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“O que Trump não quer é um regresso à guerra total, mas é bem possível que seja isso que consiga”: ataques no Golfo prosseguem “com força”

Após a segunda noite de ataques entre EUA e Irão, torna-se mais claro que o cessar-fogo está em risco e a região em apuros. Analistas avisam que a estratégia de pressão militar sobre o Irão pode não aproximar as duas partes de um acordo. Nem Washington nem Teerão compreenderam ainda que não conseguem, por via militar, forçar os termos que desejam

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“O próximo incidente poderá levar a consequências muito piores”: queda inédita de Apache reacende ataques EUA-Irão no estreito de Ormuz

A queda abriu uma nova frente de tensão entre Washington e Teerão. Os Estados Unidos afirmam ter realizado “ataques de autodefesa” no Irão durante a noite, atingindo áreas como a ilha de Qeshm. O Irão também retaliou em toda a região, com a Guarda Revolucionária a atacar bases americanas na Jordânia, Kuwait e Bahrein. Analistas veem o cessar-fogo como cada vez mais frágil

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“Trump foi enganado”: investigador Hamid Dabashi diz que a guerra transformou o Irão numa “potência regional real”

Sim, “existem vozes e forças dentro do Irão que defendem que o país deva tornar-se uma potência nuclear”, admite, em entrevista ao Expresso, o investigador iraniano-americano Hamid Dabashi, professor de Estudos Iranianos e Literatura Comparada na Universidade de Columbia, em Nova Iorque. Crítico da visão de Israel e dos Estados Unidos para o Médio Oriente, Dabashi alerta: “Neste momento, o estreito de Ormuz é infinitamente mais eficaz na guerra assimétrica iraniana do que qualquer arma nuclear teria sido”

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“Os ataques do Irão foram muito calculados. Israel é que é o ‘joker’. Netanyahu quer guerra”

A guerra no Golfo está a escalar de minuto a minuto, e o cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão pode ruir longe da mesa de negociações. Trump quer uma saída diplomática, Netanyahu parece disposto a testar os limites de Washington, e o regime iraniano também poderá estar interessado em retomar os ataques

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“O futebol é o jogo do povo, o Mundial não”: Poiares Maduro sobre Trump, a FIFA e o negócio do Mundial 2026

Dos preços dos bilhetes para assistir aos jogos às regras de participação de Estados e ao clima político nos Estados Unidos da América, que recebem uma parte das partidas, Miguel Poiares Maduro faz, no podcast “O Mundo a Seus Pés”, um enquadramento do aspeto político deste Mundial de futebol. Poiares Maduro acredita que o Presidente norte-americano tentará apresentar-se como anfitrião magnânimo, capaz de permitir o normal funcionamento da competição, mas as multidões poderão não dar um troféu político a Donald Trump, e até assobiá-lo

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