Os pombos são famosos pela sua capacidade de percorrer longas distâncias e, ainda assim, encontrar o caminho de volta a casa. A causa está no fígado. As células, denominadas macrófagos, ajudam a decompor os glóbulos vermelhos envelhecidos, sendo que, ao acumular esta tarefa, acumulam ferro. De acordo com os investigadores, o ferro pode conferir às células propriedades quânticas que lhes permitem responder a campos magnéticos. Segundo o SciTechDaily, quando estas células foram removidas, as aves tiveram dificuldade em encontrar o caminho de volta a casa. Num novo estudo, publicado a semana passada na Science, a equipa de cientistas examinou várias
ICNF assegura a continuidade da gestão do CNRLI e a manutenção do bem-estar dos animais com nova contratação de equipa técnica a Rodrigo Serra. O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas adjudicou hoje uma aquisição de serviços à atual empresa gestora do Centro Nacional de Reprodução do Lince-ibérico (CNRLI) tendo em vista a […]
Artigo de opinião de Joaquim Henriques, médico-veterinário diretor do serviço de referência em oncologia do AniCura Atlântico Hospital Veterinário Os efeitos do tabaco vão muito além de quem fuma. Durante anos, a discussão sobre tabagismo passivo ajudou-nos a perceber que as pessoas à volta de um fumador também estão expostas aos mesmos riscos. O que […]