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Colunista do JC recebe prêmio nacional por reportagem sobre combate à violência doméstica

10 June 2026 at 13:38

O Jornal do Commercio foi destaque em mais um premiação nacional de jornalismo. Raphael Guerra, titular da coluna Segurança, foi um dos vencedores do II Prêmio de Comunicação do TJPI, com reportagem que abordou o uso da inteligência artificial nos tribunais do Nordeste para acelerar a aplicação de medidas protetivas de urgência para vítimas de violência doméstica.

Promovido pelo Tribunal de Justiça do Piauí, a premiação reconhece trabalhos jornalísticos e acadêmicos de todo o País que contribuíram para ampliar o debate sobre a atuação do Poder Judiciário no enfrentamento à violência doméstica e às desigualdades raciais.

A reportagem de Raphael, "Tribunais apostam em ferramentas digitais no combate à violência doméstica", ficou em 3º lugar na categoria Jornalismo Escrito. 

"A reportagem mostrou como os tribunais de Justiça de Pernambuco, Piauí e Paraíba estão usando novas tecnologias para diminuir o tempo de espera entre a denúncia da vítima e a decisão sobre a solicitação da medida protetiva. Com o uso das ferramentas, esses tribunais estão conseguindo alcançar metas e, consequentemente, salvar vidas", explicou Raphael Guerra.

No mês passado, o colunista também foi um dos vencedores do 8º Prêmio MPTO de Jornalismo, promovido pelo Ministério Público do Tocantins, com a reportagem "Da certidão ao cuidado: projeto pioneiro no País usa a identidade civil como ferramenta de proteção na infância"

RECONHECIMENTO AO JORNALISMO

Em solenidade no Piauí, o presidente do TJPI, desembargador Aderson Nogueira, destacou que a comunicação é um instrumento de fortalecimento essencial à cidadania e à promoção do acesso à informação, especialmente em temas sensíveis e de grande relevância social, como a proteção de mulheres, crianças e adolescentes em situação de violência.

"O jornalismo tem um papel decisivo nesse processo. Ao informar com responsabilidade, ao dar visibilidade a essas questões", discursou. 

© GABRIEL FERREIRA/JC IMAGEM

Raphael Guerra, titular da coluna Segurança, foi um dos vencedores da premiação nacional

New York Times criticado por fazer perfil da “actriz” IA Tilly Norwood

By: ZAP
7 June 2026 at 06:40
Os críticos sustentam que o jornal nova-iorquino está a dar palco a este “delírio cruel e humilhante da oligarquia anti-arte”. Mas como é que se faz sequer o perfil de um modelo de IA? O The New York Times está a ser duramente criticado por leitores depois de a sua revista ter publicado um perfil da “actriz” de inteligência artificial Tilly Norwood. “Faço perfis de celebridades para viver. Nada me preparou para Tilly Norwood”, lê-se no título do artigo, assinado por Taffy Brodesser-Akner. O subtítulo reforça esta lógica de antropomorfização: “A actriz de IA fala sobre o seu ofício, o

David Marreiros volta a vencer Prémio de Jornalismo de Proximidade

5 June 2026 at 12:12

O lacobrigense David José Marreiros, jornalista no Jornal do Algarve, recebeu, pelo segundo ano consecutivo, o Prémio Especial do Júri para Jornalismo de Proximidade, atribuído à reportagem “A Democracia não chegou aos tijolos lacobrigenses do SAAL: moradores da Meia Praia ainda lutam pela posse das habitações”.

Em agosto de 1974, o então secretário de Estado da Habitação e do Urbanismo do I Governo Provisório, arquiteto Nuno Portas, deu início ao Programa SAAL – Serviço de Apoio Ambulatório Local com o objetivo de mitigar a crise habitacional que assombrava Portugal. Havia mais de meio milhão de habitações em défice e muitas pessoas viviam em barracas e casas sem condições. O que se fez por todo o país foi juntar as pessoas em associações de moradores – orientadas por arquitetos experientes – e colocá-las a ajudar na construção das suas futuras habitações.

Foi o caso do Bairro 25 de Abril e do Bairro 1.º de Maio, ambos localizados na Meia Praia, em Lagos. Passaram mais de 50 anos e os moradores ainda não são donos das habitações que ajudaram a construir ou cujos pais e avós ajudaram a construir. A reportagem teve como base tentar perceber o porquê; tentar perceber como é que a reivindicação de um direito se tornou numa luta que passou de autarquia em autarquia, de governo em governo e de geração em geração.

A cerimónia de entrega do 13.º Prémio de Comunicação Corações Capazes de Construir, dinamizado pela Associação Corações com Coroa (CCC), decorreu no dia 30 de maio, no MACAM – Museu de Arte Contemporânea Armando Martins, em Lisboa.

Catarina Furtado, presidente da Associação, ficou a cargo do evento, que teve início com a apresentação da instalação do artista SELF, seguida de um desfile de t-shirts sobre Direitos Humanos desenhadas pelos alunos da Magestil, com modelos profissionais e produção de Nuno Baltazar.

O Prémio de Jornalismo foi atribuído a Raquel Morão Lopes, da Antena 3, com o trabalho “Era a rapariga dos vídeos”. “Eu Devia Estar na Escola”, de Sandra Vindeirinho (RTP), “Ídolos Misóginos: como os jovens se radicalizam”, por João Pinhal e Guilherme Pinto (Público), e “Os Meninos da Roda: Histórias dos bebés deixados na Misericórdia”, de Joana Bastos e Raquel Moleiro (Expresso), receberam Menções Honrosas.

Na categoria Campanha, o vencedor foi “Ser Homem Pode Ser Diferente”, de Pedro Crispim, Maria João Andrade e Miguel Monteiro – VLM/WPP para Vodafone.

Os Prémios Comunicação CCC – apoiados pela Missão Continente -, tiveram Joaquim Furtado como presidente do júri, composto também por Francisco Sena Santos, membros da CCC, patrocinadores, Teresa Fragoso, especialista em igualdade de género e representantes do Camões I.P e do Ministério dos Negócios Estrangeiros, bem como da APAP – Associação Portuguesa das Agências de Publicidade Comunicação e Marketing.

A ocasião terminou com um momento musical e de poesia protagonizado por José Pedro Gil, Emanuel de Andrade e Joaquim Furtado, que incluiu a música “Os Índios da Meia Praia”, de Zeca Afonso.

Sul Informação

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David Marreiros vence Prémio de Jornalismo de Proximidade pelo segundo ano consecutivo

O lacobrigense David José Marreiros, jornalista no Jornal do Algarve, recebeu pelo segundo ano consecutivo o Prémio Especial do Júri para Jornalismo de Proximidade, atribuído à reportagem “A Democracia não chegou aos tijolos lacobrigenses do SAAL: moradores da Meia Praia ainda lutam pela posse das habitações”.

Em agosto de 1974, o então secretário de Estado da Habitação e do Urbanismo do I Governo
Provisório, arquiteto Nuno Portas, deu início ao Programa SAALServiço de Apoio
Ambulatório Local
com o objetivo de mitigar a crise habitacional que assombrava Portugal.

Havia então mais de meio milhão de habitações em défice e muitas pessoas viviam em barracas e
casas sem condições. O que se fez por todo o país foi juntar as pessoas em associações de
moradores – orientadas por arquitetos experientes – e colocá-las a ajudar na construção das
suas futuras habitações.

Foi o caso do Bairro 25 de Abril e do Bairro 1.º de Maio, ambos localizados na Meia Praia, em Lagos. Passaram mais de 50 anos e os moradores ainda não são donos das habitações que ajudaram a construir ou cujos pais e avós ajudaram a construir. A reportagem teve como base tentar perceber o porquê; tentar perceber como é que a reivindicação de um direito se tornou numa luta que passou de autarquia em autarquia, de governo em governo e de geração em geração.

De acordo com a informação disponibilizada pelo Jornal do Algarve, as cerimónia de entrega do 13.º Prémio de Comunicação Corações Capazes de Construir, dinamizado pela Associação Corações com Coroa (CCC), decorreu no dia 30 de maio, no MACAM – Museu de Arte Contemporânea Armando Martins, em Lisboa.

Catarina Furtado, presidente da Associação, ficou a cargo do evento, que teve início com a apresentação da
instalação do artista SELF, seguida de um desfile de t-shirts sobre Direitos Humanos desenhadas pelos alunos da Magestil, com modelos profissionais e produção de Nuno Baltazar.

O Prémio de Jornalismo foi atribuído a Raquel Morão Lopes, da Antena 3, com o trabalho “Era a rapariga dos vídeos”. “Eu Devia Estar na Escola”, de Sandra Vindeirinho (RTP), “Ídolos Misóginos: como os jovens se radicalizam”, por João Pinhal e Guilherme Pinto (Público), e “Os Meninos da Roda: Histórias dos bebés deixados na Misericórdia”, de Joana Bastos e Raquel Moleiro (Expresso) receberam Menções Honrosas.

Na categoria Campanha, o vencedor foi “Ser Homem Pode Ser Diferente”, de Pedro Crispim, Maria João Andrade e Miguel Monteiro – VLM/WPP para Vodafone.

Os Prémios Comunicação CCC – apoiados pela Missão Continente -, tiveram Joaquim Furtado como presidente do júri, composto também por Francisco Sena Santos, membros da CCC, patrocinadores, Teresa Fragoso, especialista em igualdade de género e representantes do Camões I.P e do Ministério dos Negócios Estrangeiros, bem como da APAP – Associação Portuguesa das Agências de Publicidade Comunicação e Marketing.

A ocasião terminou com um momento musical e de poesia protagonizado por José Pedro Gil, Emanuel de Andrade e Joaquim Furtado, que incluiu a música “Os Índios da Meia Praia”, de Zeca Afonso.

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