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João Neves voltou às origens: algarvio esteve em Tavira dias antes de se juntar ao estágio da Seleção Nacional

10 June 2026 at 18:20

O jogador algarvio, João Neves, esteve em Tavira, nos dias que antecederam a sua integração no estágio da Seleção Nacional, num regresso às origens marcado por descanso, tempo em família e momentos partilhados com a namorada. De acordo com a revista TV Guia, o médio do Paris Saint-Germain aproveitou esta pausa antes de se ter juntado no último sábado, 6 de junho, ao grupo que prepara o Mundial de 2026.

Segundo a mesma fonte, o jogador algarvio não marcou presença no jogo frente ao Chile, devido ao calendário após o final de época ao serviço do clube francês, e apresentou-se mais tarde no estágio da Seleção.

Durante estes dias, João Neves esteve em Tavira, cidade onde nasceu e onde mantém ligações pessoais fortes, tendo aproveitado para descansar e circular pela região.

Descanso, namoro e ligação ao Algarve

A publicação acrescenta que o jogador esteve acompanhado pela namorada, Madalena Aragão, num período de lazer que incluiu passeios e praia, com vários momentos partilhados nas redes sociais.

Conforme a mesma fonte, Tavira tem um significado especial para o casal, por ter sido também o local onde surgiram os primeiros registos públicos da relação, tornando a passagem pelo Algarve particularmente simbólica.

Regresso ao trabalho com o Mundial no horizonte

A mesma revista refere ainda que João Neves se juntou ao estágio da Seleção a 6 de junho, já em preparação para o Mundial de 2026, competição que arranca no México, com Portugal a estrear-se a 17 de junho. O médio chega num momento de afirmação internacional, sendo apontado como uma das peças em destaque da nova geração da Seleção.

Segundo a mesma fonte, João Neves foi recentemente considerado o português mais valioso num ranking internacional, surgindo também associado a interesse de grandes clubes europeus, embora o Paris Saint-Germain não demonstre intenção de o vender. Entre descanso no Algarve e preparação para uma grande competição, o jogador entra agora numa fase decisiva da sua carreira internacional.

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Banco tira 5.738€ da pensão mensal de 8.348€ a homem que já esteve na lista dos mais ricos de Portugal: este é o motivo

10 June 2026 at 17:00

A penhora de uma parte significativa da pensão de reforma de João Pereira Coutinho voltou a colocar o nome do empresário no centro da atualidade. O caso está relacionado com uma dívida superior a 14,7 milhões de euros reclamada pela Caixa Geral de Depósitos (CGD), num processo que levou os tribunais a autorizarem a retenção mensal de uma parte substancial do rendimento do antigo empresário, que chegou a figurar entre os homens mais ricos de Portugal.

De acordo com o Correio da Manhã, a medida resulta do incumprimento de um financiamento concedido a uma empresa detida por João Pereira Coutinho.

Uma dívida de milhões

Segundo a informação avançada pelo jornal, a CGD instaurou uma execução em novembro de 2024 para recuperar um crédito superior a 14,7 milhões de euros, ao qual acrescem cerca de 735.000 euros relativos a despesas associadas ao processo. A origem da dívida está num empréstimo concedido à Palome – Trading e Investimentos Internacionais, empresa pertencente ao empresário.

Um acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, datado de 21 de maio, determinou que a pensão mensal bruta de João Pereira Coutinho, no valor de 8.348 euros, fique sujeita a uma penhora mensal de 5.738 euros. Na prática, o empresário passa a dispor de cerca de 2.610 euros por mês, valor correspondente a aproximadamente três salários mínimos nacionais.

Garantias não evitaram a decisão

O financiamento concedido pela CGD estava suportado por várias garantias. Entre elas encontravam-se uma hipoteca sobre a ilha do Capítulo, localizada em Angra dos Reis, no Brasil, participações sociais em empresas e ainda uma livrança avalizada pelo próprio empresário. Apesar disso, escreve o jornal, o banco público decidiu avançar com medidas executivas adicionais para reforçar a recuperação do crédito.

Além da penhora da pensão, foi também abrangido um imóvel situado em Carcavelos, cujo valor patrimonial ronda os 207.000 euros. João Pereira Coutinho contestou a decisão, defendendo que os bens já entregues como garantia seriam suficientes para assegurar o pagamento da dívida e que a nova penhora seria desnecessária.

Tribunal manteve a penhora

Os argumentos apresentados pelo empresário não convenceram os juízes da Relação. Conforme a mesma fonte, o tribunal concluiu que os valores resultantes da penhora da pensão e do imóvel representam apenas uma pequena parcela do montante total reclamado pela CGD.

Os magistrados entenderam, por isso, que não existe qualquer desproporção entre a dívida e as medidas adotadas. A decisão confirmou o entendimento da primeira instância e permitiu a manutenção da penhora mensal sobre a reforma do empresário.

Propriedade conhecida dos portugueses

Entre os bens associados ao processo está a ilha do Capítulo, uma propriedade com cerca de 5,5 hectares situada em Angra dos Reis. O local ganhou notoriedade em Portugal no início dos anos 2000, quando recebeu a visita do então primeiro-ministro Durão Barroso.

Segundo o Correio da Manhã, a propriedade continua hipotecada à Caixa Geral de Depósitos, integrando o conjunto de garantias inicialmente apresentadas no âmbito do empréstimo concedido à empresa de João Pereira Coutinho.

Impacto da decisão

A decisão judicial representa mais um desenvolvimento num processo financeiro de elevado valor e que envolve uma das figuras empresariais que, durante anos, integrou os escalões mais elevados das maiores fortunas nacionais. Embora a existência de garantias reais tenha sido um dos argumentos centrais da defesa, os tribunais consideraram que a dimensão da dívida justificava a manutenção das medidas executivas.

Com esta decisão, a CGD passa a reter mensalmente mais de dois terços da pensão do empresário enquanto decorre o processo de recuperação do crédito, num caso que continua a ser acompanhado pela justiça portuguesa.

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“Aquele clássico”: famosos justificam contactos com o ‘Uber da Droga’ após escutas secretas

10 June 2026 at 16:50

Uma investigação da Polícia de Segurança Pública (PSP) que desmantelou uma rede de tráfico de estupefacientes em Lisboa acabou por envolver várias figuras conhecidas, depois de as autoridades terem intercetado comunicações telefónicas no âmbito do processo. De acordo com o Observador, entre os nomes referidos nas escutas surgem o ator José Carlos Pereira, a atriz Marta Gil e o judoca olímpico Jorge Fonseca, num caso associado à operação contra uma organização liderada por Nuno Ricardo Nogueira dos Santos, apelidado pela PSP de “Uber da Droga”.

O principal arguido do processo foi condenado no final de maio a cinco anos e seis meses de prisão efetiva, na sequência de uma investigação que se prolongou durante cerca de um ano. Segundo a mesma publicação, a PSP monitorizou a atividade da rede ao longo desse período, conseguindo mapear uma operação de distribuição que abastecia regularmente a área da Grande Lisboa.

Durante a operação, em novembro de 2024, as autoridades apreenderam centenas de comprimidos de MDMA, LSD, cocaína, cetamina e 2C-B, bem como quantias elevadas de dinheiro em numerário e diverso material associado ao acondicionamento de substâncias ilícitas.

Lista de contactos extensa

A investigação revelou uma rede de contactos descrita como transversal, com ligações a diferentes setores. Conforme a mesma fonte, entre os nomes identificados surgem participantes de programas de televisão, como reality shows, funcionários de companhias aéreas, empresários, engenheiros informáticos e até um médico, refletindo a diversidade dos contactos associados ao alegado fornecedor.

Alguns dos intervenientes identificados nas escutas foram posteriormente chamados a tribunal para prestar esclarecimentos, na sequência das interceções telefónicas realizadas no âmbito do processo.

Escutas envolvem figuras públicas

O caso ganhou maior visibilidade após a divulgação de que alguns nomes conhecidos foram captados nas comunicações intercetadas pela investigação. O Observador refere que José Carlos Pereira terá sido identificado em várias chamadas com o principal arguido, embora tenha acabado dispensado de depor em tribunal.

Numa das conversas registadas, o ator estaria a circular na autoestrada A5, em direção a Lisboa, quando tentou combinar um encontro com o responsável da rede. Mais tarde, terá voltado a contactar o mesmo interlocutor para confirmar a localização.

Reações e explicações dos envolvidos

No caso de Marta Gil, a atriz negou qualquer envolvimento em transações de substâncias ilícitas. Segundo a mesma publicação, afirmou desconhecer as atividades criminais associadas ao arguido, admitindo apenas consumo pontual de haxixe no passado.

Questionada em tribunal sobre a expressão “aquele clássico”, usada numa das escutas, explicou que se tratava de um código interno utilizado em contexto informal. “Quando precisava de desabafar”, terá justificado.

Já o atleta Jorge Fonseca foi mencionado no processo devido a um contacto telefónico com um alegado braço-direito da rede. Citado pelo jornal, o seu advogado afirmou que o judoca chegou a ponderar a aquisição de ecstasy, mas recuou antes de qualquer consumação, não tendo chegado a comprar nem a consumir qualquer substância. Em comunicado, Jorge Fonseca revelou: “Nunca consumi substâncias psicotrópicas”. Alega ainda ser submetido, pelas entidades nacionais e internacionais, a controlos antidoping muito regulares.

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“Estou a sofrer injustamente”: vizinho constrói muro que obriga casal de idosos a usar uma escada para entrar em casa

10 June 2026 at 11:10

Uma disputa entre vizinhos na freguesia de Galegos Santa Maria, em Barcelos, culminou com a construção de um muro de betão que passou a impedir o acesso direto de um casal de idosos à sua habitação. De acordo com o Expresso, o conflito arrastava-se há mais de 30 anos e teve origem numa divergência relacionada com os limites de uma propriedade e a utilização de um caminho.

Após uma decisão judicial que reconheceu a titularidade do terreno ao vizinho que viria a erguer a estrutura, a passagem foi encerrada no passado dia 21 de maio. Desde então, Manuel Gomes, de 74 anos, ficou sem ligação direta entre a sua casa e a rua, passando a utilizar uma escada para entrar e sair da residência.

Acesso condicionado após decisão judicial

A alteração teve impacto imediato no quotidiano da família. Manuel Gomes garante que a situação é especialmente difícil para a esposa, que enfrenta problemas de mobilidade. “Estou a sofrer injustamente. A minha esposa desde dia 21 nunca mais saiu de casa, porque tem problemas de joelhos”, afirmou ao jornal.

Segundo a mesma fonte, a construção do muro resultou da execução de um direito de propriedade reconhecido pelos tribunais, encerrando formalmente um litígio antigo entre os dois moradores.

Duas versões para o mesmo conflito

O proprietário do terreno sustenta que apenas exerceu um direito que lhe foi reconhecido judicialmente. Explica o jornal que o terreno chegou, em tempos, a ser cedido à Câmara Municipal de Barcelos para um eventual alargamento do caminho, mas o projeto nunca avançou.

O vizinho considera ainda que existem alternativas para aceder à habitação e rejeita responsabilidades pelas dificuldades relatadas pelo casal. “Ele sai pela escada porque quer. Se calhar quer fazer ginástica. Eu fiquei sem garagem, porque tive de fazer a minha entrada, peguei numa marreta, parti o muro, peguei numa pá, tirei a terra e passei. Assunto resolvido”, declarou.

Embora o processo esteja encerrado do ponto de vista legal, o caso continua a evidenciar duas interpretações distintas: para uma das partes trata-se do exercício legítimo do direito de propriedade; para a outra, de uma limitação ao acesso à própria casa.

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Pingo Doce está a reembolsar clientes que compraram embalagens dos lotes 34166 e 35166 destes cereais

10 June 2026 at 09:20

O Pingo Doce retirou do mercado dois lotes de cereais da marca Chocolocos, de um quilo, e está a reembolsar os clientes que tenham adquirido os produtos afetados. A medida foi tomada após um alerta do fornecedor para a possível presença de micropartículas de origem metálica nas embalagens em causa.

De acordo com a New in Cascais, a retirada abrange os lotes 34166 e 35166, que deixaram de estar disponíveis em todas as lojas da cadeia a nível nacional. A decisão foi aplicada de forma preventiva, com o objetivo de evitar qualquer eventual risco associado ao consumo dos produtos identificados.

Reembolso ou troca nas lojas

Segundo a mesma fonte, os consumidores que tenham adquirido embalagens destes lotes podem dirigir-se às lojas Pingo Doce para proceder à devolução. Nessas situações, é possível optar pela troca por outro lote do mesmo produto ou pelo reembolso do valor pago, sem necessidade de apresentação de outros requisitos adicionais além do produto em causa.

Em comunicado, a cadeia de supermercados referiu que “mantém processos rigorosos de controlo de qualidade e trabalha em estreita colaboração com os seus fornecedores, garantindo o cumprimento dos mais elevados padrões de segurança alimentar”. A empresa acrescentou ainda uma mensagem dirigida aos consumidores, sublinhando o compromisso com a transparência e a confiança no sistema de controlo.

Riscos associados à ingestão de partículas metálicas

Conforme a mesma fonte, a presença de micropartículas metálicas em alimentos pode provocar efeitos no organismo que variam consoante o tamanho e a forma das partículas. Em alguns casos, podem surgir lesões ou irritações na boca, garganta, esófago e sistema gastrointestinal.

Partículas mais afiadas ou de maior dimensão podem causar ferimentos internos, enquanto fragmentos muito pequenos podem atravessar o organismo sem sintomas visíveis. Por esse motivo, sempre que existe a possibilidade de contaminação física, os produtos são retirados de circulação de forma preventiva para reduzir qualquer risco para os consumidores.

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Cuidado com o seu carro: cidade algarvia tem sido alvo de vários assaltos durante o dia

10 June 2026 at 07:00

Vários assaltos a viaturas registados nas últimas semanas na zona das Açoteias, em Albufeira, estão a gerar preocupação entre empresários locais e turistas, sobretudo por ocorrerem em plena luz do dia e em áreas com forte movimento. Os casos envolvem furtos no interior de carros estacionados perto de praias e restaurantes.

Um dos episódios mais recentes aconteceu quando turistas norte-americanos estavam a almoçar num restaurante da zona e deixaram a viatura estacionada à porta. De acordo com o Correio da Manhã, o carro acabou por ser alvo de assalto durante esse período.

Segundo um empresário local, “uns clientes americanos estavam a almoçar e tinham o carro estacionado à porta do restaurante”. Do interior da viatura foram levadas malas, computadores portáteis e passaportes.

Outros furtos no mesmo dia

Ainda no mesmo dia, foram registados outros assaltos em viaturas estacionadas na Praia dos Tomates, também na zona das Açoteias. Conforme a mesma fonte, os casos terão ocorrido em estacionamentos muito frequentados por banhistas e visitantes.

A repetição de episódios num curto espaço de tempo aumentou a perceção de insegurança entre quem trabalha na área.

Pedido de mais vigilância

Empresários locais admitem preocupação com a situação e defendem o reforço do patrulhamento policial na zona. “Sabemos que a GNR faz o que pode com os meios que tem mas era importante reforçar o patrulhamento nesta zona”, afirmou um empresário citado pela publicação. A GNR tomou conta das ocorrências e está a tentar identificar os suspeitos envolvidos nos furtos.

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