Sarah Kellen, descrita por vítimas como a "tenente" de Epstein, acusou Frédéric Fekkai e Philip Levine num depoimento ao Congresso. Revelou ainda jantar com o príncipe André em Buckingham.
Groff nunca foi formalmente acusada e nega ter conhecimento dos crimes. Aparece mais de 160 mil vezes nos ficheiros Epstein e as suas funções incluíam a marcação de massagens para o milionário.