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Cinomose entre cães comunitários acende alerta no campus da UFG em Goiânia

9 June 2026 at 02:51

A morte de uma cadela e o diagnóstico de novos casos de cinomose entre cães comunitários acenderam um alerta no campus da Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia. A situação mobilizou estudantes e voluntários que atuam na proteção dos animais que circulam pela instituição.

Segundo relatos de voluntários, três cães receberam diagnóstico confirmado da doença e permanecem em tratamento. Outros quatro animais apresentaram sintomas compatíveis com a infecção viral, considerada altamente contagiosa entre cães.

Parte dos animais recebeu atendimento em clínica veterinária particular, enquanto outro permaneceu sob cuidados de uma voluntária dentro do campus. As despesas com medicamentos, consultas e exames foram custeadas por meio de campanhas de arrecadação organizadas por estudantes.

Integrantes do grupo responsável pelos cães comunitários afirmaram que a falta de um programa permanente de controle sanitário pode ter favorecido a disseminação da cinomose. Eles defendem a ampliação das ações de vacinação e acompanhamento dos animais que vivem na universidade.

Em nota, a Universidade Federal de Goiás informou que acompanha os casos e destacou que a cinomose possui caráter sazonal no campus, com ocorrências registradas em diferentes anos. A instituição ressaltou que a chegada frequente de novos animais dificulta o controle completo da doença.

O Hospital Veterinário da UFG informou que realizou avaliações clínicas, testes diagnósticos e orientações técnicas para os casos suspeitos. A unidade explicou que não interna animais com cinomose devido a protocolos de biossegurança destinados à proteção de outros pacientes.

De acordo com a UFG, a maior parte dos cães comunitários recebe vacinação e acompanhamento por meio de ações conjuntas entre o Hospital Veterinário, a Secretaria de Promoção da Segurança e Direitos Humanos e grupos de voluntários. A instituição também reforçou que a cinomose não representa risco de transmissão para seres humanos

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MARE alerta: Portugal na linha da frente da literacia do oceano, falta passar do conhecimento à ação

8 June 2026 at 19:31

No Dia Mundial do Oceano, e no âmbito das celebrações dedicadas à Literacia do Oceano, Portugal vê a sua rota científica traçada a nível internacional. A editora Springer Nature acaba de publicar uma obra global em três volumes, editada por Teresa J. Kennedy (Universidade do Texas), que reúne cerca de 250 autores de 42 países […]

Mondiali 2026: il calcio incontra l’IA

 

di CGTN

Tra pochi giorni parte il Mondiale di Canada, Stati Uniti e Messico. L'edizione più grande di sempre: 48 squadre, tre paesi ospitanti. E, per la prima volta nella storia, anche il primo Mondiale dell'Intelligenza Artificiale.

Cosa cambia? Cominciamo dall'arbitraggio. Prima del torneo, ogni giocatore viene scannerizzato in 3D. Millimetro per millimetro. Fuorigioco o contatto dubbio? L'IA ricostruisce l'azione da tutte le angolazioni e genera un ologramma di precisione chirurgica. Niente più scuse, in teoria.

Poi arriva la tecnologia cinese: un micro?dispositivo che gli arbitri indossano come un occhio elettronico. Pioggia, nebbia, giocatori che si sovrappongono? Nessun problema. L'IA migliora l'immagine in tempo reale, recupera i fotogrammi persi, evidenzia il fallo con un alone colorato. Sembra fantascienza, ma è già realtà.

E non finisce qui. L'IA segue la partita, riconosce gol, cartellini, parate impossibili. In pochi secondi monta video perfetti per i social. Nessun regista umano necessario. Un gol diventa un reel prima ancora che l'attaccante finisca di esultare.

Ma tutto questo ha un prezzo. Se l'IA decide quasi sempre bene, l'arbitro diventa solo un esecutore? E i dati biometrici dei calciatori – i loro corpi 3D – dove finiranno? Senza dimenticare le fake news generate dall'IA, sempre più difficili da smascherare.

C'è chi lo dice da tempo: il calcio è bello proprio perché è umano. Perché sbaglia. Perché sorprende. L'IA non deve sostituire la passione, ma costringerci a chiederci perché amiamo questo sport. La risposta, come sempre, la daranno il campo e i tifosi.

Fraudes ligadas à Copa quase dobram e acendem alerta para 2026

7 June 2026 at 17:45

As tentativas de fraude relacionadas ao futebol e à Copa do Mundo avançaram de forma significativa no ciclo que antecede o Mundial de 2026, que começa nesta semana. Levantamento da NordVPN, provedor de serviços de rede privada virtual, aponta que 34% dos brasileiros que utilizam internet relataram contato com golpes ligados ao tema em 2024 e 2025. O número representa quase o dobro dos 19% registrados antes da Copa de 2022.

O aumento ocorre em um cenário de maior sofisticação dos ataques digitais, impulsionados principalmente pelo uso de inteligência artificial generativa, que reduziu drasticamente o tempo necessário para a criação de golpes e páginas falsas. Nos últimos três meses, as reclamações no Procon-SP relacionadas à Copa do Mundo multiplicaram-se por oito.

Entre os principais indicadores do avanço das fraudes estão:

  • 34% dos internautas tiveram contato com golpes ligados ao futebol em 2024 e 2025;
  • 19% relataram situações semelhantes no ciclo da Copa de 2022;
  • 238 reclamações foram registradas pelo Procon-SP entre março e maio de 2026;
  • As queixas no órgão saltaram de 19 em março para 63 em abril e 156 em maio.

Fraudes mais rápidas

A principal diferença entre os cenários de 2022 e 2026 está na velocidade de execução dos golpes. Há quatro anos, criminosos precisavam de mais tempo e conhecimento técnico para montar sites fraudulentos e campanhas de phishing.

Agora, com ferramentas de inteligência artificial amplamente disponíveis, esse processo passou a ser realizado em poucas horas. “Hoje, com ferramentas de inteligência artificial generativa acessíveis a qualquer pessoa, esse ciclo caiu para poucas horas”, afirma Marcelo Souza, vice-presidente de Produto da Certta, empresa de verificação inteligente que unifica soluções antifraude em uma única plataforma.

Além da rapidez, os golpes se tornaram personalizados. Em vez de campanhas massificadas, criminosos utilizam dados vazados, como Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), e-mail e histórico de compras, para criar abordagens direcionadas às vítimas.

Pix muda cenário

Outra transformação importante ocorreu nos meios de pagamento. Se em 2022, cartões e boletos ainda predominavam, em 2026, o Pix passou a ocupar posição central nas fraudes.

Segundo Marcelo Souza, a instantaneidade das transferências dificulta a recuperação dos recursos após a concretização do golpe.

“O Pix também muda a equação de forma bastante concreta. A instantaneidade e a irreversibilidade da transação eliminam a janela de reação”, destaca.

Os criminosos também passaram a criar marcas fictícias que se apresentam como parceiras oficiais do evento e a infiltrar-se em grupos legítimos de colecionadores e torcedores para conquistar confiança antes de aplicar os golpes.

Redes sociais

Segundo o levantamento da NordVPN, as redes sociais seguem como principal porta de entrada para as fraudes relacionadas à Copa.

Os canais mais utilizados pelos golpistas são:

  • Instagram: 51% dos casos;
  • WhatsApp: 48%;
  • Facebook: 35%;
  • TikTok: 26%.

Entre as modalidades mais frequentes estão apostas ilegais, venda de ingressos falsos e comercialização de produtos falsificados.

Mercado de figurinhas

As fraudes relacionadas à Copa do Mundo não se limitam à internet, mas também abrangem o comércio real, como constatado pelo Procon-SP.

As principais ocorrências registradas no órgão de março a maio foram:

  • 115 casos de não entrega ou atraso;
  • 34 casos de oferta não cumprida ou venda enganosa;
  • 24 casos de produtos incompletos ou diferentes do anunciado.

As reclamações específicas sobre figurinhas e álbuns da Copa saltaram de zero em março para 34 em abril e 109 registros em maio. As denúncias estão concentradas em anúncios enganosos e falsificações em marketplaces e grupos de mensagens.

Crise de confiança

Para Marcelo Souza, a popularização da inteligência artificial também criou um novo desafio para consumidores e empresas: a dificuldade em distinguir conteúdos autênticos de materiais manipulados.

“Imagens, vídeos e documentos já não são sinônimo de verdade na internet, isso gera uma crise de confiança digital”, afirma.

Segundo ele, a resposta passa pela adoção de sistemas mais avançados de autenticação e monitoramento de comportamento dos usuários.

“Se os cibercriminosos alteram suas táticas em questão de horas, por que muitas companhias ainda levam semanas ou meses para atualizar regras de prevenção?”, questiona.

Para o executivo, a proteção dependerá cada vez mais da verificação de identidade e da capacidade de detectar comportamentos fora do padrão em tempo real. “A confiança real se constrói na camada de identidade, no reconhecimento do usuário e na capacidade de reagir de forma proporcional quando algo foge do padrão”, conclui.

Recomendações

O Procon-SP elaborou as seguintes orientações aos consumidores para evitar cair em golpes:

  • Pesquisar a reputação da loja ou vendedor;
  • Desconfiar de ofertas com preços muito abaixo do mercado;
  • Verificar informações como Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), endereço e canais de atendimento;
  • Guardar anúncios, comprovantes de pagamento e conversas realizadas;
  • Conferir prazo de entrega, política de troca e condições da oferta;
  • Em compras de figurinhas e produtos colecionáveis, verificar se o item é oficial e se há identificação clara do fornecedor.
  • Registrar reclamação no Procon mais próximo.

Em relação às compras via internet, Marcelo Souza, da Certta, recomenda estratégias adicionais:

  • Ignorar gatilhos de "urgência", como contadores regressivos, e preços excessivamente abaixo do mercado;
  • Checar se o CNPJ exibido no site condiz com o setor de varejo: evitar "CNPJs fantasmas" de consultoria ou construção civil;
  • Verificar data de criação do domínio (por meio de serviços WHOIS): sites criados há menos de 30 dias são sinais fortíssimos de fraude;
  • Evitar sites que só aceitam Pix: plataformas idôneas oferecem múltiplas formas de pagamento (cartão, boleto), que permitem contestação.

© Pexels/Reprodução

Cibersegurança é um tema urgente em tempos de golpes digitais

Edifício-sede do Turismo do Algarve em Faro classificado com sistema AQUA+ da ADENE

7 June 2026 at 11:39

O edifício-sede do Turismo do Algarve, em Faro, recebeu esta sexta-feira, Dia Mundial do Ambiente, a classificação AQUA+, atribuída pela ADENE – Agência para a Energia.

«Este referencial, desenvolvido pela ADENE para avaliar e classificar a eficiência hídrica de edifícios identificou na sede do Turismo do Algarve um potencial de redução de consumo de 518 mil litros de água por ano, o equivalente a uma poupança de dois meses na fatura anual, com base nos consumos registados em 2025», explica a Região de Turiosmo do Algarve em nota de imprensa.

O sistema AQUA+ avalia o desempenho hídrico do edifício e estabelece um conjunto de medidas concretas para a sua melhoria.

No caso da sede do Turismo do Algarve, «as recomendações combinam intervenções de baixo custo e retorno rápido, como a instalação de redutores de caudal em torneiras e ações de sensibilização de colaboradores. com soluções de maior impacto estrutural, entre elas a substituição de equipamentos por alternativas mais eficientes, e a implementação de um sistema centralizado de monitorização dos consumos».

A entrega da classificação AQUA+ no Dia Mundial do Ambiente «reforça o compromisso da Região de Turismo do Algarve (RTA) com a gestão eficiente dos recursos hídricos e com a resiliência face à escassez de água, alinhando-se com as boas práticas em sustentabilidade e adaptação às alterações climáticas».

Na mesma cerimónia, a ADENE e a RTA assinaram um protocolo de colaboração que formaliza e alarga a parceria entre as duas entidades.

O acordo prevê a aplicação progressiva dos referenciais de sustentabilidade da ADENE nas instalações do Turismo do Algarve, a mobilização do setor turístico algarvio para iniciativas de eficiência hídrica e energética, e a coorganização de ações de capacitação e eventos técnicos dirigidos a operadores turísticos, municípios e associações do setor.

A colaboração entre a ADENE e a RTA tem como ponto de partida o Compromisso com a Eficiência Hídrica e o Selo Save Water, iniciativa conjunta que envolveu também o Turismo de Portugal.

Entre 2022 e início de 2025, o Algarve atravessou um período de seca severa que culminou, em fevereiro de 2024, em cortes obrigatórios de 25% no consumo agrícola e 15% no setor urbano, reforçando a urgência de consolidar medidas estruturais de eficiência hídrica que reduzam a exposição da região a ciclos futuros de escassez.

Por isso, «a adoção do referencial AQUA+ pela RTA é uma resposta estrutural a esta pressão crescente e um sinal claro de que a gestão eficiente da água pode e deve começar nas próprias instituições pública».

O conteúdo Edifício-sede do Turismo do Algarve em Faro classificado com sistema AQUA+ da ADENE aparece primeiro em Sul Informação.

Breaking Down Stereotypes of Women in Ancient Athens and Sparta

5 June 2026 at 12:02
Statue of a female. What were the stereotypes related to women in ancient Athens and Sparta?
A Greek archaeologist says it is crucial to avoid broad generalizations about women in ancient Greece, given the differences across regions and centuries. Credit: Egisto SaniCC BY-NC-SA 2.0/Flickr

In ancient Greece, the experiences of women varied dramatically from Athens to Sparta. While the prevailing image often portrays women as largely “invisible” in public life, a closer examination reveals a striking contrast between the lives of Athenian and Spartan women.

As archaeologist Evi Pini emphasized in speaking recently to the Athens-Macedonia News Agency (AMNA), it is crucial to avoid broad generalizations about women in ancient Greece, given the vast differences across regions and centuries.

Pini’s research, which focuses on the classical period in Athens and Sparta, illuminates how these two prominent societies treated women in fundamentally distinct ways, revealing that invisibility was far from a universal reality.

Women in ancient Athens: The “invisibles of history”

Vase depicting household chores of women of ancient Athens
Domestic chores of Athenian women are portrayed on a vase at the Archaeological Museum of Athens. Credit: Marsyas, Creative Commons BY-SA 2.5/Wikipedia

For the most part, Athenian society aimed for women to be unseen and unheard. The ideal Athenian woman was confined to the home, managing the household and raising legitimate children. Their public presence was minimal, and their lives were largely dictated by their male relatives.

As Pini notes, there were specific primary obstacles women in ancient Athens confronted, as indicated below.

Limited legal rights

Athenian women had no legal right to inherit property directly. Their dowry, while providing some security in case of divorce, remained largely under the control of their husband or father.

If a woman was the sole heir to her father’s property (an epikleros kore), she was legally obligated to marry her closest male relative, even if it meant divorcing her current husband. This highlights a system in which women were often pawns in the preservation of family property and lineage.

Marriage and love

Conventional wisdom, often derived from ancient male writers, suggests that Athenian marriages were devoid of emotional connection, serving primarily the purpose of procreation. Love was supposedly reserved for concubines and courtesans.

However, Pini challenges this stereotype, pointing out the economic impracticality for most men in maintaining multiple partners and citing funerary monuments as evidence of genuine affection between spouses.

High mortality in childbirth

Childbirth posed a significant danger for women, contributing to high female mortality rates. This was a grim reality for women across ancient societies, including Athens.

Sole area of distinction

The primary public role for Athenian women was in priesthood. Their participation in religious ceremonies and rituals was crucial. Beyond this, opportunities for distinction were virtually nonexistent.

Women in ancient Athens and Sparta: A striking contrast

Bronze figure of a female of Sparta running
Bronze figure of a Spartan running girl, 520-500 BC. Credit: Caeciliusinhorto,  Creative Commons Attribution-Share Alike 4.0/Wikipedia

According to Greek archaeologists, in stark contrast to Athens, Spartan society granted women a much more prominent and respected position.

While not entirely equal to men, their social status, legal rights, and public recognition were remarkably progressive for the time.

High social status and public honor

Spartan women, especially mothers, held high social standing and were not shy about expressing their opinions publicly. They were even honored with public praise, a stark difference from the Athenian ideal of female silence.

Numerous “Lakaean aphorisms” attributed to Spartan women attest to their wit and influence.

Economic power and inheritance

Spartan women possessed significant economic power. Unlike their Athenian counterparts, they could inherit property from their parents and manage it independently. Due to high male mortality in warfare, Spartan women controlled approximately two-fifths of the land by the 4th century BC.

This economic independence was so unusual that other Greeks, including Aristotle, reportedly viewed Spartans as “womanizers” because of it, misinterpreting their women’s power.

Physical education and health

Spartans prioritized the physical training of girls from a young age, believing that strong bodies would lead to healthier offspring who could better cope with the rigors of childbirth.

They also married their daughters off at an older age (18-20) than Athenians (15-16), considering physical maturity beneficial for motherhood.

Absence of dowry and adultery laws

Spartan law prohibited dowries, ensuring that even less fortunate girls could marry. Furthermore, the concept of adultery as a punishable offense largely didn’t exist in the same way as in Athens.

Consensual extramarital relations, often for the purpose of procreation and to ensure strong offspring for the state, were acceptable and not kept secret. While secret affairs might have occurred, they didn’t lead to the severe penalties and social ostracism faced by Athenian women caught committing adultery.

“Secret” weddings

Spartan weddings involved a ritualistic “secret abduction” of the bride, a haircut, and disguise.

While Plutarch offered a practical, though likely inaccurate, explanation for these “secret” marriages (testing for offspring), Pini suggests they were more likely ancient customs signifying a transition from one state to another, a young woman “disappearing” to reappear as a married woman with a new identity.

Distinction in arts and philosophy

Beyond their domestic roles, Spartan women, alongside women from other Dorian and Aeolian cities and colonies, could achieve distinction as poets and philosophers.

Stereotypes about women in ancient Athens and Sparta to break down

Evi Pini’s insights reveal several crucial stereotypes pertaining to women in Greek antiquity that need to be challenged, as indicated below.

The monolithic “ancient Greek woman”

It’s a significant oversimplification to generalize about “women in antiquity.” The vast differences between Athenian and Spartan societies, among others, demonstrate the diverse realities of women’s lives across different regions and periods. The notion of a single, universal experience for women in ancient Greece is inaccurate.

Absence of marital love

The stereotype that emotional bonds were absent in Athenian marriages, with love reserved for concubines and courtesans, is largely unfounded. Economic realities for most Athenians would have made supporting multiple partners impossible.

Furthermore, evidence from funerary monuments suggests genuine affection and grief existed between spouses.

Universal invisibility

While Athenian women were indeed largely “invisible” in public life, Spartan women were far from it.

Their economic power, social standing, and public voice demonstrate that invisibility was not a universal experience for women in all Greek societies.

Adultery as a universal sin

The draconian Athenian laws surrounding adultery, including the husband’s right to kill the adulterer, are often projected onto all of Greek antiquity.

Sparta’s approach, where consensual extramarital relations for procreation were accepted and “adultery” as a concept barely existed, shows a dramatically different cultural norm.

By examining the nuances of different Greek city-states, particularly the contrasting experiences of Athenian and Spartan women, we gain a much richer and more accurate understanding of women’s roles, rights, and visibility in Greek antiquity, dismantling simplistic and often misleading generalizations.

(With information from AMNA)

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