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Os maus odores em casa são um problema comum e muitas vezes persistente, sobretudo em zonas como a cozinha, onde a utilização intensiva no dia a dia favorece a acumulação de cheiros difíceis de eliminar. Há situações em que nem a ventilação natural, nem os produtos de limpeza ou os ambientadores artificiais conseguem resolver o problema de forma eficaz.
É neste contexto que surge um método simples, natural e acessível, que pode fazer a diferença no ambiente doméstico: a utilização de alecrim aquecido, colocada estrategicamente na cozinha, onde os odores são mais intensos e persistentes.
De acordo com o Notícias ao Minuto, o alecrim destaca-se pelas suas propriedades aromáticas, que se tornam particularmente intensas quando a planta é sujeita a calor. Ao ser aquecido em água, liberta óleos essenciais que se dissipam no ar, ajudando a neutralizar partículas responsáveis por maus odores. Segundo a mesma fonte, este processo permite criar um ambiente mais fresco sem recorrer a soluções artificiais ou excessivamente intensas.
O mecanismo é simples, mas eficaz. Ao aquecer um ramo de alecrim num tacho com água, inicia-se a libertação gradual do seu aroma. Não se trata apenas de mascarar o cheiro existente, mas de o atenuar através da dispersão dos compostos naturais da planta. O efeito é progressivo, tornando-se mais perceptível à medida que a água entra em ebulição e o vapor se espalha pela divisão.
Para aplicar este método, basta encher um tacho com água, colocar um ramo de alecrim e levar ao lume em intensidade baixa. À medida que a água aquece, o aroma começa a libertar-se. Quando atingir o ponto de fervura, o perfume espalha-se pela cozinha, podendo prolongar-se durante vários minutos. Depois de desligar o lume, o vapor continua a agir no ambiente.
Uma das vantagens deste método é a sua versatilidade. O tacho pode ser transportado com cuidado para outras divisões da casa, permitindo que o aroma alcance diferentes espaços. Outra alternativa passa por reutilizar a água já aromatizada, colocando-a num borrifador para uso posterior como ambientador natural.
Há ainda quem opte por colocar folhas de alecrim em pequenos sacos de tecido, distribuindo-os por zonas estratégicas da casa, como armários ou gavetas, contribuindo para um aroma constante e discreto.
Nem sempre há alecrim disponível em casa, mas existem outras opções com efeito semelhante. A folha de louro, por exemplo, liberta um aroma característico quando aquecida, ajudando a combater odores persistentes. Já as cascas de citrinos, como limão ou laranja, oferecem uma fragrância mais leve e fresca.
Segundo a mesma fonte, estas soluções mantêm a lógica de aproveitar ingredientes naturais para melhorar o ambiente doméstico, reduzindo o recurso a produtos artificiais e intensos, muitas vezes desnecessários.
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O território português continua a revelar fortes assimetrias quando se analisam os dados de segurança, com diferenças marcadas entre regiões do continente e ilhas. Um estudo recente coloca o Porto Santo, na Madeira, entre as zonas com menor número de ocorrências registadas, destacando também a ilha Terceira, nos Açores, como outro dos territórios com indicadores reduzidos neste tipo de incidentes.
De acordo com o Diário de Notícias, que cita o Barómetro da Segurança da empresa Verisure Portugal, o Porto Santo surge descrito como “uma das zonas mais seguras de Portugal”, mantendo “os níveis mais baixos de ocorrências” no conjunto dos territórios analisados. A mesma tendência é observada na ilha Terceira, que apresenta valores semelhantes no estudo.
Segundo a mesma fonte, o relatório resulta de dados recolhidos ao longo de 2025 através da Central Recetora de Alarme da empresa, que monitoriza continuamente mais de um milhão de equipamentos em todo o país.
Conforme explica a mesma entidade, o sistema funciona de forma permanente, durante 24 horas por dia e ao longo de todo o ano.
A análise indica ainda que os territórios com menor densidade populacional tendem a registar menos incidentes. O Diário de Notícias refere que distritos, como a Guarda e Bragança, também se encontram entre os que apresentam valores mais baixos, uma tendência que se estende também às regiões insulares.
O mesmo estudo acrescenta que Lisboa, Porto, Setúbal e Faro concentram cerca de 66% das ocorrências registadas em 2025.
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