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Os 10 melhores concertos do Primavera Sound Porto 2026

Nos últimos dias, no Parque da Cidade do Porto, houve uma viagem maravilhosa ao mundo dos Gorillaz, a ação política expressa de Massive Attack, IDLES ou Kneecap, punk rock da velha guarda à moda dos Viagra Boys, o regresso saboroso de um Beastie Boy e até um espetáculo nos ares de uma dupla nacional que promete. Aqui estão os 10 melhores concertos que a BLITZ viu no Primavera Sound Porto de quinta a sábado. E tudo à volta

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O céu não é o limite: no Primavera Sound Porto, os MXGPU deram um concerto lá em cima, nos ares

Num dos espetáculos cenicamente mais radicais já apresentados alguma vez em Portugal, os MXGPU, duo de música eletrónica que junta Moullinex a GPU Panic, mostraram no Primavera Sound Porto o que pode a música feita em Portugal almejar quando é pensada em grande: dos céus do Porto (ou de Lisboa), esta dupla pode ir a qualquer lugar

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“Isto não é uma aula de história”: pois não, é o concerto dos Massive Attack no Primavera Sound Porto e uma provocação a poderes instalados

Trump, Putin e Netanyahu. Palantir, Amazon e Elon Musk. Guerras, números e IA. Tudo isto e as maravilhosas canções dos Massive Attack numa hora e meia de realidade que parece ficção e de espetáculo que se veste de ato de resistência. Em palco, com eles, um tesouro chamado Elizabeth Fraser, a voz de outro mundo de Horace Andy e o espírito de salvação de Deborah Miller

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Primavera Sound Porto: Mike D, histórico dos Beastie Boys, trouxe os filhos e montou uma festa hip-hop ao fim da tarde

É um histórico do hip-hop americano, um terço dos nova-iorquinos Beastie Boys. Com o fim do grupo que melhor mesclou o rap com o rock e o hardcore, manteve-se longe dos holofotes – “não pareceu tanto tempo”, disse à BLITZ antes do concerto. Até agora: com o primeiro álbum a solo no horizonte, o artista de 60 anos levou ao festival do Porto uma agitada pandilha de jovens músicos (incluindo dois filhos) para passar a mensagem (e acabar com Beastie Boys)

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“O Primavera Sound Porto não vai concorrer com os festivais de 60 ou 70 mil pessoas por dia. Seria uma catástrofe para o Parque da Cidade”

Em ano de recorde de audiência, o Primavera Sound Porto faz o balanço da 14ª edição. Em entrevista à BLITZ, José Barreiro, diretor do festival, mostra-se confortável com a dimensão do festival, mas lamenta os “monopólios”, falando em duas bandas que está a tentar contratar e “fariam do festival um sucesso, logo à partida”, mas que a força da gigante Live Nation está a travar

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