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A selvajaria dos Viagra Boys no Primavera Sound Porto: o rock está morto, o quê?

13 June 2026 at 02:56

Uma hora de ‘jarda’, uma hora de moshada e ‘crowdsurf’ e copos a voar, uma hora de canções tão sujas quanto dançáveis, apoiadas por um vocalista com uma presença em palco tão grande quanto o seu abdómen: os Viagra Boys voltaram ao Primavera Sound Porto para uma vez mais mostrar à “velha guarda” que o punk e o rock estão bem de saúde e recomendam-se

Os Gorillaz brindaram o Primavera Sound Porto com a festa da vida e convidados de luxo: trouxeram o bom, o velho e o rei da bonecada

13 June 2026 at 12:17

Foi Joe Talbot dos Idles, foi Yasiin Bey (ex-Mos Def), foi Bootie Brown e Moonchild Sanelly: Damon Albarn pode ser o timoneiro do barco dos Gorillaz, mas no palco do Primavera Sound Porto a festa foi rija e bem povoada. Os cabeças de cartaz desta segunda noite de festival revisitaram os clássicos e mostraram que o novo “The Mountain” é tão intenso ao vivo quanto em disco.

Os Slowdive foram o melhor dos sonhos do Primavera Sound Porto: pode um concerto comover-nos com memórias do que não vivemos?

12 June 2026 at 22:41

Mais um concerto dos britânicos Slowdive em terras portuguesas, o terceiro no Primavera Sound Porto, mais um espetáculo onde, de olhos abertos ou fechados, o sonho comandou um pedaço de vida - uma hora no Parque da Cidade do Porto para sermos exatos. Como é que uma banda que, na sua primeira existência, durou tão pouco, consegue agora parecer eterna?

“Foi oferecida pelo meu ex-namorado. Cortei-a. Uma intervenção de luto”: Gorillaz vencem campeonato das t-shirts no Primavera Sound Porto

12 June 2026 at 22:32

Ao segundo dia de festival, esgotado, os Gorillaz não só são cabeças de cartaz como o nome que mais se lê nas t-shirts de quem se deslocou ao Parque da Cidade. Jovens ou menos jovens, portugueses ou estrangeiros, há quem queira muito ouvir as canções do novo álbum, quem seja fã desde os 3 anos e quem queira sacudir más recordações do passado com o concerto desta noite

Primavera: Kneecap e a "rebaldaria positiva"

12 June 2026 at 09:40
Comício, festival ou os dois? Os norte-irlandeses foram os grandes protagonistas do primeiro dia do Primavera Sound Porto, que contou ainda com Nation of Language, Ethel Cain e Big Thief.

© Marisa Cardoso

Primavera: Kneecap e a "rebaldaria positiva"

12 June 2026 at 09:40
Comício, festival ou os dois? Os norte-irlandeses foram os grandes protagonistas do primeiro dia do Primavera Sound Porto, que contou ainda com Nation of Language, Ethel Cain e Big Thief.

© Marisa Cardoso

“Não queremos saber das repercussões, isto é maior que nós”: A revolução dos Kneecap no Primavera Sound Porto

12 June 2026 at 04:01

As rimas são cuspidas rapidamente, a língua é um gaélico incompreensível, o instrumental bebe da eletrónica, sobretudo na sua vertente ‘rave’: e, em cima de tudo isto, há uma forte carga política que faz com que um concerto seu seja mais do que isso, seja um sinal de que é possível mudar o mundo. Os Kneecap ajudaram a fechar o primeiro dia de Primavera Sound Porto com agressividade e dança e uma garantia: o público da Invicta é muito melhor que o de Barcelona

Ethel Cain no Primavera Sound Porto: como fazer chorar milhares de fiéis num festival

12 June 2026 at 01:06

Na sua estreia no Primavera Sound Porto, Ethel Cain levou ao Parque da Cidade do Porto guitarras dolorosas e, mais importante, palavras dolorosas, sendo bem visíveis vários fãs a soltar lágrima atrás de lágrima em cada canção. Não há como dizê-lo de outra forma: a norte-americana, que não se deixou fotografar pela imprensa, significa tudo para muita gente

O Primavera Sound Porto já começou: 30 graus à sombra, cerveja de tamanho único, vestidos para brilhar mais tarde e uma banda de Nova Iorque

11 June 2026 at 20:28

Ao som dos concertos iniciais, o primeiro dia do Primavera Sound Porto começa com as sombras a tornarem-se poiso apetecido. The xx, Ethel Cain e Kneecap compõem o menu mais suculento, mas é só mais tarde. Percorremos o recinto para constatar: a vida de festivaleiro está mais cara, mas os rituais não mudam de repente. Há imagens para ver do Parque da Cidade do Porto e dos Nation of Language, boa gente da pop eletrónica de Nova Iorque

Novo festival em Olhão quer ser «referência internacional» no circuito de jazz

11 June 2026 at 02:00

Música jazz ao vivo, ambiente de fim de dia e vivência ao ar livre no cenário natural da Ria Formosa são os principais ingredientes do Olhão South Jazz, com 1ª edição marcada para 24 e 25 de Julho e que, a longo prazo, quer ser uma «referência internacional».

Júlio Resende, Áurea, Orquestra de Jazz do Algarve e Sara Badalo são alguns dos artistas nacionais que vão passar pelos dois palcos do recinto, no novo Parque Ribeirinho Poente, anunciou a organização, durante a apresentação do evento, esta terça-feira, dia 9 de Junho.

A sessão de lançamento dos primeiros e principais detalhes antecipou, de certo modo, o ambiente esperado para a edição inaugural desta nova proposta cultural de Verão para a região, decorrendo ao pôr-do-sol e terminando com a atuação de Sara Badalo, uma das artistas do cartaz.

Em declarações ao Sul Informação, à margem da apresentação, o presidente da Câmara de Olhão afirmou que o evento integra uma abordagem mais ampla de diversificação e valorização da cultura no concelho – no momento em que a autarquia prepara o lançamento de uma nova estratégia para o setor –, aproveitando também o potencial do espaço envolvente.

«Acreditamos que é através do ensino da cultura que conseguimos fazer com que os nossos jovens e os nossos cidadãos consigam estar cada vez mais despertos para as verdadeiras necessidades e os verdadeiros alicerces da construção de uma comunidade coletiva. Por isso, achamos que é fundamental criar vários momentos de acesso à cultura nas suas mais diversas dimensões», realçou Ricardo Calé.

O Parque Ribeirinho Poente, inaugurado em Dezembro de 2025 depois de ter sido recuperada uma zona que era «um depósito de inertes» abandonados, «é um autêntico paraíso acessível a qualquer cidadão» e deve ser potenciado com «melhores momentos» e eventos de maior dimensão, salientou o autarca.

Sul Informação

«Naturalmente que, havendo este potencial, havendo esta vontade e havendo aqui a criação dessa estratégia cultural nas suas mais diversas dimensões, achamos que um festival de jazz de referência no Algarve poderia fazer todo o sentido», enquadrou.

Para o presidente da Câmara de Olhão, este «é um casamento perfeito», porque o espaço, um anfiteatro natural em plena Ria Formosa, cria as condições para «um festival único, acolhedor e familiar».

As primeiras edições «são as mais desafiantes» e vão permitir tirar conclusões para o futuro, mas o objetivo é fazer do Olhão South Jazz, a longo prazo, «um festival de referência a nível europeu e mundial» no circuito do jazz, frisou Ricardo Calé.

O festival vai ter lugar nos dias 24 e 25 de Julho, entre as 18h00 e as 00h00, e pretende juntar «música ao vivo, ambiente de fim de dia, território e vivência ao ar livre», com uma programação construída com curadoria artística de Júlio Resende, artista natural de Olhão.

Pelo palco principal e pelo segundo palco, denominado Cantaloupe – em parceria com o bar situado nos Mercados de Olhão onde desde há 20 anos há concertos de jazz todas as semanas –, vão passar, no primeiro dia, Aurea, Orquestra de Jazz do Algarve com Raul Reyes & Osvaldo Pegudo, com o espetáculo “Caribe Libre”, e Cátia Ribeiro Trio.

No segundo e último dia, atuam Sara Badalo Jazz Quintet, Vânia Fernandes & Júlio Resende 4teto, com o espetáculo “My favorite songs”, e Susana Travassos Trio.

A presença de Salvador Sobral, que tinha sido anunciada em Março pelo autarca ao nosso jornal, acabará por não acontecer, porque o artista decidiu tirar um ano sabático. «Respeitamos a decisão e queremos que o Salvador Sobral seja uma aposta já numa edição muito próxima do festival», afirmou Ricardo Calé.

Sul Informação

Além dos concertos, o recinto contará com várias áreas pensadas para acolher diferentes formas de estar no evento, como a zona lounge, a food zone, bar, photospot e espaços de ativação.

A organização pretende criar «uma experiência cuidada, com ambiente elegante, zonas diferenciadas e uma relação próxima entre música, público e lugar».

No ano de estreia, o Olhão South Jazz vai também integrar o Ria Market, uma área dedicada ao artesanato, marcas independentes e projetos locais, «reforçando a ligação do evento à criatividade algarvia e à identidade da região».

O recinto terá capacidade para 10 mil pessoas e os bilhetes, que já estão à venda, vão custar 10 euros (diário) e 15 euros (passe de dois dias).

Quanto ao orçamento, de acordo com Ricardo Calé, a Câmara de Olhão «vai investir 60 mil euros» no festival, que será promovido «em coprodução» com a empresa White Coffee Agency, liderada por Pedro Barros, que partilhou a apresentação com o autarca.

Fotos: Edgar Pires | Sul Informação

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Ricardo Calé, Sara Badalo e Pedro Barros

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Ricardo Calé, Sara Badalo e Pedro Barros

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Ana Frango Elétrico em festival de entrada livre que celebra a “cultura independente” em Braga

9 June 2026 at 11:13

Ana Frango Elétrico, Amijas, Capela Mortuária e Navegantes da Rua estão entre os artistas e bandas que atuam em agosto em Braga no festival ESTEOESTE, de entrada gratuita, dedicado “à música, à criação artística e à cultura independente”.

De acordo com a organização do festival, num comunicado hoje divulgado, a edição deste ano está marcada para os dias 07 e 08 de agosto no Parque da Ponte, mantendo “a aposta na valorização do tecido artístico local, apresentando uma programação que cruza projetos emergentes e artistas de maior projeção”.

O cartaz este ano inclui Alcrud3, Almorada, Ana Frango Elétrico, aMijas, Capela Mortuária, Cardu, Fourward, Hope/Delete, Illi Alex, Máquina Culona, Mira Quebec x Diogo Mendes, Navegantes da Rua, Peixinhos da Horta e Plaka, “refletindo a diversidade de linguagens musicais e artísticas que caracteriza o festival”.

Nesta edição, além da música regressam também o Mercado de Criadores, o ‘Food Market’ (mercado de comida, em português) e a área “dedicada a atividades infanto-juvenis, reforçando o seu papel enquanto espaço de celebração intergeracional e criativa”.

As atuações começam às 18:15 e estendem-se “até de madrugada”.

O Festival ESTEOESTE é organizado pela associação cultural Aubhaus, anteriormente conhecida como Cosmic Burger, e pela agência e promotora cultural Bazuuca, com o apoio da Câmara Municipal de Braga.

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