O esquema passava pela recolha diária, junto dos comerciantes, por parte de estafetas, do dinheiro. Estes faziam depósitos em contas bancárias tituladas por firmas fictícias, abertas com recurso a identidades falsas. Uma alegada rede criminosa é acusada de ter branqueado 88 milhões de euros provenientes de vendas sem fatura realizadas em estabelecimentos comerciais na da Zona Industrial da Varziela, em Vila do Conde. O esquema, segundo o Ministério Público do Porto, permitia transferir os rendimentos para a China sem qualquer pagamento de impostos em Portugal. De acordo com a acusação, quatro arguidos assumiam o papel central na operação, recolhendo o