O fenómeno poderá fazer parte de um ciclo natural nos fluxos de ferro que dão à Terra o seu campo magnético protetor. O rio de ferro fundido que corre a cerca de 2250 quilómetros de profundidade sob o oceano Pacífico, no núcleo externo da Terra, deixou os cientistas surpreendidos ao mudar de direção. A observação oferece novos dados sobre o comportamento do núcleo externo líquido, que desempenha um papel essencial na formação do campo magnético terrestre. Sem este escudo magnético, o planeta ficaria perigosamente exposto à radiação solar. Investigadores da Universidade de Edimburgo analisaram observações feitas a partir do solo
O fenómeno poderá fazer parte de um ciclo natural nos fluxos de ferro que dão à Terra o seu campo magnético protetor. O rio de ferro fundido que corre a cerca de 2250 quilómetros de profundidade sob o oceano Pacífico, no núcleo externo da Terra, deixou os cientistas surpreendidos ao mudar de direção
Décadas de observações geofísicas revelaram um misterioso mundo enterrado sob a Antártida. Foi-lhe dado o nome de Província de Bacias em Forma de Leque da Antártida Oriental, e é possível que se tenha formado antes da fragmentação do supercontinente Gondwana. Num novo estudo, publicado a semana passada na Nature Geoscience, os cientistas identificaram uma província em forma de leque composta por cerca de 30 bacias interligadas. A província abrange várias estruturas subglaciais já conhecidas, incluindo as bacias de Wilkes e Aurora, bem como a bacia que contém o Lago Vostok, o maior lago subglacial conhecido. “Como estas bacias se encontram
A linha agora descoberta divide dois hemisférios que refletem quantidades de luz semelhantes e pode ser útil no teste de modelos climáticos. Uma equipa de investigadores identificou uma linha de simetria até agora desconhecida que divide a Terra em hemisférios oriental e ocidental, com ambas as metades a refletirem quantidades quase idênticas de luz solar de volta para o Espaço. A descoberta pode fornecer aos cientistas do clima uma nova e poderosa ferramenta para testar modelos climáticos e compreender os mecanismos que regulam a temperatura do planeta. O estudo, publicado na revista Nature, foi liderado por Jianhao Zhang, da Administração
O misterioso zumbido de baixa frequência ouvido por algumas pessoas em várias partes do mundo poderá, em muitos casos, ter origem no próprio sistema auditivo, sob a forma de acufenos subjetivos, embora não exclua causas ambientais noutros casos. Durante décadas, pessoas em todo o mundo relataram ouvir um zumbido ténue, semelhante ao de um motor, a meio da noite, um perturbador som de baixa frequência sem origem aparente. Conhecido simplesmente como The Hum (“o Zumbido”), o fenómeno tem alimentado a investigação científica, a perplexidade do público e um fluxo constante de teorias da conspiração. Agora, investigadores da Universidade Norueguesa de