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Com OK de Seguro às regras para tarefeiros, ministra tem carta branca para pôr ordem nas urgências
Pequenos campeões entram em campo na Maternidade Dona Iris
Com muita coragem e espírito de campeões, os brasileirinhos da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) e da Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais (UCIN) do Hospital e Maternidade Dona Iris (HMDI) participaram de um ensaio fotográfico inspirado na Copa do Mundo. A ação celebrou a vida e a força dos recém-nascidos que seguem em cuidados na unidade neonatal.
A iniciativa foi promovida pela Comissão de Eventos e Humanização do HMDI com o objetivo de promover a humanização da assistência neonatal por meio de uma atividade lúdica e afetiva. A proposta proporciona acolhimento, fortalece o vínculo familiar e ajuda a construir memórias positivas durante o período de internação dos bebês.
Segundo a supervisora de enfermagem da UTIN e UCIN, Cláudia Dias, a internação de um bebê costuma ser um período marcado por ansiedade, insegurança e muita expectativa para as famílias. “A realização de ações temáticas contribui para tornar o ambiente mais acolhedor e humanizado, favorecendo o bem-estar emocional dos pais. Além disso, possibilita que as famílias participem de momentos especiais da vida de seus filhos, mesmo durante a hospitalização, fortalecendo o vínculo afetivo e promovendo experiências positivas que ajudam a amenizar o impacto emocional da internação”, afirmou.

















A emoção foi compartilhada pelas famílias. Bruna Jackeline, 41 anos, mãe da pequena Erika Helena, internada há mais de 10 dias na unidade neonatal, conta como viveu o momento. “Eu comentei com a colaboradora que nos ajudou com as fotos como isso faz bem. A gente sente uma alegria no coração. São dias muito difíceis aqui, e poder ter esse momento com eles, ver nossos bebês tão bonitinhos com uma decoração linda, enche a gente de alegria”, contou.
Para ela, o ensaio foi um respiro em meio à tensão da internação. “Para nós, mães, é um momento que tira um pouco o foco da tensão de viver aqui dentro. Foi muito bom ver nossos bebezinhos fantasiados, alegrou demais o nosso coração de mãe”, frisou Bruna Jackeline.
As fotografias serão entregues às famílias como forma de carinho e reconhecimento. A iniciativa integra as ações de humanização desenvolvidas pela unidade, que buscam tornar o período de internação mais acolhedor para os recém-nascidos e suas famílias, fortalecendo vínculos e criando memórias afetivas mesmo durante o tratamento.
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Hospital de Luziânia registra 5 mil partos
A maternidade do Hospital Estadual de Luziânia (HEL) registrou 5 mil partos desde o início de suas atividades, em 2021. O número representa milhares de famílias atendidas pela unidade e reforça a atuação do hospital na assistência às gestantes do Entorno Sul.
Ao longo desse período, gestantes da região receberam acompanhamento de equipes multiprofissionais durante o parto e o pós-parto, com atendimento voltado à segurança, ao acolhimento e ao bem-estar das mães e dos recém-nascidos. O trabalho envolve médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais e outros profissionais que atuam diariamente na maternidade.
Segundo o diretor-geral do HEL, Francisco Amud, o número é resultado do empenho das equipes e da confiança depositada pelas pacientes no serviço prestado pela unidade.

“Cada nascimento representa uma nova história e reforça nosso compromisso com uma assistência segura e humanizada para mães e bebês. Chegar aos 5 mil partos é motivo de orgulho para todos os profissionais que fazem parte dessa trajetória”, destaca.
Para a diretora técnica do HEL, Patrícia Castro, o resultado demonstra a qualidade da assistência prestada pela maternidade e o comprometimento das equipes com o cuidado às gestantes.
“O resultado reflete a confiança da população no hospital e o comprometimento dos profissionais em oferecer um atendimento qualificado às famílias que passam pela maternidade”, afirma.
O volume de atendimentos evidencia a atuação da maternidade do HEL na assistência às gestantes da região e o papel da unidade no cuidado ao parto no Entorno Sul
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Seguro promulga diploma que regula contratação de médicos tarefeiros
Cartaxo recebeu Reunião Nacional de Enfermeiros Diretores
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Já ouviu falar da ADSE? Saiba o que é e quem tem direito a estes vários benificios
Há um sistema de saúde em Portugal que funciona de forma paralela ao Serviço Nacional de Saúde e que já abrange cerca de 1,35 milhões de pessoas. Apesar de ser conhecido entre funcionários públicos, continua a levantar dúvidas sobre o seu funcionamento, benefícios e condições de acesso. Trata-se da ADSE, um subsistema com características próprias e regras distintas.
De acordo com o Notícias ao Minuto, a ADSE destina-se aos trabalhadores da Administração Pública e opera através de uma rede de cuidados médicos convencionados, incluindo hospitais, clínicas e profissionais de saúde, onde os preços são mais reduzidos face ao mercado privado.
Um modelo diferente do SNS e dos seguros
O funcionamento da ADSE distingue-se de outras soluções de acesso à saúde. Não depende diretamente do financiamento público tradicional nem segue o modelo típico dos seguros privados. Neste caso, são os próprios beneficiários que asseguram o financiamento do sistema, através de uma quotização mensal descontada automaticamente no salário.
Esse contributo dá acesso a uma rede alargada de prestadores, onde os custos são partilhados entre o utente e o subsistema. Ao longo dos anos, este modelo tem sido ajustado para acompanhar as necessidades dos beneficiários, procurando equilibrar acesso e sustentabilidade financeira.
Segundo a mesma fonte, esta lógica tem permitido à ADSE manter uma oferta diversificada, ao mesmo tempo que introduz alterações nas condições de acesso e nos serviços incluídos.
Quem pode beneficiar do sistema
O acesso à ADSE não se limita ao titular do desconto. O regime prevê também a inclusão de familiares, nomeadamente cônjuges e filhos, desde que cumpram os critérios definidos de elegibilidade.
Esta abrangência ajuda a explicar o peso do subsistema no panorama nacional. Com mais de um milhão de beneficiários, a ADSE assume um papel relevante no acesso a cuidados de saúde fora do circuito tradicional do SNS.
Novidades recentes nos cuidados disponíveis
Nos últimos tempos, têm sido introduzidas alterações com impacto direto nos beneficiários. Um dos exemplos passa pelo alargamento do regime convencionado a novas áreas, como consultas de psicologia clínica e nutrição, reforçando a aposta numa abordagem mais preventiva e no bem-estar.
Outra mudança significativa está relacionada com as cirurgias realizadas dentro da rede convencionada. Foi introduzido um limite máximo de 500 euros a pagar pelo beneficiário. A partir desse valor, todos os custos adicionais passam a ser suportados pela ADSE, incluindo despesas com internamento, honorários médicos e materiais utilizados.
Resultados financeiros e evolução do sistema
Os dados mais recentes apontam para uma redução no resultado líquido da ADSE em 2025, que caiu 18,8 por cento face ao ano anterior. Ainda assim, o sistema mantém um saldo orçamental positivo e continua a registar crescimento no número de beneficiários e na utilização dos serviços.
Paralelamente, verificou-se um aumento do número de consultas e da rede de prestadores, com mais entidades e profissionais de saúde associados ao subsistema. Essas mudanças refletem uma maior procura e também o impacto das atualizações nas tabelas e condições de acesso.
Segundo a mesma fonte, os dados indicam que, apesar da pressão crescente sobre o sistema e da descida dos resultados, a ADSE tem conseguido manter a sustentabilidade financeira, ao mesmo tempo que reforça o acesso dos beneficiários a cuidados de saúde e avança na modernização dos seus serviços.
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