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Continental produz 18 milhões de pneus por ano e emprega 3.200 pessoas em Famalicão

Com uma produção anual de 18 milhões de pneus e 3.200 trabalhadores, a Continental, em Lousado, Famalicão, celebrou, na terça-feira, “dois marcos importantes”: os 80 anos de produção de pneus no local e 36 anos como parte da multinacional alemã. Além disso, assinou um memorando com a escola profissional FORAVE, num investimento global de dois milhões de euros, a concretizar ao longo de um período de dez anos.

Em comunicado enviado hoje a O MINHO, a empresa refere que “antigos e atuais colaboradores, as suas famílias e representantes da comunidade local reuniram-se para assinalar oito décadas de história industrial e reconhecer o papel da fábrica como um dos maiores empregadores da região”.

Como parte das comemorações do aniversário, a Continental assinou um Memorando de Entendimento com o Município de Vila Nova de Famalicão e a Escola Profissional Tecnológica de Lousado (FORAVE), com o objetivo de apoiar a formação técnica das futuras gerações.

Continental produz 18 milhões de pneus por ano e emprega 3.200 pessoas em Famalicão
Foto: DR

“Alcançar 80 anos de produção de pneus em Lousado e 36 anos dentro da Continental é uma conquista extraordinária, que não teria sido possível sem a dedicação, resiliência e paixão dos nossos colaboradores”, afirmou Pedro Carreira, presidente do Conselho de Administração da Continental Lousado, citado no comunicado. “Também temos muito orgulho em celebrar este marco em conjunto com representantes da nossa comunidade, que nos tem apoiado ao longo dos anos”, acrescenta.

Oito décadas de inovação e crescimento

A unidade de Lousado iniciou operações em 1946, produzindo vários tipos de pneus. Desde que integrou a Continental em 1990, a fábrica especializou-se em pneus para veículos de passageiros e comerciais ligeiros (PLT) e expandiu o seu portefólio para incluir pneus fora de estrada (OTR) em 2018. “Ao longo das décadas, Lousado tem evoluído através de um investimento contínuo em inovação, sustentabilidade e excelência operacional, reforçando o papel da unidade como um dos principais polos de produção europeus do Grupo Continental”, salienta o comunicado.

Continental produz 18 milhões de pneus por ano e emprega 3.200 pessoas em Famalicão
Foto: DR

“Atualmente, a fábrica afirma-se como um símbolo de resiliência, progresso e forte envolvimento com a comunidade, no contexto da rede global da Continental”, reforça a empresa, completando que a unidade dispõe atualmente de uma capacidade anual de produção superior a 18 milhões de pneus e é um dos maiores empregadores de Famalicão, contando com cerca de 3.200 trabalhadores.

Reforçar os laços com a comunidade local

Através do acordo com a FORAVE e a autarquia, “a Continental e os seus parceiros comprometem-se a melhorar as infraestruturas existentes da escola, contribuindo para garantir um fluxo contínuo de especialistas técnicos qualificados para o futuro”.

“A iniciativa reforça o compromisso da Continental com a educação, o desenvolvimento de competências e a competitividade industrial a longo prazo da região”, destaca o comunicado.

Continental produz 18 milhões de pneus por ano e emprega 3.200 pessoas em Famalicão
Foto: DR

A cerimónia de assinatura teve lugar nas instalações da Continental em Lousado e contou com a presença de Ulrike Hintze, membro do Conselho de Administração do Grupo Continental e responsável pelos Recursos Humanos, Pedro Carreira, presidente do Conselho de Administração da Continental Mabor, Mário Passos, presidente da Câmara de Famalicão, e Manuela Guimarães, diretora da FORAVE.

Para além da cooperação com a FORAVE, a fábrica de Lousado mantém parcerias de longa data com organizações locais. Nesta ocasião da comemoração do aniversário foram entregues donativos monetários à Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente (APPACDM), na Trofa, a Ave Cooperativa de Intervenção Psico-Social (ACIP) e o Centro Social e Paroquial de Ribeirão (CSPR).

A Continental é um fabricante líder de pneus e especialista na indústria. Fundada em 1871, a empresa registou vendas de 19,7 mil milhões de euros em 2025 e emprega atualmente cerca de 78.000 pessoas em 54 países e mercados.

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Suspeito de ameaças em Arcos de Valdevez tinha catanas e petardos

A GNR deteve um homem, de 44 anos, suspeito de ameaças, por posse de arma proibida, em Arcos de Valdevez, informou hoje a GNR.

Em comunicado, o Comando Territorial de Viana adianta que o suspeito foi detido, anteontem, no âmbito de uma investigação por ameaça e coação.

Os militares fizeram buscas na casa e veículo do detido tendo apreendido duas catanas, 12 petardos e 18 cartuchos calibre 12.

Suspeito de ameaças em Arcos de Valdevez tinha catanas e petardos
Material apreendido. Foto: GNR


Os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Arcos de Valdevez.

A ação contou com o reforço do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Arcos de Valdevez.

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Minho sob aviso amarelo por causa do calor (mas vem aí trovoada e granizo)

Os distritos de Braga e Viana do Castelo estão, entre hoje e pelo menos até à noite de sábado, sob aviso amarelo devido ao calor, mas as altas temperaturas deverão trazer também trovoada e granizo para as zonas interiores, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O aviso amarelo para os distritos de Braga e Viana do Castelo, está em vigor entre as 09:00 de hoje e as 21:00 de sábado, estendendo-se, durante o dia de amanhã, a todo o território continental.

O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

Para Braga são esperadas máximas de 35ºC hoje e 38ºC amanhã. Em Viana do Castelo, o IPMA prevê que os termómetros subam até aos 28ºC hoje e 33ºC amanhã.

“O estado do tempo nos próximos dias será condicionado pela ação conjunta de um anticiclone localizado a nordeste do arquipélago dos Açores, que se deslocará gradualmente para o Golfo da Biscaia, e que se estende em crista até França, e de um vale depressionário que se estende desde o norte de África até à Península Ibérica. A influência destes dois centros de ação irá originar o transporte de uma massa de ar quente e seco sobre Portugal continental, a qual será responsável por uma subida acentuada dos valores de temperatura”, explica o IPMA em comunicado.

Ainda de acordo com o IPMA, “o céu estará pouco nublado ou limpo, embora a partir da tarde de dia 12 [sexta-feira], e com maior probabilidade na tarde de dia 13, a aproximação de um vale nos níveis altos da atmosfera, deverá originar um aumento temporário de nebulosidade no interior, onde em zonas montanhosas, há condições favoráveis à ocorrência de aguaceiros e trovoadas, e eventualmente, queda de granizo”.

Minho sob aviso amarelo por causa do calor (mas vem aí trovoada e granizo)
Fonte: IPMA
Minho sob aviso amarelo por causa do calor (mas vem aí trovoada e granizo)
Fonte: IPMA
Minho sob aviso amarelo por causa do calor (mas vem aí trovoada e granizo)
Fonte: IPMA
Minho sob aviso amarelo por causa do calor (mas vem aí trovoada e granizo)
Fonte: IPMA
Minho sob aviso amarelo por causa do calor (mas vem aí trovoada e granizo)
Fonte: IPMA
Minho sob aviso amarelo por causa do calor (mas vem aí trovoada e granizo)
Fonte: IPMA

Assim, entre sábado e segunda-feira, o IPMA prevê a possibilidade de trovoada e queda de granizo para concelhos como Guimarães, Cabeceiras de Basto, Fafe, Ponte de Lima ou Melgaço.

Por fim, o IPMA assinala que “a diminuição da intensidade do vento associada à subida da temperatura, irá contribuir de forma considerável, para uma sensação de calor mais significativa”.

Para domingo e segunda-feira, “está prevista uma descida acentuada dos valores da temperatura máxima, nomeadamente no litoral oeste, com a rotação do vento para o quadrante oeste”.

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