O mercado de pagamentos de retalho português já é muito eletrónico, mas o supervisor quer que seja ainda mais. Admite pedir uma “alteração legislativa” para forçar os meios eletrónicos estarem disponíveis em todos os negócios.
A decisão no ano passado do Tribunal Constitucional, que declarou inconstitucionais normas do imposto adicional sobre a banca, levou o Estado a ter de devolver os 179 milhões de euros pagos pelos bancos, acrescidos de juros indemnizatórios.