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Bosch investe 85 milhões para reforçar em Portugal

A Bosch está a atravessar um período de transformação, tanto em Portugal como a nível global, marcado por ajustamentos estratégicos, mudança tecnológica e reposicionamento geográfico da sua atividade. Por cá, em 2025, a multinacional alemã registou uma ligeira contração do volume de negócios, com uma descida de 2,6%, fixando a faturação nos 2,2 mil milhões de euros.

A redução é explicada, sobretudo, pela alienação do negócio de tecnologias de segurança e comunicações em Ovar, concluída em meados do ano passado, cujas receitas deixaram de ser consolidadas nas contas da empresa. Ainda assim, trata-se do quarto ano consecutivo em que supera a fasquia dos dois mil milhões de euros, sinal de estabilidade num contexto económico adverso.
Apesar deste recuo, a atividade em território nacional mantém-se resiliente. “A Bosch tem vindo a direcionar investimento e novas responsabilidades para as unidades portuguesas, confiando na competitividade e qualidade das nossas operações”, garante Javier González Pareja, Presidente da Bosh para Portugal e Espanha.

“Os cerca de 85 milhões de euros previstos para investimento em Portugal até ao final de 2026 refletem essa confiança no potencial do país e nas capacidades das nossas equipas”, acrescenta.

Portugal surge assim como uma exceção positiva dentro deste processo de reorganização.
A empresa tem vindo a transferir parte da produção e investimento do Leste europeu para unidades nacionais. “Destacam-se, por exemplo, a mobilidade em Braga, as tecnologias para aquecimento de água em Aveiro e os departamentos que prestam serviços para toda a empresa a nível global”, diz Javier González Pareja. Paralelamente, o hub de serviços em Lisboa tem vindo a ganhar relevância, refletindo a crescente importância das áreas digitais e de suporte global.

Esta estratégia evidencia o reforço do papel do país como polo industrial e tecnológico dentro do grupo. Para 2026, a Bosch antecipa um regresso ao crescimento, estimando uma evolução positiva das vendas entre 2% e 5%. Mesmo num contexto global marcado por incerteza geopolítica e pressão inflacionista.

A Bosch enfrenta desafios estruturais decorrentes da transição da indústria automóvel para a eletrificação. O negócio tradicional, assente em componentes para motores de combustão, tem perdido peso à medida que os veículos elétricos ganham quota de mercado. Porém, segundo Pareja, a estratégia da empresa não se limita apenas à eletrificação, sendo antes baseada numa abordagem “tecnologicamente aberta” e diversificada. Embora exista um forte investimento na eletrificação, tanto na mobilidade como no setor doméstico, a empresa continua também a apostar em soluções de combustão “cada vez mais eficientes e sustentáveis”

Mais do que um sinal de fragilidade, os recentes desenvolvimentos refletem uma empresa em transição, que procura adaptar-se a uma nova realidade industrial. O futuro da Bosch dependerá da sua capacidade de executar esta transformação num setor em rápida mutação.

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Tenista argentina Sierra con su primera presentación en Hertogenbosch

Rosmalen, Países Bajos, 10 jun (Prensa Latina) La tenista argentina Solana Sierra, última representante latinoamericana en la justa, tendrá hoy su primera presentación en el torneo de Hertogenbosch ante la francesa Lois Boisson.

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UMinho e Bosch lançam novo curso

A Universidade do Minho e a Bosch de Braga assinaram um acordo no âmbito da parceria estratégica existente entre as duas instituições, com vista à criação de um novo curso, que reforçará o compromisso de ambas as entidades com a qualificação e valorização do conhecimento aplicado.

Em comunicado, a academia minhota adianta que uma comitiva de docentes da universidade, liderada pela vice-reitora para a Educação e Organização Académica, Cristina Dias, esteve nas instalações da Bosch, em Braga, para uma visita focada na criação e desenvolvimento de um curso não conferente de grau creditado, com conteúdos curriculares relacionados com a as compras estratégicas e metodologias de aquisição focadas no custo total de propriedade, na mitigação de riscos e nas parcerias geradoras de valor e competitividade.

De acordo com a mesma fonte, o curso tem a colaboração de diversas unidades orgânicas de ensino e investigação da UMinho, nomeadamente as escolas de Engenharia; Economia, Gestão e Ciência Política; Direito; Psicologia e Ciências, e do Instituto de Ciências Sociais. Esta diversidade disciplinar contribui para uma abordagem multidimensional e pluridisciplinar, assegurando uma reflexão abrangente sobre os desafios e oportunidades associados à criação deste novo programa formativo.

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Idrogeno e motorsport, con la Ligier JS2 RH2 la sfida di Bosch passa da Le Mans

Per oltre un secolo Le Mans è stata il luogo dove l’automobile ha imparato a correre più veloce. Oggi, forse, sta imparando a diventare più sostenibile. Tra Hypercar ibride, carburanti rinnovabili e nuovi materiali, la 24 Ore più famosa del mondo continua infatti a rappresentare uno dei più importanti laboratori tecnologici dell’industria automotive. Ed è proprio qui che Bosch ha deciso di mostrare la sua interpretazione di una delle possibili strade per il futuro della mobilità ad alte prestazioni: l’idrogeno.

La protagonista è la Ligier JS2 RH2, prototipo sviluppato da Bosch Engineering insieme a Maserati e Ligier Automotive. Una vettura che nasce per rispondere a una domanda precisa: è possibile conservare il fascino del motore a combustione interna riducendone drasticamente l’impatto ambientale? Per l’azienda tedesca la risposta potrebbe arrivare proprio dall’idrogeno.
Il cuore del progetto è infatti una versione profondamente modificata del Maserati Nettuno, il moderno V6 biturbo da tre litri che equipaggia alcuni dei modelli più sportivi della Casa del Tridente. Gli ingegneri hanno mantenuto componenti fondamentali come la testata e i turbocompressori, intervenendo però su pistoni, sistema di alimentazione, accensione ed elettronica di controllo per consentire l’utilizzo dell’idrogeno come combustibile.

La trasformazione più significativa riguarda il sistema di iniezione. Al posto della tradizionale alimentazione a benzina è stato adottato un avanzato sistema di iniezione diretta dell’idrogeno, capace di garantire precisione, affidabilità e prestazioni anche nelle condizioni più severe tipiche dell’endurance. Il sei cilindri sviluppa circa 480 kW, equivalenti a oltre 650 cavalli, con una coppia massima di 880 Nm.

Ma forse ancora più importanti dei dati tecnici sono quelli raccolti in pista. Dalla presentazione del progetto, la Ligier JS2 RH2 ha infatti accumulato quasi 8.000 chilometri di test in differenti condizioni climatiche e di utilizzo, senza evidenziare criticità tecniche significative. Non è un dettaglio secondario. Perché se fino a pochi anni fa l’idrogeno veniva considerato soprattutto una tecnologia da laboratorio, oggi costruttori e fornitori stanno cercando di valutarne concretamente applicazioni e potenzialità.

E quale luogo migliore di Le Mans per mettere alla prova una nuova tecnologia? Poche competizioni al mondo riescono infatti a sottoporre un sistema propulsivo agli stessi livelli di stress, temperatura, vibrazioni e affidabilità richiesti da una gara di 24 ore. “Il mondo del motorsport sta cambiando: cresce la consapevolezza ambientale tra i piloti e i tifosi di tutto il mondo, mentre l’attenzione alle emissioni e alla protezione del clima stanno diventando sempre più importanti nella progettazione dei veicoli. Bosch Motorsport sta guidando attivamente questa trasformazione con concept che consentono l’uso dell’idrogeno nel motorsport”, spiega Gianfranco Fenocchio, General Manager Bosch Engineering GmbH Branch in Italy.

Per ora la Ligier JS2 RH2 continuerà a svolgere il ruolo di dimostratore tecnologico e sarà protagonista delle attività dedicate all’idrogeno durante la settimana della 24 Ore. Ma il messaggio che arriva dalla Sarthe è già chiaro: accanto all’elettrificazione, l’idrogeno sta iniziando a ritagliarsi uno spazio sempre più concreto, soprattutto nei contesti dove autonomia, rapidità di rifornimento e prestazioni restano elementi fondamentali.

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