provas, mas o silêncio coletivo dos moradores.Muito além de um thriller policialDiferentemente de produções focadas apenas na identidade do criminoso, o filme concentra boa parte de sua narrativa na forma como uma comunidade inteira convive com segredos que ninguém parece disposto a revelar.A chegada da promotora Ania Górska, vivida por Marianna Zydek, amplia ainda mais a investigação. Enquanto ela acredita que seguir os procedimentos será suficiente para resolver o caso, Bilski percebe rapidamente que existem barreiras que vão além da esfera jurídica.Essa dinâmica ajuda a construir uma trama que discute responsabilidade coletiva, memória e as consequências de esconder verdades por anos.Atmosfera sombria é um dos grandes trunfosSob direção de Adrian Panek, o longa abandona os cenários do primeiro filme e leva a narrativa para florestas, estradas isoladas e pequenas comunidades cercadas por tradições locais.O resultado é um suspense marcado pela tensão constante. Lendas regionais, pistas perturbadoras e a sensação permanente de que algo está fora do lugar ajudam a criar um clima que se torna tão importante quanto a própria investigação.Em vez de apostar em ação frenética ou reviravoltas a todo momento, a produção prefere construir o mistério gradualmente, permitindo que o desconforto cresça junto com a história.Precisa assistir ao primeiro filme?Não necessariamente. Embora As Cores do Mal: Preto funcione de forma independente e apresente um novo caso, assistir a As Cores do Mal: Vermelho ajuda a compreender melhor a trajetória de Leopold Bilski e algumas das escolhas do personagem ao longo da continuação.Para quem tiver tempo, a experiência tende a ser mais completa acompanhando os dois capítulos da franquia em sequência.Vale a pena?Sim. Para os fãs de thrillers europeus, mistérios policiais e narrativas mais sombrias, As Cores do Mal: Preto entrega uma experiência envolvente do início ao fim.O filme se destaca por trocar o foco tradicional na caça ao criminoso por uma análise mais profunda dos segredos de uma comunidade inteira. Com boas atuações, atmosfera inquietante e uma investigação cheia de camadas, o suspense polonês é uma ótima escolha para quem procura algo diferente para assistir no sábado.

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Justiça dos EUA aprova compra bilionária entre Paramount e Warner

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos aprovou a proposta de aquisição da Warner Bros. Discovery pela Paramount Skydance, em uma operação avaliada em US$ 110 bilhões. O aval representa um dos passos mais importantes para a conclusão do negócio, que pode remodelar o mercado global de entretenimento, televisão e streaming.Apesar da autorização federal, a transação ainda pode enfrentar questionamentos judiciais por parte de procuradores-gerais estaduais. Segundo veículos da imprensa norte-americana, autoridades da Califórnia e de outros estados avaliam possíveis medidas para contestar aspectos da operação.A expectativa da Paramount é concluir a fusão até setembro deste ano.Fusão cria uma das maiores empresas de mídia do mundoCaso seja efetivada, a operação reunirá sob o mesmo grupo marcas de peso da indústria do entretenimento mundial.O novo conglomerado passará a controlar ativos como a CNN, TNT, HBO, Warner Bros., CBS, MTV, Paramount Pictures, Nickelodeon e serviços de streaming associados às companhias.A movimentação ocorre em um momento de profunda transformação do setor audiovisual. Nos últimos anos, empresas tradicionais de mídia vêm enfrentando queda de audiência na televisão linear, redução das receitas publicitárias e forte concorrência das plataformas digitais.A consolidação surge como uma estratégia para ganhar escala, reduzir custos operacionais e fortalecer a disputa por assinantes em um mercado cada vez mais competitivo.Netflix desistiu da disputa pela WarnerAntes do avanço da Paramount, a Netflix também estava na corrida para adquirir a Warner Bros. Discovery.Em dezembro, a gigante do streaming havia fechado um acordo avaliado em US$ 82,7 bilhões, incluindo dívidas assumidas. No entanto, a Paramount elevou sucessivamente sua proposta, levando o conselho da Warner a considerar a nova oferta financeiramente superior.A proposta final apresentada pela Paramount prevê o pagamento de US$ 31 por ação para aquisição integral da companhia.Após analisar os novos termos, a Netflix optou por abandonar a disputa.Em comunicado ao mercado, a empresa afirmou que a operação havia deixado de ser financeiramente atrativa diante do valor exigido para igualar a oferta rival.David Ellison lidera expansão da ParamountA ofensiva pela Warner é liderada por David Ellison, CEO da Paramount e filho do bilionário Larry Ellison, fundador da Oracle.A estratégia ganhou força após a fusão entre a Skydance Media e a Paramount, concluída anteriormente, que ampliou o poder de negociação do executivo no setor.Para viabilizar a aquisição, a Paramount apresentou garantias financeiras robustas, incluindo mais de US$ 40 bilhões em ações vinculadas ao patrimônio de Larry Ellison.A empresa também concordou em desembolsar US$ 2,8 bilhões para compensar a Netflix pela rescisão do acordo anterior e outros US$ 7 bilhões caso a operação não obtenha aprovação regulatória definitiva.Mercado de streaming passa por nova onda de concentraçãoA possível união entre Paramount e Warner reforça uma tendência global de consolidação entre grandes grupos de mídia.Com mais de 325 milhões de assinantes pagos em todo o mundo, a Netflix continua liderando o setor de streaming. Entretanto, empresas tradicionais têm buscado alternativas para enfrentar a fragmentação do mercado e os altos custos de produção de conteúdo.Analistas avaliam que a fusão poderá criar uma companhia com maior capacidade de competir globalmente na disputa por audiência, publicidade e assinaturas digitais.Se concluída, a operação será uma das maiores transações da história da indústria do entretenimento e poderá redefinir o equilíbrio de forças entre estúdios, emissoras de televisão e plataformas de streaming nos próximos anos.

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Filme baiano premiado chega ao streaming após trajetória de sucesso

Depois de anos de trabalho, circulação e encontros com diferentes públicos, temos o orgulho de compartilhar que o filme baiano Café, Pépi e Limão já está disponível para aluguel e compra nas plataformas Apple TV, Google Play Filmes, Prime Video, Vivo Play, Claro TV+ e YouTube Filmes, com distribuição da Kajá Filmes.Para quem acompanhou a trajetória do filme, este é mais um capítulo de uma caminhada construída com muito esforço, dedicação e trabalho coletivo. Para quem ainda não conhece a obra, este é um convite para descobrir uma história produzida na Bahia, realizada por profissionais baianos e que agora pode ser assistida em diferentes regiões do Brasil e do mundo. Leia Também: POLÍTICA Filme Dark Horse: perícia revela custo milionário e origem de recursos 0800 Cinema de graça: Glauber Rocha lança projeto com sessões gratuitas SE LIGA NA DICA! Essa série de suspense da Netflix vai melhorar sua sexta-feira Desde o início, Café, Pépi e Limão foi pensado como uma obra capaz de provocar reflexões. Com roteiro assinado por mim e direção realizada ao lado de Adler ‘Kibe’ Paz, o filme foi produzido pela DocDoma Filmes, com participação da PLAM Produções Cinematográficas como produtora associada.Ao longo de sua circulação, a obra encontrou espaço não apenas em festivais e salas de exibição, mas também em ambientes dedicados à educação, à pesquisa, à saúde mental, à juventude e aos direitos humanos.Ver o filme gerar debates sobre infância, adolescência, vulnerabilidade social, violência, abandono, pertencimento e construção de vínculos afetivos foi uma das experiências mais significativas de toda essa trajetória.Trajetória gratificanteNossa caminhada começou internacionalmente, com o lançamento do filme na França, durante o festival La Fiesta del Cine.Em seguida, Café, Pépi e Limão percorreu importantes festivais nacionais e internacionais, conquistando premiações no Panorama Internacional Coisa de Cinema, SatyriCine Bijou, FECINE – Festival de Cinema do Nordeste Brasileiro, Los Angeles Brazilian Film Festival (LABRFF) e Tela Cariri – O Nordeste é Coisa de Cinema.Ao longo desse percurso, o filme conquistou 13 premiações em categorias como Roteiro, Direção, Filme, Fotografia, Direção de Arte e Atuação e, também, integrou a seleção do Prêmio Grande Otelo do Cinema Brasileiro, com 13 indicações.Mas a maior conquista foi perceber que as reflexões propostas pelo filme encontraram espaço em universidades, instituições públicas, projetos sociais e diferentes ambientes de formação e diálogo.Na Universidade Federal da Bahia (Ufba), o filme participou de atividades promovidas pelos projetos Infância em Cena, Cinema e Healing e Observatório em Gestalt-Terapia. Também esteve presente em atividades promovidas pelo Centro de Referência Integral de Adolescentes (CRIA) e integrou debates que reuniram profissionais, pesquisadores e representantes de iniciativas voltadas para juventudes, saúde mental, direitos humanos, redução de danos e atenção à população em situação de vulnerabilidade social, entre elas o Programa Corra pro Abraço e os Consultórios na Rua de Salvador.Em 2025, o filme integrou a programação do Cine Debate MPBA, promovido pelo Ministério Público da Bahia. A sessão reuniu promotores de Justiça, delegados de polícia, pesquisadores, psicólogos, especialistas e representantes de diferentes instituições do sistema de garantia de direitos para discutir temas relacionados à infância, adolescência, violência, exploração sexual, vulnerabilidade social e políticas públicas de proteção.Cinema cria pontesPara mim, essas experiências demonstram a capacidade que o cinema possui de criar pontes entre diferentes setores da sociedade e de estimular diálogos necessários sobre questões que fazem parte da nossa realidade.A fotografia que acompanha este texto reúne parte da equipe que tornou Café, Pépi e Limão possível.Cada prêmio, cada exibição, cada debate e cada novo público alcançado carrega o talento, a dedicação e o compromisso desses artistas e técnicos do cinema baiano.Meu agradecimento a todos que fizeram parte dessa jornada.Café, Pepi e Limão (2023)Dir.: Pedro Léo e Adler ‘Kibe’PazCom: João Vitor Souza, Leonardo Lacerda e Mary NascimentoDisponível para aluguel e compra: nas plataformas Apple TV, Google Play Filmes, Prime Video, Vivo Play, Claro TV+ e YouTube Filmes 

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Cinema de graça: Glauber Rocha lança projeto com sessões gratuitas

O Cine Glauber Rocha lançou o projeto ‘Ações Culturais no Cine Glauber Rocha’, que acaba de começar e segue por 12 meses, com o objetivo de oferecer filmes e oficinas gratuitos para os amantes de cinema de Salvador.A programação reúne sessões voltadas para professores, estudantes e públicos em situação de vulnerabilidade social, além de ciclos de cinema, ações inclusivas, pré-estreias e oficinas de formação audiovisual.As sessões começaram no dia 6 de junho, com a primeira edição da Sala do Professor, que volta a acontecer neste sábado, 13, exibindo o filme ‘100 noites de Desejo’, de Julia Jackman.Segundo o Cine, a atividade voltada para docentes acontecerá semanalmente, sempre nas tardes de sábado, com a exibição de filmes que estão no circuito comercial. Para participar, basta apresentar comprovação de atividade profissional e retirar o ingresso na bilheteria do cinema. Leia Também: FOTOS E VÍDEO Cine Glauber Rocha teve espaços depredados antes de limitar acesso ao terraço DEBATE Público ou privado? Entenda restrição ao terraço do Cine Glauber Rocha TRADICIONAL Cine Glauber Rocha e Sala Walter sediam maratona de filmes do XXI Panorama Sessão InclusivaO projeto segue com a estreia da Sessão Inclusiva e exibe ‘Mambembe’, de Fabio Meira, na próxima terça-feira, 16, para pessoas em situação de vulnerabilidade social.A atividade acontecerá por meio de parceria com instituições e entidades ligadas aos públicos-alvo e terá dois formatos possíveis. As sessões do segundo tipo exibirão filmes com Libras, legenda descritiva e audiodescrição, fomentando a presença de pessoas com deficiência no cinema.Ciclos de CinemaNo dia 1º de julho vai acontecer a segunda edição dos Ciclos de Cinema, com sessão do clássico ‘São Bernardo’, de Leon Hirszman. A atividade quinzenal busca resgatar filmes fora do circuito comercial, incluindo produções brasileiras, obras históricas e títulos ligados ao cinema baiano.Os Ciclos de Cinema também pretendem estimular o contato do público com a projeção em película: o Cine Glauber Rocha é atualmente o único cinema do Nordeste em funcionamento com projetor 35 mm ativo.Pré-estreias com acesso gratuitoO projeto Ações Culturais no Cine Glauber Rocha irá realizar, ao longo de um ano, quatro pré-estreias gratuitas seguidas de debates com os diretores, apresentando em primeira mão obras que ainda não entraram em cartaz.A primeira será no dia 14 de julho, com o documentário ‘Juntas pelo Bem Viver: Vozes da Marcha das Mulheres Negras’, seguida de conversa com representantes do filme.Oficina História do CinemaProfessores e estudantes da rede pública de Salvador estão em foco na oficina História do Cinema, que será ministrada pelo crítico e cineclubista Adolfo Gomes.Os encontros acontecerão semanalmente, alternando as atividades para docentes e alunos, e abordarão a evolução da linguagem cinematográfica. A proposta é combinar momentos de conversa e exibição de trechos de filmes clássicos de diferentes períodos e nacionalidades.

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Essa série de suspense da Netflix vai melhorar sua sexta-feira

A sexta-feira finalmente chegou, e com ela a vontade de maratonar boas produções antes do fim de semana começar de vez. Para quem procura uma história intensa, cheia de tensão e inspirada em fatos reais, Personas surge como uma opção interessante no catálogo da Netflix. Lançada neste ano, a série britânica chegou a conquistar espaço entre os títulos mais assistidos da plataforma, mas acabou ficando ofuscada pela chegada de novos lançamentos e produções de maior destaque. Leia Também: SE LIGA NA DICA! O filme de ação que dominou a Netflix e vai turbinar sua quarta COPA DO MUNDO Rumo ao Hexa: veja seis séries para se inspirar para a Copa de 2026 CINEINSITE Morre Orlando Senna, cineasta baiano que marcou a história do audiovisual Com apenas seis episódios, a trama combina cenas de ação, investigação policial, operações secretas e uma narrativa envolvente, formando uma maratona rápida para quem gosta de histórias sobre infiltração e crime organizado.Uma missão quase impossívelAmbientada no Reino Unido entre as décadas de 1980 e 1990, a série acompanha uma estratégia inusitada criada pelas autoridades britânicas para enfrentar o crescimento do tráfico de drogas.Sem conseguir conter o avanço das organizações criminosas pelas rotas de contrabando, o governo decidiu apostar em uma operação ultrassecreta. Em vez de utilizar agentes especializados, funcionários comuns da alfândega passaram a receber identidades falsas e foram enviados para se infiltrar entre traficantes perigosos.A missão era simples apenas na teoria. Na prática, qualquer erro poderia custar a vida desses agentes improvisados.A história real por trás da sérieA produção é inspirada nos chamados Projetos Beta, programa criado em 1989 pela Her Majesty’s Customs and Excise para combater o tráfico de heroína no Reino Unido.A iniciativa surgiu em um momento de forte pressão pública sobre as autoridades após o aumento do consumo da droga no país. Um dos episódios que ajudaram a impulsionar mudanças foi a morte de Olivia Channon, filha de um influente político britânico, vítima de overdose.Diante da crise, agentes sem experiência em operações de infiltração passaram a viver novas identidades, assumindo papéis de criminosos para conquistar a confiança das principais quadrilhas ligadas ao narcotráfico.Entre a adrenalina e o perigoO centro da narrativa está em Guy, personagem inspirado no agente real Guy Stanton. Determinado a provar seu valor, ele aceita mergulhar em um universo onde a linha entre a identidade verdadeira e a falsa começa a desaparecer.Ao seu lado está Don, responsável por coordenar a operação e lidar com as consequências de enviar pessoas comuns para situações extremas.Mais do que acompanhar investigações e operações secretas, a série explora o impacto psicológico provocado por anos vivendo sob outra identidade, escondendo a verdade até mesmo das pessoas mais próximas.Elenco conhecido dos fãs de séries britânicasO elenco é liderado por Tom Burke, conhecido por trabalhos como Código Preto, e Steve Coogan. A produção também reúne nomes como Tom Hughes, Aml Ameen, Jasmine Blackborow, Hayley Squires, Douglas Hodge, Johnny Harris, Alex Jennings e Con O'Neill.A criação é assinada por Neil Forsyth, roteirista de The Gold, enquanto a direção fica por conta de Brady Hood e Julian Holmes.Vale a pena?Sim. Para quem gosta de séries inspiradas em fatos reais, investigações criminais e histórias de infiltração, Personas entrega uma combinação eficiente de suspense, ação e drama.O formato curto ajuda a manter o ritmo da narrativa, enquanto o contexto histórico adiciona uma camada extra de interesse à trama. Mesmo sem ter recebido o mesmo destaque de outros lançamentos recentes da Netflix, a série oferece uma maratona envolvente e repleta de tensão para quem busca uma produção rápida para assistir durante o fim de semana.

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Essa série de suspense da Netflix vai melhor sua sexta-feira

A sexta-feira finalmente chegou, e com ela a vontade de maratonar boas produções antes do fim de semana começar de vez. Para quem procura uma história intensa, cheia de tensão e inspirada em fatos reais, Personas surge como uma opção interessante no catálogo da Netflix. Lançada neste ano, a série britânica chegou a conquistar espaço entre os títulos mais assistidos da plataforma, mas acabou ficando ofuscada pela chegada de novos lançamentos e produções de maior destaque. Leia Também: SE LIGA NA DICA! O filme de ação que dominou a Netflix e vai turbinar sua quarta COPA DO MUNDO Rumo ao Hexa: veja seis séries para se inspirar para a Copa de 2026 CINEINSITE Morre Orlando Senna, cineasta baiano que marcou a história do audiovisual Com apenas seis episódios, a trama combina cenas de ação, investigação policial, operações secretas e uma narrativa envolvente, formando uma maratona rápida para quem gosta de histórias sobre infiltração e crime organizado.Uma missão quase impossívelAmbientada no Reino Unido entre as décadas de 1980 e 1990, a série acompanha uma estratégia inusitada criada pelas autoridades britânicas para enfrentar o crescimento do tráfico de drogas.Sem conseguir conter o avanço das organizações criminosas pelas rotas de contrabando, o governo decidiu apostar em uma operação ultrassecreta. Em vez de utilizar agentes especializados, funcionários comuns da alfândega passaram a receber identidades falsas e foram enviados para se infiltrar entre traficantes perigosos.A missão era simples apenas na teoria. Na prática, qualquer erro poderia custar a vida desses agentes improvisados.A história real por trás da sérieA produção é inspirada nos chamados Projetos Beta, programa criado em 1989 pela Her Majesty’s Customs and Excise para combater o tráfico de heroína no Reino Unido.A iniciativa surgiu em um momento de forte pressão pública sobre as autoridades após o aumento do consumo da droga no país. Um dos episódios que ajudaram a impulsionar mudanças foi a morte de Olivia Channon, filha de um influente político britânico, vítima de overdose.Diante da crise, agentes sem experiência em operações de infiltração passaram a viver novas identidades, assumindo papéis de criminosos para conquistar a confiança das principais quadrilhas ligadas ao narcotráfico.Entre a adrenalina e o perigoO centro da narrativa está em Guy, personagem inspirado no agente real Guy Stanton. Determinado a provar seu valor, ele aceita mergulhar em um universo onde a linha entre a identidade verdadeira e a falsa começa a desaparecer.Ao seu lado está Don, responsável por coordenar a operação e lidar com as consequências de enviar pessoas comuns para situações extremas.Mais do que acompanhar investigações e operações secretas, a série explora o impacto psicológico provocado por anos vivendo sob outra identidade, escondendo a verdade até mesmo das pessoas mais próximas.Elenco conhecido dos fãs de séries britânicasO elenco é liderado por Tom Burke, conhecido por trabalhos como Código Preto, e Steve Coogan. A produção também reúne nomes como Tom Hughes, Aml Ameen, Jasmine Blackborow, Hayley Squires, Douglas Hodge, Johnny Harris, Alex Jennings e Con O'Neill.A criação é assinada por Neil Forsyth, roteirista de The Gold, enquanto a direção fica por conta de Brady Hood e Julian Holmes.Vale a pena?Sim. Para quem gosta de séries inspiradas em fatos reais, investigações criminais e histórias de infiltração, Personas entrega uma combinação eficiente de suspense, ação e drama.O formato curto ajuda a manter o ritmo da narrativa, enquanto o contexto histórico adiciona uma camada extra de interesse à trama. Mesmo sem ter recebido o mesmo destaque de outros lançamentos recentes da Netflix, a série oferece uma maratona envolvente e repleta de tensão para quem busca uma produção rápida para assistir durante o fim de semana.

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Só 30 minutos por episódio: veja a série que virou fenômeno na Netflix

Nem toda série precisa de mistérios complexos, cenas de ação grandiosas ou dezenas de temporadas para conquistar o público. Às vezes, uma história leve, personagens carismáticos e situações com as quais muita gente se identifica são suficientes para transformar uma produção em fenômeno. É exatamente isso que aconteceu com As Quatro Estações do Ano, comédia disponível na Netflix que ultrapassou a marca de 50 milhões de visualizações e segue encontrando novos espectadores.Com episódios de aproximadamente 30 minutos, a série se tornou uma opção para quem procura algo descontraído para assistir depois de um dia de trabalho ou durante uma maratona de fim de semana. O formato enxuto e o elenco conhecido ajudam a explicar parte do sucesso. Leia Também: CINEMA NACIONAL 42 anos após travessia histórica, Amyr Klink ganha filme nos cinemas EM CARTAZ Dia D e muito mais: veja o que está passando no cinema em Salvador ARTIGO Quando Orlando (re)encontrou Conceição Uma amizade colocada à provaBaseada no filme homônimo de 1981, dirigido e estrelado por Alan Alda, a série acompanha três casais que cultivam uma tradição antiga: viajar juntos a cada mudança de estação do ano.O equilíbrio do grupo, no entanto, é abalado quando Nick e Anne anunciam que vão se divorciar. A notícia provoca uma reação em cadeia que afeta não apenas os dois, mas também os amigos Kate, Jack, Danny e Claude.A partir desse momento, encontros que antes eram marcados pela descontração passam a levantar questionamentos sobre relacionamentos, expectativas, envelhecimento e as transformações naturais da vida adulta.O elenco é um dos grandes atrativosBoa parte do interesse pela série também passa pelo elenco. A produção reúne nomes bastante conhecidos da televisão e do cinema, como Steve Carell, Tina Fey, Will Forte, Kerri Kenney-Silver, Erika Henningsen e Colman Domingo.A presença de atores experientes contribui para que as situações cotidianas ganhem naturalidade e humor, mesmo quando a trama aborda temas mais delicados relacionados a casamento, amizade e mudanças pessoais.Uma série para assistir sem pressaDiferentemente de produções que exigem atenção constante a reviravoltas e grandes mistérios, As Quatro Estações do Ano aposta em conflitos simples e próximos da realidade.O resultado é uma narrativa confortável, centrada nos diálogos, nas relações entre os personagens e em pequenos dramas que surgem ao longo das viagens compartilhadas pelo grupo.Outro fator que favorece a maratona é a duração dos episódios. Com cerca de meia hora cada, a série pode ser acompanhada aos poucos, sem exigir longas sessões diante da televisão.Atualmente, as duas temporadas disponíveis contam com oito episódios cada.Por que tanta gente está assistindo?O sucesso da produção parece estar ligado justamente à sua proposta despretensiosa. Em um catálogo dominado por thrillers, histórias policiais e grandes franquias, a série aposta em algo mais simples: personagens imperfeitos tentando lidar com questões comuns da vida.A combinação entre humor, amizade, relacionamentos e mudanças pessoais ajuda a criar uma experiência acolhedora, capaz de atrair públicos de diferentes idades.Para quem procura uma série leve, com episódios curtos e um elenco conhecido, As Quatro Estações do Ano surge como uma das opções mais acessíveis do catálogo da Netflix atualmente.

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42 anos após travessia histórica, Amyr Klink ganha filme nos cinemas

Quarenta e dois anos após o início da histórica travessia de Amyr Klink pelo Atlântico Sul, a jornada do navegador brasileiro chegará às telas de cinema.Com estreia marcada para 29 de outubro, o filme 100 Dias teve seu trailer oficial divulgado nesta quarta-feira, 10, data que marca exatamente o aniversário da partida de Klink da cidade de Lüderitz, na Namíbia, rumo ao Brasil em um pequeno barco a remo.Dirigido por Carlos Saldanha e estrelado por Filipe Bragança, o longa-metragem acompanha os 100 dias em que Amyr permaneceu sozinho em alto-mar até alcançar o litoral baiano em setembro de 1984, tornando-se a primeira pessoa a cruzar o Atlântico Sul em uma embarcação desse tipo. Leia Também: EM CARTAZ Dia D e muito mais: veja o que está passando no cinema em Salvador ARTIGO Quando Orlando (re)encontrou Conceição SE LIGA NA DICA! Essa série da Netflix vai deixar sua quinta mais tensa com 6 episódios Em entrevista exclusiva ao Cineinsite A TARDE, Saldanha afirmou que um dos principais desafios da adaptação foi encontrar o equilíbrio entre a fidelidade aos fatos e a construção dramática da narrativa.“Foi muito importante para nós, antes de qualquer outra coisa, respeitar as pessoas reais que fizeram parte dessa história. Muitas delas ainda estão aqui e verão suas próprias representações na tela do cinema. Isso traz uma responsabilidade enorme para nossas mãos”, disse o diretor.O homem por trás do feitoEmbora a travessia seja amplamente conhecida pelos brasileiros, a proposta do filme não é apenas recriar o feito náutico que entrou para a história da navegação mundial. Segundo Saldanha, a produção procura mergulhar na dimensão humana da experiência vivida por Amyr Klink.“Com o público, nossa preocupação sempre foi mostrar o homem por trás do herói nacional que todos conhecem. Afinal, todo brasileiro sabe quem é Amyr e conhece o feito dessa travessia, assim como tantas outras que vieram depois”, afirmou.A ideia também está presente na própria construção do roteiro, assinado por Elena Soarez e Thais Tavares. Em vez de focar exclusivamente nos desafios físicos enfrentados no oceano, a narrativa acompanha os conflitos internos do navegador durante o isolamento em alto-mar.De acordo com a sinopse oficial, enquanto enfrenta tempestades, o desgaste físico e a solidão, Amyr também é confrontado por memórias, conflitos familiares e escolhas pessoais que ajudaram a moldar sua trajetória.“Então a pergunta que nos guiou foi: que história podemos contar que honre a memória dessas pessoas e, ao mesmo tempo, ofereça uma nova perspectiva sobre alguém tão conhecido? Foi esse equilíbrio que buscamos”, acrescentou Saldanha.Uma travessia que começou na África e terminou na BahiaA história retratada em 100 Dias teve início em 10 de junho de 1984. Naquele dia, Amyr Klink partiu da costa da Namíbia a bordo de um barco projetado por ele próprio.Após mais de três meses navegando sozinho, o explorador chegou ao litoral brasileiro em 18 de setembro daquele ano. Antes de seguir para Salvador, desembarcou na Praia da Espera, no município de Mata de São João, no litoral norte da Bahia.O feito foi considerado inédito na época e consolidou o nome de Amyr Klink como um dos maiores navegadores da história do país.Produção reúne nomes do cinema brasileiro e internacionalAlém de Filipe Bragança no papel principal, o elenco conta com a atriz francesa Philippine Leroy-Beaulieu, conhecida mundialmente pela série Emily em Paris, interpretando Asa Klink, mãe do navegador.Felipe Camargo vive Jamil Klink, enquanto João Vitor Silva interpreta Tymur Klink, pai e irmão de Amyr, respectivamente.O projeto marca também um novo momento na carreira de Carlos Saldanha, cineasta brasileiro reconhecido internacionalmente por comandar produções de animação como A Era do Gelo e Rio. Desta vez, o diretor assume uma história baseada em fatos reais, ambientada entre o oceano Atlântico e as memórias do protagonista.A equipe reúne profissionais de destaque do audiovisual nacional e internacional, incluindo Rodrigo Monte na direção de fotografia, Cassio Amarante na direção de arte, Marcela Altberg na direção de elenco, Kika Lopes no figurino e Fernando Stutz na montagem. A trilha sonora original é assinada pelo compositor finlandês Tuomas Kantelinen.Produzido pelo Ventre Studio, em parceria com Trema Filmes, Buena Vista International, Boipeba Filmes, O2 Post e Total Post, o longa chega aos cinemas brasileiros em 29 de outubro com distribuição da Buena Vista International, selo da Disney.Veja o trailer:

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Dia D e muito mais: veja o que está passando no cinema em Salvador

Os cinemas de Salvador oferecem uma programação variada, com opções para todos os públicos. Entre os lançamentos e filmes em cartaz, destacam-se filmes de ação, comédia, ficção científica e produções para toda a família.Embora Dia D, novo filme do aclamado diretor Steven Spielberg, seja a estreia mais aguardada da semana, a diversidade de longas em exibição garante alternativas que vão desde histórias repletas de sustos até obras mais reflexivas. Leia Também: SE LIGA NA DICA! O filme de ação que dominou a Netflix e vai turbinar sua quarta COPA DO MUNDO Rumo ao Hexa: veja seis séries para se inspirar para a Copa de 2026 CINEINSITE Morre Orlando Senna, cineasta baiano que marcou a história do audiovisual Para quem está em busca de um bom filme para assistir, o Cineinsite A TARDE montou uma lista com os principais títulos em exibição, incluindo resumos e trailers para ajudar na escolha.Horários, cinemas e mais: acesse o Cineinsite AQUI e veja onde os filmes estão passando.Confira os principais filmes em cartaz nos cinemas!TOY STORY 5 (PRÉ-ESTREIA)Em Toy Story 5, os brinquedos enfrentam um desafio inédito quando Bonnie, agora com 8 anos, passa a dedicar cada vez mais tempo ao seu novo tablet. O dispositivo, chamado Lilypad, cria experiências virtuais capazes de prender completamente a atenção da menina, fazendo com que Woody, Buzz, Jessie e os demais percebam que estão perdendo espaço em sua rotina.Enquanto Jessie tenta manter o grupo unido diante das mudanças, o retorno de Woody traz uma nova esperança para os brinquedos. Juntos, eles embarcam em uma jornada que coloca tradição e tecnologia frente a frente, explorando temas como adaptação, amizade e o impacto das telas na infância. DIA DEm Dia D, Steven Spielberg volta a trabalhar com o roteirista David Koepp em uma aventura de ficção científica e fantasia. A trama começa quando um evento inexplicável é transmitido ao vivo para o mundo inteiro, provocando medo, confusão e uma série de questionamentos sobre sua origem.Enquanto fenômenos estranhos se espalham pelo planeta e segredos militares são revelados, a crise ganha proporções globais. Diante de evidências cada vez mais claras de uma inteligência extraterrestre, a humanidade precisa lidar com a possibilidade de nunca ter estado sozinha no universo. O AFINADORNiki (Leo Woodall) é um talentoso afinador de pianos que leva uma vida aparentemente comum, marcada por sua paixão pela música e pelo jazz. No entanto, tudo muda quando ele descobre possuir uma habilidade incomum e extremamente valiosa, capaz de chamar a atenção de pessoas perigosas e abrir portas para um universo que jamais imaginou frequentar.À medida que se aproxima do mundo do crime, Niki percebe que seu talento pode ser usado para muito mais do que afinar instrumentos. O que começa como uma oportunidade sedutora rapidamente se transforma em uma jornada repleta de riscos, segredos e decisões perigosas. Entre golpes elaborados e planos meticulosos, ele se vê cada vez mais envolvido em uma trama que ameaça virar sua vida de cabeça para baixo. MESTRES DO UNIVERSOO príncipe Adam embarca em uma jornada decisiva para salvar o reino de Eternia de uma grave ameaça. Enquanto o vilão Esqueleto e seu exército avançam com seus planos de conquista, o jovem herdeiro precisa encontrar forças para proteger seu povo e aqueles que ama.Para enfrentar o inimigo, Adam parte em busca de uma espada lendária capaz de mudar seu destino. Ao descobrir o verdadeiro poder do artefato, ele se transforma no poderoso He-Man, o guerreiro destinado a defender Eternia das forças do mal. TODO MUNDO EM PÂNICO 6Em Todo Mundo em Pânico 6, Cindy, Brenda, Ray e Shorty se reencontram décadas após os acontecimentos que marcaram suas vidas. Quando um novo assassino mascarado surge, o grupo acaba envolvido em mais uma sequência de situações absurdas e perigosas.Mantendo o humor característico da franquia, o filme satiriza algumas das maiores produções do cinema recente. Remakes, prequels, sequências, spin-offs e outras tendências de Hollywood entram na mira da comédia, que promete referências e piadas para os fãs do gênero. ALPHAEm Alpha, uma adolescente de 13 anos vive com a mãe, uma médica dedicada ao tratamento de pacientes afetados por uma misteriosa doença que transforma lentamente os infectados em mármore. Após fazer uma tatuagem caseira com um amigo, a jovem sofre uma infecção que desperta o temor de ter contraído a enfermidade.À medida que a suspeita se espalha, Alpha passa a enfrentar o preconceito e o isolamento. Entre rumores na escola, acusações de colegas e a crescente preocupação da mãe, ela precisa lidar com as consequências de uma situação que ameaça transformar completamente sua vida. GOLPE EXPLOSIVOQuando uma bomba não detonada da Segunda Guerra Mundial é descoberta em uma obra no centro de Londres, uma gigantesca operação de emergência é mobilizada para evacuar milhares de moradores. Em meio ao caos e à tensão provocados pela ameaça de explosão, a cidade entra em estado de alerta.Aproveitando a distração das autoridades, um grupo de criminosos liderado por Karalis coloca em prática um ousado plano para roubar joias valiosas. Enquanto os ladrões tentam executar o golpe perfeito, o militar Will é enviado para investigar a situação e desarmar a bomba, iniciando uma corrida contra o tempo que pode mudar o destino de todos os envolvidos. STAR WARS: O MANDALORIANO E GROGUEm Star Wars: O Mandaloriano e Grogu, Din Djarin e seu inseparável aprendiz Grogu embarcam em uma nova missão pelos confins da galáxia. Dirigido por Jon Favreau, o filme dá continuidade aos acontecimentos da série The Mandalorian, expandindo a história de uma das duplas mais populares do universo de Star Wars.Com a queda do Império, a Nova República tenta consolidar um novo governo enquanto enfrenta ameaças remanescentes. Nesse cenário de instabilidade, Din Djarin e Grogu partem em uma perigosa jornada para localizar e enfrentar senhores da guerra imperiais que ainda atuam nas sombras, colocando o futuro da galáxia em jogo. Para conferir mais detalhes sobre os filmes em cartaz, horários e salas, acesse o Cineinsite A TARDE e programe sua próxima ida ao cinema!

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Quando Orlando (re)encontrou Conceição

Com a passagem de Orlando Senna na última ter-feira, 9, aos 86 anos de idade, uma lembrança de suas próprias palavras em uma das entrevistas concedidas a esse escriba foi inevitável. Na conversa de 2022, Orlando conversava sobre O Amor Dentro da Câmera, documentário de Lara Beck e Jamile Fortunato que foi lançado no ano anterior. No papo, o co-diretor de Iracema - Uma Transa Amazônica (1975) e Diamante Bruto (1977), falava sobre a perda de sua parceira de vida, Conceição Senna, que o deixara dois anos antes, e sobre a certeza que teve, ao conhecê-la ainda na juventude, que ela seria, de fato, a sua parceira em uma longa e proveitosa vida.“Foi na hora. Eu tinha feito vestibular e estava com a cabeça raspada por causa de um trote. Lembro que peguei um ônibus em Salvador e lá dentro estavam uns amigos, uns colegas de cursinho fazendo algazarra. No fundo do ônibus tinha aglomeração desses colegas. Fui até lá e eles estavam conversando com Conceição. Eram colegas conhecidos dela. Pessoas do interior, da cidade dela, que estavam chegando a Salvador. Ela, inclusive, também estava chegando. Fomos apresentados e foi neste momento que eu soube. A gente se deu as mãos e ficamos nos olhando, como se estivéssemos 'bobando'. Causamos uma impressão muito forte um no outro. Eu, a partir daí, fiquei obcecado”, relembrou Orlando, frisando, também, que logo aquela paixão avassaladora cedera lugar ao pânico.“Logo depois aconteceu uma coisa que me obcecou ainda mais: a ausência dela. Eu não a vi mais nesse ônibus, que era um que nós dois costumávamos pegar diariamente para ir pra casa. Perguntei aos colegas, mas eles não sabiam. Apenas me disseram que, possivelmente, ela havia voltado para o interior. Na minha cabeça, ela tinha voltado para lá e nunca mais viria a Salvador e eu nunca mais iria vê-la. E foi um tempo que levou. Umas duas semanas muito fortes em relação a isso. Algo relacionado à perda. E isso já levando para um lado, assim, definitivo, louco”, comparou Orlando, exibindo um brilho nos olhos, ao falar de Conceição. Leia Também: CINEINSITE Morre Orlando Senna, cineasta baiano que marcou a história do audiovisual CINEINSITE É possível? Ator de X-Men é diagnosticado com câncer de mama; confira COPA DO MUNDO Rumo ao Hexa: veja seis séries para se inspirar para a Copa de 2026 A angústia de rever a garota por quem seu coração foi arrebatado, ainda bem, não durou muito tempo. “Eu acabei a reencontrando de novo no ônibus. Mas aí já foi outro tipo de coisa. Foi como se eu suspirasse. Como se eu tivesse um alívio: ‘Aqui está ela! Ela não desapareceu. Não foi embora para sempre’. Mas foi essa sensação maluca que eu tive. Como se ela tivesse sumido e nunca mais fosse vê-la. Algo que trouxe uma confusão emocional enorme ao pensar que eu a tinha perdido. Ela contava sobre esse nosso segundo encontro de outra maneira. Eu não me lembro exatamente como foi”, pontuou o cineasta, utilizando uma proposta analítica típica de quem viveu pelo cinema quase toda a vida.“Montar a cena desse momento eu não conseguiria. Eu ia fazer uma ficção. Mas ela dizia que não foi nada disso. Que ela estava sentada, veio o cobrador do ônibus, que passou por ela, mas ela apresentou o dinheiro. Ele disse: ‘não precisa. Aquele menino já pagou o seu’. E aí ela começou a brincar com isso. Toda vez que a gente se encontrava nesse ônibus... Na verdade, nem era um ônibus. Era algo pequeno. Tinha um nome para isso em Salvador. Algo tipo uma ‘marinete’. Não sei se você conhece essa palavra. É um ônibus pequeno. Era algo para ver quem pagava a passagem do outro primeiro”, explicou ao falar sobre esses primeiros momentos ao lado daquela que viria a ser a pessoa que o acompanharia.Tempo, tempo, tempoNa ocasião dessa conversa, há quatro anos, Orlando falou sobre a longevidade da vida e de seu relacionamento com o ato de envelhecer. “Eu senti e sinto isso, essa relação com o tempo, essa relação com a longevidade, da maneira mais natural possível. De vez em quando, eu penso na longevidade. Às vezes, eu me assusto com a longevidade. Eu me assusto na brincadeira comigo mesmo. Mas o fato de estar vivendo um tempo tão longo, não me causa medo, não me causa espanto, me causa só isso de às vezes até achar engraçado. Tem um lado muito incrível, que as coisas e as pessoas vão desaparecendo. Eu sinto muito que estou vendo o final do século XX. Que ainda é o final do século XX. Isso porque pessoas do século XX ainda se dão comigo. A gente ainda conversa, a gente é amigo. Também tenho amigos velhos. Mais velhos do que eu. Parece incrível que se tenha”, pontuou Orlando entre sorrisos e sem se preocupar em transparecer seu senso de humor.“Isso me lembra uma anedota do Austregésilo de Athayde, grande escritor que foi presidente da Academia Brasileira de Letras por trinta anos ou mais. Ele dizia que não ia a enterros porque se fosse se dedicar a ir aos enterros dos amigos, não faria outra coisa na vida. É isso. Nós que temos mais de 80 anos, também vemos a vida com essa coisa de brincadeira. Isso é uma piada do velho Austregésilo, evidentemente. Mas o único lado doloroso é essa perda constante”, explicou o diretor.“A partir dos 65, dos 70 anos, essas perdas se aceleram. Mas fora isso, esse dado de perder amigos, de perder coisas, de perder lugares, você só percebe após os setenta anos. E tem outras percepções, também. Na verdade, você só vê o correr da vida, a vida passar de verdade, você sentir que ela está passando, a partir dos 60. Tem alguns velhos que dizem que começaram a ver a vida passando aos 40. Não é verdade. 'A vida recomeça aos 40 anos'. Também não é verdade. Ela passa e a gente a vê passando”, cravou Orlando em sua fala.Relembrando essa conversa, é confortável pensar em Orlando reencontrando Conceição Senna em alguma marinete cósmica após seis anos separados e perceberem que apenas alguns dias se passaram.

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Essa série da Netflix vai deixar sua quinta mais tensa com 6 episódios

A quinta-feira já coloca o fim de semana no horizonte, mas ainda há tempo para encaixar uma boa maratona na rotina. Para quem procura uma série curta, cheia de mistérios e fácil de acompanhar, Silêncio aparece como uma opção interessante no catálogo da Netflix. Com apenas seis episódios, a produção espanhola aposta em uma combinação de suspense psicológico, investigação policial e momentos de tensão que mantêm o público atento até os capítulos finais. Leia Também: SE LIGA NA DICA! O filme de ação que dominou a Netflix e vai turbinar sua quarta COPA DO MUNDO Rumo ao Hexa: veja seis séries para se inspirar para a Copa de 2026 CINEINSITE Morre Orlando Senna, cineasta baiano que marcou a história do audiovisual A trama acompanha um jovem acusado de matar os próprios pais que, mesmo após anos de internação e julgamento, nunca revelou o que realmente aconteceu. A partir de sua libertação, uma investigação secreta tenta descobrir se ele continua sendo uma ameaça ou se existem verdades ocultas por trás do caso.Um crime cercado de perguntasA história acompanha Sergio Ciscar (Arón Piper), jovem acusado de assassinar os próprios pais e arremessá-los da sacada do apartamento onde moravam. Após cumprir seis anos em uma instituição para menores, ele conquista a liberdade condicional, mas continua carregando um detalhe que intriga autoridades e pessoas ao seu redor: desde o dia do crime, praticamente nunca explicou o que aconteceu.O comportamento do rapaz desperta o interesse das autoridades, que autorizam um monitoramento secreto liderado pela psiquiatra Ana Dussuel (Almudena Amor). O objetivo é descobrir se Sergio ainda representa algum perigo e, principalmente, entender o que realmente aconteceu naquela noite que mudou sua vida para sempre.Suspense psicológico e investigaçãoGrande parte da tensão da série nasce justamente da relação entre Sergio e Ana. Enquanto o jovem tenta reconstruir sua rotina e se reaproximar da irmã, a especialista acompanha cada movimento dele sem que ele saiba.A narrativa aposta em uma atmosfera de constante vigilância, revelando aos poucos novas informações sobre o passado do protagonista. Ao longo dos episódios, surgem personagens que ampliam o mistério e acrescentam novas camadas à investigação, criando dúvidas sobre quem está dizendo a verdade e quais segredos ainda permanecem escondidos.Além do suspense psicológico, a produção investe em sequências de tensão e em uma investigação que conduz a história por diferentes caminhos. O resultado é uma trama ágil, com episódios de cerca de 45 minutos, pensada para ser consumida em poucos dias.O que explica o sucesso?Boa parte da repercussão de Silêncio está ligada à sua premissa intrigante. O conceito de um homem acusado de matar os pais e que permanece anos sem explicar o motivo desperta curiosidade logo nos primeiros minutos.Criada por Aitor Gabilondo, a série constrói sua narrativa em torno de segredos, suspeitas e revelações graduais. O elenco é liderado por Arón Piper e Almudena Amor, mas também conta com nomes como Ramiro Blas, Cristina Kovani, Aitor Luna e Manu Ríos, que ajudam a ampliar o universo da história.Apesar da boa recepção do público, a produção também dividiu opiniões. Enquanto parte da crítica elogiou a atmosfera sombria e a construção de suspense, outras avaliações apontaram problemas no desenvolvimento do roteiro e em algumas decisões tomadas nos episódios finais.Vale a pena?A resposta depende bastante das expectativas do telespectador. Quem procura uma série complexa, cheia de camadas e reviravoltas imprevisíveis talvez encontre algumas limitações, já que a narrativa segue um caminho relativamente simples e, em certos momentos, se torna previsível.Por outro lado, para quem busca uma história curta, direta e fácil de acompanhar, Silêncio entrega exatamente o que promete. Com apenas seis episódios, ritmo ágil e uma trama cercada por mistérios, a produção pode ser uma boa escolha para preencher a quinta-feira sem exigir um grande compromisso de tempo.

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É possível? Ator de X-Men é diagnosticado com câncer de mama; confira

O ator canadense Tyler Mane, presente no elenco do primeiro filme da franquia “X-Men”, lançado em 2000, revelou por meio das redes sociais que está com câncer de mama. Na publicação, feita na última segunda-feira, 8, ele contou que a esposa o ajudou no diagnóstico da doença, que atinge homens em apenas 1% dos casos. Para ser honesto, minha primeira reação foi guardar segredo. Mas descobri que os homens costumam ser diagnosticados em estágios mais avançados porque não se fala disso. Na verdade, meus médicos descartaram essa possibilidade e só consegui fazer o exame no início porque minha esposa insistiu. Tyler Mane - Ator canadense O artista também disse que já começou a fisioterapia para tratar a doença, que é considerada rara entre os homens. “Um em cada 755 homens será diagnosticado com câncer de mama durante a vida. E, se você detectar cedo, é algo super tratável”, afirmou Tyler.Além de “X-Men”, Tyler está no elenco de “Deadpool & Wolverine”. Ele interpreta o personagem Dentes de Sabre nas duas produções. Leia Também: SE LIGA NA DICA! O filme de ação que dominou a Netflix e vai turbinar sua quarta COPA DO MUNDO Rumo ao Hexa: veja seis séries para se inspirar para a Copa de 2026 CINEINSITE Morre Orlando Senna, cineasta baiano que marcou a história do audiovisual Confira a publicação de Tyler Mane Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Tyler Mane (@therealtylermane)

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O filme de ação que dominou a Netflix e vai turbinar sua quarta

Estamos no meio da semana, mas a vontade de assistir boas histórias continua mesmo em meio à correria da rotina. Pensando nisso, a Netflix tem uma opção incrível para quem busca um filme cheio de adrenalina para assistir nesta quarta-feira. Recém-adicionado ao catálogo, Terremoto: A Falha de San Andreas ganhou um novo fôlego no streaming e rapidamente alcançou o TOP 10 da plataforma, provando que ainda consegue atrair espectadores mesmo mais de dez anos após sua estreia nos cinemas, em 2015. Leia Também: SE LIGA NA DICA! Só 6 episódios: essa série de mistério da Netflix merece sua atenção IMPERDÍVEL! De tirar o fôlego: o filme de suspense do Prime Video para ver agora LUTO Astro chinês de dramas românticos morre aos 33 anos Estrelado por Dwayne Johnson, o The Rock, o longa aposta em ação constante, cenas grandiosas de destruição e uma corrida contra o tempo em meio a uma das maiores catástrofes imagináveis.Quando a Califórnia entra em colapsoA trama acompanha Ray Gaines, um experiente piloto de resgate que trabalha auxiliando vítimas em situações extremas. Sua rotina muda completamente quando uma sequência de terremotos devastadores atinge a Califórnia após a atividade da famosa Falha de San Andreas.Enquanto cidades inteiras começam a desmoronar, Ray precisa atravessar um cenário de destruição para encontrar sua filha Blake, presa em São Francisco. Para isso, ele conta com a ajuda da ex-esposa Emma, deixando antigos conflitos de lado diante da gravidade da situação.Ao mesmo tempo, cientistas tentam compreender a dimensão do desastre e alertam que os tremores podem ser apenas o começo de uma tragédia ainda maior.Uma busca em meio ao caosEmbora o espetáculo visual seja o principal atrativo, a história procura construir uma motivação emocional para seus protagonistas. Em vez de focar apenas na destruição, o filme transforma a tentativa de reunir uma família separada em seu principal motor narrativo.Conforme as comunicações entram em colapso e as rotas de fuga desaparecem, Ray e Emma embarcam em uma jornada cada vez mais arriscada. Helicópteros, aviões e embarcações se tornam ferramentas essenciais para avançar por um estado que parece estar ruindo a cada minuto.O carisma de The Rock Dwayne Johnson assume mais uma vez o papel que o transformou em um dos maiores nomes do cinema de ação moderno. Seu personagem reúne coragem, habilidade e uma impressionante capacidade de encontrar soluções para praticamente qualquer obstáculo.Mesmo quando o roteiro exige certa suspensão da descrença, o carisma do ator ajuda a manter o público envolvido na proposta.Ao lado dele, Carla Gugino e Alexandra Daddario completam o núcleo principal da história, enquanto Paul Giamatti surge como um dos cientistas que tentam prever a magnitude da catástrofe.O verdadeiro protagonista é o desastreO diretor Brad Peyton entende exatamente o tipo de entretenimento que pretende entregar. O filme segue a tradição dos grandes longas de desastre, apostando em cenários de destruição em larga escala e efeitos visuais que continuam impressionando anos após o lançamento.Arranha-céus balançando, pontes desmoronando, estradas desaparecendo e ondas gigantes avançando sobre áreas costeiras ajudam a construir uma sensação constante de perigo.Mais do que simples espetáculo visual, cada novo desastre surge como um obstáculo direto para os personagens, aumentando a tensão da missão de resgate e mantendo o ritmo acelerado até os minutos finais.Vale a pena?A resposta depende das expectativas do espectador. Quem procura grandes atuações, diálogos sofisticados ou um roteiro impecável provavelmente não encontrará aqui seu filme favorito. A recepção da crítica reflete isso: o longa possui apenas 48% de aprovação no Rotten Tomatoes.Por outro lado, para quem busca uma diversão descomplicada, repleta de ação, efeitos visuais grandiosos e muita adrenalina, Terremoto: A Falha de San Andreas entrega exatamente o que promete. O sucesso recente no TOP 10 da Netflix mostra que, mesmo após mais de uma década, ainda existe público para esse tipo de blockbuster catástrofe que transforma cada minuto em uma corrida contra o tempo.

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Morre Orlando Senna, cineasta baiano que marcou a história do audiovisual

O cinema brasileiro perdeu nesta terça-feira, 09, um de seus nomes mais influentes. O cineasta, jornalista e gestor cultural Orlando Senna morreu aos 87 anos. Nascido na Bahia, ele construiu uma trajetória marcada pela produção audiovisual, pela formação de novos profissionais e pela atuação em políticas públicas voltadas ao setor. A causa da morte não foi divulgada.Trajetória começou na BahiaFoi na terra natal que Orlando Senna iniciou sua caminhada no audiovisual. Entre seus primeiros trabalhos estão os documentários Lenda Africana e 2 de Julho, produções que ajudaram a consolidar seu nome no cinema brasileiro.Ao longo da carreira, tornou-se uma das figuras mais respeitadas do setor, transitando entre a direção, o roteiro, o jornalismo e a gestão cultural. Leia Também: COPA DO MUNDO Antes do hexa: 6 filmes para assistir enquanto o Brasil sonha com a Copa SE LIGA NA DICA! A série escondida da Netflix que vai salvar sua terça com 8 episódios SE LIGA NA DICA Só 8 episódios: a nova série viciante da Netflix que alcançou o TOP 10 Obra se tornou referência no cinema nacionalUm dos momentos mais marcantes de sua trajetória foi a parceria com Jorge Bodanzky na direção de Iracema – Uma Transa Amazônica, lançado em 1975 e considerado uma obra de referência na história do audiovisual brasileiro.Além dos trabalhos como diretor, Orlando Senna também colaborou na criação de roteiros ao lado de cineastas consagrados, como Hector Babenco e Ruy Guerra.Atuação além das telasMais do que produzir filmes, Orlando dedicou parte importante de sua vida ao fortalecimento do audiovisual por meio da formação de profissionais e da construção de políticas públicas para o setor.Ele participou da fundação da Escola Internacional de Cinema e Televisão (EICTV), em San Antonio de los Baños, em Cuba, uma das instituições mais prestigiadas da área na América Latina.Também atuou como professor no Centro de Capacitação Cinematográfica do México, contribuindo para a formação de novas gerações de cineastas.Passagem por cargos públicosAo longo da carreira, Orlando Senna ocupou posições importantes na gestão cultural brasileira.Entre 2003 e 2007, foi secretário do Ministério da Cultura. Em seguida, assumiu uma diretoria na Empresa Brasil de Comunicação (EBC), em 2007.Posteriormente, presidiu a Televisão América Latina (TAL), função que exerceu entre 2008 e 2015.Homenagem recente reconheceu legadoEm 2024, o Ministério da Cultura homenageou Orlando Senna ao lançar uma premiação de curta-metragens com seu nome.A iniciativa, realizada pela Secretaria do Audiovisual em parceria com o Forcine e a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), foi criada para reconhecer produções de conclusão de curso e valorizar novos talentos do cinema brasileiro.A homenagem reforçou o reconhecimento de uma trajetória que ajudou a transformar o audiovisual nacional dentro e fora das telas.

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A série escondida da Netflix que vai salvar sua terça com 8 episódios

Estamos no início da semana, mas a vontade de assistir boas histórias continua mesmo em meio à correria da rotina. Pensando nisso, a Netflix tem uma opção incrível para quem busca uma produção envolvente para assistir nesta terça-feira e nada como uma série enxuta para começar hoje e terminar antes do fim de semana.Lançada em 2026, De Belfast ao Paraíso acabou ficando escondida em meio aos grandes lançamentos do catálogo, apesar de reunir comédia, investigação policial e uma trama cheia de mistérios em apenas oito episódios. A recepção também chama atenção: a série conquistou 95% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes. Leia Também: SE LIGA NA DICA! Só 8 episódios: essa série da Netflix merece uma chance nesta segunda CINEINSITE 'Super Mario Galaxy' é o primeiro filme a faturar US$ 1 bilhão em 2026 LUTO Estrela de doramas românticos morre aos 33 anos; entenda Uma morte que reúne antigas amigasA história acompanha Saoirse, Robyn e Dara, três mulheres que construíram uma forte amizade ainda na época da escola, mas que acabaram seguindo caminhos completamente diferentes na vida adulta. Aos 38 anos, elas já não mantêm contato frequente e também se distanciaram de Greta, a quarta integrante do grupo.Tudo muda quando chega a notícia inesperada da morte da antiga amiga. Diante da tragédia, as três decidem viajar até o Condado de Donegal para prestar suas homenagens à família e participar do velório.No entanto, o que parecia ser apenas uma despedida rapidamente se transforma em algo muito maior.Mistério, humor e segredos do passadoAo chegarem ao local da cerimônia, Saoirse, Robyn e Dara encontram uma situação estranha. Além da presença de familiares excêntricos, o ambiente desperta desconfiança desde os primeiros momentos.As suspeitas aumentam quando elas descobrem que o corpo presente no caixão não pertence a Greta. A partir daí, as amigas passam a investigar o que realmente aconteceu e acabam mergulhando em uma rede de mistérios conectados a acontecimentos do passado que permaneceram escondidos por décadas.A jornada se transforma em uma inesperada viagem pela Irlanda, combinando situações absurdas, momentos cômicos e uma investigação que se torna cada vez mais perigosa.O retorno de uma criadora elogiadaA série marca o retorno da roteirista Lisa McGee ao universo televisivo após o sucesso de Derry Girls, uma das comédias mais elogiadas dos últimos anos.Desta vez, a criadora troca o ambiente escolar por uma narrativa que mistura suspense, humor ácido e drama. O resultado é uma produção que consegue equilibrar diferentes gêneros sem perder o ritmo, explorando tanto a investigação central quanto os conflitos pessoais das protagonistas.Enquanto o mistério avança, a série também dedica tempo para aprofundar as relações entre as personagens, revelando antigas mágoas, segredos e os motivos que levaram o grupo a se afastar ao longo dos anos.O que esperar dos oito episódios?Com apenas oito capítulos, a produção aposta em uma narrativa dinâmica e repleta de reviravoltas. A cada episódio, novas pistas surgem enquanto as protagonistas tentam entender o que realmente aconteceu com Greta.Ao mesmo tempo, a série aproveita o cenário da Irlanda do Norte para construir uma atmosfera única, alternando momentos de tensão com situações cômicas e diálogos afiados.A combinação entre investigação policial, humor tragicômico e desenvolvimento das personagens faz com que a história mantenha o interesse do início ao fim.Vale a pena?Para quem procura uma série curta, diferente e capaz de unir suspense e comédia na medida certa, De Belfast ao Paraíso surge como uma das surpresas mais interessantes do catálogo da Netflix em 2026.A produção entrega um mistério envolvente, personagens carismáticas e uma trama que sabe dosar tensão e humor sem exageros. Com apenas oito episódios e 95% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, é uma ótima escolha para quem deseja começar uma nova maratona nesta terça-feira e terminar a semana com mais uma boa história concluída.

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Só 8 episódios: a nova série viciante da Netflix que alcançou o TOP 10

Nada como assistir uma boa série curta no início da semana, e a Netflix tem a opção ideal para quem quer uma maratona eletrizante e cheia de reviravoltas que pode ser finalizada em poucos dias. Para os mais viciados, até em poucas horas. Trata-se de Homens da Lei: Bass Reeves, série de apenas oito episódios que chegou recentemente ao catálogo da plataforma e já garantiu espaço entre os títulos mais assistidos do TOP 10, atualmente ocupando a sétima posição. Leia Também: SE LIGA NA DICA! Só 8 episódios: essa série da Netflix merece uma chance nesta segunda CINEINSITE 'Super Mario Galaxy' é o primeiro filme a faturar US$ 1 bilhão em 2026 LUTO Estrela de doramas românticos morre aos 33 anos; entenda Originalmente lançada em 2023, a produção encontrou uma nova audiência ao desembarcar na Netflix.Com grandes atuações, uma história inspirada em fatos reais e uma abordagem diferente do tradicional faroeste americano, a série também conquistou boa parte da crítica especializada, alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.A história real por trás da sérieA série acompanha a trajetória de Bass Reeves, personagem histórico que ficou conhecido como um dos primeiros marechais afro-americanos dos Estados Unidos. Após escapar da escravidão, ele constrói uma carreira improvável e se torna Deputy U.S. Marshal em uma época marcada por profundas desigualdades raciais e conflitos no processo de formação do país.Interpretado por David Oyelowo, Reeves é apresentado não apenas como uma figura lendária do Velho Oeste, mas como um homem constantemente confrontado pelas contradições do mundo ao seu redor. A série acompanha sua transformação de ex-escravizado em representante da lei federal, explorando os desafios e os custos dessa jornada.Segundo a lenda, Bass Reeves capturou milhares de criminosos ao longo da carreira sem jamais ser gravemente ferido, um feito que ajudou a transformá-lo em uma das figuras mais fascinantes da história do Oeste americano.Um faroeste com outro olharEmbora utilize todos os elementos clássicos do gênero, como cidades empoeiradas, cavalos, confrontos armados e territórios hostis, a produção escolhe observar esse universo por uma perspectiva raramente colocada no centro da narrativa.Ao invés de acompanhar os tradicionais xerifes e pistoleiros que dominaram o imaginário dos faroestes por décadas, a série desloca o foco para um personagem que expõe as ausências históricas desse tipo de narrativa.A lei, aqui, não surge apenas como símbolo de ordem e civilização. Ela aparece cercada por tensões, preconceitos e conflitos que continuam presentes mesmo após o fim oficial da escravidão. Essa abordagem ajuda a diferenciar a obra de outras produções ambientadas no mesmo período.Grandes atuações elevam a produçãoGrande parte da força da série passa pela atuação de David Oyelowo. Conhecido por interpretar Martin Luther King Jr. em Selma, o ator entrega uma performance marcada por equilíbrio, firmeza e profundidade emocional.Seu Bass Reeves está longe de ser um herói perfeito. O personagem carrega o peso da responsabilidade, da vigilância constante e das marcas deixadas pelo passado. Essa construção ajuda a tornar a narrativa mais humana e menos dependente de momentos grandiosos.Ao seu redor, o elenco também contribui para dar consistência à trama, incluindo Lauren E. Banks, Demi Singleton, Dennis Quaid e Barry Pepper.Muito além das capturas e perseguiçõesApesar de contar com confrontos, missões e cenas típicas do gênero, a minissérie dedica boa parte do tempo ao impacto que a carreira de Reeves provoca em sua vida pessoal.A produção observa como o dever afeta sua relação com a família e mostra que a autoridade conquistada não elimina as vulnerabilidades do protagonista. Essa dimensão mais íntima ajuda a enriquecer a narrativa e evita que a série se transforme apenas em uma sucessão de aventuras no Velho Oeste.Ao longo dos episódios, o distintivo funciona menos como símbolo de poder e mais como um elemento que evidencia os desafios enfrentados por Reeves em um ambiente que nem sempre aceita sua presença.Vale a pena?Para quem procura uma série curta, bem produzida e sustentada por grandes atuações, a resposta tende a ser positiva. Homens da Lei: Bass Reeves talvez não reinvente completamente o gênero do faroeste, mas encontra uma forma interessante de revisitar esse universo ao colocar no centro uma figura histórica frequentemente deixada à margem das narrativas tradicionais. A produção é mais sólida do que revolucionária, mas consegue equilibrar drama, história e ação de forma eficiente.Com apenas oito episódios, 79% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes e presença no TOP 10 da Netflix, a série surge como uma excelente opção para quem busca uma maratona rápida, envolvente e baseada em uma história real pouco conhecida pelo grande público.

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Só 8 episódios: essa série da Netflix merece uma chance nesta segunda

O fim de semana chegou ao fim e, com a segunda-feira, a vontade de assistir boas histórias continua mesmo em meio à correria da rotina. Pensando nisso, a Netflix tem uma opção interessante para quem procura uma série envolvente para começar hoje e terminar antes da chegada do próximo fim de semana. Com apenas oito episódios, A Queda da Casa Usher reúne terror, mistério, suspense e uma trama cheia de reviravoltas em um formato ideal para maratonar. Leia Também: SE LIGA NA DICA! 6 filmes da Netflix para transformar seu feriado em maratona EM CARTAZ Mestres do Universo e mais: confira os filmes em cartaz em Salvador LUTO Cineasta morre de tristeza aos 56 anos após falecimento do marido Lançada sem o mesmo impacto de outras grandes produções da plataforma, a minissérie acabou ficando esquecida em meio à enxurrada de lançamentos da Netflix. Ainda assim, conquistou uma recepção bastante positiva, alcançando 91% de aprovação da crítica e 81% do público no Rotten Tomatoes.Criada por Mike Flanagan, responsável por títulos como A Maldição da Mansão Bly e Missa da Meia-Noite, a produção adapta livremente elementos da obra de Edgar Allan Poe para construir uma narrativa marcada por segredos familiares, tragédias e uma atmosfera sombria que cresce a cada episódio.Uma dinastia poderosa cercada por tragédiasA história acompanha os irmãos Roderick Usher (Bruce Greenwood) e Madeline Usher (Mary McDonnell), responsáveis por transformar a farmacêutica Fortunato em um império de riqueza, influência e privilégios.No entanto, o sucesso construído ao longo de décadas começa a ruir quando uma série de mortes atinge os membros da família. Enquanto o passado volta para cobrar antigas decisões, os herdeiros da dinastia precisam enfrentar segredos que permaneceram escondidos por anos.A narrativa alterna diferentes períodos da vida dos personagens para mostrar como o império foi construído e quais foram os custos de cada escolha feita ao longo do caminho.Terror psicológico com influência de Edgar Allan PoeEmbora seja frequentemente associada ao terror, a série encontra sua maior força no mistério e no suspense psicológico.A produção utiliza referências a diversos contos, poemas e elementos clássicos da obra de Edgar Allan Poe, considerado um dos grandes mestres da literatura gótica. Entre eles está a presença constante do famoso corvo, símbolo marcante do autor que aparece ao longo da trama.Em vez de adaptar apenas uma única história, Mike Flanagan transforma a minissérie em uma espécie de mosaico de referências ao universo de Poe, conectando diferentes obras em uma única narrativa.Elenco é um dos grandes destaquesOutro ponto que chama atenção é o elenco formado por atores que já trabalharam com Flanagan em projetos anteriores.Carla Gugino se destaca como Verna, figura misteriosa ligada aos eventos que cercam a família Usher. Mary McDonnell e Willa Fitzgerald também ganham espaço ao interpretar diferentes fases de Madeline Usher.Entre os personagens mais marcantes está Frederick Usher, vivido por Henry Thomas. Inicialmente apresentado de forma discreta, o personagem revela ao longo da história uma faceta cada vez mais perturbadora.Além disso, a série consegue dar personalidade própria a cada integrante da família, explorando suas ambições, conflitos e fragilidades enquanto a tragédia se aproxima.Vale a pena?Para quem procura uma série curta para assistir nesta segunda-feira, A Queda da Casa Usher surge como uma alternativa interessante. Os oito episódios conseguem equilibrar drama familiar, mistério, terror psicológico e críticas ao poder e à elite sem se tornarem cansativos.A narrativa mantém a curiosidade do espectador ao explorar o passado e o presente dos personagens ao mesmo tempo, enquanto constrói uma atmosfera de inevitável decadência em torno da família Usher.Com boa recepção da crítica, elenco sólido e uma história repleta de segredos, a minissérie é uma opção que merece ser redescoberta por quem busca uma maratona rápida e envolvente na Netflix.

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'Super Mario Galaxy' é o primeiro filme a faturar US$ 1 bilhão em 2026

O primeiro filme a atingir a marca de US$ 1 bilhão de arrecadação em 2026 foi a animação “Super Mario Galaxy: O Filme”, que acumula US$ 428,5 milhões de bilheteria nos Estados Unidos e mais US$ 571,5 milhões ao redor do mundo. A obra da franquia “Super Mario” alcançou o feito em sua décima semana nos cinemas.Ao todo, o longa-metragem está sendo exibido em 80 países.O sucesso do filme veio desde que ele foi lançado nos cinemas, quando registrou uma arrecadação de US$ 372,5 milhões só no final de semana de estreia. Leia Também: LUTO Estrela de doramas românticos morre aos 33 anos; entenda IMPERDÍVEL! De tirar o fôlego: o filme de suspense do Prime Video para ver agora SE LIGA NA DICA! Só 6 episódios: essa série de mistério da Netflix merece sua atenção De acordo com o site norte-americano Deadline, o filme coloca a franquia “Super Mario” como a nona mais lucrativa de todos os tempos no universo das animações, com apenas dois títulos. As que ocupam as primeiras posições, "Meu Malvado Favorito" e "Shrek", têm seis filmes cada.O site ainda aponta que “Super Mario Galaxy: O Filme” é o segundo filme baseado em um videogame com maior bilheteria na história, atrás apenas de “Super Mario Bros: O Filme”, o primeiro longa da franquia. Lançado há três anos, o primeiro longa-metragem da franquia ultrapassou US$ 1,3 bilhão em bilheteria ao redor do planeta.

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