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Algarve tem uma cidade costeira onde pode alugar um T1 por menos de 800€ e com restaurantes que servem refeições por 12€

12 June 2026 at 18:44

A cidade algarvia de Albufeira mantém-se como uma das cidades costeiras onde ainda é possível encontrar um T1 para arrendar por menos de 800 euros e refeições em restaurantes locais a rondar os 12 euros, num contexto marcado por forte procura habitacional e pressão turística. De acordo com o portal de compra e venda de imóveis Idealista, a realidade de Albufeira combina preços ainda competitivos em alguns segmentos com valores elevados no mercado de arrendamento e compra.

A vida diária em Albufeira decorre entre o ritmo costeiro, a restauração e a presença constante de visitantes durante grande parte do ano. Segundo a mesma fonte, a cidade dispõe de supermercados, clínicas privadas, ginásios e espaços de trabalho remoto, permitindo resolver a maioria das necessidades sem deslocações longas. A utilização do inglês é frequente nos serviços, facilitando a integração de residentes estrangeiros.

Centro histórico e dinâmicas de habitação

O centro histórico reúne ruas estreitas, edifícios brancos e zonas pedonais com forte presença de restauração e comércio. Conforme a mesma fonte, esta área é composta sobretudo por apartamentos, com menor oferta de moradias unifamiliares e estacionamento limitado, o que influencia o perfil dos residentes que optam por viver no núcleo urbano.

A cidade apresenta uma frente de mar com várias praias distribuídas ao longo da costa, incluindo zonas mais centrais e outras mais afastadas. A mesma plataforma refere praias, como a Praia dos Pescadores, de acesso pedonal, e a Praia da Falésia, com vários quilómetros de extensão, além da Praia de São Rafael, conhecida pelas pequenas enseadas e águas mais claras. Esta diversidade contribui para diferentes padrões de utilização ao longo do ano.

Mercado da restauração e custo de vida

No setor da restauração, os valores mantêm-se relativamente abaixo dos grandes centros urbanos nacionais. De acordo com os dados citados, um prato principal num restaurante local ronda os 12 euros, enquanto uma refeição para duas pessoas num restaurante de gama média pode atingir cerca de 50 euros.

O mercado imobiliário continua a ser um dos fatores mais relevantes na caracterização da cidade. Segundo a Idealista, em abril de 2026 o preço médio do metro quadrado em Albufeira situava-se nos 3.944 euros, com variações consoante a zona. A mesma fonte acrescenta que áreas, como a Guia, podem atingir valores superiores, refletindo a procura em determinados segmentos residenciais.

Arrendamento e diferenças internas

No arrendamento, os valores médios rondam os 15,4 euros por metro quadrado, o que significa que um apartamento de 50 metros quadrados pode atingir 770 euros mensais. Conforme o Idealista, estas diferenças colocam Albufeira numa posição intermédia no contexto nacional, mais acessível do que zonas centrais de Lisboa, mas acima de localidades menos procuradas do interior algarvio.

Durante o inverno, a cidade regista uma quebra significativa no fluxo turístico, com temperaturas mais suaves e maior disponibilidade de serviços. O portal refere que alguns estabelecimentos sazonais encerram, mas infraestruturas, como escolas, supermercados e serviços de saúde mantêm funcionamento regular, alterando o ritmo urbano para um modelo mais próximo de uma cidade residencial.

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Restaurante algarvio onde Herman José e Luís Figo comem já está aberto e ali o peixe grelha-se na hora

12 June 2026 at 17:50

O restaurante Sueste, em Ferragudo, no Algarve, reabriu recentemente após um período de encerramento, regressando com nova gestão, carta atualizada e continuidade do conceito centrado no peixe grelhado na hora. De acordo com a NiT, o espaço é agora explorado pela família ligada à Quinta Arvad, num contrato de 10 anos que procura equilibrar a preservação da identidade original com uma abordagem mais contemporânea.

Espaço com história e nova gestão

O Sueste foi fundado em 1990 por Amadeu Henriques, num antigo armazém de sal, tendo evoluído de taberna a restaurante de referência no Algarve. Segundo a mesma fonte, o espaço ganhou notoriedade pela qualidade do peixe fresco grelhado no carvão e pela clientela que inclui figuras públicas, como Herman José, Durão Barroso, José Mourinho e Luís Figo.

A nova gestão mantém essa base, mas introduz ajustes na carta e no funcionamento. Conforme a mesma fonte, a intenção passa por preservar o acolhimento tradicional e reforçar a ligação ao rio Arade, que continua a ser um elemento central da experiência.

“Queremos manter todo este acolhimento que marcava a maneira como o Amadeu recebia as pessoas”, afirmou a diretora-geral da Arvad, citada pela publicação, acrescentando que a relação com o rio será aprofundada através de novas experiências que ligam o restaurante à produção vínica da Quinta Arvad.

Peixe, vinho e experiência contínua

Na cozinha, mantém-se o modelo de escolha direta do peixe pelo cliente, grelhado na hora, agora complementado com maior oferta de marisco. A esplanada junto ao rio continua a ser um dos principais atrativos, especialmente ao final do dia.

A carta de vinhos privilegia produtores do Algarve, incluindo referências da Quinta Arvad e da Uca Violinista. A mesma fonte acrescenta que o conceito aposta numa ligação mais direta entre território e mesa, reforçando a identidade regional da oferta.

Outra mudança relevante passa pelo funcionamento contínuo do restaurante, sem pausas entre serviços nem encerramento semanal. Conforme a publicação, o objetivo é adaptar o espaço a diferentes momentos do dia e facilitar uma experiência mais flexível para clientes locais e visitantes.

A ligação ao rio Arade é ainda reforçada com propostas que combinam gastronomia e mobilidade fluvial, incluindo provas de vinho com deslocação até à Quinta Arvad, em Estômbar. Para a administração, citada pela NiT, a preservação da marca era essencial: “Uma marca como o Sueste não se podia perder de maneira nenhuma”, sublinhando o objetivo de elevar a qualidade sem quebrar a identidade do espaço.

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Atenção ao homem das ‘borlas’: dezenas de pessoas compraram voos a alegado assistente de bordo que está desaparecido

12 June 2026 at 13:52

Dezenas de pessoas afirmam ter sido lesadas após comprarem bilhetes de avião a um homem que se apresentava como assistente de bordo e que alegadamente tinha acesso a tarifas muito abaixo dos preços praticados no mercado. O caso está agora a ser investigado pelas autoridades, depois de vários clientes denunciarem a perda de milhares de euros e o desaparecimento do responsável pelas vendas.

De acordo com a SIC Notícias, o homem dizia trabalhar para companhias aéreas, como a TAP e a Ryanair, e promovia viagens a preços considerados invulgares. A oferta foi suficiente para conquistar a confiança de várias pessoas, algumas das quais já tinham conseguido viajar anteriormente através do mesmo contacto.

Entre os casos relatados está o de Gleiciete Carvalho, que pretendia trazer familiares do Brasil para Portugal. A cliente entregou cerca de 2.600 euros para garantir as viagens, acreditando que estava perante uma oportunidade legítima. Outros clientes transferiram quantias ainda mais elevadas, havendo relatos de prejuízos que, somados, ultrapassam várias dezenas de milhares de euros.

Dinheiro transferido para conta pessoal

Os pagamentos eram efetuados diretamente para a conta bancária do alegado vendedor, uma prática que, segundo os testemunhos recolhidos, era apresentada como parte normal do processo de reserva. Guilherme Barbosa afirmou ter transferido cerca de 5.000 euros para assegurar os lugares pretendidos.

A situação mudou quando o homem deixou de responder aos contactos. Conforme a mesma fonte, o desaparecimento ocorreu esta semana, levando vários clientes a procurarem respostas junto da empresa da família do suspeito.

Autoridades já estão a investigar

Perante as queixas apresentadas, a GNR recolheu os testemunhos dos lesados e encaminhou o caso para a Polícia Judiciária, por existirem indícios da prática do crime de burla.

Segundo a SIC Notícias, dezenas de pessoas deslocaram-se ao local associado à família do alegado assistente de bordo na tentativa de recuperar o dinheiro ou obter esclarecimentos sobre o paradeiro do responsável pelas vendas. Até ao momento, não terão conseguido qualquer contacto direto.

A estação televisiva refere ainda que tentou ouvir o homem visado e familiares, mas não obteve resposta. Também a TAP, companhia onde o suspeito alegadamente trabalharia, não respondeu aos pedidos de esclarecimento feitos pela reportagem.

Casos multiplicam-se

O número de potenciais lesados continua a crescer à medida que surgem novos testemunhos. Muitos clientes afirmam ter confiado no esquema por conhecerem pessoas que já tinham viajado através do mesmo intermediário, o que ajudou a criar uma aparência de credibilidade.

Agora, o foco está na investigação conduzida pela Polícia Judiciária, que deverá apurar o destino das quantias transferidas e esclarecer se os bilhetes comercializados correspondiam a reservas reais ou faziam parte de um alegado esquema fraudulento.

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Creme para as queimaduras superficiais acaba de ser retirado do mercado após deteção de irregularidade

12 June 2026 at 13:10

Um produto comercializado para o alívio de queimaduras superficiais, escaldões e irritações cutâneas foi retirado do mercado português por decisão do Infarmed. A medida abrange o Calmidine, cuja comercialização foi suspensa após a autoridade concluir que o produto estava indevidamente classificado como cosmético.

De acordo com a agência de notícias Lusa, a situação foi detetada no âmbito de uma ação de fiscalização realizada no mercado nacional. Após analisar a informação disponível sobre o produto, o Infarmed concluiu que o Calmidine não cumpria os requisitos regulamentares necessários para ser enquadrado na categoria em que estava a ser vendido.

Numa circular informativa divulgada no seu portal, a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde refere que o produto da empresa alemã MedNet GmbH “encontra-se no mercado indevidamente qualificado do ponto de vista regulamentar enquanto produto cosmético”.

Autoridade pede que produto não seja utilizado

O Infarmed acrescenta que o Calmidine “não deve ser qualificado como cosmético por não cumprir os requisitos aplicáveis e estabelecidos” na legislação europeia relativa aos produtos cosméticos.

Perante esta conclusão, a entidade determinou a suspensão imediata da comercialização e a retirada do produto do mercado. Além disso, apelou às empresas e estabelecimentos que ainda possuam unidades em stock para que não as disponibilizem aos consumidores.

Quem adquiriu o produto deve deixar de o utilizar

O aviso estende-se também aos utilizadores. A autoridade recomenda que quem tenha adquirido o produto deixe de o utilizar, enquanto decorrem os procedimentos associados à sua retirada.

A decisão não está relacionada com a comunicação de incidentes específicos junto dos consumidores, mas sim com uma irregularidade identificada na qualificação regulamentar do produto, aspeto considerado essencial para a sua permanência legal no mercado.

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Falha nacional: farmácias não conseguem ler receitas e os portugueses terão de pagar os medicamentos na totalidade

12 June 2026 at 12:18

Uma falha informática nos sistemas do Serviço Nacional de Saúde (SNS) está a afetar hospitais, centros de saúde e farmácias em todo o país, impedindo a leitura de receitas eletrónicas e dificultando a prescrição de medicamentos.

De acordo com a agência de notícias Lusa, a situação está a obrigar muitos utentes a pagarem a totalidade dos medicamentos, uma vez que as farmácias não conseguem aplicar as comparticipações associadas às receitas eletrónicas.

Problema afeta vários serviços do SNS

Além das farmácias, também os médicos estão a enfrentar dificuldades na emissão de receitas. O Hospital Garcia de Orta confirmou a existência de constrangimentos provocados pela falha, que incluiu problemas de acesso à internet. A unidade hospitalar ativou o plano de contingência, passando vários procedimentos para suporte em papel enquanto decorre a reposição dos sistemas. O IPO do Porto encontra-se igualmente entre as instituições afetadas.

Segundo a mesma fonte, os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) atribuíram a situação a uma falha de energia que afetou vários sistemas de informação essenciais ao funcionamento do SNS. Em resposta à agência Lusa, a entidade garantiu que “os serviços e sistemas estão a ser progressivamente repostos, esperando-se que regresse tudo à normalidade com a maior brevidade”.

Recuperação em curso

Os trabalhos de reposição decorrem de forma gradual, mas a normalização total poderá demorar algum tempo devido ao número de plataformas envolvidas. Esta situação volta a expor a dependência crescente dos serviços de saúde relativamente aos sistemas digitais, já que problemas desta natureza têm impacto imediato no acesso a cuidados, na emissão de receitas e na dispensa de medicamentos.

Enquanto os sistemas não regressam ao funcionamento normal, os utentes poderão continuar a enfrentar constrangimentos nas farmácias e em algumas unidades de saúde, numa situação que não é inédita e que já teve episódios semelhantes no passado.

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