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Setor de fertilizantes aposta em alternativas para driblar perdas com guerra no Oriente Médio

11 June 2026 at 18:47
Há cerca de quatro meses, a guerra no Oriente Médio tem deixado marcas no setor industrial e do agronegócio em todo o mundo. Com o fechamento do Estreito de Ormuz, a principal matéria-prima de produção e os derivados do petróleo foram afetados, o que balança as exportações em todo o mundo.Um dos setores que foram atingidos pelas altas de preço e pela escassez de insumo foi o setor de fertilizantes, cuja região domina a produção de nitrogenados (como ureia e amônia) e fosfatados, essenciais para a produção do fertilizante. Leia Também: BAHIA FARM SHOW “Muito orgulhosa”, diz Mirian Hermes após homenagem na 20ª edição da Bahia Farm Show AGRO EM PAUTA Bahia Farm Show debate energia e expansão do agro no Oeste BAHIA FARM SHOW Bahia Farm Show apresenta soluções para geração de energia com biogás e biometano “Os conflitos do Oriente Médio realmente impactaram severamente o suprimento mundial essencial para o fertilizante. Cerca de 40% do fósforo e 20% do nitrogênio que o Brasil importa vêm da região do golfo. Muito do enxofre que é a matéria-prima para a produção do fosfatado também vem de lá e nós somos consumidores desse enxofre”, disse o gerente comercial Carlos Alexandre.Para driblar a baixa oferta do produto e as altas dos preços, o setor de fertilizantes tem apostado em estocagem de matérias-primas e alternativas com preços mais acessíveis ao produtor. Na Bahia Farm Show, os produtores promovem essas novas janelas de oportunidade para o campo.“A forma que encontramos para mitigar isso foi antecipando compras de enxofre para a produção de ácido sulfúrico, que está estocado. Então, nós temos segurança de suprimento e de produção para continuarmos produzindo e comercializando para o produtor rural”, continuou ele.Volatilidade e mitigação de altas dos preçosDesde a guerra no Irã, a ureia, por exemplo, alcançou US$ 710 por tonelada CFR Brasil (custo mais frete) — alta de 50% em 30 dias, alta de 89% em relação ao ano anterior. O MAP (fosfatado) subiu para US$ 850 por tonelada (+17% no último mês), enquanto o KCl (potássio) permaneceu relativamente estável, ao redor de US$ 383 por tonelada.A alta dos insumos afetou o custo da produção do produtor brasileiro, o que agravou o cenário de troca do campo, segundo relatório da Consultoria Agro do Itaú BBA.Carlos Alexandre explica que os fertilizantes funcionam como commodity e que a precificação é baseada internacionalmente.“Somos tomadores de preços e o que a gente vem fazendo e realizando com sucesso é criando produtos diferenciais e alternativos para poder otimizar o custo de aplicação ao produtor sem ter a perda nutricional da planta. A gente consegue ter mobilidade entre produtos e produção para mitigar riscos de preços”, continuou ele.Entre esses produtos com menores custos está a linha de preços farelados e enriquecidos com micronutrientes, que diminui o custo de aplicação dos insumos.Aposta em novos mercadosPara o setor, o mercado está reagindo bem ao cenário no Irã, com quedas nos preços da ureia, maior movimentação comercial da China e uma menor dependência dos insumos no Oriente Médio.“Para a próxima etapa, boa parte do mercado de potássio já andou, diria que acima de 85%, e o de fósforo, uns 55%. Onde se tem coisa para acontecer é nos nitrogenados que estão mais atrasados e o produtor está tendo um pouco de cautela, aproveitando essa janela de oportunidade. O que eu acredito é no time para fechar esse restante de pedido, interiorizar o produto na indústria e trazer para o campo”, explica Rafael Barbiero, CEO da Albar. Nesse primeiro semestre, as empresas de fertilizantes que nem a nossa, se posicionaram, compraram, adubaram, forneceram e estão vendendo produtos. Para o segundo semestre, a oferta de produto é menor no mercado, então quem deixar muito para frente corre o risco. Então a janela está se fechando e acreditamos que está numa boa relação de troca Rafael Barbiero - CEO da Albar A Albar acredita que a demanda por NPK de forma geral, principalmente na cotonicultura, é uma ótima oportunidade de negociação e de relações de troca com o produtor.“A janela está se fechando. Então, acho que está num bom momento de preço, equilibrou um pouco, os preços das commodities não subiram muito, mas o dólar futuro está bom. Dá para a gente melhorar um pouco essa precificação”, finaliza ele.

“Muito orgulhosa”, diz Mirian Hermes após homenagem na 20ª edição da Bahia Farm Show

11 June 2026 at 17:06
Há mais de 20 anos, a jornalista do Jornal A TARDE, Mirian Hermes, tem sido uma das principais vozes do agrojornalismo baiano.Filha do Paraná, ela ainda passou um bom tempo no Paraná antes de se mudar para a Bahia. Foi nesse momento em que ela começou a dar passos pequenos, mas promissores no jornalismo.Em 1997, ela entrou no Jornal A TARDE, onde continua levando a comunicação do setor, com precisão e confiabilidade até hoje.“Vim para cá quando tudo ainda era mato. Tudo era Cerrado. Na verdade não era tudo, mas muito porque tinham poucas fazendas e fui acompanhando tudo isso daqui”, disse a jornalista.Antes mesmo do início da Bahia Farm Show, Mirian Hermes já acompanhava a evolução do agronegócio na região, que hoje é considerada o epicentro do setor na Bahia.Para ela, a homenagem surge em um momento de reconhecimento pelos mais de 20 anos cobrindo o setor no oeste baiano. Ela deseja que outros profissionais também sejam lembrados com o decorrer das edições.“Fiquei muito orgulhosa de ser a primeira, e olha que eu não gosto de ser centro de atenções. Para mim, é um desafio pessoal. Gosto de ficar no meu cantinho, observando e contando para os outros que eu estou vendo. Mas eu achei legal. Os meus filhos adoraram e vibraram mais do que eu”, brincou a profissional.“Eu espero que continuem homenageando outras pessoas que também se dedicam a essa cobertura”, continuou ela. Leia Também: AGRO EM PAUTA Bahia Farm Show debate energia e expansão do agro no Oeste ALTA DEMANDA LEM reforça infraestrutura para dar conta de crescimento populacional POTÊNCIA NO OESTE Faeb lança e-Agro Notícias e exalta potência do Oeste baiano Um momento para os admiradoresQuem passa pela Bahia Farm Show consegue ver estampado o nome da jornalista na sala de imprensa na 20ª edição do BFS.Dentro do espaço, a foto da admirada Mirian Hermes está estampada na parede junto às inúmeras reportagens que a jornalista escreveu sobre o agro da Bahia.No intervalo de tempo em que escreve e “dá um giro” pela feira, outros jornalistas aproveitam para pedir uma foto à homenageada. Questionada sobre o que sente ao saber que o seu trabalho inspira outras pessoas, ela sorriu e já faz planos para os próximos anos.“Não sei como falar, mas todo mundo já me conhecia pelo meu trabalho e já me tinham como uma referência. E tem ainda gente que ainda me considera”, continuou ela.Para o presidente da Associação de Produtores e Irrigantes do Estado da Bahia (Aiba), Moisés Schmidt, a homenagem à jornalista é uma forma de reconhecer o papel dos profissionais da imprensa que são considerados o “quarto pé” da Bahia Farm Show.“Sem vocês não somos nada lá fora. Vocês comunicam e falam. A gente sabe fazer isso aqui tão bem feito, porém, a gente não consegue chegar lá fora se não for com a ajuda de vocês. Então muito obrigado a cada um de vocês que estão aqui, que acreditam nessa feira que estão aqui. Então nada melhor do que fazer essa homenagem agora à nossa amiga Mirian Hermes”, disse ele.Jornalismo x Agro: uma missão desafiadoraQuando começou, Mirian ainda não era formada em Jornalismo. Não existia o curso quando era adolescente. Mas o que não lhe faltava era o dom da escrita.Ela começou como cuidadora de idoso, em Curitiba, até que recebeu uma proposta de escrever alguns textos para um jornal. Ao aceitar e mostrar o seu talento para a escrita, a jornalista iniciou então a sua admirada carreira.“Quando eu vim pra cá [Oeste da Bahia], eu já trabalhava com isso, mas não tinha feito o curso. Eu só comecei em 2005, quando abriu o curso em Barreiras. As pessoas diziam que se eu não fizesse o curso, os jovens iam fazer e depois iam ser os meus chefes. Falei que eu não queria isso” , brincou ela.Hoje, Mirian olha para trás e resume sua trajetória na cobertura do setor como desafiadora, mas ainda se vê nos próximos anos ativa no setor.“É um trabalho contínuo. Porque é uma mudança a todo o momento. Sempre com novas áreas, produtividade. É muita coisa. Um ano chove demais, outro ano chove de menos. Em um ano o preço está bem lá embaixo, não está nem pagando custo. Muita novidade, e tem sido desafiador também, a medida que vai mudando a gente tem que ir acompanhando. Eu acho que tem muito trabalho para a gente e espero continuar muito tempo acompanhando”, explica ela.

Lagoa | ‘Lagoa Wine Show’ volta a afirmar-se como uma das maiores montras vínicas e culturais do sul do país

11 June 2026 at 16:19

O Município de Lagoa concluiu mais uma edição de sucesso do Lagoa Wine Show, que decorreu entre os dias 5 e 9 de junho no centro histórico da cidade, reafirmando o evento como uma referência nacional na promoção do vinho, da gastronomia, da cultura e da identidade algarvia.  Ao longo de cinco dias, milhares de […]

Lagoa Wine Show afirmar-se como uma das maiores montras vínicas

11 June 2026 at 11:45

O Município de Lagoa concluiu mais uma edição de sucesso do Lagoa Wine Show, que decorreu entre os dias 5 e 9 de junho no centro histórico da cidade, reafirmando o evento como uma referência nacional na promoção do vinho, da gastronomia, da cultura e da identidade algarvia. 

Ao longo de cinco dias, milhares de visitantes passaram por Lagoa para conhecer e degustar vinhos de excelência, assistir a showcookings, participar em provas comentadas e masterclasses, bem como desfrutar de uma programação cultural diversificada que integrou música, fado e animação permanente.

O evento reuniu produtores vínicos do Algarve e de várias regiões do país, proporcionando uma experiência que conjugou promoção económica, valorização territorial e dinamização cultural. 

A programação musical voltou a assumir um papel de destaque, com concertos de artistas de reconhecido mérito nacional, como Áurea, Ana Bacalhau, Raquel Tavares, Descendentes e Tito Paris, atraindo públicos diversificados e contribuindo para a forte adesão registada ao longo de todo o evento. 

A gastronomia regional esteve igualmente em evidência através de showcookings e experiências gastronómicas conduzidas por chefs convidados, valorizando os produtos locais e promovendo a autenticidade da cozinha algarvia.

Paralelamente, as provas vínicas e as sessões especializadas permitiram dar a conhecer a qualidade e diversidade dos vinhos produzidos no Algarve e noutras regiões vitivinícolas nacionais.

Para o presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Luís Encarnação, “o sucesso de mais uma edição do Lagoa Wine Show confirma a relevância deste evento para a promoção do concelho e para a afirmação dos Vinhos do Algarve junto de um público cada vez mais vasto e exigente”. O Lagoa Wine Show é hoje uma marca consolidada no panorama nacional, capaz de atrair milhares de visitantes, gerar dinâmica económica para os agentes locais e valorizar setores estratégicos como o vinho, a gastronomia, o turismo e a cultura. A crescente notoriedade do evento resulta do trabalho conjunto desenvolvido entre o Município, os produtores, os parceiros institucionais, os agentes culturais e todos aqueles que contribuem para elevar a qualidade desta iniciativa ano após ano”. 

A forte participação registada ao longo dos cinco dias teve reflexos positivos na atividade económica local, nomeadamente nos setores da restauração, alojamento, comércio e serviços, reforçando o papel do Lagoa Wine Show enquanto motor de promoção territorial e dinamização da economia do concelho. 

Com mais uma edição concluída, o Município de Lagoa reafirma o seu compromisso com a valorização dos Vinhos do Algarve, da gastronomia regional e da programação cultural de qualidade, consolidando o Lagoa Wine Show como um dos eventos mais emblemáticos do calendário anual do concelho e da região.

Bahia Farm Show debate energia e expansão do agro no Oeste

10 June 2026 at 20:50
As inovações e tecnologias no agro para ampliar os investimentos no agro voltaram a virar pautas relevantes no 3° dia de Bahia Farm Show (BFS), realizado em Luís Eduardo Magalhães (LEM).Dessa vez, os frutos desses investimentos foram exaltados mais uma vez pelo prefeito de LEM, Junior Marabá (PP), que projeta maior verticalização e aumento populacional da cidade. Leia Também: BAHIA FARM SHOW Bahia Farm Show apresenta soluções para geração de energia com biogás e biometano RECEPÇÃO CALOROSA Flávio Bolsonaro é recebido por apoiadores na visita a Bahia Farm Show “Nós temos uma cidade com uma urbanização diferente, onde nossa cidade é plana, que já se está alcançando uma porcentagem de saneamento básico, que coloca a cidade como uma das mais sanadas da Bahia, com boa amplitude de avenidas, com mobilidade urbana a qual você se desloca para qualquer bairro por ciclovia e faixa de pedestre. Isso traz investimentos na área de indústria, mas também na construção civil”, disse o gestor nesta quarta-feira, 10.Para ele, a realização da BFS, é a maior captadora dessas perspectivas de crescimento urbano, econômico e populacional de LEM.“LEM se potencializa com o setor do agronegócio e a partir do momento que temos a realização desse evento, nós temos os olhos voltados ao nosso município”, continuou o prefeito.Agro e novas demandas energéticasE não é tão difícil de se vislumbrar isso. A alta demanda por produtividade no campo criou uma pressão no mercado em busca de maior eficiência, como a energética. A maior oferta por energia também foi amplamente discutida na feira, com os anúncios de investimento da Neoenergia Coelba.“Anunciamos um grande ciclo de investimentos, cerca de R$ 25 bilhões investidos em toda a Bahia, e aqui no Extremo Oeste, cerca de R$ 3,2 bilhões, que juntas trazem a oportunidade de 25 novas subestações, com 10 com previsão de serem entregues até 2030, como a de Luís Eduardo Magalhães, que traz a oportunidade de negócios para o agronegócio e do comércio”, disse Fabiana Lopes, diretora-presidente da Neoenergia Coelba.Segundo dados da Neoenergia, as novas subestações terão um papel fundamental para o atendimento às demandas do agronegócio. Para isso, os investimentos contarão com média e alta tensão.“Nós estamos fazendo um trabalho com as associações, como a Aiba, a Abapa e as demais do segmento do agro do extremo oeste para que possamos ampliar o mapeamento da demanda futura, o que se tem de perspectiva de crescimento para que a Neoenergia possa acompanhar”, finalizou Lopes.Novidades para o produtorNesta semana, a Comercializadora do Grupo Neoenergia lança uma campanha estratégica voltada para a cadeia produtiva do algodão do Oeste baiano, através de atração ao mercado livre de energia.O objetivo é aproximar o produtor rural da indústria de beneficiamento por meio de contratação que permite a escolha do fornecedor e a livre negociação de prazos e preço.De acordo com o gerente comercial da Neoenergia, Leonardo Souza, a modalidade permitirá maior previsibilidade de custos e blinda o produtor dos impactos das bandeiras tarifárias de energia."Os clientes de alta tensão agora contam com uma verdadeira portabilidade energética. Por meio de contratos de longo prazo, oferecemos a eles a oportunidade de adquirir energia de fontes renováveis com total previsibilidade financeira, permitindo que planejem e conheçam o valor de suas faturas com anos de antecedência", destacou ele.Aproximação do agro com a sociedadeO crescimento do setor no oeste baiano também está sendo acompanhado pela Federação de Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (FAEB).Com o intuito de aproximar o agronegócio, com as principais notícias do setor, a entidade lançou nesta quarta, o E-Agro, sistema agropecuário da Bahia, com o objetivo de fazer pesquisa, tecnologia e produzir dados e informação."Somos o setor responsável por 30% dos empregos, 25% do PIB. Um setor importante para a sociedade e nós não podemos ficar longe de vocês. O E-Agro é um banco de notícias com agilidade e confiabilidade sobre safra, produção de novos produtos e disseminação de novas pesquisas", finalizou Humberto Miranda, presidente da federação.Bahia Farm ShowUma das maiores feiras de agronegócio do Brasil, a Bahia Farm Show chega à sua 20ª edição em 2026.O evento segue até o sábado, 13, e reúne os principais agentes do setor, entre produtores e investidores do agronegócio.

LEM reforça infraestrutura para dar conta de crescimento populacional

10 June 2026 at 18:58
Com população estimada de 118 mil habitantes, Luís Eduardo Magalhães registrou um dos maiores crescimentos populacionais do Brasil na última década, segundo o censo do IBGE.Para dar conta de um aumento tão acelerado em tão pouco tempo, o município do Oeste da Bahia, conhecido como capital do agronegócio do Nordeste brasileiro, tem como um de seus maiores desafios ampliar a infraestrutura local. Leia Também: POTÊNCIA NO OESTE Faeb lança e-Agro Notícias e exalta potência do Oeste baiano BAHIA FARM SHOW Bahia Farm Show apresenta soluções para geração de energia com biogás e biometano RECEPÇÃO CALOROSA Flávio Bolsonaro é recebido por apoiadores na visita a Bahia Farm Show Para o prefeito Júnior Marabá (PP), a cidade já atende a atual demanda por moradia. O gestor avalia que a cidade está preparada para receber novos investimentos que devem aumentar ainda mais a procura por habitação.“Temos uma cidade com urbanização diferente, que é plana e que já está se alcançando uma porcentagem de saneamento básico que coloca Luís Eduardo como uma das cidades mais saneadas da Bahia. Nós temos uma boa amplitude de avenidas com uma mobilidade urbana a qual você se desloca de um bairro para outro por meio de ciclovia e também faixa de pedestre”, destacou o prefeito em entrevista ao portal A TARDE durante a Bahia Farm Show, nesta quarta-feira, 10.“Temos uma urbanização que chama muita atenção, então automaticamente você vai atraindo vários outros investimentos, seja na área da indústria, seja na construção civil. Nós temos aqui vários edifícios que estão sendo construídos e isso gera uma movimentação na área da indústria, da construção civil, do comércio, e do setor de serviços porque se carece muito da necessidade de oferta”, avaliou.

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