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Incêndio danifica passadiço junto ao marco n.º 1 de Portugal em Melgaço

Um incêndio florestal que deflagrou, na terça-feira da semana passada, danificou parte do passadiço junto ao marco de fronteira n.º 1, em Cevide, Melgaço.

As chamas terão tido origem num terreno agrícola situado nas imediações e que acabaram por se alastrar até aos passadiços em madeira que ligam a aldeia ao emblemático marco de fronteira, que é o ponto mais a norte de Portugal.

Desde o dia do incêndio, os Bombeiros Voluntários de Melgaço têm sido chamados com regularidade para consolidar o rescaldo, devido ao risco de reacendimento no local, apurou O MINHO junto de fonte da corporação.

Esta quinta-feira, os bombeiros acionados às 17:00 e deslocaram-se ao local.

“Muito triste”

Mário Monteiro, um conhecido impulsionador da aldeia de Cevide, confirma a destruição parcial dos passadiços, uma situação “muito triste”.

Em declarações a O MINHO, apela à autarquia de Melgaço para que proceda à limpeza do mato na zona para evitar que o fogo atinja aquela zona emblemática.

A Junta de Freguesia de Cristóval interditou entretanto os passadiços por “questões de segurança”.

“Tentaremos ser breves na reparação desta nossa pérola”, refere a Junta, numa publicação nas redes sociais.

Incêndio danifica passadiço junto ao marco n.º 1 de Portugal em Melgaço
Foto: Mário Monteiro / Facebook
Incêndio danifica passadiço junto ao marco n.º 1 de Portugal em Melgaço
Foto: Mário Monteiro / Facebook
Incêndio danifica passadiço junto ao marco n.º 1 de Portugal em Melgaço
Foto: Mário Monteiro / Facebook

A aldeia de Cevide é onde começa Portugal, isto é, onde se situa o primeiro marco de fronteira.

De acordo com a autarquia, uma das particularidades desta aldeia é que se ouvem cantar os galos de três províncias: Minho, Pontevedra e Ourense.

O acesso ao marco de fronteira é feito através de um pequeno passadiço com cerca de um quilómetro.

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Barbeiro de Barcelos cortou cabelo a Ronaldo: “Perguntei-lhe como se sentia para o seu penúltimo Mundial”

Vasco Coelho, de Barcelos, é barbeiro há quase nove anos, abriu o seu salão há três e cumpriu um “sonho” na passada sexta-feira: cortou o cabelo a Cristiano Ronaldo em plena Cidade do Futebol, em Oeiras, na véspera do jogo frente ao Chile em que o capitão da seleção nacional foi titular.

“Nem sei bem explicar o que foi aquilo, ainda não estou bem ciente do que aconteceu. É difícil dizer por palavras a experiência que eu tive”, diz Vasco Coelho.

Durou pouco mais de uma hora, entre o corte e outros tratamentos que estavam previamente agendados. Num espaço reservado apenas para o futebolista, o barbeiro e Diogo Dalot – amigo de ambos – falaram da terra de Cristiano Ronaldo, a ilha da Madeira, e também, claro, de futebol.

E Vasco Coelho fez Ronaldo rir: “Perguntei-lhe como se sentia para o seu penúltimo Mundial. Achou muita graça”.

“Não sabemos, é o Cristiano Ronaldo, ele até pode fazer mais dois não sei. É o que ele quiser”, conta o barbeiro, em declarações a O MINHO.  

Pressão? “A cabeça daquele homem vai ser vista pelo mundo todo”

Vasco Coelho confessa que há “uma pressão diferente” por estar a cortar o cabelo àquele que é considerados por muitos o melhor jogador de futebol da história.

“É uma coisa que eu faço há oito anos e não tenho problema nenhum em cortar qualquer cabelo, mas a cabeça daquele homem vai ser vista pelo mundo todo. Então, faz uma pessoa ter mais receio, não é a mesma coisa que cortar ao vizinho… mas sempre fui uma pessoa segura na minha área e as coisas correram bem”, explica.

“É uma pessoa como nós”

O barbeiro não esquece a “presença forte” do astro português e do seu cheiro: “É uma pessoa que cheira muito bem”.

Contudo, sublinha que Ronaldo é “uma pessoa super acessível”, que o “deixou à vontade” e mostrou interesse em o ouvir. “É uma pessoa engraçada, uma pessoa como nós, mas tem a amplitude dele”, refere o barbeiro de 28 anos.

Vasco Coelho é barbeiro de ‘craques’

Este “sonho” foi concretizado graças a Diogo Dalot, que é de Braga, e lhe fez uma grande “assistência”. Vasco Coelho corta o cabelo do lateral do Manchester United há cerca de cinco anos e pelas suas mãos já passaram outros ilustres como o vianense Pedro Neto, Rafael Leão, Samuel Lino ou Carlos Forbs.

Mas, apesar da proximidade que tem com Dalot, “nunca foi tema de conversa pedir-lhe uma ajuda para chegar ao Ronaldo”. “Mas ele confiou em mim e surgiu”, conta o profissional que tem um salão na freguesia de Manhente, em Barcelos.

Agora, depois de cumprido do “sonho” que não imaginava ser “possível”, quer fazer a “dobradinha”. “O impossível já aconteceu uma vez, portanto pode ser que surja. Ainda tenho muita coisa para lhe dizer”, atira.

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