Entre o calor úmido de Salvador e o frio característico do sudoeste baiano, um hábito comum passa despercebido por muita gente: deixar a toalha molhada no banheiro. Embora pareça inofensiva, essa prática pode favorecer a proliferação de fungos e bactérias, aumentando o risco de problemas de saúde.Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a capital e outras cidades do litoral baiano registram níveis médios de umidade do ar frequentemente acima de 70%, com picos que ultrapassam 80% nos períodos mais chuvosos.Esse cenário transforma ambientes fechados e pouco ventilados, como os banheiros, em locais propícios para a multiplicação de fungos, bactérias e outros microrganismos.
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Por que isso acontece?De acordo com a professora da Afya Salvador e médica infectologista, Caroline Barbosa, o comportamento desses microrganismos em superfícies, como as toalhas de banho, podem rapidamente se tornar um ambiente propício à multiplicação de bactérias. “Os restos de células da pele, suor, oleosidade e resíduos orgânicos ficam impregnados no tecido, favorecendo a multiplicação desses microrganismos. Esse cenário aumenta o risco de irritações cutâneas, infecções e agravamento de doenças dermatológicas", afirma.No Brasil, dados do Ministério da Saúde indicam que problemas de pele e alergias figuram entre as principais causas de atendimentos na atenção básica à saúde, muitas vezes relacionados a fatores ambientais e hábitos do cotidiano.Isso deriva do clima quente e úmido que também reduz o tempo de evaporação da água em tecidos e superfícies. Com isso, uma toalha pode levar horas, e até mesmo dias, para secar quando deixada dentro do banheiro, especialmente após banhos quentes.Como reduzir os riscos?Para reduzir os riscos da proliferação dessas bactérias, especialistas indicam medidas de prevenção, como a organização doméstica. Entre elas, estão: Frequência de troca e higienização das toalhas, que pode ampliar a carga microbiana presente no tecido;Contato repetido com toalhas contaminadas, que pode desencadear desde quadros simples, como acne e irritações;Secar a toalha em ambientes ventilados ou ao sol, evitar deixá-la dentro do banheiro após o uso.
Engana-se quem pensa que os jovens são os maiores usuários de Inteligência Artificial no Brasil. Segundo dados divulgados no Monitor de Inteligência Artificial de 2026, pesquisa realizada pela Ipsos, pessoas com menos de 35 anos ficam desconfiadas com os recursos oferecidos pelas plataformas.Ao todo, 52% dos entrevistados de 32 países revelaram que se sentem nervosos com a tecnologia. Entre os brasileiros, 44% deles não confiam integralmente na IA e 60% acreditam que, entre 3 e 5 anos, as plataformas alterarão o seu dia a dia.
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A maior preocupação entre eles é com relação a quantidade de desinformação na internet com a alteração de informações e imagens manipuladas. Cerca de 42% dos brasileiros jovens acreditam que as fake news crescerão nos próximos anos.No Brasil, cerca de mil pessoas participaram da pesquisa. O número total foi de 23.532 adultos com 18 anos ou mais, que falaram de países como Índia, Canadá, República da Irlanda, Malásia, África do Sul, Turquia, Estados Unidos, Tailândia, Indonésia e Singapura.