Decreto-lei que regulamenta atividade de prestação de serviço foi publicado em Diário da República, neste dia 16, e suscitou reações de imediato. Para a vice-presidente da Fnam "não traz medidas que fixem médicos no SNS”, para o presidente dos administradores hospitalares “tem pontos positivos”, mas “muito irá depender da sua aplicação”. Por agora, falta a portaria que irá definir os honorários, que “também é importante”, dizem-nos.
Uma semana depois de o Presidente da República ter promulgado o diploma que vai regular a atividade por prestação de serviço, médicos tarefeiros dizem ao DN que o “clima na classe é de muita revolta”. E se a lei for “tão má como parece”, “quem perde são os utentes e o SNS”. O presidente da associação que representa agora este grupo, Nuno Sousa, confirma, mas "só depois de conhecermos o decreto-lei é que tomaremos uma posição pública”, remata.