A Seleção do Irã conseguiu amenizar parte da crise envolvendo vistos para a disputa da Copa do Mundo de 2026. Após uma nova rodada de solicitações, quatro integrantes da delegação receberam autorização para entrar nos Estados Unidos, segundo informações divulgadas pela BBC.
Mesmo com o avanço, a situação ainda preocupa a federação iraniana. Onze membros da comitiva seguem sem permissão para ingressar em território norte-americano a poucos dias da estreia da equipe no torneio.
Inicialmente, 15 integrantes tiveram os pedidos de visto negados. Depois da chegada da delegação a Tijuana, no México, dez pessoas representaram a documentação em busca de uma nova análise das autoridades americanas.
Entre os vistos liberados estão os de um analista da comissão técnica, dois representantes da federação iraniana e outro integrante da delegação que não teve a identidade revelada.
Por outro lado, seis solicitações voltaram a receber resposta negativa. Ainda de acordo com a BBC, permanecem impedidos de entrar nos Estados Unidos nomes importantes da estrutura da seleção, entre eles o presidente da federação iraniana, Mehdi Taj, além de um vice-presidente e membros dos departamentos de operações, imprensa e segurança.
O Irã estreia na Copa na próxima segunda-feira (15), diante da Nova Zelândia, em Los Angeles, pelo Grupo G. Todas as partidas da equipe na fase de grupos acontecerão em solo americano. Além dos neozelandeses, os iranianos enfrentarão Bélgica e Egito.
Dependendo da campanha das seleções na primeira fase, o torneio ainda poderá reservar um reencontro entre Irã e Estados Unidos no mata-mata. As equipes já se enfrentaram em Copas do Mundo nas edições de 1998 e 2022, com uma vitória para cada lado.
Campeão da Copa do Mundo de 1970 pela Seleção Brasileira, Gerson “Canhotinha de Ouro” detonou as escolhas de Carlo Ancelotti no jogo do Brasil contra o Marrocos, nesse sábado (13). A Canarinho empatou com os marroquinos em 1 a 1, no primeiro jogo da fase de grupos.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o ex-jogador e agora comentarista criticou o italiano e afirmou que o comandante da Seleção errou nas substituições ao longo da partida.
“Estou na torcida, naturalmente, agora, ô, seu treineiro (Ancelotti), o senhor mexeu errado. Demorou a mexer, mexeu errado, o meio do campo não jogou absolutamente nada. O Casemiro e o Bruno Guimarães não jogaram absolutamente nada, jogando para trás, absolutamente perdidos jogando no meio”, iniciou.
“Melhor jogador em campo, na partida, o número 6 (de Marrocos, Bouaddi). Deitou e rolou, é o craque do jogo. Esse meio do campo não jogou absolutamente nada. Com o Paquetá também perdidinho no campo. Primeiro tempo todo do lado esquerdo, tinha que puxar o jogo para a direita, alguma coisa aqui (pelo lado direito)”, completou o comentarista.
Na sequência, Gerson afirmou que o Brasil “levou um passeio” e avaliou o lance do gol marcado pelo Marrocos, aos 21 minutos do primeiro tempo.
“O time do Brasil levou um passeio. Um passeio, não sabia onde estava a bola. Os caras tocando, tocando, tocando, e o Brasil desesperado correndo atrás dos caras. Fez um gol, porque o Vini fez a jogada correta”, declarou.
“Como ele sabe fazer: puxou para o meio e meteu a curva para o outro lado. Agora, antes, tomaram um gol. Um atacante e dois zagueiros, só que eles estão abertos. O cara meteu a bola pelo meio, saiu o goleiro e meteu o gol. Dois contra um, só que eles estão dormindo”, disse o “Canhotinha de Ouro”.
Vitinha explicou significado da pulseira oferecida pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, que está a ser utilizada por todos os jogadores da Seleção nos EUA – e que pode ser utilizada em jogo.
Vitinha explicou significado da pulseira oferecida pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, que está a ser utilizada por todos os jogadores da Seleção nos EUA – e que pode ser utilizada em jogo.
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Quedan unas horas para que Noruega conozca una de las resoluciones judiciales más esperadas de los últimos años. Este lunes 15 de junio el Tribunal de Distrito de Oslo hará pública la sentencia contra Marius Borg, hijo de la princesa heredera Mette-Marit, acusado de cuarenta delitos, entre ellos cuatro presuntas violaciones, agresiones, amenazas, quebrantamientos de órdenes de alejamiento y delitos relacionados con las drogas. La Fiscalía ha solicitado una condena de siete años y siete meses de prisión.
Aunque Marius nunca ha formado parte oficialmente de la Casa Real ni posee título alguno, desde que tenía cuatro años su vida su vida ha transcurrido entre los muros de Skaugum, la residencia de los príncipes herederos. Su madre contrajo matrimonio con el príncipe heredero Haakon en 2001 y la familia siempre quiso proteger al niño, permitiéndole crecer junto a sus hermanastros, la princesa Ingrid Alexandra y el príncipe Sverre Magnus, pero al margen de cualquier función institucional.
Un terremoto para el país
Aquella decisión, que pareció un ejemplo de modernidad para una monarquía acostumbrada a adaptarse a los tiempos, ha terminado convirtiéndose en uno de los mayores problemas de imagen que recuerda la Corona noruega. El proceso judicial comenzó después de una larga investigación iniciada en 2024 y ha ido creciendo hasta convertirse en un auténtico terremoto político, mediático y social. Marius ha negado las acusaciones más graves, aunque sí ha reconocido algunos delitos menores. Desde febrero permanece en prisión preventiva y todos sus intentos por abandonar la cárcel antes del fallo han sido rechazados por la Justicia, incluso cuando alegó la gravísima situación médica de su madre.
Precisamente esa circunstancia añade un componente especialmente dramático a la espera de la sentencia. La princesa heredera Mette-Marit vive el momento más delicado desde que anunció en 2018 que padecía fibrosis pulmonar crónica. Hace algo más de una semana la Casa Real confirmó que ya figura en la lista de espera para recibir un trasplante de pulmón, una noticia que conmocionó al país y obligó a reorganizar buena parte de la agenda de la familia. El príncipe Haakon ha reducido desplazamientos oficiales para permanecer junto a ella y la princesa Ingrid Alexandra ha adelantado su regreso desde Australia para continuar sus estudios universitarios en Oslo y estar más cerca de sus padres.
Elevado riesgo de reincidencia
Marius pidió abandonar provisionalmente la prisión para poder acompañar a su madre. Un tribunal de primera instancia llegó incluso a aceptar la solicitud, considerando que las circunstancias familiares habían cambiado de forma extraordinaria. Sin embargo, la Fiscalía recurrió inmediatamente y el Tribunal de Apelación revocó esa decisión al considerar que seguía existiendo un elevado riesgo de reincidencia.
Mientras su madre espera una llamada que puede cambiarle la vida con un trasplante, él aguardará el fallo judicial desde prisión, incluso por videoconferencia debido a problemas de salud comunicados por su defensa.
Por otra parte, el rey Harald V, con 89 años, ha reducido progresivamente su actividad institucional tras varios problemas de salud. También la reina Sonia se encuentra aún convaleciente después de su último ingreso hospitalario. La continuidad de la Corona depende cada vez más del príncipe Haakon y de una princesa Ingrid Alexandra que, con 22 años, ha visto cómo el peso institucional comienza a recaer prematuramente sobre sus hombros.
Sea cual sea la decisión judicial, el lunes se conocerá el futuro penal de Marius y terminará, al menos en los tribunales, uno de los capítulos más dolorosos que ha vivido la familia heredera desde la boda de Haakon y Mette-Marit hace veinticinco años.
A revolta dos adeptos surgiu logo no primeiro dia do Mundial, com acusações à Fox de estar a descaracterizar a alma do futebol com publicidade nas pausas de hidratação.
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O Alentejo iniciou 2026 em contraciclo com o resto do país, registando aumentos no número de fogos licenciados e de habitações concluídas nos primeiros três meses do ano, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística.
La ceremonia del Trooping the Colour se mide al milímetro. 1.400 soldados, más de 200 caballos, centenares de músicos, el ritmo exacto de los carruajes y el esperado sobrevuelo de la RAF sobre el Palacio de Buckingham. Sin embargo, año tras año, son los pequeños gestos improvisados los que terminan convirtiéndose en las escenas más entrañables de la jornada.
La edición de 2026 no fue una excepción. Mientras el rey Carlos III presidía por cuarta vez esta celebración desde su llegada al trono, las miradas volvieron a dirigirse hacia los príncipes de Gales y sus tres hijos, auténticos protagonistas de un acto donde la institución se acerca cada vez más a la naturalidad familiar.
Una sutil enmienda
En el balcón del Palacio de Buckingham, Charlotte, que a sus once años demuestra conocer perfectamente el protocolo, apareció inicialmente situada unos pasos más a la derecha de donde correspondía. Bastó un leve movimiento de la mano de Kate Middleton, casi imperceptible, para que la pequeña entendiera inmediatamente la indicación y se desplazara hasta colocarse junto a sus padres.
Charlotte volvió además a convertirse en el perfecto reflejo de su madre. Ambas escogieron estilismos coordinados en tonos blancos y azules. Kate lució un elegante abrigo-vestido azul pastel firmado por Catherine Walker, acompañado de un sombrero de Philip Treacy y el broche de la Guardia Irlandesa. Su hija vistió un diseño blanco con discretos detalles azules y una pulsera de perlas que los expertos han señalado como un homenaje a la princesa Diana, cuyo recordado conjunto de Pascua de 1987 inspiraba claramente el atuendo de Kate.
El rubor de George
El heredero, el príncipe George, también protagonizó una de esas escenas que solo las cámaras más indiscretas consiguen captar. Durante el esperado desfile aéreo sufrió un inoportuno estornudo. Kate reaccionó inmediatamente como cualquier madre. Se volvió hacia él, le preguntó si se encontraba bien y esperó su respuesta. El joven, algo avergonzado ante millones de espectadores, respondió tranquilizador: "Estoy bien", mientras asentía con la cabeza y sonreía antes de volver a fijar la vista en los aviones.
La propia princesa de Gales tampoco escapó a un pequeño contratiempo. Horas antes había estornudado durante la ceremonia, un gesto causado por la conocida alergia que padece a los caballos y que ella misma reconoció hace años durante un partido de polo. Una circunstancia casi paradójica tratándose de una de las ceremonias ecuestres más importantes del calendario británico.
Louis dejó atrás sus travesuras
Si hubo un miembro de la familia que volvió a conquistar al público fue, una vez más, el príncipe Louis. Con ocho años, el benjamín de los Gales parece haber encontrado el difícil equilibrio entre la espontaneidad infantil que lo hizo viral durante el Jubileo de Platino de Isabel II y la compostura que exige un acto de Estado. Saludó repetidamente al público, observó con enorme curiosidad cada detalle del desfile y mantuvo durante toda la jornada una actitud sorprendentemente serena. La princesa Kate no dejó de dedicarle pequeñas sonrisas, posar cariñosamente la mano sobre su hombro y conversar con él durante el recorrido en carruaje.
La reducción de la monarquía impulsada por Carlos III volvió a hacerse evidente. Muy lejos de los tiempos de Isabel II, cuando podían reunirse más de cuarenta miembros de la familia real, este año la fotografía quedó reservada únicamente para los miembros activos de la institución: los reyes, los Gales, la princesa Ana, los duques de Edimburgo, los duques de Gloucester y la poco habitual presencia del duque de Kent, de 90 años, que reapareció públicamente pocos meses después del fallecimiento de su esposa.
Portugal continental deverá registar este domingo períodos de aguaceiros, trovoadas e possíveis quedas de granizo em várias regiões, numa altura em que o tempo quente continua a fazer-se sentir e 26 concelhos permanecem em perigo máximo de incêndio rural.
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Donald Trump y Greta Thunberg son como un pozo de petróleo y un parque eólico, el filete y el tofu, una hamburguesa XXL y una ensalada ecológica, un desfile militar y una sentada ecologista... Si coincidieran en un ascensor, el cambio climático aumentaría un grado por el acaloramiento de la discusión.
Un billete de ida a La Haya
No deja de tener cierta gracia que la activista sueca haya decidido felicitar al presidente estadounidense por su ochenta cumpleaños con un regalo muy particular. En las páginas de "The Guardian" confiesa que primero pensó en enviarle un billete de ida a La Haya, una referencia nada sutil a la Corte Penal Internacional, aunque enseguida descartó la idea porque "probablemente no entendería el comentario". Optó entonces por una lata de sopa de letras. "Las frases que pronuncies serán más coherentes que cualquier cosa que hayas dicho jamás. Ahora, por fin, podrás participar en un debate público significativo", escribe.
No es una carta de reconciliación, pero al menos la activista le honra con una pieza de humor ácido que, seguramente, divertirá al presidente. Cuando Greta fue elegida Persona del Año por Time en 2019, Trump respondió en su entonces cuenta de Twitter con una ironía que acabaría persiguiéndole tanto como a ella: "Greta debe trabajar en su problema de control de la ira. ¡Relájate, Greta, relájate!". Aquella frase, escrita para ridiculizar a una adolescente de dieciséis años, terminó convirtiéndose en un bumerán. Desde entonces, la activista la ha reutilizado con notable sentido del humor cada vez que el presidente protagonizaba alguno de sus momentos más airados.
"Debería ver a un médico"
En octubre de 2025, el mandatario tildó a Greta de "alborotadora" y afirmó que "debería ver a un médico", después de que Israel la deportara a Grecia tras el abordaje en aguas internacionales de la Global Sumud Flotilla, que intentaba entregar ayuda humanitaria a la Franja de Gaza y de la que la activista era parte. "Si la ves, es una persona joven y está tan enfadada y tan loca", añadió.
Parece evidente que Trump necesita una Greta y Greta necesita un Trump. Él encarna exactamente aquello contra lo que ella moviliza a millones de jóvenes. Ella representa precisamente el tipo de activismo que él lleva años criticando. Son adversarios perfectos y ninguno podría haber diseñado un antagonista mejor.
Y siendo incompatibles, comparten el dominio del titular y de la ocurrencia en una frase corta. Trump recibirá hoy medallas, homenajes y mensajes de adulación. Greta le envía una sopa de letras.
La historia de Rosario Bermudo parecía acercarse por fin a su desenlace. Después de lograr que la Justicia reconociera que era hija biológica del aristócrata Leoncio González de Gregorio y Martí y de conseguir que los tribunales le otorgaran el derecho a recibir la parte de la herencia que le correspondía, la batalla se había desplazado al terreno penal. Su abogado, Fernando Osuna, defiende que uno de sus hermanastros ocultó su patrimonio para impedir que pudiera cobrar íntegramente la cantidad que aún le adeuda. Sin embargo, cuando todo apuntaba a que la investigación avanzaría, el procedimiento ha quedado inesperadamente bloqueado, según confirma el letrado a LA RAZÓN.
Los juzgados de Soria y Madrid consideran que ninguno de los dos es competente para instruir la causa por un presunto delito de alzamiento de bienes. Mientras ambos órganos judiciales discuten quién debe asumir el procedimiento, la investigación queda prácticamente paralizada.
A simple vista puede parecer un detalle burocrático, pero las consecuencias son importantes. La instrucción no puede avanzar mientras no exista un juez competente que practique diligencias, acuerde nuevas pruebas o decida los siguientes pasos procesales. Es decir, el caso entra en un compás de espera que previsiblemente se prolongará durante meses.
Interpretaciones contradictorias
Lo ocurrido responde a lo que en Derecho se denomina un conflicto negativo de competencia. Se produce cuando dos órganos judiciales consideran que el asunto corresponde al otro. En este caso, el origen de la discrepancia está en el lugar donde presuntamente se habría cometido el delito.
El juzgado soriano entiende que las operaciones bancarias investigadas tuvieron lugar principalmente en Madrid y que, por tanto, corresponde a la capital continuar con la instrucción. El juzgado madrileño mantiene la tesis opuesta. Considera que el investigado mantiene una estrecha vinculación con Soria, donde se encuentra además buena parte del patrimonio familiar y donde podrían situarse los hechos relevantes para la causa.
Ante esa falta de acuerdo será ahora el Tribunal Supremo quien deba decidir qué juzgado continuará la investigación. El abogado Bermudo, Fernando Osuna, calcula que esa decisión podría demorarse entre ocho y nueve meses, aunque dependerá de la carga de trabajo del Alto Tribunal. Durante ese tiempo el procedimiento permanecerá prácticamente detenido.
Una batalla que comenzó hace más de diez años
La nueva demora añade otro capítulo a uno de los litigios hereditarios más largos y singulares de la aristocracia española. Rosario nació en 1950 fruto de la relación que Leoncio González de Gregorio y Martí mantuvo con una empleada del servicio antes de contraer matrimonio con Luisa Isabel Álvarez de Toledo, la célebre "duquesa roja". Durante décadas aquella filiación nunca fue reconocida oficialmente.
No fue hasta 2013 cuando Bermudo inició el procedimiento judicial para demostrar su paternidad. El proceso obligó incluso a exhumar los restos mortales del aristócrata para obtener ADN. Tras varios recursos, los tribunales terminaron reconociendo definitivamente su filiación y, con ella, su condición de heredera.
A partir de ese momento comenzó un segundo proceso, determinar qué parte de la herencia debía recibir. Una parte importante del conflicto sucesorio ya quedó resuelta. Tres de los hermanos fueron abonando las cantidades que les correspondían dentro del reparto hereditario. Sin embargo, según sostiene la defensa de Bermudo, aún permanece pendiente el pago de algo más de 200.000 euros por parte de su hermanastro Leoncio González de Gregorio y Álvarez de Toledo.
Precisamente alrededor de esa deuda gira ahora la causa penal. Osuna considera que, cuando comenzaron las actuaciones judiciales, existían activos suficientes para afrontar el pago. Posteriormente, esas posiciones patrimoniales desaparecieron, lo que llevó a presentar una querella por un presunto delito de alzamiento de bienes. La acusación mantiene que el patrimonio habría sido ocultado o vaciado para impedir la ejecución de la sentencia civil. Se trata, por ahora, de una acusación que deberá ser investigada judicialmente y sobre la que no existe pronunciamiento alguno sobre el fondo.
Bloqueo procesal
Ningún tribunal ha cuestionado el derecho Bermudo a la herencia ni ha archivado la investigación sobre el presunto alzamiento de bienes. Lo que se ha producido es un bloqueo estrictamente procesal derivado de la discusión sobre qué órgano debe instruir la causa.
Si finalmente el Tribunal Supremo atribuye la competencia a uno de los juzgados, la investigación continuará exactamente donde quedó interrumpida. Lo que sí resulta inevitable es un nuevo retraso en una historia judicial que ya supera la década y que ha obligado a Rosario Bermudo a recorrer prácticamente todas las instancias posibles para obtener primero el reconocimiento de su identidad y, después, el efectivo cumplimiento de los derechos hereditarios que los tribunales ya le reconocieron.
Rosario Bermudo tendrá derecho a parte de la herencia de su padre
La duquesa de Medina Sidonia, Luisa Isabel Álvarez de Toledo, y su primer marido, Leoncio González de Gregorio y Martí
Alemanha estreia-se este domingo no Mundial 2026 frente à equipa de Curaçau antes do jogo grande entre Países Baixos e Japão. Portugal treina só ao final da tarde em Palm Beach. Siga aqui em direto.
Entrar en la novena década de vida con una "edad cardíaca" de 65 años, según los informes médicos, merecían algo más extraordinario que una tarta de cumpleaños y unas velas.Donald Trump ha escogido un octágono. Cumple 80 años mientras dos de los mejores luchadores del planeta se golpearán en los jardines de la Casa Blanca, una imagen que resume el estilo del presidente estadounidense, capaz de transformar cualquier acontecimiento en espectáculo.
Uno de ellos es el español Ilia Topuria. No llega a Washington porque comparta una ideología con Trump ni porque exista entre ambos una relación personal. Está allí porque es uno de los grandes nombres de la UFC, el campeón invicto que la organización necesitaba para una velada concebida como una exhibición de poder, músculo y audiencia a nivel mundial.
Hijo de refugiados georgianos y criado entre Georgia y España, aprendió a pelear siendo un niño y ahora entra en el octágono instalado frente a la residencia más poderosa del mundo mientras el presidente celebra su octogésimo cumpleaños rodeado de miles de invitados, militares, empresarios y celebridades.
Trump lleva años cultivando una estrecha amistad con Dana White, presidente de la UFC. Ambos entienden el espectáculo de una manera parecida. Cuanto más grande sea el escenario, mayor será el impacto. No sorprende, por tanto, que el mandatario haya querido celebrar los 80 con un deporte donde la fuerza física sigue siendo el lenguaje principal. En cierto modo, es también una manera de desafiar simbólicamente a la edad. Mientras otros líderes utilizan los aniversarios para hablar de legado, él prefiere aparecer ligado a la energía, la competición y el combate.
Topuria ha evitado cualquier lectura política. Cuando algunos medios interpretaron que aceptar el combate equivalía a respaldar al presidente, respondió que ningún deportista rechazaría una oportunidad semejante. Para él, pelear en la Casa Blanca constituye un hito profesional. Incluso después de conocer personalmente a Trump en los días previos confesó que le había sorprendido su trato cercano, pero insistió en separar la cordialidad institucional del posicionamiento político.
Encarna el sueño americano
Su historia encaja casi a la perfección con los valores que Estados Unidos siempre ha admirado. La del inmigrante que progresa gracias al talento y al trabajo. La del niño que empezó entrenando con recursos modestos hasta convertirse en campeón del mundo. Él mismo ha llegado a definir esta oportunidad como una representación del sueño americano, aunque ese sueño se haya construido entre Alicante, Georgia y los grandes escenarios internacionales de la UFC.
El protagonista oficial del día es Trump, pero el hombre que mejor representa la idea de futuro es Topuria. A los 80 años, el presidente intenta transmitir que sigue siendo un competidor. Frente a él aparece un campeón que pelea por conquistar definitivamente el mundo. La velada que enfrenta a Ilia Topuria y Justin Gaethje reúne dos maneras muy distintas de entender el éxito.
La princesa Bajrakitiyabha llevaba casi cuatro años esperando un milagro que finalmente no llegó. El 14 de diciembre de 2022 sufrió un colapso cardíaco mientras entrenaba a sus perros para una competición canina. El pasado jueves fallecía a los 47 años y este sábado el país comenzó a decirle adiós con una ceremonia que reunió toda la solemnidad de la tradición real tailandesa.
Fueron los médicos, enfermeras y trabajadores del Hospital Conmemorativo Rey Chulalongkorn, donde permaneció ingresada durante estos años, quienes formaron una larga fila para rendirle el primer homenaje. Una despedida discreta de quienes habían compartido con ella el tiempo más largo y más incierto de su vida.
El cortejo emprendió en silencio su camino hacia el Gran Palacio de Bangkok y comenzó el ritual de Estado. Miles de personas, vestidas rigurosamente de negro, llenaron las calles de Bangkok desde primeras horas de la mañana. Muchos aguardaban arrodillados; otros sostenían retratos de la princesa entre las manos. Conforme avanzaba el cortejo, el silencio solo era interrumpido por la música ceremonial y el sonido acompasado de la procesión.
Aunque las imágenes recordaban a las grandes ceremonias reales que forman parte de la idiosincrasia de la monarquía tailandesa, los corresponsales señalan que el ambiente tenía una carga emocional especialmente intensa. La despedida estuvo presidida por el rey Maha Vajiralongkorn, que acompañó el traslado del féretro hasta el Gran Palacio y encabezó los primeros ritos funerarios budistas. Bajrakitiyabha era, para muchos tailandeses, la princesa mejor preparada de su generación y una de las figuras que más prestigio había conseguido dentro de una institución que durante los últimos años ha vivido importantes tensiones.
Su biografía ayudaba a explicar ese respeto. Doctora en Derecho por la Universidad de Cornell, fiscal de profesión, antigua embajadora de Tailandia en Austria y activa colaboradora de Naciones Unidas, dedicó buena parte de su carrera a impulsar reformas penitenciarias y programas de protección para mujeres privadas de libertad. Lejos de limitarse al papel protocolario que tradicionalmente desempeñan muchos miembros de las familias reales, desarrlló una trayectoria profesional propia que terminó convirtiéndola en una de las figuras más valoradas de la Casa Real.
Rituales budistas
La ceremonia celebrada este sábado constituye, sin embargo, solo el comienzo de unas exequias que seguirán un complejo calendario marcado por la tradición budista. El féretro permanecerá instalado en el Gran Palacio mientras se suceden durante varias semanas las ceremonias religiosas y las ofrendas de mérito. Más adelante se abrirán nuevos periodos para que los ciudadanos puedan presentar sus respetos antes de que tenga lugar la gran cremación real, cuya fecha todavía no ha sido anunciada.
Los funerales de la familia real tailandesa se prolongan durante meses porque no representan únicamente una despedida personal, sino también un acto de continuidad institucional donde religión, historia y Estado se entrelazan en un ceremonial preservado durante generaciones.
Complejidad sucesoria
La desaparición de Bajrakitiyabha modifica el delicado equilibrio sucesorio dentro de la monarquía. Era considerada una de las pocas figuras capaces de asumir mayores responsabilidades institucionales en el futuro y una presencia que transmitía estabilidad en un momento especialmente complejo para la Corona.
Sin embargo, este sábado la imagen era la de miles de ciudadanos vestidos de negro inclinando la cabeza al paso de un féretro que avanzaba lentamente por Bangkok. Durante casi cuatro años Tailandia había esperado un milagro. Este sábado comenzó el largo ritual de aceptación de la pérdida.
La aristocracia europea volvió a darse cita este sábado en Madrid, pero sin el exceso ceremonial que suele acompañar a los grandes enlaces dinásticos. La boda de Amanda Lange y Friedrich von Schönburg, hijo del conde Rudi von Schönburg y de la princesa María Luisa de Prusia, fue, sobre todo, una celebración familiar cuidadosamente pensada durante dos años, en la que la elegancia residió más en los detalles que en la ostentación.
La ceremonia tuvo lugar en la iglesia de Santa Bárbara, uno de los templos predilectos de la alta sociedad madrileña. Allí, Amanda apareció del brazo de su padre, Kurt Lange, en una de las imágenes más emotivas de la jornada. Sonriente, serena y visiblemente emocionada, la novia eligió un vestido de manga larga firmado por Lorenzo Caprile que combinaba referencias clásicas con delicados detalles lenceros. La silueta limpia, la espectacular cola bordada y un recogido bajo, acompañado únicamente por unos pendientes de lágrima, componían una imagen de sofisticación sin artificios.
Durante el intercambio de alianzas, Amanda entregó a Friedrich un anillo que había pertenecido a su propio padre y que fue adaptado para convertirse en alianza matrimonial, un detalle íntimo que resumía el espíritu de una ceremonia donde los afectos parecieron imponerse al protocolo. Delante de la novia caminaron los sobrinos del novio, aportando un aire familiar al inicio de la ceremonia.
Algunas ausencias
Ni la madre de Amanda, Luisa Lange, ni el conde Rudi asistieron a la ceremonia religiosa, aunque sí estuvo presente la princesa María Luisa de Prusia, que vivió el enlace de su hijo con la emoción propia de una madre. La hermana del conde, Sophie von Schönburg, tampoco quiso perderse una jornada especialmente significativa para la familia.
Los novios llegaban al altar después de dieciséis años de relación. Se conocieron en Londres cuando ambos comenzaban su trayectoria profesional y desde entonces han construido una historia de amor marcada por una vida internacional. Él ha desarrollado una brillante carrera en la alta hostelería europea hasta convertirse en director del Rosewood Villa Magna de Madrid. Ella, con raíces danesas y chilenas, ha trabajado en consultoría y desarrollo de proyectos. Ambos representan una generación cosmopolita que se mueve con naturalidad entre distintos países, idiomas y culturas.
170 invitados y 39 nacionalidades
Precisamente esa biografía internacional quedó reflejada en la lista de invitados: 170 asistentes procedentes de 39 nacionalidades diferentes, un mosaico de amistades reunidas a lo largo de los años por la pareja. Lejos de imponer un rígido código de etiqueta, Friedrich había adelantado que quería una boda cómoda y cercana. "El protocolo será mi protocolo", resumió antes del enlace a LA RAZÓN, una frase que acabó definiendo bastante bien el ambiente de la celebración.
Tras el "sí, quiero", los invitados se trasladaron al Castillo de Viñuelas para el banquete, poniendo el broche a un fin de semana que había comenzado la víspera con una preboda en la terraza del hotel Bless Madrid y que concluirá este domingo con un desayuno de despedida en la azotea del Rosewood Villa Magna. Tres días de celebraciones para una pareja que, después de más de década y media compartiendo camino, decidió convertir su boda en un encuentro donde la aristocracia europea convivió con amigos llegados de medio mundo que han acompañado una historia de amor desde sus comienzos.